Ecossistema de startups em ascensão no noroeste do Paraná

Com mais de quatro mil profissionais e 400 empresas de desenvolvimento de software, Maringá e região vem se consolidando como um grande polo regional em Tecnologia da Informação. Neste cenário, um grande destaque é o ecossistema de startups, que vem crescendo em ritmo acelerado, segundo levantamento realizado pelo Sebrae Paraná em parceria com a Software by Maringá, entidade de reúne mais de 100 mais empresas de TI, startups e profissionais autônomos.

De acordo com Bruno Aldana, consultor do Sebrae Paraná, nunca foram feitos tantos atendimentos a empreendedores envolvidos na criação de startups em Maringá e região quanto no ano passado. O órgão foi procurado para orientar o desenvolvimento de 122 novos projetos. “Estimamos chegar a 250 atendimentos a empreendedores envolvidos com startups até o fim de fevereiro”, destaca.

Hoje o Sebrae contabiliza, no total, 209 projetos atendidos com 507 pessoas envolvidas na criação de startups. Estes números mostram que as iniciativas se proliferam num ambiente favorável, como o que se encontra na cidade e região. Mas quantidade nem sempre é qualidade e outros dados do órgão revelam que a “terra vermelha” é fértil também quando se planta tecnologia. Dos 209 projetos atendidos, 155 estão ativos e em desenvolvimento, mas 44 foram formalizados, ou seja, em plena produção, e oito projetos já recebem investimentos de fundos ou aceleradoras nas áreas de Agrotech, Health Tech, Sustentabilidade, Energia e Comunicação.

O empreendedor no norte do Paraná em números:

· O empreendedor de startup da cidade tem em média 31 anos;
· 84% homens e 16% mulheres;
· 41% já empreenderam em algum momento anterior;
· As 3 principais áreas dessas startups hoje são: Varejo, Saúde e Logística/Transporte;
· 57% dos negócios são para clientes PJ (B2B);
· 94% desses empreendedores envolvidos são graduados ou graduandos;

Para Rafaela Campos, presidente da Software by Maringá, os números mostram o resultado positivo de um trabalho conjunto de todo o ecossistema de TI para fomento das startups. “No ano passado, por meio de uma parceria entre Armazém Digital, Sicoob e Software by Maringá, lançamos a EVOA, primeira aceleradora de startups de Maringá e região, totalmente sem fins lucrativos. O projeto, tem como propósito preparar, apoiar e desenvolver empresas com potencial de crescimento exponencial para que possam receber os primeiros investimentos e assim, decolar globalmente”, explica.

“Queremos apoiar as startups e consolidar Maringá e Região como um dos quatro principais polos de TI do Brasil até 2020, sendo referência como um Ecossistema de Inovação”, declara Rafaela.

A Software by Maringá realiza encontros periódicos de empresários, promove a capacitação das empresas e dos profissionais de TI e trabalha a articulação dos demais atores do ecossistema de TI. Há cinco anos promove TICNOVA, um dos maiores eventos de tecnologia e inovação do sul do país, composto por palestras, minicursos e workshops para promover a integração de pessoas, incentivar a geração de empresas, produtos e serviços inovadores por meio de atualização tecnológica, difusão de tendências, aplicação de conceitos e geração de inovação.

Quatro passos para alcançar metas empresariais sustentáveis em 2018

Por Antonio Carlos Hencsey

Um novo ano bate à porta e junto com ele são divulgadas as tão esperadas metas. Você já parou para pensar no impacto que esses números e expectativas organizacionais podem trazer para a gestão ética da sua empresa?

Se isso ainda não tinha passado pela sua cabeça, sugiro que você faça algumas reflexões para que a sua organização consiga os resultados esperados sem, porém, aumentar a probabilidade de ações ilícitas decorrentes de planejamento corporativo audacioso.

Comunique as metas de forma adequada

A maneira como as expectativas e objetivos da empresa para o próximo ano são apresentados fazem toda a diferença. Entusiasmo e desafio são fatores positivos para estimular as equipes a conseguirem superar os seus limites, porém é fundamental falar sobre o como se deseja alcançar esses números. Discursos ao estilo “missão dada é missão cumprida” devem obrigatoriamente ser acompanhados de diretrizes éticas claras, caso contrário as pessoas podem se preparar para o vale tudo da guerra sem prestar atenção nas melhores práticas do mercado.

