Paraná impulsiona mercado de franquias e ultrapassa R$ 19 bilhões em faturamento

O mercado de franquias no Paraná segue em ritmo acelerado e consolidando sua posição de destaque no Brasil. Segundo dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF), o setor no Estado registrou um faturamento superior a R$ 19 bilhões em 2024, um crescimento expressivo de 17,4% em relação ao ano anterior. O avanço também foi refletido no aumento do número de unidades em operação, que subiu 1,5%, totalizando 14.026 franquias espalhadas pelo estado.
 

O dinamismo do franchising no Paraná acompanha o crescimento da região Sul, que movimentou R$ 47,7 bilhões no setor, com uma alta de 13,7% em relação a 2023. O número de unidades franqueadas na região também cresceu 1,7%, chegando a 35.453 operações. Esse crescimento ocorre mesmo diante dos desafios enfrentados pelo Sul do Brasil, que sofreu com tragédias climáticas e desastres naturais nos últimos meses. Mesmo com impactos econômicos e estruturais, o setor de franquias demonstrou resiliência e capacidade de adaptação, reforçando sua importância na retomada econômica
 

Dentre os segmentos que mais impulsionaram o crescimento no Paraná, se destacam Saúde, beleza e bem-estar, Serviços e outros negócios e Alimentação-Food Service. O segmento de saúde, beleza e bem-estar vem crescendo com a busca por qualidade de vida, impulsionada por inovações tecnológicas, estética avançada e cuidados preventivos. Já o segmento de Serviços e outros negócios a diversificação dos serviços, como tecnologia, consultorias e suporte administrativo, tem sido um dos pilares da economia. Já na Alimentação o consumo de alimentos práticos e saudáveis impulsionou o setor, adaptando-se ao novo comportamento do consumidor.
 

Para o diretor regional da ABF no Sul, André Belz, os números reforçam a relevância do Paraná no franchising nacional. “O estado tem se consolidado como um polo estratégico para o setor. O crescimento expressivo de unidades e faturamento evidencia a força da região e seu potencial para atrair investidores. A região Sul como um todo continua sendo um destino atrativo para novos empreendimentos, mesmo diante das dificuldades enfrentadas durante as enchentes”, destaca Belz.
 

Com esse avanço, o Paraná se firma como uma das principais praças do franchising no Brasil, refletindo a robustez e o dinamismo do mercado. A expectativa é que o setor continue a expandir, impulsionado pela diversificação dos segmentos e pelo crescimento da demanda por modelos de negócios escaláveis e adaptáveis às particularidades regionais.

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Com 2,66 milhões, Paraná atinge o maior número de mulheres com emprego fixo da história

Foto: Ari Dias/AEN

O Paraná alcançou o maior número de mulheres no mercado de trabalho e a menor taxa de desocupação de sua história no 4º trimestre de 2024. Dados da última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em fevereiro, mostram que 2,663 milhões de mulheres estavam ocupadas no período, com uma taxa de desocupação de apenas 4,2%.

Os dados compilados pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes) mostram que o número de mulheres ocupadas têm crescido constantemente no Estado. No 4º trimestre, foram 46 mil mulheres a mais no mercado de trabalho em relação ao mesmo período imediatamente anterior, quando 2,617 milhões estavam empregadas, melhor resultado da série histórica até então.
 

Esse índice vem crescendo desde o 4º trimestre de 2023, quando 2,567 milhões estavam no mercado de trabalho formal. Desde então, a cada trimestre esse número aumenta: 2,572 milhões no 1º trimestre de 2024; 2,575 milhões no 2º trimestre de 2024; 2,617 milhões no 3º trimestre de 2024; até os 2,663 milhões no 4º trimestre. Quando comparado ao 4º trimestre de 2023, o incremento foi de quase 100 mil vagas.
 

Como consequência desse aumento, a desocupação (desemprego) entre as mulheres alcançou a menor taxa da série histórica, iniciada em 2012, com 4,2%. O melhor resultado até então era um empate entre o 4º trimestre de 2013 e 4º trimestre de 2014, com uma taxa de 4,6%. Nestes mesmos períodos, o número de mulheres ocupadas era de 2,372 milhões e 2,331 milhões, respectivamente. Em 10 anos, 332 mil mulheres entraram no mercado de trabalho.
 

“São números que reforçam o grande momento do mercado de trabalho e o protagonismo das mulheres no Paraná. No começo da gestão criamos o Banco da Mulher Paranaense, apostando nessa vertente, o que ajudou as empreendedoras. Além disso, a maioria das pessoas com ensino superior no Estado é formada por mulheres, e capacitação é a chave da empregabilidade”, afirma o governador Carlos Massa Ratinho Junior.
 

