SetaDigital debate indicadores e experiência de consumo do varejo calçadista durante a Zero Grau

A SetaDigital, software house especializada no varejo calçadista, leva para a Zero Grau, feira de calçados e acessórios para lojistas que acontece de 19 a 21 de novembro em Gramado, no Rio Grande do Sul, suas palestras direcionadas ao setor apresentando novidades em gestão e tendências.

O CEO da SetaDigital, Vanderlei Kichel, levará indicadores recentes do setor e que foram extraídos das ferramentas de gerenciamento da companhia que atende mais de 1,5 lojas de calçados no País. O executivo apresentará o ritmo de crescimento do varejo calçadista com base nos últimos dois anos, trazendo informações como faturamento, ticket médio, markup média e peças por atendimento. Além disso, fará um compilado referente algumas análises dos últimos três anos. A palestra de Kichel acontece dia 20.11 às 15h.

No dia 21.11 às 14h, a gestora de expansão da SetaDigital, Rubia Vitt, leva o tema “Seu cliente pede desconto? Descubra como tornar sua marca mais desejada”. De acordo com Rubia, o lojista deve aproveitar o contato com o cliente para agregar valor aos produtos, focando em uma venda consultiva, ou seja, que entenda o produto que o cliente almeja e para quais situações ele será utilizado. Com essa estratégia de diferenciação, a ideia é vender o intangível, pois a melhor venda é aquela feita sem falar de preço. Além disso, Rubia levará três dicas para lidar com o cliente que só quer preço baixo.

SetaDigital completa 13 anos e registra crescimento de 33% em 2018

A SetaDigital, companhia de Tecnologia da Informação especializada no varejo calçadista com sede em Cascavel, no Paraná, completa 13 anos de operação e comemora com um crescimento de 33% nos resultados consolidados do terceiro trimestre de 2018.

Para 2019, a empresa espera crescer acima de 20%, além de consolidar projetos de inovação omnichannel e no mercado de franquias. “Queremos ser reconhecidos como referência para franquias de moda e estamos empenhados em trazer ao mercado soluções que se adequem ao novo perfil de consumo, que se conecta ao varejo por meio de diferentes canais”, comenta o CEO e fundador da companhia, Vanderlei Kichel.

A empresa, que nasceu em 2005 com o intuito de sempre se colocar no lugar do cliente para entender o que ele precisa, hoje atende a 1,5 mil lojas e conta com um laboratório, a Sapati Sapataria Inteligente, que é uma loja de calçados onde são testadas as tecnologias da SetaDigital antes de serem comercializadas. “A ideia sempre foi pegar um problema complexo e desenvolver uma solução simples”, explica Kichel.

Com este propósito, a companhia desenvolveu seu primeiro sistema de gestão empresarial em 2005, que cresceu dentro de uma loja olhando para as necessidades do seu primeiro cliente. “Depois de muita dedicação, as portas foram se abrindo e isso era um ótimo sinal, pois demonstrava que os lojistas acreditavam no time SetaDigital e nos nossos produtos e serviços começaram a crescer”, comemora Kichel.

A partir daí, a empresa quadriplicou de tamanho. Além de ter se tornado uma referência em sistemas de gestão para o varejo calçadista, a Seta também conquistou o título como uma das Melhores Empresas para Trabalhar no Brasil no segmento de Tecnologia da Informação, segundo o ranking elaborado pelo Instituto Great Place to Work® (GPTW) em 2016 e 2017.

De acordo com Kichel, cada conquista da SetaDigital foi acompanhada por um presente: um novo colaborador. E cada novo colaborador ajudou a empresa crescer mais e a transformou em uma empresa melhor. “Na SetaDigital, a melhoria contínua é trabalhada diariamente e acreditamos que temos melhores resultados porque criamos e conquistamos as melhores equipes. Nosso muito obrigado a todos que fizeram e fazem parte dessa história: clientes, parceiros e colaboradores. Eu e a Rosi Kichel somos muito realizados. Com o apoio de todos fomos muito mais longe do que sonhávamos, estamos firmes e fortes na luta pelos próximos 13 anos”, finaliza o fundador da SetaDigital.

