Rentcars integra programa de incentivo à inovação pelo quarto ano consecutivo

Elisa Moreira (Gerente de Engenharia de Software); Marcelo da Veiga (Diretor de Financeiro); Debora de Lima (Gerente de Engenharia de Software); David Silva Lopes (Diretor de Tecnologia e Produto) e Thiago Cortat (Head de Produto)

Nesta segunda-feira (20), a Rentcars, maior plataforma on-line para aluguel de carros da América Latina, reafirmou seu compromisso com a inovação ao integrar, pelo quarto ano consecutivo, o programa de incentivo à inovação da prefeitura de Curitiba (PR), o Tecnoparque.

Com a proposta de fomentar a inovação na capital paranaense, as companhias beneficiárias da iniciativa recebem incentivos para desenvolver tecnologias e soluções em produtos e serviços inteligentes. “Como uma empresa do setor de viagens e turismo que tem a tecnologia no seu core, não poderíamos deixar de participar do programa”, destaca David Silva Lopes, Diretor de Tecnologia e Produto da Rentcars.

Para a edição de 2024, a companhia, que tem atuação em mais de 160 países, está investindo em projetos focados tanto em sua expansão global quanto no desenvolvimento de tecnologias que aprimorem a experiência de seus clientes. “Este ano estamos trabalhando em cinco frentes: atendimento, experiência e tecnologia, expansão internacional, fidelização e, claro, eficiência. Tudo isso sempre colocando o cliente no centro das nossas ações”, afirma Lopes.

Em sintonia com o que há de mais moderno no mercado, os projetos contam especialmente com dados e inteligência artificial para trazer mais robustez e eficiência às operações – algo que, de acordo com o diretor, vai além do crescimento financeiro: “a inovação e a busca constante por evolução fazem parte da nossa forma de ser como empresa. Estar atento a esse tema, para nós, não é apenas uma estratégia vital aos negócios, mas também uma garantia de excelência no atendimento dos nossos clientes”.
 

Durante a solenidade de certificação, estiveram presentes, representando a Rentcars, Francisco Millarch (CEO), David Silva Lopes (Diretor de Tecnologia e Produto), Marcelo da Veiga (Diretor Financeiro), Thiago Cortat (Head de Produto) e Debora de Lima (Gerente de Engenharia de Software).

O Tecnoparque

Programa cujo objetivo é impulsionar o desenvolvimento de projetos inovadores por parte de empresas com base tecnológica de Curitiba (PR), proporcionando aos seus integrantes redução do Imposto sobre Serviços (ISS) para que possam investir esses valores em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (P&DI). Além de ampliar o potencial econômico das companhias participantes, a iniciativa possibilita também a geração de novos empregos.

Compartilhar

Supermercados varejistas lideram o consumo de vale-alimentação no Paraná no primeiro trimestre de 2024

Estudo da Flash aponta que 49% das transações foram em supermercados varejistas e 17% em atacados; também houve uma redução de 5 pontos percentuais nas compras em fast foods com vale-refeição

No primeiro trimestre deste ano, 66% das compras realizadas com cartões de benefícios foram em supermercados, 5 pontos percentuais a mais em comparação com o mesmo período do ano passado. Os supermercados varejistas, que já figuravam como líderes na preferência dos clientes, mantiveram-se no topo e cresceram 3 pontos percentuais, atingindo a marca de 49% dos gastos de janeiro a março. É o que mostra um levantamento da Flash, plataforma de gestão da jornada de trabalho, que avaliou o comportamento de consumo dos benefícios em sua base com mais de 1 milhão de usuários.
 

Os números também revelam mudanças significativas nos hábitos de consumo no estado. Houve um aumento de 2 pontos percentuais no consumo em restaurantes, passando de 11% para 13%, enquanto as compras em redes de fast food sofreram uma queda notável, caindo de 13% para 8%.
 

As transações em lojas de conveniência (6%) permaneceram estáveis entre 2023 e 2024, assim como outras modalidades de consumo, como padarias (3%) e açougues (2%). Adicionalmente, 5% dos gastos foram registrados em outros estabelecimentos variados.

Valor e duração dos benefícios no Paraná

A pesquisa revela ainda que, de janeiro a março deste ano, os benefícios duraram em média 2 dias a mais por mês em comparação com o mesmo período do ano anterior, totalizando 22 dias. Além disso, os valores totais depositados pelas empresas como benefício de vale-alimentação e refeição tiveram um aumento médio de 7,61%, alcançando um total de R$ 715,86 reais mensais.
 

Ao analisar os gastos totais relacionados ao vale-refeição e alimentação, foi descoberto que os trabalhadores do Paraná gastaram em média R$ 96,70 por transação em estabelecimentos da categoria alimentação, representando um aumento de 1,36% em relação ao ano anterior. Enquanto isso, os gastos com refeições atingiram a média de R$ 53,30 reais, apresentando um incremento de 19,51% em comparação com o primeiro trimestre de 2023.

Compartilhar

Programa BRDE Labs busca ideias criativas para solucionar dores de grandes empresas

Está aberto o prazo de inscrições de startups no programa BRDE Labs, iniciativa do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), com apoio do HOTMILK PUCPR.

De 13 de maio a 30 de junho, as startups podem se inscrever para a nova etapa do programa, que fortalece o ecossistema de inovação no Paraná ao conectar grandes players com novos negócios regionais. Em sua quinta edição, o BRDE Labs proporciona uma experiência de inovação na prática, explorando novos modelos de negócios e soluções para os obstáculos existentes no mercado.

