A importância do compliance e os reflexos no mercado brasileiro

Por Juliana Oliveira Nascimento

A instituição de um programa de compliance nunca foi tão discutida como nesses últimos anos no Brasil, vindo ao encontro das surpreendentes revelações advindas das investigações e dos casos de corrupção apresentados no panorama brasileiro. Diante desses fatos, pode-se evidenciar como as organizações envolvidas nos escândalos sofreram consequências diretas na reputação, além de perdas financeiras, de negócios e de valor no mercado. Sim, a reputação. Muito valiosa e, quando atingida, reflete diretamente a imagem e o nome da empresa. Logo, ocasionando uma repercussão que, dependendo do caso e do impacto, fazem com que algumas companhias cheguem a cogitar a alteração do seu nome, de tão marcada negativamente que ficou perante o mercado brasileiro e global.

Imediatamente, essas circunstâncias demonstram a realidade da corrupção que não se pode e não se deve mais ocultar. Os fatos divulgados na imprensa têm levado muitas empresas a compreender a seriedade de mais controle dos seus atos, o que engloba também os seus stakeholders. As instituições passaram a notar como imprescindível atuarem com proeminência da ética, comprometimento da alta direção e a consolidação da cultura corporativa em prol do compliance – sendo relevante, neste sentido, o fortalecimento da Governança Corporativa e a criação de programas de conformidade, fundados sob a perspectiva do planejamento estratégico da organização.

Além disso, cabe salientar que o compliance deve ser aplicado de forma efetiva e não somente um programa existente para outros verem – uma vez que compliance que não é real, não é compliance. Nessa conjuntura, o programa de integridade deve estar pautado em prevenção de riscos de fraude e corrupção, mas, também, na adequação das corporações às questões legais e regulatórias, específicas ao setor no qual atua. Muitos entendem que o investimento é elevado; todavia, não se pode deixar de lado que o comprometimento das empresas trazem muitos benefícios vindouros à própria companhia e ao país – que hoje se encontra, ainda, desacreditado pelos investidores.

A perda de confiabilidade do Brasil foi corroborada com o rebaixamento das notas de crédito pelas três agências de risco que possuem maior visibilidade no mundo. Primeiramente, pela agência Standard & Poor’s, em seguida pela agência Fitch Ratings, e depois pela Moody’s, um marco no retrocesso da economia brasileira. Diante disso, se evidencia que uma das causas desse decréscimo econômico deu-se pela instabilidade econômica e política brasileira decorrentes da corrupção confirmada na maior investigação em curso: a Operação Lava Jato.

O Brasil é um país com imensa possibilidade de crescimento, mas a corrupção é um anacronismo, visto que impacta diretamente no desenvolvimento econômico, afeta a justiça social, bem como o Estado de Direito; por conseguinte, convém ser combatida de forma contundente. Vislumbra-se que tanto o mercado, quanto a sociedade, não têm perdoado as companhias flagradas em atos ilícitos e fraudes, visto que apresentam uma posição de verdadeiro repúdio às empresas envolvidas com a corrupção.

Aliás, nessa perspectiva, não se pode esquecer que ações como esta remetem a uma via de mão dupla. Quando uma fraude é descoberta, com operação e denúncia deflagrada, automaticamente os mercados rebatem negativamente e conjecturam as suas consequências. Inevitavelmente, suscita reflexos na economia do país, além de perdas – de reputação, financeira e de credibilidade, que são inestimáveis para a sustentabilidade corporativa. A realidade atual não permite escolhas erradas, pois os resultados são calamitosos, principalmente em decorrência da crise econômica.

Desse modo, manter-se no mercado, nos dias de hoje, é um desafio que as companhias devem enfrentar, tendo como enfoque uma atuação íntegra em seus negócios. Sendo assim, não se admite a existência de “lacunas”, como a falta de lisura que venha a colocar em risco o progresso e futuro da empresa. Esse é o momento de concretizar profundas transformações desse cenário com ações de prevenção, inclusive com a instituição do compliance, sendo essencial que as organizações ponderem para a sua efetivação. Espera-se que façam isso para seu próprio aprimoramento e engajamento de mais transparência, de modo que a integridade e a ética sejam o eixo central da condução dos negócios, reverberando, consequentemente, no crescimento e no fortalecimento da boa reputação.