Qual a importância do propósito no planejamento?

Por Rodrigo Ribeiro, especialista em vendas no setor calçadista e parceiro da SetaDigital

Como o próprio mundo nos indica, a única certeza que temos é de que tudo à nossa volta uma hora vai mudar. Sendo assim, adequar-se às novas circunstâncias de mercado, tais como perfil de consumo, técnicas de gestão e estratégias de produtividade é uma condição de sobrevivência.

Destaque especial para um dos maiores desafios da atualidade: planejar a médio e longo prazos em um cenário flutuante. Parece impossível, mas, quando temos um propósito em nosso planejamento, o futuro imprevisível passa a ser um desafio a ser conquistado no presente.

O propósito é o alicerce que mantém o planejamento vivo em qualquer circunstância apresentada em todos os cenários de nossa vida. Durante muitos anos ouvíamos a seguinte frase: “Você precisa andar no trilho”! Esta expressão caiu por terra, devemos trilhar nosso caminho, nos moldando a todas as condições que são apresentadas em nosso cotidiano.

Devemos ter a clareza que um planejamento nasce para ser um guia, mas ele não pode se engessado, porém adaptado aos novos modelos mercadológicos que constantemente nascem e mudam em todos os locais do mundo. Quando temos um propósito forte, tendo a consciência que devemos trilhar um caminho permanente de mudanças, o planejamento será a base inicial, mas com adaptações em seu percurso para atingir o resultado final.

Gosto da simbologia do dia mundial das promessas. Isso mesmo: primeiro de janeiro. Todos nós fazemos promessas para o ano inteiro, que na maioria das vezes não dura mais do que simplesmente um ou dois meses. Sabe por quê? Falta propósito, que é a força que nos move em direção à realização de nossas metas. Do que adianta ter velocidade se você não tem direção?

Propósito é dar direção ao planejamento, com uma regularidade de conquistas que, mesmo parecendo morosas, são sólidas e com datas previamente definidas dentro de uma coerência possível de serem realizadas.

Sabemos que estamos trilhando pelos caminhos da incerteza e o propósito vai garantir a resiliência de seguir em frente, afinal de contas é de batalha que se vive a vida. Qual é o seu propósito de vida?

Conhecimento, planejamento, estratégia e disciplina: quatro pilares essenciais para resultados positivos

Por Rodrigo Ribeiro

O que queremos de nosso País? Ao fazer esta pergunta, pensamos numa nação que tenha resultados positivos, seja economicamente forte, tenha menos desemprego e que a educação seja a base da reestruturação, ou seja, um Brasil bem diferente deste que estamos vivendo.

Mas, para termos resultados positivos, precisamos trabalhar quatro pilares essenciais em nossas vidas pessoais e profissionais para a realização de todos os nossos projetos. São eles: conhecimento, planejamento, estratégia e disciplina.

1 – Conhecimento

Infelizmente, vejo como um dos maiores problemas do nosso País a falta de conhecimento pedagógico. O desinteresse é tanto que na maioria das palestras que ministro não consigo tirar dos meus ouvintes o nome de um livro que tenha lido nos últimos seis meses, ou um curso, de qualquer área para seu próprio aperfeiçoamento e crescimento nos últimos doze meses. E você? Entraria nesta estatística?

A maioria do povo brasileiro perdeu o interesse pela atualização e, por consequência, não consegue atingir seus resultados pela falta de capacitação que tem sido constantemente exigida pelo mundo corporativo moderno.

E não falo apenas do conhecimento cotidiano, falo do conhecimento de especialista, afinal de contas vivemos na era da especialização e sempre que precisamos de algo vamos buscar o profissionalismo que exigimos do perito no assunto.

2 – Planejamento

Particularmente, gosto muito de falar deste tema. Você decolaria em um voo sem planejamento para a viagem? Quando alçamos nosso voo sem planejamento, sem uma rota bem definida, a catástrofe será certa. Novamente, estou vendo uma fragilidade enorme em grande parte da população brasileira, que começa sua rota de vida sem saber para aonde está indo. O resultado desta falta de planejamento é um País endividado, sem recursos para novos investimentos e, automaticamente, uma economia fragilizada.

