Paraná abre inscrições para programa de projetos de inovação

Está aberto o prazo para apresentação de projetos ao Programa Sinapse da Inovação Paraná. Trata-se de uma parceria entre a Fundação Araucária e a Fundação Centros de Referência em Tecnologias Inovadoras (Certi), que pretende estimular a criatividade e o empreendedorismo. O programa é dividido em três fases e terá um investimento do Governo do Estado de até R$ 4 milhões.

O objetivo é transformar as ideias inovadoras em empreendimentos que incorporem novas tecnologias aos setores econômicos relevantes da economia paranaense.

O edital faz parte de um novo conjunto de iniciativas da Fundação Araucária, visando a construção de Novos Arranjos de Pesquisa e Inovação (NAPIs) no Paraná.

“Vamos priorizar a criação de riqueza e bem-estar ao cidadão paranaense, a partir do fortalecimento das atividades de ensino, pesquisa e extensão das instituições de ciência, tecnologia e inovação do Paraná. Sempre em harmonia com as demandas de desenvolvimento e as especificidades regionais do Estado”, disse o presidente da Fundação Araucária, Ramiro Wahrhaftig.

Com base na análise do Ecossistema de Inovação do Estado do Paraná feita pela Certi, as áreas e setores priorizados para serem apoiados com recursos financeiros de programa são os seguintes: Agronegócio, Biotecnologia, Construção Civil, Economia Criativa, Economia Verde, Educação, Eletroeletrônicos, Energia, Mecânica e Mecatrônica, Mobilidade e Transportes, Químico e Materiais, Saúde e Bem-Estar, Tecnologia de Alimentos, Tecnologia da Informação e Comunicação e Turismo.

Serão três fases eliminatórias em que os projetos devem ser submetidos. A primeira já está com inscrições abertas até o dia 3 de maio para a apresentação de ideias inovadoras. A divulgação dos projetos aprovados será em 10 de junho.

Na segunda serão submetidos os projetos de empreendimento de 10 a 24 de junho. O resultado será divulgado em 29 de julho. A última fase receberá os projetos de fomento de 29 de julho a 12 de agosto. A divulgação do resultado final acontece até 27 de setembro.

Durante as três fases da seleção, os proponentes receberão capacitações presenciais ou online, com o intuito de alinhar alguns conceitos importantes, para que possam aprimorar suas ideias e projetos. Serão contemplados até cem projetos de inovação com recursos de até R$ 40 mil como subvenção econômica. As propostas deverão ser apresentadas por meio do Portal Sinapse da Inovação www.sinapsedainovação.com.br/pr.

Mais informações estão disponíveis no site www.fappr.pr.gov.br no link programas no edital Sinapse da Inovação.

Fonte: Agência de Notícias do Paraná

Governo do Paraná mantém decisão sobre inclusão de universidades no sistema de gestão da folha

Secretários da Fazenda, Mauro Ricardo e Chefe da Casa Civil, Valdir Rossoni, apresentam projeto de lei que moderniza a gestão de Administração e Tributação do Estado.
Curitiba, 15-08-16.
Foto: Arnaldo Alves / ANPr.

O chefe da Casa Civil Valdir Rossoni confirmou nesta quarta-feira (14), em Curitiba, que o Governo do Paraná mantém a determinação de que todos os órgãos estaduais – incluindo as universidades – devem ser integrados ao sistema de gestão da folha de pagamentos do Estado (RH Paraná – Meta4). A plataforma permite a análise da composição dos vencimentos dos servidores públicos. “Está na Lei da Transparência, é uma recomendação do Tribunal de Contas e uma exigência do governo. Não abriremos mão disso”, afirmou.

O secretário disse também que não consegue entender a resistência das universidades em se integrar ao sistema, que já foi implantado em todos os outros setores do governo. “Difícil compreender como entidades tão respeitadas pela sociedade, como as universidades de Londrina e Maringá, resistem tanto a se enquadrar cartier bracelet
num sistema que visa unicamente à boa gestão da folha de pagamento dos servidores, à transparência absoluta e ao controle de como são gastos os impostos pagos pelos contribuintes”, disse.

JUSTIÇA – O secretário explicou que será mantido o bloqueio das diárias de viagens e material permanente das universidades que não aderirem ao Meta fake cartier bracelets
4. “E se decidirem mesmo não aderir, vamos nos socorrer com a Justiça”, avisou.

Rossoni lembrou que em nenhum momento o executivo estadual cogitou cartier bracelets interferir na autonomia das universidades ou fazer cortes de receitas. “Não há nenhum interesse do governo em interferir nas decisões das universidades ou diminuir repasses. Apenas queremos transparência na folha de pagamento dos servidores”, afirmou.