Para o diretor-presidente do Ipardes, Jorge Callado, os bons indicadores são frutos do trabalho conjunto entre os setores público e privado. “Estes importantes números refletem de forma direta as políticas públicas do Governo do Estado, em especial as comandadas pelas secretarias da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa e Trabalho, Qualificação e Renda, além da parceria com setores produtivos que têm valorizado e oportunizado para as mulheres postos mais estratégicos e com melhores remunerações”, afirmou.
 

A secretária da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa, Leandre Dal Ponte, destacou que os dados refletem o impacto positivo na economia. “As mulheres têm conquistado cada vez mais espaço e se tornado protagonistas da sua vida profissional em diversos setores que contribuem com a economia no Estado”, ressaltou. “Mesmo com essa crescente, é importante continuarmos com a luta pela igualdade de gênero, permitindo que elas não tenham sua atuação limitada por outros fatores. Quando uma mulher prospera, a sociedade prospera e, consequentemente, a economia também”.
 

Para o secretário do Trabalho, Qualificação e Renda, Mauro Moraes, investimentos em políticas públicas e ações de empregabilidade têm contribuído para a inclusão do público feminino no mercado de trabalho. “O Paraná se consolida como referência nacional na geração de oportunidades para mulheres. Ao longo de 2024, mantivemos a liderança na empregabilidade feminina na região Sul, segundo o Caged, um reflexo do nosso compromisso com a igualdade de gênero no mercado de trabalho”, disse. “O resultado é um Paraná com mais oportunidades e igualdade para todas.”

RENDA – Outro recorte pesquisado pelo IBGE e levantado pelo Ipardes é sobre o rendimento médio real recebido pelas mulheres paranaenses, em relação ao trabalho principal. No 4º trimestre de 2024, elas receberam em média R$ 3.141, pouco menos que o maior valor registrado na série histórica, no 1º trimestre do mesmo ano, de R$ 3.253.
 

Dos 10 trimestres com melhor rendimento médio entre as mulheres, sete deles foram nos últimos seis anos. Além dos dois já citados em 2024, aparecem o 1º trimestre de 2019 (R$ 3.115), o 1º trimestre de 2020 (R$ 3.086), o 1º trimestre 2023 (R$ 3.036), o 3º trimestre 2024 (R$ 3.023) e o 2º trimestre 2024 (R$ 2.926).
 

DESEMPREGO – A PNAD Contínua apontou também o índice de 3,3% da população desocupada no Paraná no 4º trimestre de 2024, a menor taxa de desemprego da história. O índice recorde foi alcançado após o Paraná registrar uma redução de 0,7% na taxa de desocupação em relação ao terceiro trimestre de 2024, a maior queda trimestral no índice em todo o Brasil, ao lado de Minas Gerais.

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Paranaenses podem concorrer a 90 vagas de intercâmbio gratuito nos EUA

Intercâmbio inclui passagens aéreas, hospedagem, refeições e programação cultural completa custeada pelo Santander

O Santander Universidades segue nos últimos dias de inscrição para o USA Summer Experience, um programa de intercâmbio gratuito em parceria com a Universidade da Pensilvânia. A iniciativa vai selecionar 90 jovens entre 18 e 30 anos para uma imersão de três semanas nos Estados Unidos, dentro do campus da instituição. Os participantes terão os custos pagos integralmente pelo Banco, incluindo passagens aéreas de ida e volta, hospedagem, refeições, seguro-viagem e programação social com atividades culturais. A inscrição está aberta e pode ser feita pela plataforma Santander Open Academy até 10 de março clicando neste link.

O curso abrange aulas diárias de inglês (20 horas por semana), palestras com professores convidados de outros departamentos da Penn e disciplinas sobre comunicação corporativa, tecnologia, liderança, psicologia positiva, planejamento estratégico e sustentabilidade. “O USA Summer Experience é fundamental para desenvolver talentos que serão protagonistas no futuro. O Santander Universidades acredita que a educação e a troca de conhecimento global são pilares transformadores que prepararam esses jovens para os desafios do futuro”, afirma Marcio Giannico.

Para ser elegível ao programa, os candidatos devem residir em um dos países em que o Santander atua (Alemanha, Argentina, Brasil, Colômbia, Chile, Espanha, Estados Unidos, México, Peru, Polônia, Portugal, Reino Unido e Uruguai). É necessário possuir nível mínimo de inglês intermediário (B1). É fundamental ter disponibilidade para viajar aos Estados Unidos durante 14 de julho a 1º de agosto de 2025, sem possibilidade de ajuste nas datas.

