5 ações que as empresas terão de adotar na LGPD, segundo a PROTESTE

Sancionada em 2018, a Lei Geral de Proteção de Dados, veio para proteger o consumidor de ter seus dados utilizados indiscriminadamente pelas empresas. Por isso, as empresas precisarão adotar uma série de medidas para estarem em conformidade com o regulamento. Sendo assim, a PROTESTE preparou uma lista das principais medidas a serem adotadas. Fique atento:

1 – Contratar um DPO

O DPO é o profissional responsável pela proteção de dados, conhecidos como data protection officer (DPO). Assim, o DPO terá como parte das suas funções atender demandas dos usuários dos dados e orientar funcionários quanto à prática e política de dados da empresa.

2- Obter consentimento dos titulares

As empresas precisarão do consentimento do titular dos dados para tratá-los para um fim específico. De acordo com a lei, a forma de consentimento tem de ser clara e não pode estar escondida em uma página oculta.

3-Organizar os dados

As empresas devem mobilizar uma verdadeira força de trabalho para identificar, separar e classificar a documentação física e a digital. Além disso, quando tudo estiver organizado, deve-se ordenar um processo de otimização e de gerenciamento de todas essas informações.

4-Garantir a segurança dos dados

É indispensável que as empresas invistam em soluções de TI que avaliem riscos, façam a gestão de dados, garantam a segurança de transferências de dados e controlem o acesso às informações.

5-Ter uma política de dados

As empresas precisarão estabelecer Políticas de Privacidade e Termos de Uso para todas as informações coletadas por processos e canais de relacionamento da empresa.

Paraná é o quarto estado menos atacado por fraudadores no e-commerce, aponta estudo da ClearSale

A ClearSale, empresa líder em soluções antifraude para o e-commerce no Brasil, divulga o Mapa da Fraude 2019, estudo anual que contempla informações sobre tentativas de fraude no e-commerce brasileiro. De acordo com o estudo, em 2018, a cada R$ 100 gastos em lojas online, R$ 2,02 sofreram tentativas de fraude no Paraná. A média do Brasil é de R$3,53 a cada R$100, o que representa um aumento de quase 9% em relação ao ano anterior.

Em 2018, as categorias de produtos que mais sofreram tentativas de fraude foram celulares, games, bebidas, eletrônicos e informática. Em 2017, os maiores índices ocorreram nos mesmos segmentos, porém, desta vez, com um aumento de 9,61 % no setor de celulares, 4,66 % no setor de eletrônicos e 4,29 % em produtos de informática. “São setores mais visados nos últimos anos, possivelmente pela revenda relativamente fácil em mercados paralelos. É mais fácil repassar um celular do que uma geladeira, por exemplo”, diz Omar Jarouche, diretor de Marketing, Planejamento Comercial e Soluções da ClearSale.

De acordo com o estudo, um fator que também se repetiu nos últimos dois anos foram as regiões onde essas fraudes ocorreram. Em 2018, as mais atacadas foram Norte, Centro-Oeste e Nordeste. Na região Norte – que figura no topo do ranking – a cada R$ 100 em compras no e-commerce, R$ 5,43 foram tentativas de fraude, um percentual 54 % maior que a média nacional.

“Não há uma razão clara que justifique as tentativas de fraude mais recorrentes nestas regiões. No entanto, as boas práticas – como uso de senhas fortes, por exemplo – servem para diminuir risco em qualquer lugar ou segmento. As fraudes podem acontecer em todos os lugares, e ter essa consciência é o primeiro passo para não ser surpreendido”, diz Jarouche.

Jarouche afirma que o consumidor deve evitar a compra em sites suspeitos, e sempre que possível, realizar suas transações online via cartão de crédito. “Ao contrário do que muitos acreditam, a compra pelo cartão de crédito é mais segura do que via boleto ou transferência bancária. Caso uma fraude ocorra, o consumidor que realiza a compra via cartão consegue contestar a cobrança junto ao seu banco. Já as compras via boleto não são reembolsáveis. Uma vez que o dinheiro é depositado, o estorno torna-se mais complicado” finaliza.