“Nesta fase do programa, o time do HOTMILK PUCPR começa a fazer a interface com os ecossistemas do Brasil e internacionais, buscando startups que possam contribuir com os desafios propostos pelas empresas”, observa Layuny Ferreira, Gestora de Projetos de Inovação do HOTMILK PUCPR. “Além destas conexões, cito como benefícios do BRDE Labs as jornadas de desenvolvimento personalizadas, o acesso a fundos de investimento e a oportunidade que as startups selecionadas terão em se tornar membros residentes do HOTMILK PUCPR durante o período de aceleração de negócios”, acrescenta.

Como funciona?

Cada empresa participante do BRDE Labs pode propor até dois desafios, com base em suas principais dores e prioridades, planejados em conjunto com a equipe do HOTMILK PUCPR. “Isso permite às startups proporem soluções criativas para atender às demandas das empresas”, resume Layuny.

As startups interessadas em participar podem se inscrever pelo site oficial do BRDE em Link

Compartilhar

Gartner anuncia cinco principais tendências estratégicas de tecnologia em engenharia de software para 2024

O Gartner, líder mundial em pesquisa e aconselhamento para empresas, anuncia as cinco principais tendências estratégicas de tecnologia em engenharia de software para 2024 e os próximos anos. Alcançar metas empresariais é um dos três principais objetivos de desempenho para 65% dos líderes de engenharia de software, de acordo com a mais recente pesquisa do Gartner. Ao investir em tecnologias disruptivas, os líderes de engenharia de software podem capacitar suas equipes a atingirem objetivos empresariais relacionados à produtividade, sustentabilidade e crescimento.

“As tendências tecnológicas identificadas pelo Gartner já estão ajudando companhias a alcançarem objetivos empresariais,” diz Joachim Herschmann, Vice-Presidente e Analista do Gartner. “Essas ferramentas e práticas disruptivas permitem que as equipes de engenharia de software entreguem aplicações de alta qualidade e escaláveis com Inteligência Artificial (IA), enquanto reduzem o trabalho repetitivo e os atritos no ciclo de vida do desenvolvimento de software (SDLC), melhorando a experiência e a produtividade dos desenvolvedores.”

Principais tendências estratégicas de tecnologia do Gartner para Engenharia de Software

                                               Fonte: Gartner (Maio 2024)

As cinco principais tendências estratégicas de tecnologia para a engenharia de software são:

  1. 1. Inteligência em Engenharia de Software: Plataformas de inteligência em engenharia de software oferecem uma visão unificada e transparente dos processos de engenharia que ajudam os líderes a entenderem e a medirem não apenas a velocidade e o fluxo, mas também a qualidade, a eficácia organizacional e o valor de negócio. O Gartner prevê que, até 2027, 50% das empresas de engenharia de software utilizarão plataformas de inteligência para medir e aumentar a produtividade dos desenvolvedores, em comparação com 5% registrados este ano.
  1. 2. Desenvolvimento Aumentado por Inteligência Artificial: Os líderes de engenharia de software precisam de uma forma eficaz em termos de custo para ajudar suas equipes a construírem programas mais rapidamente. Segundo a pesquisa do Gartner, 58% dos entrevistados disseram que suas empresas estão usando ou planejando usar Inteligência Artificial Generativa nos próximos 12 meses para controlar ou reduzir custos. Desenvolvimento aumentado por Inteligência Artificial (IA) é o uso de tecnologias como Inteligência Artificial Generativa e Machine Learning (aprendizado de máquina) para ajudar engenheiros de software a projetarem, codificarem e testarem aplicações. Ferramentas de desenvolvimento aumentado por Inteligência Artificial se integram ao ambiente de desenvolvimento do engenheiro de software para produzir código de aplicação, possibilitar a transformação de design para código e melhorar as capacidades de teste de aplicações. “Investir em desenvolvimento aumentado por Inteligência Artificial ajudará os líderes de engenharia de software a aumentarem a produtividade dos desenvolvedores e a controlarem os custos, além de melhorarem a capacidade de suas equipes para entregarem mais valor,” diz Herschmann.
  1. 3. Engenharia de Software Verde: Engenharia de software verde é ao campo de construção de programas eficientes e conscientes em termos de carbono. Construir um software verde envolve fazer escolhas energeticamente eficientes para arquitetura e padrões de design, algoritmos, estruturas de dados, linguagens de programação, tempos de execução de linguagens e infraestrutura. O Gartner prevê que, até 2027, 30% das grandes empresas globais incluirão a sustentabilidade do software em seus requisitos não-funcionais, em comparação com menos de 10% em 2024. O uso de cargas de trabalho intensivas em computação aumenta a pegada de carbono de uma empresa, e as aplicações habilitadas por Inteligência Artificial Generativa são especialmente intensivas em energia. Portanto, implementar engenharia de software verde ajudará as companhias a priorizarem seus objetivos de sustentabilidade.

4. Engenharia de Plataforma:  A engenharia de plataforma reduz a carga cognitiva dos desenvolvedores ao oferecer capacidades subjacentes por meio de portais e plataformas de desenvolvedores internos que várias equipes de produto podem usar. Essas plataformas fornecem um “caminho pavimentado” atraente para o desenvolvimento de software, o que economiza tempo para os desenvolvedores e melhora sua satisfação no trabalho. O Gartner prevê que, até 2026, 80% das grandes empresas de engenharia de software estabelecerão equipes de engenharia de plataforma, em comparação com 45% em 2022.

  1. 5. Ambientes de Desenvolvimento em Nuvem: Os ambientes de desenvolvimento em Nuvem fornecem acesso remoto, pronto para uso, a um ambiente de desenvolvimento hospedado em Cloud, com esforço mínimo para configuração e instalação. Essa separação do ambiente de desenvolvimento da estação de trabalho física permite uma experiência de desenvolvedor consistente e de baixa fricção, além de um onboarding mais rápido de desenvolvedores.