O processo seletivo será realizado em três etapas. A fase I, com prazo até 10 de março de 2025, consiste em testes de avaliação, dos quais os 500 melhores candidatos avançam. A fase II, com término em 21 de abril de 2025, vai selecionar os 150 melhores participantes, que terão que realizar uma declaração de até 4 mil caracteres sobre sua perspectiva e motivação para participar do programa. Por fim, a fase III inclui a apresentação de documentos, como passaporte ou identidade, além de um teste de nível de inglês. Os 90 participantes finais serão anunciados em 6 de maio de 2025.

“O USA Summer Experience foi uma oportunidade transformadora para mim. Não só melhorei meu inglês, mas também estabeleci contatos internacionais que foram fundamentais para minha carreira. Essa experiência abriu portas que eu nunca imaginei serem possíveis”, afirmou Flavia Laine, 21, estudante de nutrição da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

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Centenas de jovens são beneficiados por meio do programa de voluntariado TransformAção da GFT Technologies

Iniciativas junto às instituições parceiras, com participação dos colaboradores, envolvem doações de kits escolares, oficinas culturais, passeios, melhorias de espaços internos e contribuições para diversas causas

Centenas de jovens em situação de vulnerabilidade de instituições como a Casa Nova Vida, Arte e Vida, Passos da Criança, Grupo Vida Brasil e CEPAC – localizadas na região onde a GFT Technologies está sediada (Barueri-SP) ou em cidades próximas – já estão se beneficiando das ações do programa de voluntariado TransformAção. Entre elas destacam-se doações de kits escolares e outros recursos essenciais, oficinas culturais, passeios, melhorias de espaços internos e contribuições financeiras para diversas causas.
 

É o caso de Henrique, de 13 anos, integrante do Projeto Arte e Vida, que expressa a sua gratidão: “Gosto de fazer canto coral porque me faz bem, são as melhores aulas e é muito gratificante a gente ter essa oficina. Só tenho a agradecer à GFT pela oportunidade maravilhosa”.
 

Na Casa Nova Vida, em Sorocaba (SP), outro caso concreto: as iniciativas do programa contribuíram para transformar a vida de jovens em situação de vulnerabilidade. A doação de kits escolares, passeios e outros eventos proporcionaram experiências significativas para os acolhidos.
 

Para Fernanda Rodrigues, CHRO da GFT Technologies na América Latina, “o GFT TransformAção representa parte do nosso compromisso com a construção de um futuro melhor para a sociedade. Por meio dele, não apenas impactamos positivamente as comunidades onde atuamos, mas também proporcionamos aos nossos colaboradores a oportunidade de serem verdadeiros agentes de transformação social”.
 

Experiência transformadora ajuda a criar cultura de solidariedade
 

Alexandre Monetto, colaborador que participou da Campanha de Natal em 2023, compartilha sua experiência: “Doar é algo maravilhoso, mas é uma ação individual. Participar de uma iniciativa coletiva, incentivando as pessoas e gerando engajamento para essa causa, traz um impacto ainda mais profundo. Em nosso departamento, trabalhamos juntos para realizar uma ação linda, e aqueles que receberam as doações sentiram suas esperanças renovadas”.
 

“Participar do GFT TransformAção é uma experiência transformadora, tanto para quem recebe quanto para quem doa. Como voluntária, pude ver de perto o impacto positivo das ações e a gratidão das pessoas que beneficiamos”, afirma Juliana, colaboradora da GFT, sobre sua experiência.
 

Iniciado em fevereiro deste ano, o TransformAção ajuda também a criar uma cultura de solidariedade dentro da empresa. Por meio desta experiência enriquecedora, tecnologia e humanidade se encontram para criar um futuro mais justo e solidário.
 

Os colaboradores da empresa interessados em participar devem passar por um processo seletivo e residir nas proximidades das instituições parceiras. A GFT oferece apoio financeiro para cobrir despesas com transporte público no dia da participação das atividades voluntárias.

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 Programa de aceleração de startups gera crescimento de até 40% no faturamento

A última edição do programa desenvolvido pela HOTMILK PUCPR auxiliou 15 startups a aprimorarem seus modelos e estratégias de negócios

RFID Brasil se destacou em três frentes no SpeedUp

O HOTMILK, ecossistema de inovação da PUCPR, encerrou mais uma edição do SpeedUp, seu programa de aceleração de startups. Durante seis meses, 15 startups participaram de um processo focado em aprimorar seus modelos de negócio, desenvolver estratégias e estabelecer conexões para o crescimento. O programa oferece às empresas um diagnóstico detalhado, planos de desenvolvimento personalizados, mais de 70 horas aplicadas em mentorias individuais, nove workshops e acesso a especialistas do mercado. Esses recursos ajudam as startups a refinar seus modelos de negócio, validar estratégias e se preparar para enfrentar desafios, como captação de investimentos e escalabilidade. 