GREVE E FALTAS – O chefe da Casa Civil adiantou que as faltas dos servidores públicos que aderirem à greve nacional, marcada para o próximo dia 30 de junho, serão lançadas na folha de pagamento.

O secretário ressaltou que, em outubro do ano passado, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que servidores públicos em greve deverão ter descontados em suas folhas de pagamento os dias decorrentes da paralisação, e que o Estado já havia abonado as faltas ocorridas durante a greve geral do magistério no dia 15 de março passado.

Fonte: Agência de Notícias do Paraná

Empresas apoiadas pelo Tecnova-PR avançam em inovação e tecnologia

Das 63 empresas no Paraná que receberam recursos por meio do programa Tecnova-PR, dez já estão com seus projetos concluídos e 53 estão na fase final. Os avanços foram apresentados nesta terça-feira (13), em Curitiba, pelo secretário da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, João Carlos Gomes e o presidente da Fundação Araucária, Paulo Brofman. Curitiba, 13/12/2016. Foto: Divulgação SETI

Das 63 empresas no Paraná que receberam recursos por meio do programa Tecnova-PR, dez já estão com seus projetos concluídos e 53 estão na fase final. Os avanços foram apresentados nesta terça-feira (13), em Curitiba, pelo secretário da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, João Carlos Gomes e o presidente da Fundação Araucária, Paulo Brofman.
Curitiba, 13/12/2016.
Foto: Divulgação SETI

Das 63 empresas no Paraná que receberam recursos por meio do programa Tecnova-PR, dez já estão com seus projetos concluídos e 53 estão na fase final. Os avanços foram apresentados nesta terça-feira (13), em Curitiba, pelo secretário da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, João Carlos Gomes e o presidente da Fundação Araucária, Paulo Brofman.

O programa tem o objetivo de apoiar pequenas e microempresas de base tecnológicas financiando novos projetos, além de aproximar o setor produtivo e as universidades.

A chamada pública relacionada ao Tecnova-PR foi lançada em 2013 e disponibilizou R$ 22,5 milhões de reais. Foram R$ 15 milhões providos pela Finep (Financiadora de Estudos e Projetos) e R$ 7,5 milhões pelo Governo do Estado do Paraná, por meio da Unidade Gestora do Fundo Paraná (UGF), vinculada à Secretaria da Ciência e Tecnologia.

“Essa é a função do poder público, principalmente na área de inovação. Apoiar o pequeno e o microempresário para construir soluções para a sociedade. Por meio deste programa também cumprimos com o compromisso assumido de aproximar as universidades do setor produtivo em benefício de toda a população”, afirmou Carlos Gomes. O secretário destacou ainda que o governador Beto Richa assume o compromisso de, a partir do apoio da Finep, garantir a contrapartida do Governo do Estado para o Tecnova-PR fase 2, já no próximo ano.

O Tecnova-PR foi direcionado às micro e pequenas empresas caracterizadas como de base tecnológica, com faturamento de até R$ 3,6 milhões em 2012 e com pelo menos seis meses de existência, antes do lançamento da Chamada Pública realizada em 2013. O valor destinado à subvenção econômica dos projetos variou de R$ 180 mil a R$ 600 mil reais.

“O Paraná foi o recordista em número de empresas inscritas para participar do Tecnova, em relação a outros estados. Foram 219. Este programa é um exemplo da credibilidade que o Governo do Estado tem dado à Ciência, Tecnologia e Inovação. Hoje somos muito bem vistos na Finep em função da maneira como o programa é conduzido no Paraná”, ressaltou o presidente da Fundação Araucária, Paulo Brofman.

A reunião aconteceu no Palácio Iguaçu e contou com a participação dos financiadores, apoiadores e autoridades responsáveis pelo Tecnova-PR, além de autoridades políticas, representantes das universidades e Núcleos de Inovação Tecnológica do Estado.

PROJETOS APOIADOS – Durante a reunião, empresários beneficiados pelo Tecnova-PR apresentaram os resultados obtidos por meio do programa. A Riole Eletrônica desenvolveu uma nova tecnologia para otimizar a digitalização de áudio e vídeo das audiências dos processos do Judiciário, facilitando a consulta posterior de todas as ocorrências da audiência. Esta tecnologia permite a gravação de áudio e vídeo de todos os participantes e intervenientes, atendendo a demanda apresentada e as novas exigências que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) tem proposto.

“O Tecnova-PR é espetacular e permite alavancar empresas que estão começando e com grande potencial para o desenvolvimento de novas tecnologias. Iniciativas como estas, com este importante apoio do Governo do Estado, são muito importantes para que o Paraná possa crescer ainda mais e, futuramente, ser um grande exportador de tecnologia, já que potencial humano para isso nós temos”, disse o presidente da Riole Eletrônica Eloir Antonio Mouro.