Vale lembrar que, apesar do aumento das tentativas de fraude no país, o e-commerce brasileiro cresceu 31 % em 2018, segundo estudo realizado pela ABComm.

Como se prevenir contra fraudes

Pesquise a reputação da loja antes de realizar a compra. O consumidor pode checar a lista do Procon de sites que devem ser evitados ou sites que avaliam as lojas. Caso não existam avaliações da empresa na internet, o recomendado é evitar efetuar a compra e buscar um outro site de confiança;
Averigue se o site tem a sigla “https” no endereço da Web ou um ícone de cadeado na parte inferior do navegador;
Suspeite se o desconto for muito maior no boleto. É comum que sites falsos tenham preços muito mais baixos para pagamento via boleto.
Procure dados oficiais da empresa como CNPJ, endereço físico e contato. Sites de e-commerce falsos podem não disponibilizar essas informações;

Para saber mais sobre o Mapa da Fraude 2019 e sobre a Clearsale, visite br.clear.sale/

Empresas buscam aproximação com universidades e oferecem vagas

Com o setor de Tecnologia da Informação crescendo em ritmo exponencial em Maringá e região com faturamento projetado de R$ 1.2 bi em 2019, é preciso atrair talentos para preencher as mais de 600 vagas em aberto esperando para serem preenchidas.

Frente a essa necessidade, a Universidade Tecnológica Federal do Paraná – Campus Campo Mourão em parceria com a Software by Maringá, entidade setorial criada em 2007 e que hoje conta com mais de 100 associados entre empresas e startups, organizam a segunda edição de um projeto que visa a aproximação das empresas com os universitários, acelerando o fomento do mercado de trabalho e a atração de talentos no campus da universidade em Campo Mourão.

No dia 30 de maio, das 13:30 às 17:30, mais de 100 alunos do Curso de Bacharelado em Ciência da Computação, receberão a visita de 10 empresas ligas à SbM no anfiteatro da universidade. As empresas se revezarão em sessões de 15 minutos para apresentar a cultura organizacional de cada uma e, para finalizar, cada empresa ficará alocada em uma sala para receber currículos e divulgar individualmente as oportunidades de emprego.

Em paralelo os empresários irão visitar e se reunir na Coamo Agroindustrial Cooperativa para conhecer as estratégias que estão sendo implementadas pela entidade no segmento e como o agrotech impacta o agrobusiness.

Para Luis Marcos Campos, presidente da Software By Maringá, “aproximar a academia das empresas é fundamental. Queremos que essa proximidade tenha reflexos não só para a formação de mão de obra qualificada, que é o nosso principal insumo, mas também por meio atração de talentos. Preencher essas 600 vagas será fundamental para o crescimento do setor de TI de Maringá e região”.

De acordo com Heron Oliveira dos Santos Lima, Diretor-geral do Campus Campo Mourão da UTFPR, o grande desafio das universidades brasileiras, em especial, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná – UTFPR, é a aproximação com o setor produtivo, e temos esta essência na nossa missão. “Entendemos que a consolidação dessa parceria com a Software by Maringá e o estabelecimento de ações estratégicas ao setor de TI, oportunizará nossos alunos, docentes e pesquisadores às discussões de vanguarda do setor, bem como estabelecer cada vez mais uma posição de protagonismo da academia no desenvolvimento científico e tecnológico da Região”.

Negociações e parcerias entre empresas marcam mais uma edição do AHK Business Night

Com o objetivo de estimular negócios e alavancar a economia paranaense, no último dia 23 de maio, a Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha promoveu a segunda edição do AHK Business Night, que contou com a participação de 210 visitantes de empresas de diferentes segmentos.

Durante o evento gratuito, realizado no Clube Curitibano Sede Concórdia, 17 companhias associadas à AHK Paraná expuseram seus produtos e serviços para profissionais e empresários do Paraná. O público participante teve a oportunidade de ampliar o networking, iniciar negociações, além do acesso direto às empresas associadas à AHK Paraná.

O grande diferencial deste ano foi a apresentação do setor de compras da Bosch, ministrada por Rodolpho dos Anjos, que falou sobre os projetos em que a multinacional precisa de novos fornecedores e parceiros. A “troca de cartões” foi muito positiva, uma vez que as empresas puderam ter acesso a informações especiais sobre a Bosch, além do relacionamento.