Use dados de realidade para estipular as metas

O que você espera dos seus colaboradores é algo real ou é fruto de um pensamento ganancioso? Existe uma grande diferença entre vencer obstáculos e buscar o impossível. Por mais que em um processo de automotivação seja válido pensar que o impossível não existe, na prática ele é bastante real e desconsiderar questões sociais, econômicas ou operacionais ao traçar metas agressivas pode colocar em risco o posicionamento ético de profissionais. Ao desejar entregar o que é esperado, um colaborador pode manipular números ou usar atalhos para “alcançar o inalcançável”.

Ensine como se chega lá

Trabalhando com ética e compliance escutei muitos executivos de vendas reclamando da prática de gratificações ter sido proibida por boa parte das empresas. Eles dizem que isso impacta diretamente em suas vendas e que, por outro lado, as companhias para as quais trabalham estão cada vez mais agressivas desconsiderando esse fator. Tal ponto merece a atenção das organizações com os seguintes questionamentos: você ensina ao seu colaborador como obter seus resultados diante de cenários adversos? Qual é o suporte oferecido diante de novas realidades ou dificuldades? Cobrar sem dar as condições de obter o resultado pode aumentar o risco de fraude organizacional.

Observe o caminho e não só a reta final

Uma vez dadas as metas, acompanhe o trabalho da sua equipe. Verifique dificuldades, oriente os passos de acordo com o posicionamento ético esperado, ajude na identificação de saídas criativas. Os números devem ser o fim, mas de forma alguma o meio deve ser ignorado. Caso contrário, corre-se o risco de cairmos em uma armadilha, olhando exclusivamente para uma moldura financeira sem saber como os resultados foram construídos. Lembre-se das provas de matemática que você fazia na escola. Não é só a resposta final que importa, precisa-se observar toda a lógica do cálculo. Fique atento.

Antonio Carlos Hencsey é líder de prática de Ética & Compliance da Protiviti, consultoria global especializada em finanças, tecnologia, operações, governança, risco e auditoria interna.

Da Black Friday à Cyber Monday: ANYMARKET integra até 1 pedido por segundo com crescimento de 350%

Nos últimos quatro dias a equipe do ANYMARKET, um marketplace hub criado e desenvolvido pela DB1 para atender ao universo e-commerce, trabalhou non stop para garantir, pelo segundo ano consecutivo, 0% de erros nas integrações de mais de 800 clientes junto aos maiores marketplaces do mercado como como Amazon, Buscapé, Netshoes, Dafiti, Cnova, Walmart, B2W, Carrefour, MercadoLivre e Magazine Luíza entre outros.

O ANYMARKET integrou no pico de vendas 1 pedido por segundo com crescimento de 350% em relação ao ano passado. Os marketplaces com maior GMV (Transações Gross Merchandise Value, que mensura a quantidade de transações em reais) são Mercado Livre e B2W. A evolução de pedidos em relação aos dias normais foi de 1040% em relação a quantidade de pedidos e 1138% de crescimento em relação ao GMV. A trajetória que levou o sucesso do ANYMARKET na Black Friday 2017 pode ser conferido no infográfico para download gratuito disponível em http://marketplace2.anymarket.com.br/2017/11/28/black-friday-cyber-monday-anymarket/

“Nossas equipes trabalharam durante os quatro dias da Black Friday para garantir o sucesso em vendas dos nossos clientes, já que a Black Friday é uma das datas mais aguardadas no e-commerce mundial. As vendas foram bem acima das nossas expectativas e ficamos muito contentes com o resultado e feedback dos clientes durante a madrugada informando a evolução das vendas”, comemora Rodolfo Helmbrecht, Gerente de Pré-Vendas e desenvolvimento de novos negócios da DB1 Global Software.

Já vislumbrando oportunidades para o próximo ano, o ANYMARKET, em parceria com a Resultados Digitais, anunciará em breve um calendário para o mercado de E-commerce sobre como planejar vendas e promoções e se programar com antecedência para as datas com mais oportunidade de vendas em 2018.

DB1 Global Software é eleita a 11ª melhor média empresa de TI para se trabalhar no Brasil

A DB1 Global Software, multinacional de tecnologia sediada em Maringá – PR, foi eleita a 11ª melhor média empresa para se trabalhar em TI no Brasil. Elaborado pelo Great Place to Work (GPTW), o ranking leva em consideração a avaliação do índice de confiança dos funcionários com o ambiente de trabalho e análise das melhores práticas de gestão de pessoas, entre outros quesitos e é divulgado anualmente pela IT Mídia. A DB1 subiu 18 posições em relação ao ranking do ano passado, ficando com pontuação acima da média nacional.

