Empresa de software de Maringá quer ganhar o mercado internacional

A internacionalização de empresas é uma alternativa real para os empreendimentos em momentos de instabilidade econômica, como os que vivemos em nosso país. A internacionalização pode ser uma ótima alternativa para organizações que buscam competitividade e diferenciais em relação a concorrência, principalmente na busca de novos mercados.

A internacionalização pode garantir vantagens, além da conquista de novos mercados, como diminuição de custos a partir do corte de tributos fiscais garantidos a empresas que exportam; ganhar experiência no mercado externo que podem significar mudanças de estratégias na atuação no mercado original e até agregar valor à empresa, marca e produtos a partir da internacionalização.

Adriano Santos, CEO da Empari Global Innovation retornou recentemente de Orlando, nos Estados Unidos, onde participou do Gartner Symposium, evento internacional para explorar as tendências e tecnologias estratégicas que estão impulsionando a transformação digital e moldando o futuro da TI e dos negócios. Analistas do Gartner, especialistas da indústria e provedores de soluções de última geração, exploram maneiras inovadoras de abordar os principais desafios do futuro.

“Muitos dos ensinamentos podem ser usados em todos os tipos de empresas, pois os desafios estão focados no poder cada vez que maior que nossos clientes tem para fazer escolhas, exigir qualidade e acima de tudo priorizar o seu tempo naquilo que realmente importa para ele, criando expectativas de customização em todas as áreas da empresa”, diz Adriano Santos.

Em Miami, o empresário maringaense teve contato com técnicos da Apex-Brasil – Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos. A instituição atua para promover produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. “Foi muito importante conhecer a estrutura da Apex em Miami. Eles têm escritório local, além do virtual, em que desenvolvem informações para Inteligência de Mercado e instruções para promoção comercial. Também teve o encontro, uma missão técnica, no Consulado Geral do Brasil em Miami. Eles têm programas de fomento e auxílio para empresas que queiram fazer negócios com os EUA”.

A Empari foi selecionada para a viagem pela participação no programa Maringá ITx, promovido pela Softex Nacional em parceria com a Software by Maringá. O projeto visa gerar novas oportunidades de negócios no mercado internacional para empresas de software de Maringá e região e fortalecer a imagem de competência da indústria nacional de software.

“Quando mudamos nosso nome de Empari Sistemas para Empari Global Innovation, tínhamos uma missão clara em mente: criar uma empresa com soluções globais. Essa viagem pode ser considerada o marco inicial desta nossa jornada rumo a conquista do mundo”, finaliza Adriano.

SetaDigital completa 13 anos e registra crescimento de 33% em 2018

A SetaDigital, companhia de Tecnologia da Informação especializada no varejo calçadista com sede em Cascavel, no Paraná, completa 13 anos de operação e comemora com um crescimento de 33% nos resultados consolidados do terceiro trimestre de 2018.

Para 2019, a empresa espera crescer acima de 20%, além de consolidar projetos de inovação omnichannel e no mercado de franquias. “Queremos ser reconhecidos como referência para franquias de moda e estamos empenhados em trazer ao mercado soluções que se adequem ao novo perfil de consumo, que se conecta ao varejo por meio de diferentes canais”, comenta o CEO e fundador da companhia, Vanderlei Kichel.

A empresa, que nasceu em 2005 com o intuito de sempre se colocar no lugar do cliente para entender o que ele precisa, hoje atende a 1,5 mil lojas e conta com um laboratório, a Sapati Sapataria Inteligente, que é uma loja de calçados onde são testadas as tecnologias da SetaDigital antes de serem comercializadas. “A ideia sempre foi pegar um problema complexo e desenvolver uma solução simples”, explica Kichel.

Com este propósito, a companhia desenvolveu seu primeiro sistema de gestão empresarial em 2005, que cresceu dentro de uma loja olhando para as necessidades do seu primeiro cliente. “Depois de muita dedicação, as portas foram se abrindo e isso era um ótimo sinal, pois demonstrava que os lojistas acreditavam no time SetaDigital e nos nossos produtos e serviços começaram a crescer”, comemora Kichel.

A partir daí, a empresa quadriplicou de tamanho. Além de ter se tornado uma referência em sistemas de gestão para o varejo calçadista, a Seta também conquistou o título como uma das Melhores Empresas para Trabalhar no Brasil no segmento de Tecnologia da Informação, segundo o ranking elaborado pelo Instituto Great Place to Work® (GPTW) em 2016 e 2017.