Os participantes também interagiram com outros empreendedores e investidores, passando por checkpoints para medir sua evolução. No encerramento, eles apresentaram seus pitches para uma banca composta por Marcelo Moura, diretor da HOTMILK PUCPR, Albari Gruner, CEO da openCON, Ana Paula Camargo, cofundadora da WIM Angels, Felipe Baranoski, líder do Hub Xicor.ia, e André Medeiros, analista de inovação do Serpro.

“O SpeedUp vai além de um simples programa de aceleração, ele oferece ferramentas práticas e uma rede de apoio que são essenciais para o desenvolvimento de negócios sólidos. Trabalhamos para que cada startup tenha acesso a um ambiente de aprendizado contínuo, onde é possível ajustar sua estratégia, melhorar a gestão e aumentar sua competitividade no mercado. Nosso objetivo é fornecer os recursos necessários para que essas empresas possam expandir com mais segurança e tomar decisões estratégicas mais assertivas para o futuro”, destaca Moura.

Entre as startups participantes, a RFID Brasil e a Toro se destacaram pelos avanços durante o programa. A RFID Brasil, especializada em tecnologia RFID e IoT, foi uma das três startups com maior número de mentorias individuais, participação em workshops e crescimento no faturamento. A empresa revisou processos internos, aprimorou sua gestão financeira e reformulou seu fluxo de caixa, marketing e vendas.

“Já tivemos resultados de curto prazo, como a organização dos processos produtivos e a melhoria no fluxo de materiais, impactando positivamente a gestão da produção. Reestruturamos o recrutamento, o que trouxe mais agilidade e assertividade nas contratações. Criamos um time de SDR para apoiar a equipe de projetos e vendas, além de implementar uma matriz de produção eficiente, com tarefas e prazos bem definidos. Adotamos a metodologia de cartão de testes para identificar e resolver problemas. A longo prazo, estamos aprimorando os processos administrativos, jurídicos e contábeis para preparar a captação e garantir um crescimento sólido”, ressalta Glaucia Gomes, consultora de desenvolvimento de negócios da RFID.

A Toro, especializada em assessoria de investimentos, registrou um aumento de 40% em seu faturamento durante o programa. “Fizemos uma grande mudança interna em nossos processos, metodologias, tabelas de valores e gestão de pessoas”, conta Weber Dal Pin, head comercial da empresa. O impacto foi imediato, com a conquista de três novos clientes durante o período de aceleração.

“Para mim, o trabalho realizado pelo ecossistema é de extrema importância e relevância. O ambiente, as mentorias e a troca com outras startups seriam praticamente impossíveis sem o programa de aceleração”, ressalta Dal Pin.

O SpeedUp faz parte de uma iniciativa maior do ecossistema de inovação da PUCPR, que já acelerou mais de 350 startups e realizou 472 programas de inovação. Atualmente, a HOTMILK PUCPR conta com mais de 120 startups residentes e segue atuando para fortalecer o ambiente de inovação no Brasil.

Toro Investimentos aumentou em 40% o faturamento com o SpeedUp
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Rappi e The Coffee fecham parceria para levar café minimalista a mais consumidores

Cardápio de bebidas e comidas clean label da rede de cafeterias, que é inspirada na cultura japonesa, está agora disponível no aplicativo de entregas

O Rappi e a The Coffee se uniram para trazer os momentos mais deliciosos do dia para perto das pessoas. Assim, o cardápio de bebidas e comidas clean label da rede de cafeterias, que é reconhecida por sua inovação e qualidade em cafés, está agora 100 disponível para os usuários do aplicativo de entregas.

Com a parceria, consumidores de cidades como São Paulo e Curitiba poderão ter em casa os produtos exclusivos da marca, a poucos cliques de distância. Entre eles, estão queridinhas da The Coffee, como o espresso clássico, o matcha latte e outras opções que conquistaram o público.

“Estamos entusiasmados em unir forças com a The Coffee e levar a experiência dessa cafeteria minimalista a um público ainda maior. Nossa missão é proporcionar praticidade e qualidade aos consumidores, e essa parceria reforça esse compromisso”, afirma Lucas Andion, head de Restaurantes do Rappi no Brasil.

Criada em Curitiba (Paraná), a The Coffee se destaca no mercado por oferecer uma experiência diferenciada, unindo design moderno, tecnologia e a simplicidade de um cardápio focado na essência do café. Com unidades espalhadas pelo Brasil e expansão internacional, a marca aposta em um conceito inovador que privilegia a praticidade sem abrir mão da qualidade.