Sob esse prisma, essa mudança demanda o comprometimento de todos os envolvidos, mas no fim, valerá a pena. Afinal, quando se trata de negócios, a ética, a integridade, a transparência e a boa-fé são bases fundamentais para o desenvolvimento, bom êxito e a sustentabilidade da companhia no mercado, bem como, para a economia do país.

Juliana Oliveira Nascimento, advogada especialista em Compliance, mestre em Direito e coordenadora do MBA em Governança Corporativa, Riscos e Compliance da Universidade Positivo (UP), de Curitiba (PR).

Comércio do Paraná acumula alta de 6,34%

O varejo paranaense acumula alta de 6,34% de janeiro a abril, o que indica a retomada da economia do Estado. Os dados são da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Paraná (Fecomércio PR). Apesar da queda de 6,13% na comparação com março, as vendas foram 8,48% em relação ao mês de abril de 2017.

No acumulado do ano, os setores de maior destaque foram as concessionárias de veículos (37,15%), as lojas de departamentos (10,16%) e de materiais de construção (9,89%). Por outro lado, observa-se redução nas vendas nos ramos de vestuário e tecidos (-8,54%), móveis, decorações e utilidades domésticas (-7,06%), óticas, cine-foto-som (-5,52%) e combustíveis (-5,2%).

Na comparação com o mesmo mês de 2017, as concessionárias também se sobressaíram, com elevação de 55,76% nas vendas, principalmente na região Oeste, onde o setor apresentou crescimento de 116,41%, bem como em Ponta Grossa (73,52%), Londrina (63,76%) e Curitiba e Região Metropolitana (43,76%). O setor de materiais de construção também mostrou recuperação expressiva ante o ano passado, com aumento de 29,89% no faturamento, especialmente nas regiões Oeste (49,58%) e em Maringá (43,66%).

Análise Regional
O varejo da região Oeste continua se destacando e apresentou crescimento de 20,08% no acumulado do ano. A região também teve o melhor desempenho na análise interanual, com aumento de 25,22% nas vendas de abril deste ano ante o mesmo mês de 2017. Os bons resultados derivam do movimento adicional nos setores de concessionárias de veículos, materiais de construção e calçados.

No acumulado do ano, Londrina registrou alta de 13,66% nas vendas, seguida pelo Sudoeste (4,27%), Maringá (3,62%) e Ponta Grossa (1,75%). O faturamento do varejo de Curitiba e região permaneceu estável, com 0,32%.

Funcionários e folha de pagamento
O número de funcionários do varejo paranaense teve pouca alteração no acumulado de janeiro a abril, com 0,13%. Na região Oeste, as contratações aumentaram 3,73%; em Ponta Grossa, 1,36%, e na Capital, 0,21%. Já no Sudoeste houve redução de 6,97% nos postos de trabalho do setor terciário, bem como em Maringá (-2,34%) e em Londrina (-0,99%).

A folha de pagamento dos trabalhadores do varejo teve alta de 4,73% entre os meses de janeiro e abril. Na comparação com abril do ano passado, os salários e comissões ficaram 4,23% maiores.

Formação de estoques
Diante do aumento no faturamento, os comerciantes estão ampliando seus estoques, que foram ampliados em 9,17% no acumulado do ano e 22,54% na comparação com abril de 2017.

SONDA promove mobilidade na nuvem para o setor público durante CIO Brasil GOV 2018

A SONDA, maior companhia latino-americana de soluções e serviços de tecnologia, apresenta os caminhos para a mobilidade no setor público a partir de seu portfolio integrado de soluções. Alinhada ao tema do evento CIO Brasil GOV 2018, que este ano discutirá como a hiperconectividade conduz os meios de comunicação e redefine os conceitos em tempo real, impactando pessoas, serviços, negócios e sociedade, a proposta é promover eficiência e agilidade em contatos a partir de qualquer lugar por meio de dispositivos móveis.