De acordo com Kichel, cada conquista da SetaDigital foi acompanhada por um presente: um novo colaborador. E cada novo colaborador ajudou a empresa crescer mais e a transformou em uma empresa melhor. “Na SetaDigital, a melhoria contínua é trabalhada diariamente e acreditamos que temos melhores resultados porque criamos e conquistamos as melhores equipes. Nosso muito obrigado a todos que fizeram e fazem parte dessa história: clientes, parceiros e colaboradores. Eu e a Rosi Kichel somos muito realizados. Com o apoio de todos fomos muito mais longe do que sonhávamos, estamos firmes e fortes na luta pelos próximos 13 anos”, finaliza o fundador da SetaDigital.

Interfy Corporation busca parceiros de negócios na região Sul do Brasil

A Interfy Corporation, empresa disruptiva que está quebrando os paradigmas dos grandes fabricantes de software mundiais com um novo conceito de venda inteligente, está em busca de parceiros na região Sul. Com preço imbatível, permite que qualquer cliente contrate seus produtos através dos parceiros e comece a usar de imediato, na modalidade SaaS (Software as a Service), 100 % em Cloud. “Não se trata de franquia, mas sim de parceria de negócios, o que permite maior ganho para nossos parceiros, sem a necessidade de pagamento de taxas mensais. Com baixo investimento inicial, a margem de ganho pode chegar até 100%”, explica o CEO da Interfy Corporation, Laudemir Valente.

De acordo com Valente, a Interfy acredita na transformação digital das empresas e, para acelerar esse processo, fornece um melhor gerenciamento das informações, de forma acessível e personalizável. “Nossa plataforma é fruto do trabalho de uma equipe que, há 18 anos, desenvolve tecnologia em softwares de gestão corporativa, processos e conteúdo, protagonizando um papel fundamental para o sucesso de clientes que seguem firmes rumo à transformação digital”, explica.

A Interfy está em busca de parceiros que tenham disponibilidade para o negócio, possuam empresa aberta (exceto MEI) e tenham um escritório para a operação. Além disso, é recomendado possuir conhecimento na área de TI e experiência na comercialização de produtos de informática ou softwares. Em contrapartida, é oferecido treinamento comercial e técnico online pela Universidade Interfy e disponibilizado um ambiente de administração dedicado ao parceiro através do qual ele tem o controle para ativar seus clientes em tempo real para qualquer produto disponibilizado pela Interfy, tornando o processo de venda mais rápido e independente.

A companhia oferece aos empreendedores 4 modelos de parcerias, são elas: Platinum, Gold, Silver e Bronze. Os parceiros poderão comercializar as seguintes ferramentas de gerenciamento: ECM – Gestão de Conteúdo Empresarial, BPM – Gestão de Processos de Negócios, BI – Inteligência de Negócio, CRM – Gestão de Relacionamento com o Cliente e ERP – Sistema de Gestão Empresarial, por meio de pacotes ou individualmente. Conheça os modelos de parcerias:

Interfy Bronze Partner Certified – O parceiro terá 10% de comissão sobre todos os produtos da família Interfy, durante todo o período de parceria. O faturamento, a implantação e o treinamento serão de responsabilidade da Interfy.

Interfy Silver Partner Certified – O parceiro terá desconto de 25% sobre todos os produtos da família Interfy, durante todo o período de parceria. O faturamento, a implantação e o treinamento são de responsabilidade do parceiro.

Interfy Gold Partner Certified – O Parceiro terá descontos de 35% sobre todos os produtos da família Interfy, durante todo o período de parceria. O faturamento, a implantação e o treinamento são de responsabilidade do parceiro.

Interfy Platinum Partner Certified – O Parceiro terá descontos de 50% sobre todos os produtos da família Interfy, durante todo o período de parceria. O faturamento, a implantação e o treinamento são de responsabilidade do parceiro.

Mais informações sobre o Programa de Parceria Interfy no link: www.interfy.io/pt/seja-um-parceiro ou acesse o site da empresa www.interfy.io. Contato pelo e-mail: partners@interfy.io ou pelo telefone: (11) 5929-8900 – Ramal 2001.

Treetech e DB1 anunciam software para gestão de ativos para concessionárias de energia elétrica

Produtividade é a palavra-chave em qualquer operação que busca eficiência. Para as concessionárias de energia não é diferente e a otimização do trabalho das equipes de campo é fator crítico para a obtenção de melhores indicadores e reduções consideráveis no custo e no tempo de deslocamento, e uma melhora sensível na eficiência operacional e disponibilidade do sistema, graças ao aumento da inteligência no processo.