Mas, com a instabilidade do País, devo alertar que não podemos ter um planejamento engessado, andar como um trem no trilho. Temos que andar como se fosse em uma trilha, desviando de todas as surpresas que recebemos durante o trajeto.

3 – Estratégia

As novas experiências têm sido as responsáveis pelos grandes resultados positivos que vivenciamos a cada momento. Portanto, chega de querer aumentar seus resultados fazendo as mesmas coisas. Na verdade, esta fórmula vai inverter o objetivo inicial, ou seja, ao invés de resultados positivos, os gráficos de resultados começarão a declinar.

Segundo a revista Forbes, 18% das empresas americanas contratam seus funcionários com base em criatividade, sendo assim, para estratégias inovadoras, é essencial criar.

Cabe aos líderes instigarem suas equipes a criarem novas estratégias com uma necessidade de inovação para executar o planejamento proposto e fazer a empresa decolar cada vez mais para os resultados satisfatórios.

4 – Disciplina

Por fim, chego ao ponto mais importante deste artigo e, talvez, você pergunte: por que? Não adianta ser um especialista com alto nível de conhecimento, ter um planejamento muito bem estruturado com um propósito forte para mantê-lo em qualquer circunstância, estratégias criativas e inovadoras, se não houver disciplina para aplicar tudo isso.

Não falo de disciplina de vez em quando, mas sim como comportamento. Aproveitando o período da Copa do Mundo, um grande exemplo vem à minha mente. Nosso último capitão a erguer uma taça mundial, o Cafú. um atleta de disciplina exemplar, que superou todas as limitações técnicas e venceu na a aplicação tática devido ao seu alto nível de disciplina.

Como ele conseguiu alcançar tal feito? Com disciplina, que é a base para a aplicação do conhecimento, planejamento e estratégia. Quer resultados positivos em sua vida profissional e pessoal? Aplique estes quatro pilares, mas não se esqueça desta última dica: metas são alcançadas com disciplina!

Rodrigo Ribeiro, especialista em vendas no setor calçadista e parceiro da SetaDigital.

SetaDigital promove a integração entre a indústria e o varejo no setor calçadista

A SetaDigital, companhia de Tecnologia da Informação especializada no setor calçadista, apresenta sua solução de inteligência de negócio para o varejo que, além de trazer indicadores de vendas de cada loja e estatísticas de mercado baseadas nas informações do varejo calçadista, ainda promove um processo de colaboração entre o varejo e a indústria. A solução, que é disponibilizada no modelo SaaS (do inglês, Software as a Service), proporciona a facilidade de acesso às informações por estar na nuvem.

Denominada IMC, a ferramenta disponibiliza três módulos com informações em tempo real. O primeiro módulo fornece aos lojistas análises sobre suas vendas, proporcionando indicadores relacionados ao faturamento, ao tíquete médio por venda e por produto. Já o segundo módulo traz estatísticas de mercado baseadas nas informações processadas pela SetaDigital, tais como os movimentos de vendas em datas comemorativas e o comportamento do consumidor em relação à procura por produtos mais caros ou mais baratos, que são indicadores usados para a comparação entre a loja usuário do sistema e o varejo calçadista em geral.

O terceiro módulo, que é a grande novidade no setor, envolve um processo colaborativo entre a indústria e o varejo. O sistema permite que o lojista autorize o acesso da indústria ao portal IMC e acompanhe informações como estoque, mark-up, cobertura de vendas, entre outras. Com isso, a indústria consegue apoiar o varejista no processo de compra, por exemplo, evitando a ruptura de produtos com maior demanda, assim como suporta a logística de estoque, proporcionando uma operação próxima ao just in time na reposição de produtos.

“A indústria e o varejo passam a atuar de forma colaborativa, promovendo uma relação de sucesso em que ambos ganham e, consequentemente, reflete no consumidor, que passa a usufruir de melhores condições na hora da compra”, explica o CEO da SetaDigital, Vanderlei Kichel.