Foram 309 empresas participantes e 110 se destacaram e foram homenageadas. A apuração foi realizada com 294 colaboradores da empresa e contou com pesquisa quantitativa (peso 56%), comentários dos colaboradores (peso 11%) e, com peso 33%, foram classificadas as práticas relacionadas à gestão de pessoas.

Neste ano, a DB1 entrou pela primeira vez no ranking nacional das 150 organizações brasileiras selecionadas na lista “Melhores empresas para trabalhar – GPTW Brasil” e ficou entre as 20 melhores médias empresas para se trabalhar no Brasil.

A DB1 vem conquistando certificações de gestão, qualidade e ambiente de trabalho. A empresa foi pioneira na região na obtenção dos padrões CMMI e MPS.BR, que atestam a aderência ao padrão internacional de qualidade de software, e possibilitou que outras 10 empresas também fossem certificadas. Maringá é hoje a segunda cidade com maior número de certificações no Brasil, perdendo somente para São Paulo capital.

“Estamos muito felizes com o resultado. Estar entre as 110 melhores empresas para se trabalhar em TI no Brasil corrobora nossa visão de estar entre os 10 maiores grupos de TI do Brasil até 2032 – temos metas muito fortes – e esse prêmio vem reconhecer que estamos na direção correta e que estamos cumprindo nosso propósito”, conta Ilson Rezende, presidente da DB1 Global Software.

“Alguns clientes nos perguntam como conseguimos contratar, ter e manter nosso alto nível de entrega. Eu costumo dizer que investimos muito em pessoas, em processos e em como trabalhar com essas novas gerações. Isso reflete em uma entrega de primeira, com alta qualidade, baixo índice de retrabalho e prazos mais curtos, além do reconhecimento como uma das melhores empresas para se trabalhar”, finaliza Rezende.

Estar entre as 110 Melhores Empresas para Trabalhar em TI no Brasil vem se juntar a outras importantes provas de reconhecimento da DB1 como figurar há oito anos consecutivos no ranking das “Melhores Empresas para se Trabalhar” pela GPTW (Great Place to Work), estar classificada no ranking Você S/A como uma das 45 melhores empresas para se começar carreira no Brasil, estar entre as 200 maiores empresas de TI do Brasil no ranking do Informática Hoje, ter renovado do CMMI Nível 3, que atesta aderência ao padrão internacional de qualidade de software e ser a única empresa de tecnologia do Brasil com certificação MPS.BR nível A (Melhorias no processo de Software Brasileiro), conquistas que comprovam o comprometimento e a competência da empresa.

Recentemente a DB1 adotou a implementação da metodologia OKR, sigla em inglês para Objectives and Key Results; em português, objetivos e resultados-chave. O método vai direcionar o planejamento estratégico de 2018 com expectativa de faturar acima de R$ 30 milhões e pavimentar o crescimento da empresa até 2032, quando pretende figurar entre os 10 maiores grupos de TI do país em Ebitda.

Por que mais de 85% dos projetos de software atrasam?

À medida que os projetos de software se tornam cada vez mais estratégicos para empresas de todos os segmentos e um importante elemento competitivo, possíveis atrasos no prazo de entrega estipulado em contrato podem representar prejuízos aos contratantes. De acordo com uma pesquisa da McKinsey, aplicada pela Universidade de Oxford, grandes projetos de TI ultrapassam em média 45% do orçamento inicial e atrasam em 7% em relação ao cronograma originalmente apresentado pelo fornecedor.

Para ajudar as empresas a tomarem a decisão certa na hora de contratar os serviços de uma fábrica de software, a DB1 acaba de lançar um material de valor: “MAIS DE 85% DOS PROJETOS DE SOFTWARE ATRASAM. Assim como reformas, parecem não acabar nunca” em que discute as razões que levam aos atrasos e como evitá-las. O download pode ser feito em http://conteudo.db1it.com.br/porque-projetos-de-software-atrasam

De acordo com David Santos, diretor da unidade de IT Services da DB1, “a falta de artefatos mínimos, gestão eficiente do projeto, tempo e recursos causa um bloqueio enorme na produtividade da equipe, retrabalhos e consequentemente prazos estourados. A equipe vai por um caminho e o cliente por outro. Para se encontrarem depois, demora, custa mais caro e isso atrasa e encarece o projeto”, explica o executivo.