Para isso, a SONDA promoverá suas frentes de Cloud Computing, Data Center e Service Desk, que juntas oferecem segurança e gerenciamento de dispositivos móveis utilizando a nuvem. A partir da sua oferta de Mobile Device Management, a proposta da SONDA é eliminar custos e complexidades, melhorando os processos de TI das organizações, tais como localização de dispositivos, implantação de aplicativos, fornecimento de conteúdo, aplicação de políticas de segurança e monitoração de todos os dispositivos de forma segura e eficiente.

Com uma proposta que está alinhada com as inovações de mercado a partir de iniciativas da nova economia digital, a SONDA quer mostrar o quanto a mobilidade, que já está introduzida em nosso cotidiano, pode ser explorada a partir de inúmeras possibilidades de desenvolvimento de novos processos, que envolvem integração de soluções de rede, virtualização e cloud computing.

A 16ª edição do CIO Brasil GOV 2018, evento voltado aos principais líderes de TI da iniciativa pública do País, acontece de 16 a 20 de maio no Bourbon Resort, em Foz do Iguaçu, Paraná.

16ª edição CIO Brasil Gov

Quando: de 16 a 20 de maio de 2018

Local: Bourbon Resort – Foz do Iguaçu, Paraná

Ampliar e agregar parceiros são desafios de toda startup

Por Marco Zolet

O nosso ecossistema não para de crescer. De acordo com o banco de dados da Associação Brasileira de Startups (ABStartups), existem atualmente cerca de 5 mil startups cadastradas no país. Isso significa que são 5 mil empresas que, todos os dias, lutam para crescer e conseguir compreender as dores dos mercados que estão inseridas.

Os grandes players são parte importante para que essa cultura se fortaleça. Sempre atentos ao que acontece em seus meios, eles são investidores e contratantes das startups. Muitos até mesmo possuem seus próprios centros de inovação aonde são desenvolvidas novas plataformas. Isso faz com que o mercado seja aquecido e retroalimentado com soluções oriundas do trabalho de profissionais que compreendem os problemas em sua totalidade.

Assim como na vida real, crescer no universo do empreendedorismo não é fácil. Os desafios, são muitos. Inicia-se pela burocracia de criação de uma empresa e vai até a captação de investimentos e implementação da tecnologia. Segundo dados divulgados pela Fundação Dom Cabral, uma em cada quatro startups fecha com menos de um ano de funcionamento. Depois de quatro anos, calcula-se que outras 50% parem de funcionar.

No final de 2017, recebemos um aporte de cerca de R$3,2 milhões vindo de investidores que já haviam apostado em nós anteriormente. Isso significou que estamos no caminho certo e ainda temos muito espaço para conquistas e crescer. Um dos sintomas deste crescimento foi o aumento no número de redes de supermercado que se tornaram nossas parceiras ao longo destes quatro anos.

São empresas tradicionais, empreendimentos familiares que enxergaram no nosso negócio uma forma de se modernizarem sem perderem sua essência. Levamos a inovação para suas lojas e a humanização dos serviços de entrega para a casa dos consumidores. Conseguimos fazer com que a entrega de produtos frescos tal qual frutas, legumes e verduras (FLV) deixasse de ser um problema para estes parceiros. Isso é inovação, pautada em problemas reais.

Para os empreendedores que desejam, além de captarem recursos, conquistarem parceiros, o conselho mais importante é a compreensão do negócio em questão. Do ponto de vista do varejo – setor que falo com mais propriedade – entender o que acontece desde o abastecimento, logística, funcionalidades do chão de loja e dos processos de venda, é primordial. Desta forma, a startup naturalmente chamará a atenção dos grandes nomes da área de forma positiva. Com o entendimento da área é mais viável oferecer aos maiores players do setor uma solução que se encaixe perfeitamente às suas necessidades.

O importante é manter o objetivo de que sua solução se torne parte integrada do processo e, o mais importante, indispensável.

Marco Zolet é CEO e fundador da Supermercado Now, plataforma de supermercado online referência no setor que surgiu para facilitar a compra de bens básicos e recorrentes, com comodidade, rapidez e com melhor custo benefício.