Compartilhar

Após crescimento provocado pela pandemia, pequenos negócios no país ainda têm presença online limitada, revela TIC Empresas 2023

Apenas 52% desse segmento possui website, sendo que a grande maioria está na Internet exclusivamente via redes sociais, segundo pesquisa lançada nessa terça-feira (14); estudo mostra ainda que uso de IA e IoT nas companhias brasileiras é pouco difundido


A pandemia da COVID-19 acelerou a digitalização nas empresas brasileiras, mas ainda há desafios para ampliar a presença online dos pequenos negócios, aqueles que apresentam de 10 a 49 pessoas ocupadas. A pesquisa TIC Empresas 2023, lançada nessa terça-feira (14) pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), mostra que, passada a crise sanitária, as redes sociais seguem como o principal canal digital usado pelo segmento. Apenas pouco mais da metade das pequenas empresas (52%) tem website próprio, porcentagem similar à verificada em 2019 (51%). A título de comparação, 77% e 85% das médias e grandes empresas, respectivamente, contam com esse recurso, conforme a edição atual da pesquisa, realizada pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br) do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br).


Segundo o levantamento, 75% das pequenas empresas no país recorrem às plataformas de mensagens (como Whatsapp ou Telegram); 71% possuem perfil ou conta própria em redes como o Instagram, Snapchat, Tik Tok ou Flickr e 26%, no LinkedIn. Considerando o universo total analisado (pequenas, médias e grandes empresas), os percentuais referentes a 2023 são 74% (Whatsapp ou Telegram, contra 54% em 2019, período anterior à pandemia), 71% (Instagram, Snapchat, Tik Tok ou Flickr, contra 44% em 2019) e 30% (LinkedIn, contra 15% em 2019).


O estudo revela ainda que 91% das empresas brasileiras usam fibra óptica, sendo que 60% delas possuem velocidades de download acima de 100 Mbps. “Os avanços em termos de infraestrutura de conectividade não necessariamente foram acompanhados por um aprimoramento da presença online. A pesquisa mostra que uma parcela importante das empresas em atividade no país não possui website, por exemplo. Há espaço para que elas, sobretudo as pequenas e médias, diversifiquem e complexifiquem essa participação”, explica Alexandre Barbosa, gerente do Cetic.br|NIC.br.


Comércio online

De acordo com a pesquisa, 70% das empresas comercializaram produtos ou serviços pela Internet em 2023, proporção que foi de 73% em 2021. Os resultados sinalizam um cenário de estabilidade no indicador, que cresceu significativamente durante a pandemia COVID-19 – em 2019, a porcentagem era de 57%. Considerando o porte das empresas, o indicador de vendas online aparece da seguinte maneira: pequenas (57% em 2019; 74% em 2021 e 71% em 2023), médias (58% em 2019; 67% em 2021 e 66% em 2023) e grandes (52% em 2019; 68% em 2021 e 63% em 2023).


Os meios mais utilizados pelos negócios para vender no ambiente digital são aplicativos de mensagens, mencionados por 78%. A venda por esse tipo de plataforma é mais recorrente entre as pequenas empresas (80%) – elas são as que mais usam redes sociais para esse fim (40%) e as que menos realizam a prática em websites próprios (29%). Entre as grandes empresas, observa-se maior incidência de outras formas de comercialização no ambiente digital, como o website (55%) e sites de vendas (30%). A pesquisa identificou também que indústria (81%), alojamento e alimentação (81%) e comércio (74%) figuram entre os setores que mais venderam na Internet em 2023.


Novas tecnologias

Em sua 15ª edição, o estudo mostra que a adoção de tecnologias emergentes começa a se disseminar entre as empresas brasileiras, mas a diversidade de tipos de usos ainda é reduzida.


No caso dos serviços de nuvem, os mais utilizados são aqueles ligados a soluções como software de finanças, de contabilidade (49%) ou e-mail (53%). Aplicações mais relacionadas com a infraestrutura digital, tal como a capacidade de processamento em nuvem, foram adotadas por um terço dos negócios (33%).


A proporção das empresas que recorreram a algum dispositivo de Internet das Coisas (IoT) em 2023 foi de 14%, a mesma verificada em 2021. O uso dessa tecnologia está concentrado nas grandes companhias e no setor de informação e comunicação. O tipo de dispositivo de IoT mais utilizado foi o relacionado à segurança de instalações, como sistemas de alarme, detectores de fumaça, travas de porta e câmeras de segurança (84% das empresas que usaram IoT).


A adoção de Inteligência Artificial também apresentou estabilidade no período (o percentual passou de 13%, em 2021, para 14%, em 2023). Assim como ocorre com IoT, observa-se que o uso de IA é mais recorrente nas grandes empresas e no setor de informação e comunicação. A aplicação mais adotada foi automatização de processos de fluxo de trabalho, citada por 73% das organizações que utilizam Inteligência Artificial. Recursos mais complexos, como machine learning (16%) ou geração de linguagem natural (13%), são citados com menor frequência.


“Os dados evidenciam uma consolidação da maior digitalização das empresas, impulsionada pela pandemia. Ao mesmo tempo, a pesquisa aponta que a adoção de novas tecnologias digitais, tais como IoT e IA, ainda é restrita a alguns processos localizados, revelando desafios para uma utilização mais abrangente pelo conjunto das empresas brasileiras”, complementa Barbosa.

Realizada desde 2005, a pesquisa mede a adoção das tecnologias de informação e comunicação em pequenas, médias e grandes empresas brasileiras. Na edição de 2023, o estudo entrevistou 4.057 empresas com 10 pessoas ocupadas ou mais, em todo o território nacional, com a coleta de dados ocorrendo entre março e dezembro de 2023.


A TIC Empresas adota padrões internacionais estabelecidos por entidades tais como a Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD), a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e a Eurostat, agência de estatísticas da União Europeia.