Outro atrativo foi a palestra “Sintonia com o Sucesso Empresarial”, de Alexander Baer, com a participação da Orquestra Sinfônica de Curitiba e do maestro Carlos Domingues. O palestrante mostrou como as empresas precisam estar em sintonia como uma orquestra para obter sucesso nos negócios.
Entre as associadas em exposição estavam: Gerar, Piazzetta Aparas de Papel, Häfner Montagens, Elis Lavanderia, Escola Alemã de Curitiba, Lapinha SPA, CWB Contabilidade, Goethe Institut, Escola Suíço Brasileira, Heverson do Valle Treinamentos, Servopa, Referência Rent a Car, Manuli Fitasa, Ótima, CITS, Phoron e A Viva.

Instituto TIM seleciona projetos de alunos do Paraná para programa de empreendedorismo universitário

O programa de empreendedorismo universitário, Academic Working Capital (AWC), do Instituto TIM, acaba de selecionar 34 projetos para sua quinta edição. Os escolhidos são alunos de 27 faculdades de seis estados do Brasil e do Distrito Federal e participarão de diversas rodadas de workshops, recebendo orientação de negócios e recursos financeiros, para apresentam seus produtos a investidores e especialistas no final do ano.

Agronegócios, saúde, economia, design, sustentabilidade, reciclagem, cultura, arquitetura, educação, bem-estar e moda são temáticas dos projetos selecionados, oriundos de Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs) dos universitários. Participam equipes de São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Distrito Federal, Amazonas e Ceará. No Paraná, os grupos selecionados foram das seguintes instituições: Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UFPR), Universidade Federal do Paraná (UFPR), Universidade Estadual de Londrina (UEL) e Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR). De diversas áreas de atuação, os grupos desenvolveram temas em educação e suporte para professores de ensino básico, saúde e prótese eletrônica para controlar sinais musculares, tecnologia por meio de um aplicativo de gerenciamento p ara personal trainners, gestão corporativa para tratamento de documentos fiscais eletrônicos de pequenas e médias empresas, agrotecnologia e avaliação de frutas e alimentos por espectrofotometria.

Nesta edição do programa, a participação das universitárias é mais expressiva, resultado da parceria do AWC com organizações como Rede Mulher Empreendedora e Meninas Digitais. Das 34 equipes selecionadas, nove são lideradas por mulheres, o que vai ao encontro dos resultados encontrados por recentes pesquisas sobre o empreendedorismo feminino no Brasil. Em 2018, segundo dados da pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM), o Brasil registrou a sétima maior participação de mulheres entre os empreendedores iniciais: 24 milhões d e brasileiras estavam à frente de um empreendimento ou realizavam alguma ação para ter o seu próprio negócio.

“Foram centenas de inscritos para a edição 2019 do AWC, o que nos deixa entusiasmados e orgulhos com o reconhecimento do programa. Os projetos selecionados são bem variados, vão desde controle de iluminação externa de LEDs para uso em veículos até inteligência artificial para prever infecção hospitalar. Temos excelentes perspectivas e já iniciamos o cronograma com os workshops e orientação”, conta Diogo Dutra, coordenador do AWC.

Desde 2015, cerca de 300 estudantes já participaram do Academic Working Capital e, pelo menos, 17 startups foram constituídas. O programa oferece apoio financeiro, técnico e de negócios para ideias inovadoras de estudantes em fase final de graduação que possuem seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) voltado para uma solução tecnológica ou de inovação. No fim do ano, eles participam de uma Feira de Investimentos e podem apresentar suas soluções para profissionais do mercado e investidores.

Gartner divulga dicas para convencer os líderes empresariais a investirem em Data & Analytics

As ações de Data & Analytics (D&A) estão no topo da agenda dos Chief Information Officers (CIOs) há vários anos. No entanto, para atingir níveis de maturidade em D&A com potencial para gerarem mais vantagens, cada área de uma organização deve desenvolver alguma estratégia própria, capaz de convencer os líderes corporativos a realmente investirem em análise de dados. Os líderes de D&A, portanto, devem estar prontos para mostrar as vantagens das aplicações de análise à diretoria. Por isso, o Gartner Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento para empresas, recomenda que as equipes de Data & Analytics demonstrem a importância “vital” ou “crítico” das ações de análise em um ambiente cada vez mais desafiador. Apresentar os planos ao conselho, porém, nem sempre é tão simples.