Atos Green Run em Londrina funcionará totalmente à base de energia solar

A Atos, líder internacional em serviços digitais, realiza, pelo sexto ano consecutivo, a Atos Green Run, tradicional e única corrida sustentável de Londrina (PR). Este ano o evento acontece no dia 6 de maio e traz novidades, como o abastecimento de energia por meio da instalação de painéis solares no local, a categoria “cãominhada” e um espaço destinado ao cuidado dos cães. Os interessados têm até o dia 2 de maio para realizar a inscrição.

Por meio de parceria com a empresa Cidade Solar, serão instalados painéis solares responsáveis por produzir aproximadamente 500 kW de energia estimados para o evento, o que inclui toda a aparelhagem de som, infláveis e instalações do espaço pet friendly.

“Mais uma vez a Atos Green Run firma o nosso compromisso com a cidade de Londrina de promover a saúde e sustentabilidade junto às comunidades nas quais atuamos”, afirma Francisco Fay, diretor de Recursos Humanos da Atos América do Sul. “Buscamos inovações em diferentes frentes para promover a sustentabilidade. O efeito positivo dessas ações é refletido no crescimento do evento ano após ano”, acrescenta o executivo.

Os inscritos poderão escolher entre as três opções tradicionais de percurso: de 3,5 km; 6 km e 12 km; uma caminhada, de 3,5 km e um percurso próprio para crianças, de 400 a 600 m. São esperadas 2.400 mil pessoas, entre participantes e espectadores, no Aterro do Lago Igapó, para aproveitarem a manhã de domingo no evento. As inscrições estão abertas e devem ser feitas no site: http://www.atosgreenrun.com.br/

Corrida pet friendly

A participação de animais também é novidade este ano. Foi incluída a categoria “cãominhada”, destinada a participantes que queiram participar da prova de caminhada de 3,5 km junto a seu cão.

Além disso, em parceria com a empresa Arena Pet Rinthy haverá uma “arena pet” com serviços como corte de unha de cães, alongamento e fortalecimento muscular, dicas sobre adestramento e comportamento canino, mini pista de agility com obstáculos, entre outros.

Evento sustentável

Após o término da corrida, as lonas de publicidade serão transformadas em bolsas, carteiras e estojos, numa parceria com o Instituto A.Yoshii, dentro do projeto Criando Arte, que estimula a capacitação profissional e geração de renda a partir do reaproveitamento de resíduos.

Os demais materiais recicláveis serão entregues para processamento pela cooperativa Coperregião, que também é parceira da Atos Green Run. O lixo orgânico ficará a cargo da CMTU, empresa pública responsável pela coleta de lixo em Londrina.

Todos os participantes receberão um kit, contendo: sacola de papel ecológica, camiseta 100% poliamida, número de peito e chip de cronometragem. Os troféus e medalhas serão feitos em madeira reciclada e, após a corrida, todos ganharão uma medalha de participação.

SERVIÇO:

Data: 06/05/2017

Largada: 9H40 Kids:9H45

Local: Aterro do Lago Igapó 4 – Rua Juiz de Fora

Percurso: Caminhada/Cãominhada – 3,5km / Kids 400 a 600m

Corrida – 3,5km 6km E 12km

Inscrições: até 2 de maio

http://www.atosgreenrun.com.br/

Treetech e DB1 anunciam software para gestão de ativos para concessionárias de energia elétrica

Produtividade é a palavra-chave em qualquer operação que busca eficiência. Para as concessionárias de energia não é diferente e a otimização do trabalho das equipes de campo é fator crítico para a obtenção de melhores indicadores e reduções consideráveis no custo e no tempo de deslocamento, e uma melhora sensível na eficiência operacional e disponibilidade do sistema, graças ao aumento da inteligência no processo.

Há mais de 25 anos a Treetech é pioneira no desenvolvimento de Sensores Inteligentes e softwares de Monitoração On-line de ativos de GTD e, por esse motivo, é uma grande especialista no segmento de energia elétrica. Em parceria com a DB1 Global Software, a Treetech desenvolveu a plataforma de TI Sigma EAM (Entreprise Asset Management), que realiza a gestão avançada de ativos de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica.