Compartilhar

Hotmilk promove PD&I Summit 2024 e fala sobre estímulo à inovação no Brasil

Foto: Edjane Madza

Nesta semana, o HOTMILK PUCPR protagoniza o ecossistema de inovação do Paraná ao reunir em Curitiba os principais representantes do setor no PD&I Summit 2024. Na pauta, o debate de oportunidades de fomento à inovação, como a Lei do Bem (n⁰ 11.196/2005), a Lei de Informática (nº 8.248/1991) e a Nova Política Industrial.

Iniciado na manhã desta terça-feira (14/05), o evento foi aberto pela Pró-Reitora de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação da PUCPR, Paula Cristina Trevilatto, que reforçou a missão do HOTMILK PUCPR de desenvolver, conectar e disseminar inovação para toda a sociedade, atuando desde a produção de conhecimento científico e tecnológico, até o desenvolvimento de pesquisas em diversos estágios para o setor produtivo.

“Num ecossistema onde mercado e produtos crescem em sintonia, é essencial que empresas aprendam com startups, colaborando para que todas possam florescer juntas. Esse apoio mútuo ao empreendedorismo inovador e às grandes empresas que buscam solucionar suas dores por meio da inovação torna este sistema robusto, impulsionando tanto a área científica quanto o mercado como um todo”, disse o Diretor Geral do HOTMILK PUCPR, Marcelo Moura, em sua fala de boas-vindas.

“Vivemos um momento propício, onde os desafios recentes no campo da ciência ressaltaram a crucial importância desta para o progresso social e econômico. Neste cenário, a iniciativa do HOTMILK PUCPR evidencia que o Paraná está alinhado ao plano nacional da inovação. Aqui, ciência e inovação não são vistas como opostas, mas sim como complementos essenciais e que devem ser disseminados na sociedade, principalmente por meio da indústria”, reforçou o Diretor de Incentivo às Tecnologias Digitais do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação/MCTI, Hamilton José Mendes da Silva.

“O Paraná encontra-se em um momento profundamente adequado, seguindo em direção à sociedade do conhecimento, atuando como âncora e motor do processo de desenvolvimento nacional. Com um sólido sistema estadual de ciência e tecnologia, composto por uma rede robusta de universidades, instituições privadas e comunitárias dedicadas à pesquisa e inovação, estamos diante de um importante ativo para o setor produtivo”, lembrou o Secretário do Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Aldo Bona. “O desafio que enfrentamos é estabelecer conexões eficazes entre esses diversos atores, buscando superar os gargalos e promovendo o fomento e financiamento adequados”, concluiu.

O PD&I Summit 2024 contou com uma ampla programação, abrangendo falas de Marconi Edson Esmeraldo Albuquerque (Coordenador de Planejamento, Monitoramento e Avaliação do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação/MCTI), Jefferson de Oliveira Gomes (Diretor de Inovação da Confederação Nacional das Indústrias/CNI), Marcos Aurélio Pelegrina (Diretor de Ciência e Tecnologia da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior/SETI) e Giles Cesar Balbinotti (Diretor de Ecossistema de Inovação da Secretaria da Inovação, Modernização e Transformação Digital/SEI). E, no seu segundo dia de realização, teve como foco a apresentação de boas práticas e o debate de cases, com workshops intitulados “Elaborando projetos com recursos incentivados”, conduzido por Marconi Albuquerque (MCTI) e “Como escrever projetos de subvenção para editais de fomento”, por Anderson Szejka (PUCPR); além da apresentação de casos de sucesso de fomento à Inovação com leis de incentivo: Lei de Informática e Lei do Bem e um tour guiado aos participantes pelo Centro de Realidade Estendida da PUCPR.

Compartilhar

No mundo, 61% das empresas aumentarão investimento em segurança na nuvem, segundo relatório da Fortinet

O Relatório de Segurança na Nuvem de 2024, publicado pela Fortinet, destaca que à medida que as organizações desenvolvem e implementam mais aplicações na nuvem, a segurança dessas plataformas se torna mais complexa. No relatório deste ano, a segurança se mostra claramente uma prioridade para a maior parte das empresas e instituições ao redor do mundo, com 61% das empresas entrevistadas prevendo aumentar o orçamento para segurança na nuvem nos próximos 12 meses. O aumento planejado dos investimentos em segurança na nuvem gira em torno de 37%, em um esforço para proteger informações confidenciais e cumprir os padrões regulamentares do cenário orientado para a nuvem.

Muitas empresas estão adotando uma abordagem híbrida ou multinuvem, o que faz com que a superfície de ataque se expanda e resulte no aumento da complexidade. As equipes de segurança muitas vezes têm dificuldade para gerenciar e proteger vários ambientes e cargas de trabalho públicos e privados. E, embora a adoção de ambientes multinuvem traga muitos benefícios, lidar com ferramentas diferentes torna difícil ou impossível aplicar políticas de segurança consistentes em ambientes de nuvem. Pior ainda, o nível de complexidade da segurança geralmente aumenta à medida que as organizações continuam a adicionar serviços em nuvem, resultando em maiores desafios de gestão e aumento de custos.

O Relatório de Segurança na Nuvem 2024 foi conduzido pela Cybersecurity Insiders a pedido da Fortinet para obter uma visão geral dos desafios que as organizações enfrentam ao proteger ambientes em nuvem, bem como estratégias que devem ser priorizadas. O relatório é baseado em uma pesquisa com 927 profissionais em todo o mundo e oferece uma visão das tendências atuais em segurança na nuvem.

  • Preferência por ambientes híbridos e multinuvem continua

Em 2024, a maioria das organizações (78%) optou por estratégias híbridas e multicloud. Dessas organizações, 43% usam nuvem híbrida e infraestrutura local, e 35% têm uma estratégia multicloud. Estes números representam um pequeno aumento em comparação com os dois anos anteriores, quando 39% das organizações utilizavam nuvem híbrida e 33% multicloud.