O material faz um paralelo interessante com a construção civil e o desenvolvimento de software e lista os principais motivos que levam um projeto a estourar o orçamento e prazo de entrega, o que é necessário avaliar antes de contratar uma empresa de desenvolvimento de software, além de sugestões de metodologias e práticas que visam a eficiência nos projetos.

A DB1 Global Software faz parte de um seleto grupo de empresas que possuem certificação CMMI-3, que atesta a aderência ao padrão internacional de qualidade de software, é a única empresa de tecnologia do Brasil com certificação MPSBR nível A, e possui de 94% de índice de satisfação de clientes, sendo que oito a cada dez clientes dão nota máxima a empresa.

A importância do compliance para os negócios – Por Maria Fernanda Teixeira

O termo Compliance, tão falado ultimamente, não pode ser encarado como só mais um termo da moda no mundo corporativo. Trata-se de uma metodologia de gestão que se não for incorporada ao planejamento estratégico da empresa pode comprometer a perenidade dos negócios. É exatamente isso que estamos assistindo diariamente nos telejornais: empresas e marcas muito tradicionais ruindo como um castelo de cartas.

Compliance também não é algo totalmente novo. O termo compliance tem origem no verbo em inglês “to comply”, que significa agir de acordo com uma regra, uma instrução interna, um comando ou um pedido. Ou seja, ser obediente.

Na prática, Compliance e´ a área responsável por incentivar e monitorar o cumprimento de leis e regulamentos no âmbito das atividades e negócios das empresas. Além disso, deve detectar e tratar ocorrências de condutas antiéticas e atos ilícitos. Por conta disso, o compliance e´, atualmente, uma das principais responsabilidades da governança corporativa, ou seja, dos conselheiros e executivos da organização.

O Brasil não é um bom exemplo quando se trata de Compliance. A desobediência tornou-se um hábito em todas as esferas da sociedade.

Para mudar isso, e´ preciso investir na mudança da cultura das organizações. No Brasil, por exemplo, investe-se por ano ate´ R$ 1 milhão em estruturas de compliance, valor baixo em comparação ao mercado mundial.

Porém, com a publicação da regulamentação da lei 12.846/13, a lei anticorrupção, por meio do decreto 8420/15 – que orienta a formulação de programas de integridade corporativa ou de ética e compliance, e´ visível o aumento do interesse das empresas em adotar programas de compliance. Acionistas, empresários e executivos finalmente se deram conta da importância da adoção de programas de ética e compliance – para eles próprios, as empresas, os colaboradores e, obviamente, para a sociedade como um todo.

Felizmente, também vem aumentando o número de pessoas que respeitam os limites éticos e legais para a obtenção de lucros e outros resultados, como, por exemplo, o aumento da participação no mercado e a eficiência das campanhas publicitárias.

E´ sempre bom lembrar que a Lei 12.846/13 criou a possibilidade de que as empresas sejam duramente penalizadas pela prática de atos lesivos a’ Administração Pública nacional ou estrangeira: corrupção, fraudes em licitações, formação de cartéis, etc. Neste sentido, ela preencheu um vazio em nossa legislação, pois, antes, apenas pessoas físicas podiam ser penalizadas.

Além de penalizações nos âmbitos administrativo e civil – que podem chegar a multas de ate´ 20% do faturamento bruto –, as empresas podem perder contratos com clientes importantes, serem impedidas de participar de concorrências e licitações e, claro, podem ter sua reputação e continuidade arruinadas.

Quanto ao modo de fazer negócios, os bons programas de ética e compliance ajudam administradores e colaboradores a compreender que uma empresa não pertence somente aos acionistas; elas são e produzem bens compartilháveis em várias medidas entre todos os seus stakeholders.

Estes programas se aplicam a todas as áreas de uma empresa, sobretudo nos aspectos éticos ligados às relações de negócios e no ambiente de trabalho. Para conseguir a aderência de toda a empresa aos programas de compliance, o primeiro passo e´ conquistar um verdadeiro comprometimento dos dirigentes que devem assumi-lo como uma de suas responsabilidades cotidianas.
Sem isso, a área de ética e compliance estará´ condenada a “cumprir tabela” no jogo empresarial e o perigo de o código de conduta não sair do papel se tornara´ altíssimo – e quando o código fica no papel, cresce o risco da organização e seus dirigentes amargarem um papelão. Infelizmente, o Brasil já está colecionando alguns.