Há mais de 25 anos a Treetech é pioneira no desenvolvimento de Sensores Inteligentes e softwares de Monitoração On-line de ativos de GTD e, por esse motivo, é uma grande especialista no segmento de energia elétrica. Em parceria com a DB1 Global Software, a Treetech desenvolveu a plataforma de TI Sigma EAM (Entreprise Asset Management), que realiza a gestão avançada de ativos de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica.

A plataforma Sigma EAM é composta por versões mobile e web e é considerada o estado da arte para a automatização de processos de manutenção e gestão de ativos com grande foco na oferta para grandes concessionárias de energia elétrica. Ainda incorpora – de forma nativa – as filosofias de Smart Grid e IoT, integrando naturalmente os sensores e sistemas às rotinas da manutenção e consolidando o processo de migração da manutenção preventiva para a preditiva, baseada no real estado dos ativos.

A EAM possibilita uma gestão otimizada dos ativos e dos recursos de manutenção, proporcionando importante redução dos gastos operacionais e maximização dos resultados empresariais ao permitir que os ativos sejam efetivamente integrados aos diversos níveis decisórios da empresa.

O projeto de desenvolvimento de software EAM começou em 2012 e contou com a participação de uma equipe de 15 profissionais da DB1, que já lançaram 100 mil horas programação e 319.434 linhas de código. Em 2016 o sistema foi implantado na primeira concessionária de energia elétrica que possui aproximadamente 3.500 km de linhas de transmissão e 6.000 torres.

Para Soad Misleh Giroto, analista de sistemas da Treetech e uma das responsáveis pelo EAM, um dos principais benefícios da parceria com a DB1 Global Software é a proximidade nas relações. “Desde o começo estivemos próximos dos desenvolvedores e da gestão da empresa e todos possuem excelente capacitação técnica. Hoje posso dizer que tenho o time de desenvolvimento como uma parte da família Treetech”.

Para David Santos, diretor da unidade de IT Services da DB1, as equipes da Treetech e da DB1 trabalharam muito unidas na busca de soluções dos problemas. “Foram alguns anos de trabalho e muita parceria, pois queríamos mostrar o valor da fábrica de software da DB1 e em uma entrega de qualidade para conseguir escalonar novos projetos junto à Treetech”, comenta David.

Por que mais de 85% dos projetos de software atrasam?

À medida que os projetos de software se tornam cada vez mais estratégicos para empresas de todos os segmentos e um importante elemento competitivo, possíveis atrasos no prazo de entrega estipulado em contrato podem representar prejuízos aos contratantes. De acordo com uma pesquisa da McKinsey, aplicada pela Universidade de Oxford, grandes projetos de TI ultrapassam em média 45% do orçamento inicial e atrasam em 7% em relação ao cronograma originalmente apresentado pelo fornecedor.

Para ajudar as empresas a tomarem a decisão certa na hora de contratar os serviços de uma fábrica de software, a DB1 acaba de lançar um material de valor: “MAIS DE 85% DOS PROJETOS DE SOFTWARE ATRASAM. Assim como reformas, parecem não acabar nunca” em que discute as razões que levam aos atrasos e como evitá-las. O download pode ser feito em http://conteudo.db1it.com.br/porque-projetos-de-software-atrasam

De acordo com David Santos, diretor da unidade de IT Services da DB1, “a falta de artefatos mínimos, gestão eficiente do projeto, tempo e recursos causa um bloqueio enorme na produtividade da equipe, retrabalhos e consequentemente prazos estourados. A equipe vai por um caminho e o cliente por outro. Para se encontrarem depois, demora, custa mais caro e isso atrasa e encarece o projeto”, explica o executivo.

O material faz um paralelo interessante com a construção civil e o desenvolvimento de software e lista os principais motivos que levam um projeto a estourar o orçamento e prazo de entrega, o que é necessário avaliar antes de contratar uma empresa de desenvolvimento de software, além de sugestões de metodologias e práticas que visam a eficiência nos projetos.

A DB1 Global Software faz parte de um seleto grupo de empresas que possuem certificação CMMI-3, que atesta a aderência ao padrão internacional de qualidade de software, é a única empresa de tecnologia do Brasil com certificação MPSBR nível A, e possui de 94% de índice de satisfação de clientes, sendo que oito a cada dez clientes dão nota máxima a empresa.