Após anos de adoção acelerada, o crescimento da nuvem desacelerou à medida que o mercado amadureceu. Neste ponto, a tendência encontrou o seu fundamento e os benefícios da computação em nuvem são bem compreendidos. Empresas com necessidades de TI, que possam se beneficiar de flexibilidade e agilidade na nuvem ou que necessitem de serviços com ambientes em nuvem únicos, têm a possibilidade de concretizar os seus projetos.

De acordo com o relatório, a maioria das organizações reconhece que a segurança deve ser incluída nas suas estratégias de nuvem. Os desafios de cibersegurança associados à nuvem e a necessidade de medidas de segurança mais robustas em ambientes de nuvem tornaram-se um ponto crítico face às novas ameaças baseadas em Inteligência Artificial. Na verdade, 96% das organizações relatam estar moderada ou extremamente preocupadas com a segurança na nuvem. Por isso, 61% dos entrevistados preveem que o orçamento para segurança na nuvem aumentará nos próximos 12 meses.

  • Desafios técnicos e de recursos continuam

Apesar da adoção contínua da nuvem, os desafios na implementação de segurança consistente em ambientes multinuvem permanecem. As questões de segurança e conformidade são uma das principais preocupações (56%), agindo como um obstáculo no caminho para uma adoção mais rápida de estratégias multicloud. As organizações também citam desafios técnicos (52%) e restrições de recursos (49%) como barreiras à adoção da nuvem.

Alcançar visibilidade e controle de políticas em infraestruturas complexas de múltiplas nuvens pode ser um desafio, e a escassez de talentos em segurança cibernética agrava esse problema. A falta de pessoas com experiência na nuvem é um problema sério, com 93% dos entrevistados afirmando que estão moderadamente a extremamente preocupados com esta lacuna em todo o setor.

  • Simplificação e automação com a abordagem de plataforma

Como os ambientes híbridos e multicloud são complexos, é difícil protegê-los. No entanto, a grande maioria das organizações (95%) afirma que uma plataforma unificada de segurança na nuvem com um único painel ajudaria a fornecer proteção de dados consistente e abrangente em toda a área de cobertura da nuvem.

Em vez de lidar com as ineficiências do gerenciamento de vários sistemas de segurança, as equipes de segurança que aproveitam uma plataforma de nuvem única e integrada se beneficiam de integração mais direta, automação e redução da sobrecarga de gerenciamento, o que ajuda a melhorar a visibilidade, fornecer reforço consistente de políticas e mitigar a lacuna de talentos em cibersegurança.

No caso da Fortinet, as soluções unificadas de segurança em nuvem oferecem políticas consistentes, gerenciamento centralizado e visibilidade ponta a ponta em ambientes de nuvem. A segurança da companhia inclui automação habilitada em todas as nuvens, o que permite às organizações criar, implantar e executar aplicações com segurança, com proteção consistente onde quer que seja necessário. As soluções de segurança em nuvem da Fortinet fornecem visibilidade e controle em nuvens e data centers públicos e privados, fortalecendo a segurança e reduzindo a complexidade de implantação e gerenciamento.

Compartilhar

Positivo Tecnologia cresce 38% em Receita Bruta e amplia lucro líquido em 655%

A Positivo Tecnologia divulgou, nesta terça-feira, o balanço referente ao primeiro trimestre de 2024. A Companhia apresenta Receita Bruta de R$ 1.177 milhões, valor 38% superior ao mesmo período do ano passado. O EBITDA registrado é de R$ 116 milhões no período (36% superior ao 1T23), com margem EBITDA de 11,6%. Destaque, também, para o lucro líquido, de R$ 64 milhões, valor 655% maior que no último ano, e margem líquida de 6,5%.
 

A Receita Bruta apresentada foi impulsionada pelo forte crescimento em Projetos Especiais e Soluções de Pagamentos, além de uma gradual recuperação em Consumo, após um ano desafiador para o setor. Em relação ao EBITDA, a leve contração da margem se deu pelos maiores custos de logística na compra de insumos para produtos fabricados no final de 2023 e comercializados no 1T24. A elevação dos custos se deu em função da forte estiagem na Região Amazônica no fim do ano passado e por aumentos de preço em alguns insumos. Já os avanços na margem líquida são impulsionados pelo maior EBITDA e redução das despesas financeiras líquidas, resultante da melhora do perfil do endividamento.
 

Ajudada pelo maior lucro líquido no período, a geração de caixa operacional registrada é de R$ 83 milhões. O índice de alavancagem de 1,3x e teve redução de 0,2x comparado com ambos 4T23 e 1T23, beneficiado pela geração de caixa no período. “Estamos muito satisfeitos em entregar um primeiro trimestre de 2024 em linha com o planejamento. Temos crescimento de receita, expansão do lucro, geração de caixa e redução do endividamento. O resultado é de um período de solidez, além de uma melhora notável na estrutura de capital”, afirma Helio Bruck Rotenberg, Presidente da Positivo Tecnologia. “As diversas frentes de negócios foram responsáveis por esses dados, o que reafirma o sucesso da nossa diversificação, planejada e estruturada ao longo dos últimos anos”, complementa o executivo.
 