“O delivery representa uma parte importante das vendas da The Coffee, especialmente com o crescimento desse tipo de consumo desde a pandemia e a conveniência que proporciona. Estamos constantemente aprimorando nossos produtos para oferecer ainda mais qualidade e comodidade aos clientes”, comenta Larissa Carvalho, retail analyst e responsável pelas operações de delivery da The Coffee.

Agora, com a parceria com o Rappi, os amantes da rede terão ainda mais conveniência ao alcance das mãos. Os pedidos podem ser feitos diretamente pelo aplicativo do Rappi, com entrega rápida e segura.

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Cisco abre inscrições para curso gratuito em cibersegurança

10ª edição do programa CiberEducação Cisco Brasil oferecerá 1.500 bolsas de estudo para curso de capacitação profissionalizante

O programa líder de capacitação em cibersegurança, o CiberEducação Cisco Brasil, está com inscrições abertas para sua 10ª edição. Os interessados podem se inscrever gratuitamente pelo site www.cisco.com.br/cibereducacao e concluir o curso da Maratona CiberEducação até 06 de abril. O programa é composto por três etapas e destinado a pessoas interessadas em trabalhar em tecnologia e segurança cibernética.

Primeira fase do programa, a Maratona CiberEducação é uma jornada 100% online com o curso de “Defesa de Redes”, que pode ser realizado de 17 de março até 06 de abril. Os participantes que concluírem o curso dentro desse prazo serão direcionados para a segunda etapa, onde concorrerão a uma das 1.500 bolsas de estudos gratuitas de capacitação profissionalizante. Na terceira e última fase, os participantes podem aplicar na prática os conhecimentos adquiridos, por meio de oportunidades de estágio e emprego, oferecidas pelo ecossistema de empresas parceiras da Cisco. Desde a primeira edição do programa, em 2020, a Cisco formou mais de 7,3 mil profissionais aptos para o mercado de trabalho em cyber.

De acordo com o último relatório da Deloitte sobre o futuro da cibersegurança (2025), pelo menos 57% das empresas no mundo todo esperam aumentar seus investimentos em segurança cibernética nos próximos dois anos – o que vai demandar mais profissionais capacitados para essa atuação.

“Com a alta procura do mercado por pessoas qualificadas em segurança digital, essa é uma área muito promissora, que só tende a crescer. A partir da nossa iniciativa, que já formou mais de 7 mil talentos em nove edições, a Cisco está apoiando a capacitação dessa nova geração para o setor e reforçando sua posição de liderança em Segurança”, destaca Gabriel Bello Barros, Head do Cisco Networking Academy no Brasil.

O CiberEducação foi lançado em 2020 com o objetivo de desenvolver a nova geração de profissionais de cibersegurança no Brasil. O programa faz parte da iniciativa Brasil Digital e Inclusivo e do Cisco Networking Academy e já impactou mais de 233 mil brasileiros.

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Macrossetor de TIC pode gerar até 147 mil empregos formais no Brasil em 2025, aponta estudo

Segundo relatório divulgado pela Brasscom, há um descasamento de 30,2% entre a demanda e a oferta por profissionais de tecnologia entre 2018 e 2023

O macrossetor de Tecnologia, Informação e Comunicação (TIC) no Brasil está projetando gerar de 30 mil a 147 mil empregos formais até dezembro de 2025, de acordo com o Relatório de Perspectivas do Mercado de Trabalho do Macrossetor TIC, produzido pela Brasscom. Desse total, 57% correspondem a funções diretamente ligadas à área de Tecnologia.

De acordo com o estudo, a previsão base é criar 88 mil novos empregos até o final do ano, enquanto no cenário otimista o número pode chegar a 147 mil, já no ponto de vista conservador, a estimativa é de 30 mil novas ocupações.

“Há um movimento positivo do mercado e uma perspectiva otimista para a criação de empregos até o fim de 2025. Vale ressaltar que, nos últimos dois anos, houve o crescimento de empregos informais, MEIs e empresários individuais, que, inclusive, superou o de empregos formais. Entre 2022 e 2024, a taxa de crescimento acumulada de empregos formais no setor foi de 4,5%, enquanto o crescimento dos empregos informais chegou a 13% e o dos MEIs e empresários individuais registrou alta de 18%”, afirma Affonso Nina, Presidente Executivo da Brasscom.

Para ele, o desafio hoje, embora haja um aumento no número de profissionais com ensino superior, é a necessidade de revisar as grades curriculares e, possivelmente, requalificar os cursos, para atender às novas demandas do mercado.