A nova solução será lançada durante a 27ª edição do Salão Internacional do Couro e do Calçado (SICC), evento em que a SetaDigital levará seu portfólio de inovações que apoiam os lojistas a tomarem as melhores decisões relacionadas à compra e à venda, bem como proporcionarem uma experiência de compra diferenciada aos consumidores. O evento, exclusivo para lojistas, acontece de 21 a 23 de maio no Serra Park em Gramado, no Rio Grande do Sul, e nesta edição trará os lançamentos da primavera-verão.

Inteligência Omnichannel

Outro destaque da companhia será a ferramenta denominada Inteligência Omnichannel, que visa flexibilizar a operação de venda, integrando todas as informações entre os universos físico, virtual e móvel. A novidade é que agora, além de fazer a integração das informações, o sistema analisa e sugere quais são as melhores opções do ponto de vista fiscal, logístico e comercial.

“Com a rápida evolução da tecnologia, uma das grandes tendências no mercado do varejo é dispor de uma plataforma que atenda ao consumidor Omnichannel, que está presente em praticamente todos os canais de compra, como internet, televisão, rádio etc”, pontua Kichel.

Carteira Digital

Para a frente de loja, os destaques são as tecnologias que agilizam os pagamentos para minimizar as filas nos caixas e garantir uma melhor experiência para o cliente. O Check out móvel, por exemplo, permite que o próprio vendedor finalize a venda no salão. Basta passar os produtos no aplicativo, efetuar o pagamento com cartão de crédito e imprimir a nota fiscal em uma impressora conectada à rede.

Já as Moedas Digitais, por sua vez, finalizam o pagamento por proximidade. Basta aproximar o celular da máquina de cartões. “Uma pesquisa recente mostrou que 53% dos usuários se importam com o serviço de caixa e que ele deve ser rápido. O cliente pode demorar uma hora para escolher o produto, mas na hora de pagar ele geralmente está com pressa. Por isso, focamos nossos esforços para que o caixa seja muito rápido com o objetivo de atender o desejo do consumidor”, revela o CEO.

Loja laboratório presente no SICC

Todas as inovações poderão ser testadas pelos lojistas na M-Store, protótipo da loja laboratório da SetaDigital – a Sapati Concept Store, localizada em Cascavel, no interior do Paraná – que foi especialmente desenvolvida para o SICC em parceria com a Merkator Feiras e Eventos, promotora da feira.

Além de todas as tecnologias, uma Vitrine Interativa, conectada a sensores de movimento, permitirá que o cliente, do lado de fora da M-Store, interaja com a tecnologia. “Vamos apresentar a opção de como se vestir. O cliente passa na frente da vitrine e com um toque pode visualizar opções de looks para vestir com o calçado exposto”, acrescenta a gestora de expansão da SetaDigital, Rubia Vitt.

Presente no evento pelo terceiro ano consecutivo, a M-Store tem como missão inspirar os lojistas com tecnologias que inovam o negócio. “Nossa proposta é desenvolver novas práticas de gestão e de vendas, que são testadas na Sapati e transferidas para o setor, beneficiando todo o ecossistema”, finaliza Kichel.

27ª Salão Internacional do Couro e do Calçado (SICC)

Quando: De 21 a 23 de maio de 2017

Horário: das 9h às 19h

Local: Serra Park

Endereço: Rua Viação Férrea, 100 – Três Pinheiros, Gramado – RS

Por que capacitar os profissionais de vendas?

Por Rodrigo Ribeiro

Tornar-se vendedor em nosso País, na maioria das vezes, acontece por conta de uma necessidade financeira ou por alguma oportunidade inesperada. A verdade é que quando menos você espera, já está vendendo alguma coisa.

Diferente de outros profissionais, que estudam e se formam para depois começarem a exercerem suas atividades por formação, como por exemplo os médicos, advogados, engenheiros etc, os vendedores não se formam, eles se tornam.

Infelizmente, vendedor é uma obra do acaso, do destino ou, como alguns acreditam, é uma vocação. Não são profissionais por capacitação, mas sim por necessidade momentânea. Porém, muitos se apaixonam por vendas e desenvolvem suas carreiras na nobre arte de vender.