Pensando nisso, os analistas do Gartner, Lydia Clougherty Jones e Frank Buytendijk, prepararam as seguintes dicas para otimizar as práticas de apresentação das iniciativas de Data & Analytics aos Conselhos de negócios:

1 – Use a linguagem de negócios enquanto está preparado para fornecer informações técnicas: é comum tentar explicar tudo sobre o que você é apaixonado, mas nas reuniões do Conselho de Administração, com a presença dos líderes executivos da empresa, é recomendável ir direto ao ponto e apresentar os benefícios da área de D&A para os negócios. É crucial vincular as ações de Data & Analytics à estratégia organizacional de alto nível. Por exemplo, um líder de D&A poderia dizer o seguinte sobre uma meta de crescimento estratégico: “Temos uma meta de crescimento agressiva de 20%. Pelo menos 60% dessa oportunidade de crescimento está concentrada nas ações de upselling ou cross-selling dentro da nossa base de clientes existente. Isso significa que precisamos entender melhor quem são nossos clientes e o que eles precisam. Este é o núcleo do programa de dados e análise de clientes de 360°”. No entanto, ao mesmo tempo, mostre que você fez sua lição de casa incluindo detalhes adicionais como parte de um apêndice. Nem todo executivo vai passar por isso, mas fornecer as informações mostra prontidão e respeito pelo público.

2 – Faça a apresentação baseado em fatos, seja breve e conte uma história: certifique-se de que ao reduzir sua apresentação para torná-la sucinta, seu discurso não perca a parte envolvente e importante. Contar histórias é uma parte essencial para captar o interesse do conselho. Uma maneira de fazer isso é dividir a história em quatro passos. Veja um exemplo que explica a necessidade do gerenciamento de dados mestres (MDM):

Passo 1 – Descreva o cenário: “17% das nossas faturas contêm erros, o que leva a atrasos médios de uma semana a pagar estas faturas”.

Passo 2 – Diagnostique o problema: “A causa desse problema é não ter uma maneira única de identificar os clientes. Temos padrões diferentes em 12 sistemas de faturamento específicos”.

Passo 3 – Faça a análise preditiva: “A cada trimestre, continuamos a fazer isso; e esses erros custam US$ 100.000 em capital de giro e crédito de curto prazo”.

Passo 4 – Prescreva uma solução: “Para resolver a questão, devemos implementar uma tecnologia chamada MDM, que nos ajude a corrigir isso e a gerenciar no futuro”.

3 – Seja claro sobre o que sua organização pode alcançar e forneça vários cenários de como as operações da companhia poderão atingir esses resultados: problemas que atingem o nível do conselho são geralmente complexos e não têm respostas simples, do tipo “sim ou não”. Fornecer vários cenários de como uma iniciativa de D&A pode funcionar fornecerá uma plataforma para discussão e ajudará a garantir a adesão dos executivos. É crucial ser muito claro sobre o que a companhia espera alcançar com a aplicação das iniciativas de Data & Analytics e, se possível, discutir esse objetivo antecipadamente com os membros do conselho que estão patrocinando a reunião. Em seguida, apresente diferentes cenários sobre como alcançar esse objetivo. Explique qual caminho deve ser escolhido inicialmente, mas deixe espaço para que os membros do conselho administrativo possam escolher ou sugerir outras opções, por motivos que a equipe técnica não conhece.

4 – Seja específico sobre o que as ações de D&A significam para a sua empresa e, ao mesmo tempo, apresente uma perspectiva externa, com exemplos de uso: é ótimo usar tendências de mercado e mostrar exemplos de como outras organizações estão fazendo. Pode proporcionar clareza, inspiração e até mesmo um senso de urgência dentro do conselho. No entanto, é importante garantir que os exemplos externos sejam sempre traduzidos para serem relevantes para sua organização. Isso deve ir além da tradução de exemplos externos para o contexto da estratégia organizacional oficial. Identifique as ambições pessoais e paixões de membros específicos do conselho e mostre como as iniciativas de D&A podem ajudar a realizá-las.