A quantidade de empregos gerados pode ser influenciada por fatores de políticas públicas e mercado que afetam diretamente o setor, como: investimentos, crescimento do trabalho informal, reoneração da folha de pagamento, reforma tributária, qualificação da mão de obra, PEC 6×1 (jornada de trabalho) e propostas legislativas, como o Projeto de Lei 2338, que trata do uso de Inteligência Artificial, entre outros.

Mesmo com uma projeção positiva, o mercado de TIC tem enfrentado dificuldades para suprir a crescente demanda por profissionais qualificados. Durante 2019 e 2024, a necessidade do mercado foi de 665.403 profissionais, entretanto, o setor viu se formarem apenas 464.569 profissionais entre 2018 e 2023, levando em consideração que o estudante formado em um ano entrará no mercado de trabalho no ano seguinte. Ou seja, o acréscimo da demanda é superior ao aumento da oferta por profissionais de tecnologia em 30,2%.

Conforme o estudo, os profissionais que serão mais demandados pelo mercado em 2025 são Gerente de TI, Desenvolvedor Back-end, Coordenador de Segurança da Informação e Gerente de Projetos. Já as profissões consideradas mais importantes para o setor de tecnologia nos próximos anos são Analista e Cientista de Dados, Especialista em AI e Machine Learning e Analista de Segurança da Informação.
 

Entre as competências mais demandadas, destacam-se Inteligência Artificial (IA), Big Data, Redes e Cibersegurança, que devem ser fundamentais para a evolução do macrossetor TIC.

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Como a IA e a inteligência contra ciberameaças podem remodelar o cenário da cibersegurança na América Latina

Sob as luzes da cidade de Las Vegas, nos Estados Unidos, a Check Point Software revelou sua estratégia visionária para proteger o mundo interconectado durante a CPX Americas 2025, sua principal conferência anual de cibersegurança. O evento atraiu milhares de participantes dos Estados Unidos, Canadá e América Latina.

Durante o CPX Americas, os especialistas da Check Point Software destacaram a crescente ameaça cibernética na América Latina, onde os ataques dispararam em um ritmo sem precedentes. As organizações na região agora enfrentam uma média de 2.569 ataques por semana, quase 40% acima da média global de 1.848 ataques por organização. À medida que os criminosos cibernéticos adotam métodos mais avançados, a América Latina se torna uma frente crucial na batalha global contra as ameaças cibernéticas.

Um cenário de ameaças em expansão: a América Latina sob ataque

A América Latina está enfrentando um aumento nos ataques cibernéticos impulsionados por grupos de ransomware, atores com foco nação-Estado e cibercriminosos motivados financeiramente. Os países mais visados na região incluem Peru, Paraguai, México e Colômbia.

Principais conclusões do Relatório de Inteligência de Ameaças da Check Point Software para a América Latina:

• Setores mais atacados: Os setores que enfrentam o maior número de ataques incluem Governo/Forças Armadas, Comunicações e Saúde, com incidentes semanais variando de mais de 3.000 a quase 4.000.

• Malwares mais prevalentes: O FakeUpdates é o malware que lidera a região, seguido por Androxgh0st, Rilide, entre outros trojans bancários e RATs.

• Principal vetor de ataque: 64% dos arquivos maliciosos na América Latina foram entregues por meio de ataques baseados na web nos últimos 30 dias.

• Vulnerabilidade mais explorada: Ataques de divulgação de informações impactaram 74% das organizações, destacando o risco de exposição de dados sensíveis.

Os resultados extraídos do relatório com foco no Brasil são:

• Setores mais atacados: Os setores que enfrentam o maior número de ataques são os mesmos que os da região, porém na seguinte ordem: Comunicações, Governo/Forças Armadas e Saúde. Os incidentes semanais variam entre 3.000 e pouco mais de 5.000 ataques.

• Malwares mais prevalentes: O FakeUpdates é o malware que lidera no país, seguido por Androxgh0st e por Remcos.

• Principal vetor de ataque: 83% dos arquivos maliciosos no Brasil foram entregues por meio de ataques baseados na web nos últimos 30 dias.

• Vulnerabilidade mais explorada: Ataques de divulgação de informações impactaram 69% das organizações no Brasil, também destacando o risco de exposição de dados sensíveis.

Ameaças cibernéticas que moldarão a América Latina em 2025

► Guerra cibernética impulsionada por IA

Atores ou atacantes de nação-Estado estão utilizando desinformação baseada em IA, malware destrutivo e ciberespionagem para enfraquecer instituições e criar vulnerabilidades sistêmicas. Com o aumento das tensões globais, a guerra cibernética terá como alvo crescente a infraestrutura crítica e os sistemas financeiros da América Latina.