A tecnologia também tem um papel fundamental no processo. Seu uso para implementar partes dos programas de ética e compliance, por exemplo, canais de denuncias, educação à distância e comunicação ja´ e´ uma realidade em muitas empresas.

Porém, o monitoramento da eficácia de tais programas exige um sistema complexo de indicadores, para o qual ainda não existem tecnologias adequadas. Além disso, a tecnologia mal começou a avançar em outro terreno fundamental: análise de hábitos comportamentais presentes na cultura organizacional. Mas o futuro promete…

Maria Fernanda Teixeira é CEO da Integrow, empresa especializada em diagnostico e implantação de programas de compliance e ética empresarial

Especialista indica opções para varejista driblar fim do e-Sedex

No último mês, o fim do e-Sedex, serviço oferecido pelos Correios, causou preocupação entre os varejistas, principalmente os de e-commerce. Muitos alegaram que, além da mudança abrupta no prazo de entrega, o frete subiria mais de 30%.

Recentemente, Lemuel Silva, chefe do departamento de Soluções Logísticas dos Correios, disse que há planejamento para novas reformulações no Sedex e no PAC. Além disso, existe a possibilidade da reativação do serviço, pois os Correios consideram o e-Sedex “uma marca forte”, segundo nota divulgada pela própria empresa em julho.

Para o especialista Bruno de Oliveira, criador do Ecommerce na Prática.com, o caso do e-Sedex expõe uma profunda falta de informação por parte dos comerciantes virtuais brasileiros, pois a mudança não irá impactar os negócios online tanto quanto se imagina.

“Na verdade, creio que vai ficar até melhor sem o e-Sedex. Nos últimos anos, o serviço já não tinha a mesma qualidade do no início”, analisa ele.

O especialista ensina dicas para contornar a situação de forma simples:

Use as novas modalidades dos Correios

O e-Sedex era uma modalidade apenas para quem tinha contrato com os Correios, com o faturamento mínimo de R$ 1.000. “Esse valor deixava, os empresários preocupados, mas tinha uma tarifa diferenciada, de 20% a 25%. Quem faturava R$ 800, por exemplo, ‘desperdiçava’ R$ 200 todos os meses”, explica Oliveira.

Segundo ele, os Correios se prepararam para a mudança. “Existe uma nova modalidade de Sedex para e-commerce, com três modalidades. Quanto maior a tabela, menos você paga”, afirma.

Para se ter uma ideia dos valores, um Sedex local de até 300 g custa aproximadamente R$ 14,70. O extinto e-Sedex cobraria algo em torno de R$ 11. “No ‘e-commerce 1’, modelo que vai enquadrar a maioria dos e-commerces, o mesmo pacote sai por menos de R$ 7,40. Procure seu gerente dos Correios e pergunte sobre o código 0416-2″, aconselha.

Informe-se sobre outros serviços de entrega

Apesar de os Correios terem o know how da logística no Brasil, vários problemas podem acontecer desde o momento em que o produto é enviado pelo varejista até chegar ao consumidor final. Existem casos de furtos que, apesar do seguro, acabam atrasando a entrega do produto.

“Um dos grandes medos em relação ao prazo de entrega são as greves dos Correios. Mesmo que o Sedex seja vantajoso financeiramente, é importante conhecer outras empresas de entrega. Existem alguns nomes de peso na concorrência, como Total Express e FedEx”, cita Oliveira.

Segundo ele, para quem vende produtos pesados (acima de 30 kg, por exemplo), as transportadoras são ótimas opções, por não terem restrição de peso. “Já pacotes pequenos, entregues na mesma cidade, podem ser levados por motoboys”, sugere o especialista.

Conhecimento (realmente) é poder

O anúncio dos Correios de que o e-Sedex seria extinto foi feito originalmente em 2016, e o seu fim estava agendado para o dia 2 de janeiro deste ano. A data foi prorrogada por liminar. Ou seja, o término do serviço era de conhecimento público havia mais de um ano. Os varejistas tiveram tempo suficiente para se informar e planejar novas estratégias.

“A mudança já era anunciada e muita gente nem usava mais o e-Sedex, era um serviço para uma minoria de contratos. Havia muitas exigências e a abrangência era pequena. Conheci vários lojistas que não conseguiam incluir o e-Sedex no contrato”, avalia o especialista.

As empresas menores sentem mais o impacto dessas mudanças por serem dependentes desse serviço para a logística, mas, segundo Oliveira, não há motivo para “pânico”. “Não é o fim para o pequeno empreendedor, e sim para as pessoas do e-commerce que estão mal informadas”, conclui.