Conferência Gartner Data & Analytics 2019

Os analistas do Gartner fornecerão análises adicionais sobre as tendências de dados durante a Conferência Gartner Data & Analytics 2019, que ocorrerá de 29 a 30 de maio em São Paulo. Interessados em participar do evento devem contatar o Gartner pelo e-mail conferencias.brasil@gartner.com, pelos telefones (11) 5632-3109 e 0800 774 1440, ou pelo site https://www.gartner.com/pt-br/conferences/la/data-analytics-brazil.

Tecnologia aliada à indústria

A Valmet, empresa de origem finlandesa, é líder mundial no desenvolvimento e fornecimento de tecnologias, automação e serviços para os setores de celulose, papel e energia. A empresa lançou na América do Sul o Valmet Performance Center, plataforma de atendimento remoto que realiza análise de dados, diagnóstico de equipamentos e processos para melhorar a performance dos clientes.

Por meio deste centro localizado em Araucária (PR), os especialistas da Valmet se conectam aos outros Valmet Performance Center espalhados pelo mundo. Seus profissionais monitoram e analisam os dados de operações dos clientes, de forma confidencial e segura, identificando otimizações de performance, prevenindo problemas e solucionando pontos críticos.

“O Valmet Performance Center é uma ferramenta poderosa para otimizar processos, pois se transforma em ganhos exponenciais em economia de químicos, cerca de 10%, e de aumento de produção e geração de energia”, comenta o diretor da área de celulose e energia da Valmet na América do Sul, Fernando Scucuglia.

No Brasil, um dos principais produtores de papel e celulose do mundo, a escala de volume gerado nas fábricas é de grande magnitude e paradas não programadas representam prejuízos milionários. “Com produção de cinco mil toneladas por dia, em média, antecipar os problemas e evitar paradas não necessárias podem evitar prejuízos diários de até R$ 40 milhões”, explica o presidente da Valmet na América do Sul, Celso Tacla.

Internet industrial

Análise de desempenho de processo nas fábricas e monitoramento remoto de equipamentos são alguns dos diferenciais do Valmet Performance Center, que já está disponível em outras unidades espalhadas pelo mundo. Oferece alta tecnologia nas conexões remotas com as fábricas e, por meio de aplicações de internet industrial, possibilita, por exemplo, predição de falhas, monitoramento de performance e otimização de processos, agilizando o suporte e o atendimento aos clientes.

Os serviços oferecidos pelo Valmet Performance Center são divididos em três categorias: monitoramento e otimização remota, analítica de dados e atendimento sob demanda. A solução identifica possibilidades de melhoria de performance e causas raízes de problemas, com ferramentas de estatísticas, algoritmos, modelagens de processo e Machine Learning. A Valmet conta com 16 centros de pesquisa e desenvolvimento no mundo, mais de 1.300 projetos patenteados e mais de R$ 292 milhões investidos na área em 2018, incluindo as tecnologias de Internet Industrial.

Os especialistas da Valmet podem ser acionados a colaborar para a melhor solução das demandas dos clientes. “Através do Valmet Performance Center, prezamos pela privacidade e segurança dos dados dos clientes que são enviados para a ‘nuvem’. Conseguimos analisar cada demanda e iniciar uma discussão em tempo real, que pode ser uma otimização de performance ou solução de um problema imediato”, diz o especialista em Soluções de Internet Industrial da Valmet para a América do Sul, Tales Ribeiro.

Paraná será o centro das inovações tecnológicas no agronegócio

Com crescimento de 30% no número de expositores, a 3ª Digital Agro, feira organizada pela Frísia Cooperativa Agroindustrial para apresentar e discutir inovações no campo, deve reunir cerca de sete mil pessoas no Parque de Exposições Frísia, em Carambeí, nos Campos Gerais do Paraná. A Digital Agro é uma das principais feiras de tecnologia digital para o agronegócio do Brasil, se destacando pela proximidade com as regiões produtoras de alimentos.