Ele lembrou ainda que a empresa venceu uma licitação aberta este ano e fornecerá kits para 99 varas do Tribunal de Justiça no Estado. Além disso, está em negociação com outros três estados para fornecer a tecnologia desenvolvida no projeto contemplado no Programa Tecnova.

Também apresentaram os resultados a empresa Base Sólida Equipamentos Ltda e a Incorporato Tecnologia. A primeira desenvolveu uma microturbina a vapor do tipo condensação plena de pequeno porte (potência de 250kW) destinada a sistemas de micro e mini-geração, que utilizam como fonte de combustível biomassa, resíduos agrícolas, biogás, gás de aterro ou outras fontes renováveis.

Já a Incorporato Tecnologia criou a integração entre uma solução composta de equipamentos eletroeletrônicos, unidade computadorizada, controladora e um software de gerenciamento para automação residencial com tecnologia wireless.

Fonte: Agência Estadual de Notícias

Governo do Paraná se compromete a não onerar setor produtivo com pacote fiscal

Em reunião com representantes de entidades empresariais nesta segunda-feira (29), governador Beto Richa garantiu que serão apresentadas emendas para alterar pontos polêmicos de projetos em tramitação na Assembleia Legislativa

As entidades do setor produtivo paranaense receberam do governo do Estado, na tarde desta segunda-feira (29), o compromisso de que as medidas previstas no novo pacote fiscal não vão onerar empresas ou consumidores. A garantia foi dada pelo governador Beto Richa e pelos secretários da Fazenda e da Casa Civil, Mauro Ricardo Costa e Valdir Rossoni, em reunião com os presidentes das entidades no Palácio Iguaçu. O Executivo se comprometeu a alterar, por meio de emendas aos projetos que já tramitam na Assembleia Legislativa, pontos polêmicos que, na opinião dos empresários, criariam novas despesas especialmente para as indústrias.

“O governador fez um mea-culpa, afirmando que talvez tenha faltado diálogo quando o projeto foi enviado à Assembleia, e nos garantiu que as propostas não têm nenhum intuito de aumentar a carga tributária sobre a economia paranaense”, afirmou o presidente da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), Edson Campagnolo, ao deixar a reunião no Palácio Iguaçu. “O que existem são algumas questões de normatização e de cobranças de alguns tipos de serviços que são destinados a outros estados”, completou.

Uma das maiores preocupações das entidades do setor produtivo diz respeito à criação de taxas que incidiriam sobre empresas que fazem uso de recursos hídricos e minerais no Paraná. No caso da água, o texto original abria possibilidade de que a cobrança atingisse todas as empresas que utilizam esse insumo em grande volume em seus processos produtivos. O governo, no entanto, compromete-se agora a deixar claro no texto que a intenção é que a taxa seja aplicada apenas sobre a geração de energia elétrica destinada a consumo em outros estados. Já no caso dos minérios, a isenção deve ser expandida a uma série de produtos que são amplamente utilizados na construção civil e na agricultura.

Em outro tema polêmico trazido pelo projeto original, o presidente da Fiep sugeriu que os recursos que eventualmente sejam levantados pelo governo com a venda de ações excedentes de empresas públicas ou de economia mista, como Copel e Sanepar, sejam utilizadas em obras de infraestrutura previstas no Plano Estadual de Logística e Transportes (PELT). Elaborado em conjunto por diversas entidades e com uma nova edição prestes a ser lançada, o documento apresenta os principais projetos que precisam ser executados no Estado para melhorar o escoamento da produção nos próximos anos.

Segundo Campagnolo, as entidades do setor produtivo sentiram confiança nos compromissos assumidos pelo governo, mas seguirão monitorando a tramitação do pacote fiscal no Legislativo. “O importante é que foi aberto um canal de comunicação com as entidades, que seguirão acompanhando a tramitação das propostas e darão sua contribuição para que o Paraná possa se desenvolver, mas sem que haja aumento de carga tributária para as empresas e a população”, disse. Ele declarou ainda que as entidades estão dispostas a apoiar outras medidas que possam melhorar a condição fiscal e o desempenho do Estado. “Precisamos rediscutir, de forma madura e com a participação de toda a sociedade, o tamanho da máquina pública, para que tenhamos um Estado que aplique com mais eficiência e racionalidade os recursos que arrecada”, disse.

Além de Campagnolo, entre outros representantes das entidades também participaram da reunião os presidentes da Fecomercio, Darci Piana; da Faep, Ágide Meneguette; da Fecoopar, José Roberto Ricken; da Fetranspar, Sérgio Malucelli; da Faciap, Guido Bresolin Junior; e da ACP, Antonio Miguel Espolador Neto.