7 dicas para faturar na internet sem ter uma loja virtual

É possível vender online sem ter loja virtual? Optar por comercializar seus produtos e serviços em marketplaces é uma alternativa segura e econômica para estar na internet sem ter um e-commerce próprio

Especialista em marketplaces dá dicas de como investir no mundo online por meio de “shoppings virtuais”

O varejo teve o melhor abril desde 2006, de acordo com levantamento recente do IBGE – o resultado ficou positivo em 1%. A leve recuperação se deu, principalmente, pelos saques do FGTS, analisa o instituto. Mesmo assim, os números do varejo físico ainda preocupam os comerciantes que buscam alternativas para alavancar as vendas e conseguir mais clientes.

Uma boa opção para esses lojistas, tem sido investir no comércio eletrônico, já que os números sobem a cada ano – a estimativa é que o setor cresça 15% em 2017. Porém, ter uma loja física e partir para a criação e administração de uma loja virtual pode não ser uma tarefa fácil. Segundo Frederico Flores, especialista em marketplaces, uma alternativa segura e com baixo investimento inicial é optar pelas vendas em shoppings virtuais.

“Começar a vender em marketplaces pode ser a solução para quem quer investir no comércio eletrônico sem ter um site próprio, mas é preciso ter dedicação e estratégias para fazer a lojadecolar. Além disso, algumas ferramentas acessíveis podem ajudar no início de negócio”, explica.

Veja 7 dicas para faturar no comércio eletrônico sem ter uma loja virtual:

1. Entenda o que é um marketplace
Os marketplaces são plataformas de e-commerce colaborativas, que funcionam como um shopping virtual conectando lojistas e prestadores de serviços a compradores.

2. Escolha o marketplace correto
No Brasil já existem diversas plataformas de marketplaces – alguns grandes varejistas como o Mercado Livre, Lojas Americanas e Submarino, por exemplo. Também existem marketplaces de nicho, que são focados em determinados públicos e vendem apenas alguns segmentos de produtos. Cada um tem suas regras e particularidades. Estude e análise as que mais fazem sentido para o seu negócio.

3. Conheça as taxas e comissões
Alguns marketplaces cobram taxas de 5 a 25% por cada venda efetuada ou até mensalidades fixas para disponibilizar os serviços nos sites. Antes de começar a vender, procure saber qual é a porcentagem da plataforma escolhida e as variações da comissão com base na condição comercial. “Taxas muito baixas podem significar menor liquidez para receber o dinheiro. Taxas mais altas, em contrapartida, podem oferecer a oportunidade de o seu cliente parcelar sem juros e você receber à vista, por exemplo”, explica o Frederico Flores.

4. Não esqueça sua loja no marketplace
Uma vez cadastrado em um marketplace, o lojista precisa estar preparado para atender mais clientes. Ter uma loja em um shopping virtual permite que milhares de pessoas encontrem seus serviços pela internet, porém, mesmo com o aumento da procura é essencial que a loja cumpra prazos de entrega e preste um bom atendimento ao cliente.

5. Automatize seu negócio
Administrar todas as etapas de vendas em marketplaces exigia tempo e um investimento que nem todos os lojistas possuíam. Porém, existem soluções acessíveis para ajudar no gerenciamento dessas lojas. A Becommerce – maior plataforma para gestão de vendas em marketplaces (www.becommerce.com.br) -, por exemplo, automatiza todas as etapas das vendas, desde o atendimento ao cliente até a entrega.

Uma das ferramentas disponíveis permite responder todas as dúvidas dos clientes 24 horas por dia – sem intervenção humana. Além disso, o sistema monitora o preço da concorrência e diminui o valor dos seus produtos automaticamente, caso outra loja faça alguma alteração.

6. Profissionalize seu contato com o cliente
A concorrência dentro dos marketplaces é acirrada e mais do nunca é necessário passar credibilidade para os clientes. Com ajuda de plataformas de gestão tudo pode ser feito de forma automática e profissional, diminuindo o tempo em que os processos acontecem e que o seu cliente é avisado.

7. Deixe sua loja personalizada
Assim como nas lojas virtuais, os marketplaces também permitem que o negócio tenha “sua cara”. Pense em templates de anúncios que explorem a identidade visual do seu negócio e, ao mesmo tempo, informe passe credibilidade para seu cliente. Possui prazo de entrega rápido? Informe isso de forma divertida, dizendo, por exemplo, que sua entrega é “à jato”. Atende final de semana? Mostre uma foto de sua equipe e conte que aquele pessoal está pronto para atender o cliente de domingo a domingo.