TICNOVA, em Maringá, reúne APLs de TI e fortalece cidade como polo de tecnologia

O setor de tecnologia da informação e comunicação (TIC) de Maringá e região conseguiu mais uma vez, com a organização do TICNOVA, superar as expectativas dos próprios empresários, academia e profissionais. Com envolvimento de mais de mil pessoas, foram realizadas grandes palestras, debates, rodadas de negócios, pitchs e mostra de trabalhos científicos.

Foi a quarta edição do TICNOVA, uma realização da Software By Maringá (SbM), SindTI e APL de Software, com correalização do Sebrae e Senai e apoio da Prefeitura de Maringá. O evento mostrou que há um grande otimismo com o presente e o futuro da tecnologia da informação, já que a cada dia, as pessoas estão mais envolvidas com o ambiente virtual, seja no trabalho, no lazer, no lar, nos esportes ou hobbies.

“Contamos com a participação de sete instituições de ensino superior, governo do estado, empresas do setor, profissionais e alunos de graduação e pós-graduação. Expandimos nossas fronteiras com o envolvimento da Unimed e da Cocamar, o que nos abre novas oportunidades de inovação e negócios. Foi mais um grande passo para consolidar nossa região como pólo de TI do Brasil”, resume o presidente da SbM, Edney Mossambani.

Foram três dias de debates sobre atualização tecnológica, difusão de tendências, aplicação de conceitos e geração de inovação, sejam novas tecnologias, empreendedorismo e carreira, negócios e oportunidades. Para Mossambani, as empresas se prepararam e estão trabalhando para não serem apenas usuárias de tecnologia, mas, principalmente, pioneiras no desenvolvimento de soluções inovadoras.
Abertura

A abertura TICNOVA foi dia 17 de agosto às 19 horas no Teatro Calil Haddad com a palestra magna “Empreendedorismo e Resiliência”, ministrada pelo empresário João Ricardo Mendes – fundador do Hotel Urbano, empreendimento que, em julho de 2015, foi avaliado em R$ 2 bilhões. O evento contou com a presença de autoridades municipais e do governo do estado.

Os eventos seguintes foram realizados no CTM/Senai, que abrigou minicursos abordando temas como Startups, computação gestual, games, drones, cloud computing, Realidade Virtual em Dispositivos Móveis, mercado de Internet das Coisas, desenvolvimento de produtos, metodologias ativas, Programação em Cordova e Ionic, e Business Model – Canvas Modelando seu Projeto.

O empresário Luciano Alberti Trevisan participou de vários eventos do TICNOVA e destaca que o evento é fruto de uma grande união que existe no ecossistema regional. “Unimos o olhar empresarial com a visão acadêmica através da participação de diversas instituições de ensino superior. Este ano, agregamos o agronegócio e a saúde aos debates. É fundamental essa visão geral do que cada um está fazendo. Damos as mãos para avançar na questão tecnológica de forma disciplinar e colaborativa”, ressaltou Trevisan.

O próprio secretário de Ciência e Tecnologia do Governo do Paraná, Evando Razzoto, participou de vários momentos do TICNOVA. Ele destacou o ecossistema de Maringá, principalmente ao comentar o entrosamento entre a tecnologia e a área da saúde. “Percebemos que todos aqui querem conversar. Maringá sai na frente mais uma vez. Esse evento vai revolucionar a área”, disse.

Trilhas Especiais

O TICNOVA contou este ano com duas trilhas novas, além das tradicionais Negócio, Startup, Tecnologia, Segurança, Games e Academia. A Unimed apoiou a Trilha da Saúde e a Cocamar a Trilha do Agronegócio. Na sexta-feira, dia 19, Vinicius Bagnarolli, gerente Global Business Unit de Saúde da Oracle na América Latina, falou sobre “Soluções Inovadoras em Análise de Dados de Saúde”. Evandro Razzoto abordou o tema Inovação e saúde, que foi seguido de um debate.

Participaram do debate o próprio Razzoto; o empresário Severino Benner; a pró-reitora de extensão e Cultura da Universidade Estadual de Maringá, Itana de Souza Gimenes, professora de Engenharia de Software; e Mirian Ueda Yamaguchi, professora no curso de Farmácia da Unicesumar. Os objetivos foram destacar a importância da união entre os diversos atores, levantar iniciativas atuais ligadas à inovação e identificar se as pequenas empresas do setor também inovam.