Poucos empresários se dão conta que o setor de vendas funciona como o coração da empresa. São elas que impulsionam todo o sangue que percorre pelo corpo organizacional. Sem vendas, a empresa deixa de existir. Parece um clichê, mas é a pura verdade. Vamos imaginar que a partir de amanhã sua empresa pare totalmente de vender. O que acontece? Falência múltipla de órgãos ou, de maneira bem simples, morre.

Algumas empresas percebem isso tarde demais e, quando se dão conta, enchem seus setores comerciais com pessoas sem capacitação, sem propósito e, principalmente, sem compromisso com a principal meta que toda organização possui: o faturamento.

Investir na capacitação dos profissionais de vendas assegura uma equipe treinada e capaz de cumprir seu verdadeiro papel, que é superar todos os dias as metas de faturamento de sua empresa. Caso contrário, prepare-se para conhecer os trâmites jurídicos de uma empresa que caminha para a falência.

Um profissional de vendas não pode mais usar antigas técnicas do passado, ou simplesmente, falar muito e ouvir pouco. O consumidor moderno possui uma gama de informações em seu favor. Sendo assim, um vendedor precisa sempre estar um passo à frente do cliente, com atualizações constantes e uma prestação de serviço exclusiva para cada atendimento que realiza. Desta maneira, ele vai fazer o cliente vivenciar uma das palavras mais citadas no cotidiano do mundo corporativo, uma experiência única.

Mas, o mesmo vendedor que causa experiências positivas, também pode gerar experiências negativas, por isso sua equipe de vendas, faça da sua equipe de vendas verdadeiros profissionais na arte de vender para que possam realmente entender as características, vantagens e benefícios dos produtos ou serviços que oferecem. O resultado é uma empresa forte, bem-sucedida e, principalmente, com metas superadas mensalmente.

Rodrigo Ribeiro é especialista em vendas no setor calçadista e parceiro da SetaDigital, software house especializada no varejo calçadista.

SetaDigital apresenta tecnologias para a gestão de lojas de calçados durante a 40 Graus

A SetaDigital, software house especializada no varejo calçadista, leva para a 40 Graus, feira de calçados e acessórios para lojistas, suas tecnologias de gestão que atuam em processos chaves do setor, tais como compras, estoque e vendas. O evento acontece de cinco a sete de março em Natal, no Rio Grande do Norte.

Há 12 anos estudando e desenvolvendo soluções que apoiam o varejo de calçados, contando inclusive com um loja laboratório – a Sapati – Sapataria Inteligente – para testar suas novidades, a SetaDigital entende que uma das principais dores dos lojistas está relacionada ao acúmulo de estoques em suas lojas devido às dificuldades no planejamento de compras, que interfere diretamente nas vendas. “A consequência deste cenário é um fluxo de caixa apertado, que prejudica o resultado do negócio”, explica o CEO da SetaDigital, Vanderlei Kichel,

Pensando em melhorar este gargalo, a companhia propõe aos lojistas uma revisão dos principais processos do negócio com a inserção de tecnologias que apoiem a gestão, entre elas o elas o SetaApp Inventário. O aplicativo realiza a contagem de produtos no estoque por meio da câmera do celular ou de um leitor de código de barras bluetooth. O diferencial da aplicação é que, por ser integrada ao sistema de gestão empresarial da SetaDigital, é possível exportar o inventário para o ERP e acertar o estoque com um clique. Além disso, agiliza e facilita a contagem de estoque.

Para a frente de loja, a solução apresentada para agilizar o processo de venda e diminuir ou extinguir as filas dos caixas é o SetaApp Pré-Venda. O aplicativo dinamiza o processo de vendas para pagamentos em dinheiro ou pode ser finalizado no próprio app no caso de pagamentos com cartão.

Outra ferramenta de gestão apresentada pela Seta é o SetaApp. O aplicativo que permite demonstrar as análises de vendas e compras para a tomada de decisão no momento da compra dos calçados, tendo como diferencial a possibilidade de salvar a consulta off-line dentro do próprio aplicativo. Algumas possibilidades de análises são: vendas e compras por loja ou grupos de lojas; itens vendidos e comprados; ticket médio; total e markup das vendas por vendedor; vendas e compras por ano ou mês, entre outras.