Celepar compartilha soluções de inteligência artificial para saúde

A Celepar abriu as portas do seu Laboratório de Inovação para que entidades da sociedade paranaense com ações na área da saúde para que executem, em conjunto com a companhia, projetos cartier bracelets colaborativos utilizando a inteligência artificial. Entidades como a Universidade Federal do Paraná, Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Unimed e os hospitais Pequeno Príncipe, Santa Brígida e Nossa Senhora das Graças participarão da inciativa.
Curitiba, 20/06/2017.
Foto: Divulgação Celepar

A Celepar abriu as portas do seu Laboratório de Inovação para que entidades da sociedade paranaense com ações na área da saúde para que executem, em conjunto com a companhia, projetos colaborativos utilizando a inteligência artificial. Entidades como a Universidade Federal do Paraná, Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Unimed e os hospitais Pequeno Príncipe, Santa Brígida e Nossa Senhora das Graças participarão da inciativa.

O ponto de partida será a metodologia aplicada na criação do robô Laura, solução que prevê casos da doença sepse. O robô é utilizado desde setembro de 2016 pelo Hospital Nossa Senhora das Graças, em Curitiba, e já respondeu pelo diagnóstico em mais de 60% dos pacientes portadores desta síndrome nos dois postos que receberam a tecnologia, com índice de acerto em 97,7% dos casos. A tecnologia está ajudando a salvar vidas.

Na avaliação do presidente da Celepar, Jacson Carvalho Leite, a metodologia aplicada no robô Laura, aliada às soluções vindas de outros parceiros, tem potencial para apresentar resultados representativos em ações públicas e privadas de saúde, com ênfase na qualidade de vida e no bem-estar do cidadão.

A formalização das parcerias, o cruzamento das tecnologias e dados e o uso dessas informações como instrumentos de pesquisas científicas em diferentes projetos futuros, serão os próximos passos deste projeto que é coordenado pelo assessor da Celepar, Jacson Fressatto, criador do robô Laura. “Só precisamos alinhar todos os cérebros para uma mesma oportunidade de realização pois recursos existem. Basta colocar a mão na massa e fazer acontecer. E esse encontro é o ponto de partida”, afirma Fressatto.

ROBÔ LAURA – Fressatto perdeu a filha Laura aos 18 dias de vida. Recém-nascida, Laura foi vítima de septicemia, uma infecção silenciosa que tira a vida de milhares de pessoas em todo o mundo diariamente.

A septicemia, mais conhecida apenas cartier love bangle como sepse, é categorizada como uma infecção geral grave do organismo. Causada por germes patogênicos, ela causa uma inflamação sistêmica que é potencialmente fatal, principalmente quando atinge o grau máximo de “choque séptico”.

Após a morte da filha, durante nove meses Fressatto trabalhou como voluntário em vários hospitais, principalmente naquele onde Laura foi tratada e acabou falecendo. A bagagem adquirida nesta caminhada aliada à sua formação profissional permitiu que ele criasse o robô que utiliza tecnologia cognitiva, na qual a solução tem a característica de aprendizado de máquina, entendendo cartier bracelet e até conversando com áreas operacionais, no caso, em hospitais.

Segundo o seu criador, o Robô Laura tem a capacidade de salvar mais de 12 mil vidas por ano no Brasil, reduzindo em 5% o índice de mortes. O objetivo é poupar tempo, recursos e vidas, e tecnicamente, Laura é o primeiro robô cognitivo de gestão de risco.

Fonte: Agência de Notícias do Paraná

Instituto Reclame Aqui e PUCPR monitoram e expõem políticos com pendências na Justiça em todo o país

O Instituto Reclame Aqui, em parceria com a PUCPR, lança um ambicioso projeto contra a corrupção – e em prol do voto consciente – com o potencial de mudar o Brasil: o Vigie Aqui, que pretende ser a principal ferramenta de consulta pública para as eleições de 2018, destacando o nome de políticos que ocupam ou ocuparam cargos eletivos com pendências na Justiça na navegação diária de todos os brasileiros.

Já que uma das armas mais eficientes para o voto consciente é a informação, o Vigie Aqui consolida dados oficiais e públicos sobre o histórico judicial de políticos que estão pulverizados em diversas instâncias, Tribunais Federais e Estaduais, como STJ, STF, TJs, TRFs e TSE, facilitando o acesso da população e dando luz, cor e visibilidade para crimes como os de corrupção e improbidade administrativa.