Expositores apresentam novidades e produtos inovadores para a feira em Carambeí (PR). Foto: Rodrigo Covolan.

A feira deste ano contará com aproximadamente 40 empresas expositoras e apresentações que discutirão os temas transformação digital, sustentabilidade, internet das coisas e smart farming (aplicação da tecnologia da informação e comunicação na agricultura).

Entre o público está o produtor rural – quase 70% dos visitantes –, prestadores de serviço na área de produção e comercial, startups, empresas ligadas ao setor agro e instituições governamentais e financeiras.

“O público pode esperar muita informação dos palestrantes internacionais, trazendo tendências e mostrando as novidades de cada tema. Pensamos sempre no que vai impactar a gestão da propriedade, na integração dessas tecnologias e nas suas efetividades”, explica Emerson Moura, superintendente da Frísia.

Programação

O Fórum de Inovação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) será realizado no dia 11 pela manhã; no período da tarde, será a vez do Fórum Comercial, que levará para a Digital Agro palestrantes renomados. No dia 11 à tarde também está prevista a abertura oficial do evento. Já nos dias 12 e 13 o público poderá conferir as novidades dos expositores e outras palestras com nomes que são referências em gestão e tecnologia.

Outra atração da Digital Agro 2019 é a área central do Parque de Exposições, que terá a presença de diversas startups nacionais que irão apresentar soluções aos desafios do agronegócio contemporâneo.

Digital Agro
11 a 13 de junho
www.digitalagro.com.br
Parque de Exposições Frísia
Anexo ao Parque Histórico de Carambeí (PR), Avenida dos Pioneiros, 4.050

Aplicativo brasileiro é lançado nos EUA

O aplicativo Face 3D Plus, desenvolvido pela Universidade Positivo e M.A.R.C Institute para aprimorar os conhecimentos de anatomia de cabeça e pescoço, acaba de ser lançado nos Estados Unidos, durante o Experimental Biology 2019. Disponível tanto para iOS quanto para Android, o app é um atlas craniano interativo que facilita o estudo da complexidade da anatomia da cabeça e do pescoço. Com melhorias, inclusão de abas adicionais e avançadas para oftalmologistas, neurologistas e otorrinolaringologistas, o Face 3D Plus agora está disponível também em língua inglesa.

O aplicativo é um modelo tridimensional do crânio no qual as estruturas anatômicas foram desenhadas de forma isolada, podendo ser visualizadas de forma individual ou no conjunto com outras. De acordo com a professora do Programa de Graduação e Pós-Graduação em Odontologia da Universidade Positivo, Rafaela Scariot, o app é um dos mais completos na área, pode ser aberto em qualquer lugar e tem um custo bem mais acessível que um livro de Anatomia. “O grande diferencial dele são as imagens cadavéricas dissecadas especialmente para a produção do aplicativo”, conta a professora.

Gartner: mais de 87% das organizações ainda têm baixa maturidade em BI e Analytics

O Gartner Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento para empresas, anuncia que mais de 87% das organizações são classificadas como tendo baixa maturidade em Business Intelligence (BI) e Analytics. Isso cria um grande obstáculo para as companhias que desejam aumentar o valor de seus ativos de dados e explorar novas tecnologias de análise, como o aprendizado de máquina.

Organizações com baixa maturidade caem em níveis “básicos” ou “oportunistas” na pontuação de TI do Gartner para Data & Analytics (DA). As organizações no nível básico têm recursos de BI que são, em grande parte, análises baseadas em planilhas ou em extrações de dados pessoais. Empresas com nível oportunista descobrem que as unidades de negócios individuais buscam suas próprias iniciativas de dados e análises como projetos independentes, sem liderança e orientação central.

“A baixa maturidade de BI limita severamente os líderes que estão tentando modernizar a inteligência de dados”, diz Melody Chien, Analista Sênior do Gartner. “Isso também afeta negativamente todas as partes do fluxo de trabalho de análise. Como resultado, os líderes de D&A podem lutar para acelerar e expandir o uso de recursos modernos de BI e novas tecnologias”.