► A evolução do ransomware

Os cibercriminosos estão migrando da criptografia tradicional de arquivos para a extorsão por vazamento de dados, visando setores como saúde, educação e serviços essenciais. Essa mudança ocorre enquanto as autoridades reprimem operações de ransomware como serviço (RaaS), resultando em um ecossistema fragmentado, porém altamente resiliente.

► O aumento dos infostealers

Com um aumento de 58% no malware infostealer (roubo de informações), os cibercriminosos estão coletando credenciais, tokens de sessão e acessos VPN para infiltrar redes corporativas. Com a redução dos malwares bancários e botnets, os infostealers se tornaram a principal ameaça, permitindo que criminosos vendam acessos na dark web.

► Lacunas na segurança da nuvem

Configurações incorretas na nuvem, segurança precária de APIs e a complexidade da nuvem híbrida estão tornando as organizações vulneráveis a violações de dados e sequestro de contas. Os atacantes estão explorando cada vez mais as dependências de logon único (SSO) e modelos de IA hospedados na nuvem para obter acesso não autorizado aos ambientes corporativos.

► A transformação de dispositivos de borda em armas

Criminosos cibernéticos e atores de nação-Estado estão comprometendo dispositivos de borda, usando-os como caixas de retransmissão operacional (ORBs) para anonimizar ataques, exfiltrar dados e penetrar mais profundamente nas redes. A IoT e a computação de borda representam a próxima fronteira das ameaças cibernéticas na América Latina.

Principais ataques cibernéticos na América Latina

Ataques recentes destacam o impacto real das ameaças cibernéticas na região:

• Polícia de Segurança Aeroportuária da Argentina (janeiro 2025): Cibercriminosos invadiram sistemas de folha de pagamento, expondo dados financeiros e pessoais críticos.

• RECOPE da Costa Rica (dezembro 2024): Um ataque de ransomware forçou a distribuidora estatal de combustíveis da Costa Rica a operar manualmente, interrompendo a logística de abastecimento.

• Portal Governamental do México Gob.mx (novembro 2024): O grupo de ransomware RansomHub exfiltrou 313GB de dados governamentais classificados, ameaçando vazá-los na dark web.

“Para enfrentar essas crescentes ameaças, as organizações latino-americanas devem priorizar medidas de segurança com foco na prevenção, incluindo prevenção de ameaças baseada em IA, melhores práticas de segurança na nuvem e ciber-higiene robusta. Investir em inteligência contra ameaças em tempo real, segmentação de rede e treinamento de conscientização para funcionários reduzirá significativamente os riscos”, afirma Antonio Amador, diretor executivo da Check Point Software para a América Latina e Caribe.

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Syngenta lança desafio de inovação aberta para apoiar a solução de desafios estratégicos do agronegócio brasileiro

Autores de soluções vencedoras terão a oportunidade de realizar um projeto com a Syngenta Digital
e sua base de clientes
 

A Syngenta Digital, estrutura global de tecnologia e serviços digitais da Syngenta, anuncia o lançamento de seu Programa de Inovação Aberta – iniciativa que convida startups, empresas e universidades a apresentarem soluções para dois desafios estratégicos do agronegócio: capacitação de mão de obra e eficiência operacional com Inteligência Artificial (IA). As inscrições estarão abertas até 21 de março, e para se inscrever basta acessar o site: Link.
 

O programa busca sugestões de projetos que visem a qualificação de profissionais para atuar com novas tecnologias, oferecendo ferramentas e estratégias de ensino que facilitem a adoção de tecnologias digitais no campo e que aumentem a eficiência operacional com IA. A ideia é desenvolver soluções que otimizem processos, forneçam informações que facilitem a tomada de decisões que impactam toda a cadeia de produção agrícola.
 

Os participantes terão a oportunidade de apresentar suas propostas para clientes potenciais e especialistas da Syngenta Digital, além de desenvolver projetos alinhados às demandas reais do setor. Após o período de inscrições, as soluções serão avaliadas por especialistas, e os finalistas participarão de um Pitch Day on-line. As ideias vencedoras poderão firmar parceria com a Syngenta Digital e sua base de clientes.
 

“Na Syngenta Digital, acreditamos que excelentes soluções nascem da colaboração e da diversidade de ideias. Por isso, estamos em busca de parceiros inovadores para enfrentar alguns dos principais desafios da agricultura digital. Nossa meta é fomentar a inovação aberta, pois sabemos que, juntos, podemos moldar o futuro da agricultura sustentável e tecnológica”, explica Bruno Muller, Head de Agricultura Digital da Syngenta.