“A partir da nossa loja laboratório entendemos melhor as dificuldades dos lojistas, propondo as ferramentas exatas para ajudá-los a encontrar soluções de forma mais fácil, com foco em produtividade e melhores práticas”, finaliza Kichel.

40 Graus – Feira de Calçados e Acessórios

Quando: De 05 a 07 de março de 2018

Horário: das 10h às 18h

Local: Centro de Convenções de Natal

Endereço: Av. Sen. Dinarte Mariz, 6664-6704 – Ponta Negra, Natal – RN

Dez passos para fazer um inventário de estoque

Por Vanderlei Kichel

O inventário de estoque é uma tarefa trabalhosa e driblar os entraves deste processo só é possível por meio de planejamento. As boas práticas irão ajudar a fazer um plano de ação para facilitar a contagem dos produtos e melhorar a gestão do seu estoque a curto, médio e longo prazo.

Primeiramente, a adoção da leitura do código de barras e a organização das atividades que norteiam a contagem irão reduzir consideravelmente o tempo que você utiliza para fazer o balanço de estoque. Além disso, existem atividades que antecedem o dia da contagem que farão toda a diferença no final. Não deixe para decidir tudo em cima da hora porque a probabilidade de algo não sair como esperado é bem grande.

Listamos a seguir as dez principais etapas de um processo de contagem de estoque.

1. Decida quando o inventário de estoque será realizado: defina o dia e a hora em que a contagem será iniciada. Estas duas informações serão o ponto de partida para o resto do planejamento. Leve em consideração a quantidade aproximada de produtos que existe no seu estoque e o tempo médio gasto para contagem dos últimos anos.

2. Defina quem irá participar da contagem: leve em consideração optar por colaboradores comprometidos e preocupados em cuidar dos mínimos detalhes.

3. Crie equipes e nomeie líderes para execução de todo processo: quanto mais cabeças pensarem, melhor será o resultado. Indiferente da quantidade de pessoas que irão participar, é muito importante criar equipes e nomear líderes para o processo da contagem. Os líderes terão o papel de coordenar os times e agir como facilitadores caso alguém tenha dúvidas ou precise de ajuda.

4. Determine como e quais ferramentas irá utilizar: utilize a tecnologia para facilitar o processo, entre elas aplicativo móvel, coletor de dados (sem fio), computador com leitor de código de barras e etc.

5. Hora de organizar os produtos e o local da contagem: o estoque precisa estar impecável para a hora da contagem. Então siga esse checklist: organize o ambiente e deixe os códigos de barras visíveis de forma que favoreça a contagem; para evitar erro no inventário, certifique-se e defina como será realizada a contagem das caixas e, ou, produtos que estão espalhados pelas outras dependências da loja e verifique se os produtos com defeito devem ser contabilizados.

6. Defina por onde começar e terminar: defina uma rota para a loja e outra para o depósito; divida as equipes e qual será a rota de cada uma no balanço de estoque.

7. Demonstre e teste o processo que foi definido: teoria e prática são coisas diferentes. Então ficam as dicas: enquanto estiverem realizando a contagem, se for preciso parar, tenha como regra que seu colaborador deve colocar a mão em cima da caixa que contou por último. Outra prática válida é puxar a caixa para não correr o risco de se perder. E, não se esqueça, é importante identificar de alguma forma os lugares onde a contagem já foi realizada. Sugerimos que faça um treinamento simples e prático. Todos precisam entender o que fazer e como fazer para que o objetivo final seja atingido.

8. Está tudo planejado, agora é só executar: acompanhe durante alguns minutos cada equipe para se certificar de que tudo está indo como esperado. Se algo não está dando certo, pare, reúna algumas pessoas e encontrem uma solução.

9. Auditoria da contagem: ao finalizar a contagem do inventário de estoque, confira se todos os locais da loja e depósito estão identificados como contabilizados. Se algo passou batido, veja a equipe responsável e peça que verifiquem. Se tudo foi contado, hora de fazer a contabilização final.

10. Momento de fazer o acerto do inventário: após finalizar a contagem e auditar o ambiente, é hora de fazer os ajustes necessários no estoque. No fechamento, se ocorrerem divergências é importante fazer uma nova contagem para confirmar se a quantidade contada na primeira vez está correta. Depois disso, faça os acertos de acordo com a política interna da sua loja.