Severino Benner elogiou a iniciativa e pontuou que “hoje, no Brasil, não existe colaboração no setor da saúde e não há centralização das informações. Ele alertou que a população está envelhecendo e que os problemas no setor vão de agravar com a falta de hospitais e médicos. “Estes desafios só serão enfrentados com a tecnologia. A saúde tem que passar por uma “uberizacao”. Temos que monitorar os idosos com a internet das coisas, vídeo consultas e outras inovações. É fundamental unir medicina e TI”.
Itana Gimenes lembrou que a UEM é uma geradora de ideias inovadoras e tem formado profissionais que contribuem para o desenvolvimento da cidade. Ela lembrou que um estudo recente da universidade detectou, por exemplo, que ainda existem casos de tuberculose em Maringá.

Mirian Yamaguchi contou que a Unicesumar trabalha há cinco anos com projetos interdisciplinares. “O início foi difícil pela diversidade de visões. Mas, hoje trabalhamos afinados, conquistamos ótimos resultados e a experiência é muito enriquecedora”. A professora aprovou a iniciativa de unir os diversos atores em Maringá para uma discussão conjunta e contou que não sabia da existência de um ecossistema de TI tão organizado na cidade.

Edney Mossambani contribuiu com os debates lembrando experiências que existem no exterior provando o quanto a tecnologia da informação pode contribuir com a área da saúde. E destacou: “precisamos definir se queremos ser consumidores ou protagonistas. Posso garantir que estamos preparados para criarmos soluções inovadoras e consolidar nossa região como pólo nacional de TI”.

Em continuidade à parceria com o setor da saúde, será realizada nos dias 27 e 28 deste mês na Unicesumar, a Maratona de Programação Hackathon Unimed. O evento vai reunir grupos de designers, programadores e profissionais da área de TI, com o objetivo de desenvolver soluções inovadoras em uma maratona de 24 horas. O objetivo é estimular iniciativas que promovam soluções digitais e beneficiem a saúde suplementar no Brasil.

Agronegócio

A Cocamar foi responsável pela palestra “Ecossistema Inovação no Agronegócio”. O setor também contou com um painel formado pelo Emerson da Silva Nunes, Coordenador Técnico da Cocamar; pelo empresário Ricardo Matiello, representando o setor de TI; pelo professor Dauri Tessmann, do Departamento de Agronomia da UEM; pelo secretário Evandro Razzoto; e por Paulo Victor Fleming, diretor de Exatas da Unicesumar. A condução do painel foi do diretor do Centro de Inovação de Maringá, Leonardo Quintino.

Estudos apontam que, até 2030, a população mundial chegará a 8 bilhões de pessoas, o que implicará em um aumento considerável na produção de alimentos, com acréscimo de 50% da necessidade de energia e 30% de água. E o Brasil tem papel importante neste contexto, necessitando cada dia mais da tecnologia da informação para aumentar os índices de produtividade.

Por isso, a Cocamar tem investido em sua área de TI, buscando a inovação e mirando em projetos que são o core da empresa. Em 2015, a cooperativa ganhou o prêmio “As 100 + inovadoras no uso de TI”, realizado pela IT Mídia. A Cocamar integrou o software de geoprocessamento ao ERP, aumentando a interação entre as equipes de TI e Produção Agrícola. Um exemplo prático de como a área de TI pode auxiliar no agronegócio é o uso de drones para melhorar a produtividade das lavouras.

Estudos mostram que 80% das tecnologias com drones serão aplicadas no campo. Hoje existem soluções que analisam as imagens aéreas feitas por drones e apontam, por exemplo, o melhor momento para irrigação, necessidade de adubação, e monitoramento de pragas e doenças, entre outras.
Rodadas de Negócios