Positivo Tecnologia: resultados financeiros por Unidades de Negócios
 

Em Commercial, unidade compreendida por Negócios Corporativos e Instituições Públicas, a Companhia apresenta Receita Bruta de R$ 658 milhões no 1T24 (+14% vs. 1T23). O resultado engloba as vendas e locação de computadores, servidores, máquinas de pagamento, equipamentos de segurança eletrônica e a prestação de serviços a empresas e instituições públicas. As vendas corporativas foram de R$ 253 milhões no 1T24, valor 20% superior ao 1T23, crescimento impulsionado pelo incremento na receita de Soluções de Pagamento, prestação de serviços de tecnologia e HaaS (locação de equipamentos). A Positivo Tecnologia aguarda o fechamento da aquisição da Algar TI Consultoria, que teve a negociação recém-aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), com reflexos nos próximos resultados. As vendas para Instituições Públicas por sua vez tiveram crescimento de 11% e atingiram R$ 411 milhões, com entregas para ministérios, bancos federais e secretarias de educação, entre outros. A vertical educação continuou a ser o destaque com ênfase nas compras de notebooks e serviços especializados pelas secretarias de educação estaduais e municipais, para integrar tecnologia aos seus programas educacionais.
 

Em Consumer, a Receita Bruta registrada é de R$ 268 milhões no 1T24 (+4% vs. 1T23). O resultado é reflexo do relacionamento com varejistas regionais e expansão nos canais online, parte de uma estratégia para reduzir a dependência de grandes varejistas e alcançar novos públicos. Os tablets da Vaio e o recém-lançado Positivo Vision Tab 10 também surpreenderam com crescimento de 101% contra o ano anterior. A redução na receita registrada de celulares do 1T24 contra o 1T23 explica-se pelo deslocamento pontual de vendas de dezembro de 2022 para janeiro de 2023, por inflar a base de comparação. Porém, os smartphones Infinix continuam a sólida trajetória com crescimento de sell-out de 29%.
 

Em Projetos Especiais está incluso o faturamento de R$ 245 milhões, últimas receitas referentes à entrega das 220 mil urnas eletrônicas para as eleições de 2024. Em 2021, a Companhia venceu, pela segunda vez, um processo licitatório para fornecimento dos equipamentos – contrato com valor total de R$ 1,4 bilhão.
 

A Positivo Tecnologia destaca o avanço na gestão das obrigações financeiras. Com uma sólida posição de caixa, a Companhia anunciou o resgate antecipado da 3ª emissão de debêntures no valor de R$ 200 milhões, com custo de CDI + 3,75% a.a., sem emissão de novo instrumento. O pagamento de dívidas mais caras é parte do plano de alocação de capital que permitirá a redução significativa de despesas financeiras.
 

“Seguimos confiantes com nosso plano para 2024, conforme guidance anunciado no ano anterior, e aguardamos ansiosos a chegada da Algar TI, que nos permitirá oferecer soluções completas e customizadas para empresas de todos os tamanhos e segmentos no Brasil na América Latina”, conclui Helio.

Compartilhar

Empresa paranaense expõe sua marca no billboard da Nasdaq

Painel é considerado o mais conhecido do mundo

A PayBrokers, empresa paranaense especializada em soluções de pagamento, incluindo serviços para o mercado regulado de apostas esportivas, loterias e iGaming, está expondo sua marca no billboard da Nasdaq, uma das maiores bolsas de valores do mundo, em Nova York, nos dias 14 e 15 de maio.

Considerado o painel mais conhecido do mundo, o gigantesco billboard, que fica na Times Square, é visto por mais de 41 milhões de pessoas por ano, segundo dados estimados pela própria Nasdaq. Sua parede gigante mede 37 metros de altura e possui 8.400 painéis, somando cerca de 19 milhões de lâmpadas LED em uma imensa tela curva.

A exposição da marca da PayBrokers acontece em um período importante para a empresa: executivos da líder em pagamentos no mercado brasileiro estão na maior cidade americana participando de eventos nos segmentos financeiro, de tecnologia e investimentos, além de reuniões com clientes e parceiros. Esses encontros visam a implementação de novos projetos de globalização da empresa, que inclui a abertura de um escritório nos Estados Unidos e outro na Europa.

“Esta é mais uma iniciativa para tornar a nossa marca conhecida pelo grande público e está alinhada com a estratégia de expansão pela qual o Grupo vem passando”, destaca Edson Lenzi, CEO da PayBrokers.

Segundo Lenzi, “Esses eventos corporativos são focados no networking de grandes investidores, formadores de opinião, empresários, executivos das áreas financeira e tecnológica. É uma grande oportunidade de expor o potencial do Brasil para o resto do mundo”, conclui.

Compartilhar

Tratamento de sementes com CO2 aumenta produtividade no cultivo de soja e feijão

João Barboza, CEO da startup

Tecnologia disruptiva desenvolvida pela startup Dioxd é alternativa eficiente e sustentável e proporciona incremento médio de 3,5 sacas por hectare

Falar que a fotossíntese é um dos processos mais importantes que ocorre na terra não é exagero. Durante essa etapa a planta permite a entrada de (gás carbônico) CO2 na folha e a liberação do (Oxigênio) O2 para o ambiente. Por outro lado, durante a respiração, ela libera CO2 para o ambiente e permite a entrada do O2. Foi exatamente observando este ciclo, em 2013, que o jovem empreendedor João Barboza, na época com 13 anos, ainda um estudante do ensino fundamental, desenvolveu um projeto muito promissor e inovador focado no uso do CO2 na agricultura.  

Inicialmente a ideia era simples, e consistia em uma mangueira subterrânea inserida próxima às raízes das plantas que liberam CO2. Observou o jovem que elas apresentavam um melhor desenvolvimento, entretanto, embora os resultados fossem satisfatórios, o custo de implementação era o gargalo limitante. Então o estudante resolveu mudar a estratégia e aplicou a técnica no tratamento da semente. E então o resultado foi surpreendente.

O estudante então não parou mais. Recebeu diversos prêmios em feiras de ciência, nacionais e internacionais como destaque em inovação, empreendedorismo e sustentabilidade até que em 2017, aos 17 anos surgiu a oportunidade de transformar o até então projeto, em uma startup. Assim fundou a Dioxd, uma empresa única no tratamento de sementes com CO2.