A ferramenta consolidará em sua totalidade informações sobre presidentes e vice-presidentes vivos, além de Ministros de Estado e políticos que ocupam ou ocuparam cargos eletivos dos Poderes Executivo e Legislativo nos últimos 10 anos.

Com uma base de dados atualizada permanentemente fake cartier bracelet e um plug-in que, ao ser instalado, funciona em todos os sites, redes sociais e buscadores, o navegador de internet de cada cidadão passa a revelar políticos condenados, processados ou investigados. Seus nomes ficam destacados em roxo e seus históricos judiciais são expostos com a simples aproximação do mouse.

Foco nas Eleições 2018

Apenas 24% dos brasileiros confiam no governo como instituição e o maior medo dos cidadãos, hoje, é a corrupção. É o que diz a 17ª edição do estudo global Edelman Trust Barometer 2017.
Diante deste cenário e a dezesseis meses das Eleições 2018, o Vigie Aqui chega para ser um importante aliado no acompanhamento do histórico de políticos e na pesquisa sobre potenciais candidatos, já que muitos políticos em exercício – ou que já deixaram seus cargos eletivos – serão candidatos nas próximas eleições.

Hoje a ferramenta monitora o alto escalão legislativo federal, com uma base de dados de 594 políticos: todos os senadores e deputados federais. A partir de 14 de abril a ferramenta passa a monitorar e expor presidente, ex-presidentes, vice-presidentes e governadores. A partir de 21 de abril, também serão monitorados detentores de cargos com status de Ministro de Estado.

As próximas atualizações, que ocorrerão periodicamente até 2018, cobrirão 100% dos cargos em disputa nas Eleições de 2018. Ou seja, as esferas federal e estadual dos poderes legislativo e executivo brasileiro, totalizando 1.708 políticos, além de ex-senadores e ex-deputados; ex-governadores e ex-vice-governadores; e ex-Ministros de Estado dos últimos 10 anos.

Academia e Sociedade Civil como parceiras

A PUCPR – Pontifícia Universidade Católica do Paraná assinou no último dia 3 de abril uma parceria inédita para engajar alunos na busca de informações oficiais e na atualização da plataforma do Vigie Aqui. Cerca de 250 alunos participaram da palestra de apresentação dessa atividade voluntária que dará créditos aos alunos inscritos.

A universidade passa a ser o principal parceiro na busca das informações disponíveis sobre dados políticos e na atualização da plataforma do Vigie Aqui, contribuindo para a gestão e escala da plataforma. A parceria com a PUCPR acelera e potencializa o projeto, ajudando a cumprir replica cartier love bracelet a meta de cobertura e atualização de 100% dos 70.430 cargos políticos eletivos do país até as eleições de 2020, além de Ministros de Estado e políticos que ocuparam cargos eletivos nos últimos 10 anos.

“O projeto contribui não só para a formação acadêmica, mas também para a prática da cidadania. A conscientização política é um passo muito importante para que estes jovens realmente se enxerguem como cidadãos e entendam o impacto de suas escolhas sociais”, explica Waldemiro Gremski, Reitor da PUCPR.

Principal fonte de informação para apoiar decisões de compra dos consumidores, o Reclame Aqui amplia sua atuação com o Vigie Aqui e pretende ser a principal fonte de informação para apoiar a população a exercer também a cidadania.

“Nos unimos com um interesse em comum: ajudar a população a votar de forma consciente e apoiar o combate à corrupção no Brasil. O projeto foi motivado por um sentimento de indignação, somado à necessidade hermes replica jewelry de oferecer informação e transparência para o brasileiro. Nós vivemos um momento em que, além de ir para as ruas, o brasileiro precisa ter ciência de suas escolhas políticas no momento da eleição”, afirma Maurício Vargas, fundador do Instituto Reclame Aqui e idealizador do projeto.

Serviço:

Para baixar o plug-in acesse o site www.vigieaqui.com.br pelo navegador Chrome e clique na chamada em destaque para instalação da ferramenta. Com apenas um clique você entra na página para adicionar a extensão e, ao clicar em um botão verde, na parte de cima e à direita da tela, completa a instalação. Em segundos, o ícone VA (Vigie AQUI) fará parte do cabeçalho do seu navegador Chrome do computador. Certifique-se que o idioma do seu navegador esteja configurado para o português.