De acordo com a analista, empresas com baixa maturidade exibem características específicas que retardam a disseminação das capacidades de Business Intelligence. Estes incluem infraestrutura de TI primitiva ou antiga; colaboração limitada entre usuários de TI e de negócios; dados raramente ligados a um resultado comercial claramente divulgado; funcionalidade de BI baseada principalmente em relatórios; e gargalos gerados ​​pela equipe de TI, que é responsável pela criação de conteúdo e preparação de modelo de dados.

“Empresas com baixo nível de maturidade podem aprender com o sucesso de organizações mais maduras”, afirma Melody, destacando que pesquisas e tendências sobre o tema serão apresentados durante a Conferência Gartner Data & Analytics 2019, que ocorrerá de 29 a 30 de maio em São Paulo. “Sem reinventar a roda e cometer os mesmos erros, os líderes de organizações em processo de desenvolvimento das estratégias de BI podem aproveitar ao máximo seus recursos atuais para acelerar a implantação de ferramentas de inteligência analítica moderna e iniciar a jornada rumo a uma maior maturidade”, diz.

O Gartner anuncia que há quatro etapas que os líderes de Data & Analytics poderiam seguir nas áreas de estratégia, pessoas, governança e tecnologia para desenvolver as capacidades de suas organizações para um maior impacto nos negócios. São elas:

1. Desenvolva dados holísticos e estratégias de análise com uma visão clara – Organizações com baixa maturidade de BI frequentemente exibem falta de dados e de estratégias de análise com visão clara. As unidades de negócios realizam projetos de Data & Analytics individuais, o que resulta em silos de dados e processos inconsistentes. Os líderes de Data & Analytics devem coordenar-se com os líderes de TI e de negócios para desenvolver uma estratégia holística de BI. Eles também devem ver a estratégia como um processo contínuo e dinâmico, de modo que qualquer negócio futuro ou mudanças ambientais possam ser levados em conta.

2. Crie uma estrutura organizacional flexível, explore recursos de análise e implemente o treinamento de análise contínua – As empresas deveriam ter pessoas, habilidades e estruturas-chave para promover e garantir habilidades. Eles poderiam antecipar necessidades futuras e garantir que as habilidades e funções das organizações sejam desenvolvidas a partir de um trabalho de identificação e análise de informações. Com recursos internos limitados para a análise de dados, os líderes de Data & Analytics deveriam se esforçar para obter um modelo de trabalho flexível, criando “equipes virtuais de BI” que incluam líderes e usuários de todas as unidades de negócios.

3. Implemente um programa de governança de dados – A maioria das organizações com baixa maturidade em BI não possui um programa formal de controle de dados. Essas empresas podem ter pensado sobre a importância desses projetos, mas não sabem por onde começar as implementações. Os líderes de Data & Analytics podem considerar a governança como as “regras do jogo” para apoiar os objetivos de negócios e também permitir que a organização equilibre as oportunidades e os riscos no ambiente digital. A governança também é uma estrutura que descreve os direitos de decisão e os modelos de autoridade que devem ser impostos aos dados e à análise.

4. Crie plataformas analíticas integradas que possam suportar uma ampla gama de usos – Organizações de baixa maturidade geralmente têm infraestruturas de TI primitivas. Suas plataformas de Business Intelligence são mais tradicionais e centradas em relatórios, embutidas em sistemas ERP, ou simples ferramentas de relatórios que suportam diferentes usos. Para melhorar sua maturidade de análise, os líderes de Data & Analytics devem considerar plataformas de análise integradas que ampliem sua infraestrutura atual para incluir tecnologias de análise modernas.

Conferência Gartner Data & Analytics 2019

Os analistas do Gartner fornecerão análises adicionais sobre as tendências de dados durante a Conferência Gartner Data & Analytics 2019, que ocorrerá de 29 a 30 de maio em São Paulo. Interessados em participar do evento devem contatar o Gartner pelo e-mail brasil.inscricoes@gartner.com, pelos telefones (11) 5632-3109 e 0800 774 1440, ou pelo site https://www.gartner.com/pt-br/conferences/la/data-analytics-brazil.