A partir daí Barboza se dedicou a estruturar o modelo de negócio da empresa e passou a estudar e entender o mundo das startups. Em 2019 recebeu apoio da Sociedade Rural do Paraná e posteriormente, em 2020, a Dioxd foi selecionada pela Cyklo, uma aceleradora de projetos e startups voltada para a agricultura, pecuária e agronegócios (Agritech). “Mudei para Luís Eduardo Magalhães, no Oeste baiano, para essa imersão na Cyklo. Em nove meses validamos o nosso produto e começamos a operar comercialmente. Com ajuda da aceleradora, abrimos uma rodada de investimento e fomos alavancando o negócio”, lembrou.

Solução na prática

A tecnologia da Dioxd disponível, por enquanto, para sementes de soja e feijão, funciona de forma muito eficiente e objetiva. Para cada bag de peso médio de uma tonelada onde são armazenadas as sementes, são colocados dois equipamentos, uma espécie de sonda. Uma tem o objetivo de distribuir os gases uniformemente entre as sementes e o segundo aparelho é inserido com o objetivo de monitorar a temperatura, a concentração, a pressão e a distribuição dos gases dentro de cada bag. Essa liberação é feita durante 40 minutos.

Segundo Barboza, a tecnologia altera o processo de respiração da semente, ou seja, o O2 é expelido e as sementes são enriquecidas com CO2. Desta forma é reduzida a taxa de respiração da semente e aumenta a absorção de CO2. “Com esse processo conseguimos preservar alguns aspectos qualitativos das sementes, para que quando ela iniciar o processo de germinação, consiga produzir com mais energia. Dessa forma extraímos todo o potencial genético daquele produto no campo, melhorando o desenvolvimento de parte aérea da planta, e tudo isso acontece graças ao efeito da nossa tecnologia”, cita.

Após a aplicação de COnas sementes, se o produtor fizer o correto armazenamento dos produtos, ele tem o prazo de até 30 dias para realizar o plantio. “Nossa tecnologia não exige plantio imediato, desta forma o agricultor consegue se programar. Ele pode conservar as sementes em bags até por um mês que terá todo o potencial produtivo da semente”, detalhou o CEO.

Modelo de negócio e resultados

Atualmente a tecnologia da Dioxd está disponível para sementes de soja e feijão, mas há pesquisas avançadas para outras culturas como milho e algodão que devem entrar no portfólio da startup ainda este ano. Nos cultivos atuais, os resultados à campo têm sido muito satisfatórios e o índice de produtividade dos clientes que utilizam a tecnologia tem melhorado a cada safra.

Conforme explica Barboza, os ganhos podem variar de uma safra para outra devido ao manejo de cada propriedade, bem como a influência climática entre outros fatores. “Mas, nessa atual temporada, a gente está com um índice de 20% a mais de produtividade em relação ao ano passado. Em 2023, a média de colheita foi de 2,9 sacas de 60kg por hectare e agora estamos ampliando para 3,5 sc por ha”, destacou.

A Dioxd trabalha atualmente no modelo de negócio de prestação de serviço e tem a capacidade do tratamento de sementes com CO2 de até 400 bags por hora.  A grande vantagem do produtor é que ele não precisa fazer nenhum tipo de investimentos em equipamentos, apenas realiza a contratação e a empresa fica responsável por mobilizar equipe e os aparelhos até a fazenda, sementeira ou cooperativa. “Realizamos os tratamentos no local mesmo e o produtor recebe a semente pronta para fazer o plantio. O investimento é muito baixo diante do retorno. Em nossa solução ele investe aproximadamente ½ saca por ha, e a tecnologia proporciona o retorno de pelo menos 3 sacas por ha”, diz o executivo.

Futuro promissor

A startup está baseada em Londrina, no Norte paranaense, além disso, possui escritório em Luís Eduardo Magalhães e também em Balsas/MA. A partir dessas três unidades, atende agricultores de todo o país. O próximo passo agora é ampliar a presença em alguns estados, como o Mato Grosso, além de novos investimentos para disponibilizar a tecnologia em sementes de outras cultivares. “Planejamos uma nova rodada de captação e também queremos investir em estrutura comercial, para aumentar o nosso market share no Brasil”, confidenciou o executivo.

A empresa também almeja se estruturar para crescimento no exterior.  Para isso já tem patente internacional de sua tecnologia. “Na América do Sul, o foco seria Argentina, Paraguai, Bolívia e Colômbia. Também queremos expandir para os Estados Unidos, México e Canadá pensando principalmente na cultura do milho”, finaliza Barboza.

Compartilhar

Körber é nomeada Líder do Quadrante Mágico do Gartner de 2024 para Sistema de Gerenciamento de Armazém (WMS) pelo sexto ano consecutivo

A Körber, fornecedora global de soluções de sistemas de gerenciamento de armazéns (WMS), anuncia que foi posicionada como líder por sua abrangência de visão e capacidade de execução no relatório do Quadrante Mágico do Gartner de 2024 para Sistemas de Gerenciamento de Armazéns novamente este ano.

A Körber também foi recentemente reconhecida na Voz do Cliente Gartner® Peer Insights™ 2023 para Sistemas de Gerenciamento de Armazém (WMS). O relatório ‘Voz do Cliente’, que agrega avaliações de usuários em insights acionáveis, destacou a Körber com uma classificação geral de 4,6 em 5, com base em 41 avaliações, com 95% dos revisores dispostos a recomendar Körber em 31 de agosto de 2023. Posicionada no canto superior direito da grade “Voz do Cliente”, a Körber foi reconhecida como a Escolha dos Clientes do Gartner Peer Insights.

A Körber fornece um conjunto de soluções completas que abrangem gerenciamento de armazéns, controle de armazéns, gerenciamento de pedidos, robótica, voz e simulação para capacitar empresas globais a digitalizar e automatizar ainda mais os armazéns, para atender às extensas pressões atuais da cadeia de suprimentos.