A plataforma Sigma EAM é composta por versões mobile e web e é considerada o estado da arte para a automatização de processos de manutenção e gestão de ativos com grande foco na oferta para grandes concessionárias de energia elétrica. Ainda incorpora – de forma nativa – as filosofias de Smart Grid e IoT, integrando naturalmente os sensores e sistemas às rotinas da manutenção e consolidando o processo de migração da manutenção preventiva para a preditiva, baseada no real estado dos ativos.

A EAM possibilita uma gestão otimizada dos ativos e dos recursos de manutenção, proporcionando importante redução dos gastos operacionais e maximização dos resultados empresariais ao permitir que os ativos sejam efetivamente integrados aos diversos níveis decisórios da empresa.

O projeto de desenvolvimento de software EAM começou em 2012 e contou com a participação de uma equipe de 15 profissionais da DB1, que já lançaram 100 mil horas programação e 319.434 linhas de código. Em 2016 o sistema foi implantado na primeira concessionária de energia elétrica que possui aproximadamente 3.500 km de linhas de transmissão e 6.000 torres.

Para Soad Misleh Giroto, analista de sistemas da Treetech e uma das responsáveis pelo EAM, um dos principais benefícios da parceria com a DB1 Global Software é a proximidade nas relações. “Desde o começo estivemos próximos dos desenvolvedores e da gestão da empresa e todos possuem excelente capacitação técnica. Hoje posso dizer que tenho o time de desenvolvimento como uma parte da família Treetech”.

Para David Santos, diretor da unidade de IT Services da DB1, as equipes da Treetech e da DB1 trabalharam muito unidas na busca de soluções dos problemas. “Foram alguns anos de trabalho e muita parceria, pois queríamos mostrar o valor da fábrica de software da DB1 e em uma entrega de qualidade para conseguir escalonar novos projetos junto à Treetech”, comenta David.

Maringá cria Conselho Municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação

Foi sancionada ontem, 11 de abril, uma lei de autoria do Poder Executivo que oficializa a criação do Conselho Municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação (CMCTI). A lei estabelece em seu artigo 1º que o objetivo do Conselho é fortalecer e ampliar a base técnico-científica do município, que é constituída por entidades de ensino, pesquisa e prestação de serviços técnicos especializados e por unidades de produção de bens e serviços de elevado conteúdo tecnológico.

O setor de Tecnologia da Informação cresce em ritmo acelerado em Maringá e região. As empresas geram empregos e recursos para a cidade por meio do recolhimento de impostos. Iniciativas como a da Software by Maringá reúne empresas do setor para melhorar a estrutura por meio de processos gerenciais e de desenvolvimento de produtos com qualidade. “O objetivo é tornar Maringá conhecida pela excelência em software e qualidade de vida. Também é objetivo da SbM despertar o potencial inovador das empresas para gerar cada dia mais prosperidade”, explica a presidente da entidade, Rafaela Campos.

De acordo com prefeito de Maringá, Ulisses Maia, “a criação deste Conselho Municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação, aliada à viabilização do parque de TI, poderá resultar no surgimento de uma espécie de ′Vale do Silício′ regional”, enfatizou o prefeito. Recentemente o prefeito assinou um decreto destinando uma área urbana de aproximadamente 120 mil metros quadrados para implantação do Parque de Tecnologia da Informação e Comunicação no município.

Para o diretor de Inovação Tecnológica da Secretaria Municipal de Inovação e Desenvolvimento Econômico, Franz Wagner Dal Belo, a finalidade maior do Conselho será a de colaborar com os demais órgãos de governança na promoção do desenvolvimento econômico e social do município. “O conselho fará parte do âmbito da Lei Municipal de Inovação, que foi aprovada no ano passado. Sua atuação será semelhante à do Codem, entretanto, focada na sugestão de diretrizes e aplicação de recursos que contemplem o desenvolvimento de práticas que proporcionem avanços nas áreas de inovação e tecnologia”, disse.

“O sancionamento da lei de criação do Conselho municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação é um grande passo na conquista que o setor de Tecnologia vem buscando já há 10 anos, época em que surgiu o movimento APL. Essa lei vem concretizar uma etapa de um planejamento do setor que é levar Maringá a ser um polo de referência em desenvolvimento de tecnologia de software”, explica Luis Marcos M. Campos, coordenador da APL (Arranjos Produtivos Locais) de Software de Maringá e região. E complementa “dessa forma a sociedade civil organizada ganha uma voz e espaço no planejamento público na área de tecnologia, tendo o poder público como apoiador de ações de desenvolvimento tecnológico. Isso também vem se somar ao já movimento do CODEM que terá o conselho como agente agregador”.

