O estado do Paraná registrou 21 fusões e aquisições no primeiro trimestre deste ano, uma alta de 16% na comparação com o mesmo período do ano de 2024, quando foram registradas 18 transações. Os dados constam na tradicional pesquisa da KPMG sobre o assunto, realizada com empresas de 43 setores da economia brasileira.
Os setores que tiveram negociações no primeiro trimestre no estado do Paraná foram os seguintes: tecnologia da informação (5); companhias de energia (4); alimentos, bebidas e fumo (4); supermercados (2); instituições financeiras (1); serviços para empresas (1); hotéis e restaurantes (1); educação (1); hospitais e laboratórios de análises clínicas (1) e telecomunicações e mídia (1).
Das 21 operações realizadas no Paraná no primeiro trimestre, 14 são domésticas, ou seja, realizada entre empresas brasileiras; 5 envolveram estrangeiros adquirindo capital de companhia estabelecida no país (tipo CB1); 1 foi de organização de capital brasileiro comprando, de estrangeiros, capital de empresa estabelecida no exterior (tipo CB2) e 1 empresa de capital majoritário brasileiro adquirindo, de estrangeiros, capital de empresa estabelecida no Brasil (tipo CB3).
“A pesquisa evidenciou que a maior parte de fusões e aquisições no Paraná foram de operações domésticas, o que evidencia o fortalecimento dessa atividade em território próprio”, afirma João Panceri, sócio de Mercados Regionais da KPMG no Brasil.
Cenário brasileiro: fusões e aquisições registraram queda de 6% no primeiro tri
As empresas brasileiras realizaram 330 operações de fusões e aquisições no primeiro trimestre deste ano, segundo uma pesquisa da KPMG. Trata-se de uma leve queda de 6% se compararmos com o mesmo período do ano passado quando foram fechados 350 negócios no país. O estudo é feito trimestralmente com 43 setores da economia.
“O levantamento da KPMG mostrou que houve uma pequena desaceleração no ritmo de compra e venda das empresas no país se levarmos em conta os mesmos meses de 2024, mantendo a atividade de fusões e aquisições praticamente estável. Isso se deve a alguns fatores, principalmente, questões geopolíticas internacionais e a dinâmica do mercado que é mais fraca nos períodos iniciais do ano. A tendência é que esse movimento se recupere nos próximos trimestres”, analisa o sócio da KPMG, Paulo Guilherme Coimbra.
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