“Mais de 70% das empresas afirmam que a complexidade da sua cadeia de abastecimento cresceu ao longo do último ano e mais de 80% reconhecem que a cadeia de abastecimento é uma missão crítica”, diz Sean Elliott, CTO Software, Körber Business Area Supply Chain. “Vemos nossa posição como Líder no Gartner® Magic QuadrantTM para Sistemas de Gerenciamento de Armazéns como mais um marco em nossa jornada para permitir que as empresas construam cadeias de suprimentos ágeis, eficientes e resilientes, preparadas para o futuro.”

À medida que as empresas lutam para responder às crescentes expectativas dos consumidores, uma tecnologia eficaz na cadeia de abastecimento é de vital importância. As soluções WMS da Körber tornam possível atender e superar seus resultados em todos os níveis de complexidade e escala, atendendo às necessidades exclusivas de pequenas empresas, empresas globais e fornecedores de logística terceirizados, todos buscando atender às expectativas do consumidor final. O conjunto abrangente de soluções de cadeia de suprimentos da Körber se combina para garantir que as empresas tenham a tecnologia ao seu alcance para revolucionar a cadeia de suprimentos de ponta a ponta – da origem até a entrega ao domicílio.

Exemplos incluem:

  • Fabfitfun: empresa de assinaturas com sede nos EUA que implantou a solução WMS da Körber para gerenciar enormes volumes de pedidos durante vários períodos de pico a cada ano.
  • Les Grands Chais de France (LGCF): empresa francesa exportadora de vinho conta com soluções WMS, Sistema de Controle de Armazém (WCS), Voz e Gamificação da Körber para acelerar o desempenho em 14 locais.
  • Officeworks: uma rede de lojas australiana que oferece materiais de escritório, móveis e tecnologia aproveitou o WMS e os Robôs Móveis Autônomos (AMR) da Körber para modernizar suas operações na cadeia de suprimentos.
  • REWE International: O varejista austríaco de alimentos e drogarias implantou o WMS da Körber em 40 locais na Áustria e na Europa Oriental, trazendo flexibilidade máxima para atender às demandas multifacetadas do setor de varejo de alimentos.
  • Titan Brands: empresa americana de varejo on-line juntou-se à Körber para otimizar a experiência do cliente final por meio de uma interação integrada do WMS e do sistema de gerenciamento de pedidos (OMS) da Körber.

Veja uma cópia gratuita do relatório do Quadrante Mágico do Gartner para Sistemas de Gerenciamento de Armazém (WMS) de 2024 em: https://www.koerber-supplychain-software.com/en/landing-pages/gartner-magic-quadrant

*Fonte: Gartner, “2024 Magic Quadrant for Warehouse Management Systems”, Simon Tunstall, Dwight Klappich, Rishabh Narang, Federica Stufano, 2 de maio de 2024.

GARTNER é uma marca registrada e marca de serviço da Gartner e Magic Quadrant é uma marca registrada da Gartner, Inc. e/ou suas afiliadas nos EUA e internacionalmente e é usada aqui com permissão. Todos os direitos reservados.

A Gartner não endossa nenhum fornecedor, produto ou serviço descrito em suas publicações de pesquisa e não aconselha os usuários de tecnologia a selecionar apenas os fornecedores com as classificações mais altas ou outra designação. As publicações de pesquisa do Gartner consistem nas opiniões da organização de pesquisa do Gartner e não devem ser interpretadas como declarações de fatos. O Gartner se isenta de todas as garantias, expressas ou implícitas, com relação a esta pesquisa, incluindo quaisquer garantias de comercialização ou adequação a uma finalidade específica.

Compartilhar

Gemü do Brasil tem sala de inovação para inspirar ideias

Um espaço pensado para que funcionários de todos os setores possam compartilhar insights e novos projetos

Em meio ao verde exuberante dos arredores da Gemü do Brasil, em São José dos Pinhais, região metropolitana de Curitiba, no estado do Paraná, foi instalada recentemente a Sala de Inovação. Estrategicamente localizada no coração da empresa, entre as áreas de produção e administrativa, o espaço foi totalmente pensado para o compartilhamento de ideias e discussões sobre inovação e melhoria.

Acessível a todos os colaboradores da planta, o espaço de 30 m2 visa concretizar a missão de crescimento e visão inovadora da unidade brasileira. Segundo Andreas Göhringer, managing director da GEMÜ do Brasil, a iniciativa inédita está em sintonia com o conceito global Leap to the Future (Salto para o Futuro) do grupo Gemü. “A Sala de Inovação também servirá como sede do programa Design Thinking, implementado apenas no Brasil, e que busca o desenvolvimento de novas estratégias e soluções inovadoras para nossa unidade”,bem como continuidade dos programas Lean manufacturing e Operation Excellence. esclarece Göhringer.

Com uma estrutura toda em vidro, o espaço visa dar vazão à liberdade de ideéias dos colaboradores. “A intenção é que a transparência dos vidros o olhar da natureza e a ausência de fronteiras/obstáculos  incentive a criatividade das pessoas envolvidas , afirma o gestor

 O ambiente ainda conta com uma parede verde, adornada com plantas e flores locais, que conferem beleza e acolhimento ao espaço. Irrigada com água da chuva, a parede traz o Ü da marca ao centro, conectando-a ao compromisso de práticas sustentáveis. Internamente, a sala oferece  um ambiente de conforto e tecnologia,  com móveis flexíveis, como sofás, pufes e mesas que podem ser rearranjados conforme a necessidade dos usuários e dos diferentes tipos de reuniões e brainstormings. O espaço ainda conta com equipamentos de última geração para apresentações presenciais ou remotas.

Compartilhar