O TICNOVA reservou momentos para que os participantes apresentassem suas empresas, durante os Pithcs que foram seguidos de rodadas de negócios. A iniciativa contou com empresários de outros ecossistemas, já que foi realizado, nos dias 18 e 19 de agosto, o Encontro dos líderes dos seis Arranjos Produtivos Locais na área de TI – Maringá, Curitiba, Londrina, Campos Gerais, Sudoeste e Oeste. O encontro contou com a presença do Coordenador estadual do Programa de TI Software do Sebrae/PR, Emerson Cechin. Um dos temas tratados foi a recém-criada Governança de TIC do Paraná, que é considerada como uma consolidação do esforço conjunto de quase uma década dos Arranjos Produtivos Locais (APL). “É o primeiro trabalho sinérgico em que direcionamos esforços. Antes disso, por bluehost优惠码 meio de estudos, já sabíamos aonde estávamos indo, mas a Governança traça esse caminho para chegar lá, juntos, com um objetivo comum”, explica o consultor. O primeiro trabalho da Governança foi o início de um planejamento estratégico do setor. O objetivo é traçar caminhos para fortalecer o polo de negócios em TIC no Paraná. O presidente da Assespro-Paraná participou do TICNOVA e do encontro de APLs e salientou que “os primeiros resultados da criação da Governança Estadual de TIC são frutos da união dos empresários do setor”. “Já conseguimos estabelecer uma meta ousada de liderar os negócios de TI na América Latina até 2035 e isso é uma grande conquista do trabalho em equipe dos APLs com o poder público e a academia, completa Sandro Molés da Silva.

Entre os objetivos do TICNOVA estão a união de vários atores para fortalecimento do ecossistema na busca pela inovação. Desafios que estão afinados com os próprios objetivos da Governança. Para Cechin, é preciso integrar “os setores em nível estadual, para desenvolver o Paraná, e estar alinhado a tendências globais. Por sua transversalidade, a TIC tem impacto direto em todos os segmentos da economia”, reforça o consultor.

Também durante o TICNOVA foi realizada a Mostra de Trabalhos Científicos e Tecnológicos O objetivo foi incentivar alunos de graduação e pós-graduação em Computação e áreas afins a escreverem textos científicos ou tecnológicos sobre trabalhos realizados por eles. Os três melhores foram premiados.
A mostra contou com um comitê coordenado pela professora Luciana Martimiano (UEM) e com participação dos professores Daniel Kikuti (UEM) e Ludovico Omar Bernardi (Unicesumar). Foram submetidos 12 trabalhos, sendo oito da UEM, três da Uicesumar e um da Faculdade Eficaz. Um dos trabalhos era de uma aluna de especialização, os demais de alunos de graduação. Os alunos da UEM são alunos dos cursos de Bacharelado em Informática e em Ciência da Computação.

Foram aceitos 10 trabalhos para apresentação via pôster. Os trabalhos premiados foram: 1º. Inclusão de acessibilidade no repositório online Netanimations, dos alunos Lailla Milainny Siqueira Bine e Luciana Andréia Fondazzi Martimiano (UEM); 2º. Estilos/Padrões arquiteturais e variabilidade em Systems of Systems, de Fernando Todão e Edson Alves de Oliveira Junior (UEM) e 3º. Planejamento e programação de atividades de manutenção de software utilizando uma heurística de transporte, de Hugo Henrique Fumero de Souza (Unicesumar).

Um dos momentos de maior empolgação no TICNOVA foi durante o Campeonato de Robô – Lego, também realizado no CTM-Senai. O evento teve participação de seis equipes de alunos do Colégio Branca da Mota, Senai e Unicesumar. A equipe do Senai, do curso técnico de Jogos Digitais, foi a vencedora. O prêmio foi um vale-compras da Coopercred.

Assespro-Paraná lança ação para analisar demandas de associados

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A regional Paraná da Assespro – Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação iniciou um levantamento de informações para analisar demandas de associados. Em comunicado, o presidente da entidade, Sandro Molés da Silva, pede que os empresários do setor de TI respondam a um breve questionário que aborda questões relativas a temas, em discussão no Congresso Nacional, que afetam diretamente o setor como, por exemplo, terceirização, desoneração de folha de pagamento e novas faixas do Simples.

Veja o comunicado com o link para participar.

Prezado Empresário,

O Brasil vive um momento decisivo em que se discutem medidas impactantes para o nosso setor (Desoneração da folha de Pagamento, Terceirização e a decisão da nova regra do Simples Nacional), que podem mudar a situação de nossas empresas para melhor, mas também para pior.

Sua opinião é muito importante e, em menos de cinco minutos, no link abaixo, você pode nos ajudar com algumas respostas que vão contribuir para o direcionamento da Assespro na defesa de nossos interesses.

https://docs.google.com/a/assespropr.org.br/forms/d/1o4X9IPbwT7dJOrIZkIkhNKW3pOwJUxvyKwjqYDoJpRU/viewform

Contamos com seu apoio.

Atenciosamente,

Sandro Molés da Silva| Diretor – Presidente