Vanderlei Kichel é CEO da SetaDigital, software house especializada no varejo calçadista.

SetaDigital está entre as 110 Melhores Empresas para Trabalhar no Brasil, segundo o GPTW

A SetaDigital, software house especializada no varejo calçadista, figura pelo segundo ano consecutivo como uma das Melhores Empresas para Trabalhar no Brasil no segmento de Tecnologia da Informação, segundo o ranking elaborado pelo Instituto Great Place to Work® (GPTW). Neste ano, a companhia emplacou a 13ª posição, enquanto em 2016 ocupou o 18º lugar.

Com uma proposta de desenvolver um ambiente onde todos os colaboradores se ajudam, incluindo líderes e diretoria, a SetaDigital conta com um programa de benefícios que contempla planos de carreira guiados por mentores e avaliações mensuráveis, treinamentos, talk shows, financiamento de parte da graduação e pós-graduação, incentivos aos esportes e ao lazer, cuidados com a saúde, bem como com a cultura e a leitura.

De acordo com a coach e consultora de RH da SetaDigital, Fabiana Poletti, a gestão de pessoas eficiente é a chave de ouro que abriu as portas da empresa para conquistar um prêmio que gera confiabilidade e segurança não só aos colaboradores, mas para o mercado também. “O primeiro prêmio nos deu embasamento e indicadores para que pudéssemos melhorar e trabalhar ainda mais alguns pontos importantes da gestão de pessoas, principalmente em ações focadas em qualidade de vida e evolução profissional”, comenta a Fabiana.

Para chegar às melhores, os critérios de avaliação são os mesmos que o GPTW aplica em outros 52 países e se orientam pelos questionários respondidos pelos próprios colaboradores de cada empresa. O resultado permite entender como funciona o dia a dia dentro das organizações e seu modelo de gerenciamento de Recursos Humanos.

“Na SetaDigital, a melhoria contínua é trabalhada diariamente e acreditamos que temos melhores resultados porque criamos e conquistamos as melhores equipes. A partir do momento em que dividimos o prêmio com os colaboradores e há o reconhecimento do trabalho bem feito, o engajamento e a motivação são consequências, atraímos novos e conseguimos manter os melhores talentos”, conta a diretora de relacionamentos da SetaDigital, Rosimar Kichel, sobre a busca pela excelência na prestação de serviços.

A premiação ocorreu nesta quarta-feira, 08 de novembro, em São Paulo e foi recebida por Vanderlei Kichel, CEO da SetaDigital. O executivo ressaltou durante o evento que um dos principais fatores que nos levou a SetaDigital a essa conquista do prêmio foi os valores enraizados na cultura da empresa, dentre eles a atenção e o respeito, que são disseminados diariamente na companhia. “Procuramos criar e manter um ambiente de trabalho agradável para que as pessoas sejam mais felizes e trabalhem de forma mais saudável”, finaliza Kichel.

Great Place to Work: conheça o time de empresas de TI do Paraná entre as melhores para trabalhar no Brasil

O Instituto Great Place to Work divulgou, durante o IT EXPO FORUM 2017, a lista com as melhores empresas de TI para trabalhar no Brasil. O Paraná alcança posição de destaque ao figurar com cerca de 10% das empresas premiadas. A 12ª edição do ranking de TI conta com 15 grandes, 75 médias e 20 pequenas empresas do setor. Dell EMC liderou entre as grandes, SAP Labas América Latina, entre as médias e Sydle entre as pequenas.

Os destaques são as maringaenses Tecnospeed, segunda colocada entre as pequenas empresas, e DB1, melhor paranaense entre as médias com a 11ªa colocação. Também de Maringá, aparecem SG Sistemas em 34º e Elotech em 51º lugar entre as médias. Ainda nessa categoria, aparecem GolSat, de Londrina, em 14º, Viasoft, de Pato Branco, em 47º, a curitibana Cinq Technologies, em 53º, Datacoper, de Cascavel, em 55º e a londrinense Advise em 75º lugar. Entre as pequenas, a SetaDigital, de Cascavel ocupa a 13ª colocação.