Varejo do Paraná tem alta de 4% no primeiro bimestre

O varejo paranaense acumula alta de 4,04% no primeiro bimestre. Os dados são da Pesquisa Conjuntural da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Paraná (Fecomércio PR), que traz o desempenho do comércio no mês de fevereiro. Na comparação com o mesmo mês de 2017, o crescimento foi de 4,75%. Já em relação a janeiro houve queda de 10,25% nas vendas em fevereiro, fato natural em função do Carnaval e da menor quantidade de dias úteis.

Os bons resultados foram motivados principalmente pelas concessionárias de veículos, que tiveram aumento de 28,16% nas vendas no acumulado de janeiro a fevereiro ante o mesmo período de 2017. As lojas de departamento registraram faturamento 13,89% maior e o comércio de materiais de construção cresceu 5,52% no primeiro bimestre.

O varejo do interior se sobressaiu nos dois primeiros meses do ano. Colhendo os reflexos da safra, a região Oeste teve aumento de 17,31% nas vendas, juntamente com o Sudoeste (7,81%), Londrina (6,84%) e Maringá (3,27%). Como a colheita é mais tardia na região de Ponta Grossa, o comércio dos Campos Gerais apresentou elevação de 1,15%. Curitiba e Região Metropolitana foi a única a ficar no negativo, com queda de 0,56%.

Funcionários e folha de pagamento

Os salários dos trabalhadores do comércio tiveram acréscimo no primeiro bimestre do ano, com alta de 3,14%, principalmente nas lojas de departamentos (16,1%), vestuário e tecidos (9,56%), móveis, decorações e utilidades domésticas (9,02%) e supermercados (8,8%). A região de Ponta Grossa teve incremento de 9,26% na folha de pagamento e, mesmo com a redução nas vendas, o varejo de Curitiba e Região elevou 5,27% os salários dos funcionários.

O número de postos de trabalho no comércio paranaense teve leve diminuição de 0,51%, mas registrou expansão em algumas regiões: Oeste (4,26%), Ponta Grossa (1,64%) e Maringá (0,24%).

De Heus reforça a equipe de Negócios com foco na expansão no Brasil e na América Latina

Seguindo com a visão de crescimento da companhia no País e buscando apoiar seus clientes a avançar sempre em seus negócios, a De Heus comunica a recente contratação estratégica de Sandra Toro como Gerente de Vendas de Matérias-Primas.

A gestora — com uma experiência de mais de 20 anos nesse setor e atuação destacada em empresas de nutrição animal — é um reforço no time de Negócios da multinacional no Brasil e irá contribuir para a continuidade da ampliação da participação da empresa no mercado nacional e LATAM.

“A De Heus se posiciona globalmente como importante negociadora estratégica de matérias-primas, atuando, na prática, para apoiar os clientes a tornarem seus sistemas de produção cada vez mais competitivos e rentáveis, visando sempre capitalizar as oportunidades e superar os desafios do mercado lado a lado de nossos parceiros”, destaca Sandra.

“A qualidade de nossa equipe tem sido um ponto-chave para o crescimento da De Heus nos diferentes mercados em que atua no Brasil. A nossa busca constante é fornecer valor e apoiar os clientes em todo o processo, desde a seleção de matérias-primas até a gestão dos desafios nos sistemas produtivos do produtor”, completa Hermanus Wigman, Diretor-Presidente da empresa.

Tecnologia transforma negócios, mas pressiona trabalhadores. Veja como empresas e profissionais devem se comportar

Empresas e profissionais são afetados diretamente pela chamada transformação digital. Há o lado bom da agilidade e da produtividade, mas também é importante saber lidar com a pressão imposta por metas cada vez maiores e prazos cada vez mais curtos. Veja como lidar com essas situações na entrevista do professor e coach Júlio Luchmann ao jornalista Gilberto Campos.