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Claranet Brasil expande programa de parcerias para todas as regiões do país

Empresas que aderirem ao programa terão acesso a soluções de ponta, ampliando as capacidades tecnológicas para projetos inovadores com desenvolvimento de ofertas conjuntas

A Claranet Brasil, multinacional de tecnologia com foco em soluções especializadas de cloud, cibersegurança, dados & IA, workplace e modernização de aplicações, anuncia a expansão do seu programa de parcerias, abrindo oportunidades para empresas de todo o Brasil terem acesso a um ecossistema de inovação, suporte técnico especializado e oportunidades de negócios em segmentos altamente estratégicos. Até o momento, o programa conta com cerca de 100 parceiros comerciais em diversos segmentos, totalizando atualmente cerca de 200 oportunidades de negócio.


O programa, voltado principalmente para consultorias em tecnologia, oferece às empresas o acesso a soluções de ponta em cloud computing, cibersegurança, dados e serviços gerenciados, além de recursos exclusivos, como suporte especializado e a possibilidade de desenvolver ofertas conjuntas para atender às necessidades do mercado. O foco é apoiar os parceiros na expansão de suas capacidades tecnológicas.


“Nosso programa de parcerias foi desenhado para potencializar o crescimento de empresas que desejam ampliar sua atuação no setor de tecnologia. Somos referência no segmento e isso confere tranquilidade e segurança aos clientes por meio de soluções de ponta e um suporte exclusivo. Assim, criamos um ambiente de colaboração onde nossos parceiros podem evoluir de maneira sustentável e escalável”, explica Thiago Duarte, Diretor de Alianças e Parcerias Estratégicas da Claranet Brasil.


As empresas que tiverem interesse em aderir ao programa podem acessar o portal Link

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PMEs do Paraná reforçam modelo presencial e reduzem vagas remotas e híbridas, aponta levantamento da Sólides

As pequenas e médias empresas (PMEs) do Paraná seguiram uma tendência de fortalecimento do modelo presencial em 2024, conforme aponta um levantamento exclusivo da Sólides, HR Tech líder em gestão de pessoas para PMEs no Brasil. No estado, 90,4% das vagas abertas foram presenciais, um aumento de 1 ponto percentual em relação a 2023. Enquanto isso, os modelos remoto e híbrido somados tiveram uma redução de 8,8% na participação, representando apenas 9,5% das oportunidades neste ano.

A análise detalhada dos dados mostra que as vagas para trabalho remoto caíram de 4% para 3,8%, enquanto as oportunidades híbridas tiveram uma redução mais expressiva, de 6,3% para 5,6%. Esse movimento evidencia a preferência das empresas pelo modelo tradicional de trabalho, que se mostra mais consolidado entre as PMEs do estado.

“O levantamento reflete um movimento de consolidação do modelo presencial entre as PMEs do Paraná, que representam a maior parte da geração de empregos no estado. Esse cenário pode estar atrelado a fatores como a necessidade de maior interação entre equipes, exigências operacionais e a própria cultura das empresas de menor porte, que tendem a valorizar mais o trabalho presencial”, comenta Ale Garcia, co-CEO e cofundador da Sólides.

As PMEs têm um papel fundamental no cenário econômico brasileiro. De acordo com o CAGED, mais de 70% dos novos empregos criados no país são em micro, pequenos e médios negócios nacionais. Os dados também apontam que, embora o trabalho remoto e híbrido sejam reconhecidos por sua eficiência em determinados setores, eles enfrentam desafios estruturais e culturais em muitas PMEs. “A adoção do trabalho remoto exige investimentos tecnológicos e adaptações que nem todas as empresas conseguem implementar rapidamente. Já o modelo híbrido, que poderia ser um meio-termo, parece estar perdendo força, talvez pela complexidade de gestão e coordenação que ele traz”, analisa Garcia.

Em todo o país, 89,7% das vagas abertas no ano passado pelas mais de 35 mil PMEs parceiras da HR Tech foram para o modelo presencial, um aumento em relação aos 87,8% de 2023. Já o modelo híbrido respondeu por 6% das oportunidades (queda de 7,6% em 2023), e o remoto, por 4,2% (ante 4,5% no ano anterior). Somando remoto e híbrido, a queda proporcional foi de 15,6%, evidenciando um movimento contrário à flexibilidade que marcou anos anteriores.

Mesmo com a retração das modalidades de trabalho remoto e híbrido, Ale acredita que os modelos flexíveis ainda têm espaço para crescer no futuro: “Com a contínua transformação digital e a modernização das PMEs, modelos híbrido e remoto podem voltar a ganhar força no futuro. É um movimento que tem potencial para acontecer de forma mais gradual e consistente.”

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