Paraná passa a ter Governança de Tecnologia da Informação e Comunicações

Adriano Krzyuy, vice de Articulação Política da Assespro-Paraná, governador Beto Richa e Sandro Molés da Silva, presidente da Assespro-Paraná

Adriano Krzyuy, vice de Articulação Política da Assespro-Paraná, governador Beto Richa e Sandro Molés da Silva, presidente da Assespro-Paraná

Em cerimônia no Palácio Iguaçu, em Curitiba, o governador Beto Richa assinou o decreto que estabelece uma governança para o setor de Tecnologia da Informação e Comunicações no Paraná. O objetivo é proporcionar desenvolvimento integrado de diversas áreas da economia estadual com apoio de tecnologia, unindo esforços de setor público, empresariado e academia.

A Governança de TIC faz parte do Programa Paraná Inovador, da Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e é vinculada à Rede de Arranjos Produtivos Locais.

O governador do Paraná destacou a importância do setor de tecnologia para o desenvolvimento do estado. “Quem trabalha e quem produz merece o nosso apoio e o nosso respeito. Este setor, que congrega Arranjos Produtivos Locais, tem gerado riquezas e ajudado na formação da nossa economia. Basta ver o exemplo do Vale do Silício, nos Estados Unidos, Então, resolvemos criar aqui um sistema de governança com apoio do setor publico, reunindo várias secretarias como a de Ciência e Tecnologia, Fomento Paraná, secretaria de Planejamento, Celepar e Copel na busca de uma eficiência ainda maior desse setor”, explica Beto Richa.

João Carlos Gomes, secretário estadual de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior afirma que o Paraná é privilegiado pela organização e pela estrutura do setor produtivo. “E este setor de TIC tem uma qualidade muito grande. Seremos cada vez mais parceiros para o desenvolvimento de nosso estado”, completa.

O deputado estadual Guto Silva, que trabalha para o fortalecimento de uma bancada de tecnologia na Assembleia Legislativa, destacou o desempenho dos APLs que, segundo ele, “têm uma força impressionante”. Guto Silva conheceu os Arranjos Produtivos Locais de TIC em uma reunião estadual no Sebrae, em Pato Branco, no início de uma aproximação com a Assespro-Paraná, entidade que representa as empresas do setor.

Adriano Krzyuy, vice-presidente de Articulação Política da Assespro-Paraná, valorizou o apoio dos empresários na cerimônia: “O histórico da rede APL se concretiza e reforça a governance estadual. Temos APLs nas seis regionais da entidade e, nessa linha, vamos criar muitas iniciativas e conquistar muitos resultados para as empresas e toda a comunidade do Paraná”.

O presidente da Assespro-Paraná, afirma que o momento é de celebração de uma conquista de sete anos de trabalho. “Envolvemos, no início, os empresários, representados, hoje, pelos Arranjos Produtivos Locais, em um proceso conduzido pela Assespro juntamente com o Sebrae”,explica Sandro Molés da Silva. Ele também enaltece a iniciativa do Paraná ao criar uma governança de tecnologia. “O Brasil tem um estado diferenciado. A integração do setor público com a academia e iniciativa privada é fundamental. Essa medida mostra que o apoio à tecnologia é uma política de Estado no Paraná”, finaliza Sandro.

O Comitê Gestor é presidido pelo secretário da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e composto por representantes da Secretaria Estadual do Planejamento e Coordenação Geral; do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar); da Copel Telecomunicações; da Celepar; Fomento Paraná; da Comissão de Ciência e Tecnologia da Assembleia Legislativa, do Parque Tecnológico de Itaipu, pelas Federações da Indústria (Fiep) e Comércio (Fecomércio), Sebrae-PR; Assespro-Paraná, pelo APL de TI de Londrina e Região, APL de Software de Maringá e Região, APL Iguassu-IT (Oeste do Paraná), APL de TI do Sudoeste do Paraná, APL de TIC de Ponta Grossa e Região, APL de TI de Curitiba, Universidades Estaduais do Paraná, Universidade Federal do Paraná, Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Pontifícia Universidade Católica do Paraná, do Centro de Tecnologia da Informação da Universidade Positivo.

Paraná passa a ter Governança de Tecnologia da Informação e Comunicações

Em cerimônia no Palácio Iguaçu, em Curitiba, o governador Beto Richa assinou o decreto que estabelece uma governança para o setor de Tecnologia da Informação e Comunicações no Paraná. O objetivo é proporcionar desenvolvimento integrado de diversas áreas da economia estadual com apoio de tecnologia, unindo esforços de setor público, empresariado e academia.

A Governança de TIC faz parte do Programa Paraná Inovador, da Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e é vinculada à Rede de Arranjos Produtivos Locais.

O governador do Paraná destacou a importância do setor de tecnologia para o desenvolvimento do estado. “Quem trabalha e quem produz merece o nosso apoio e o nosso respeito. Este setor, que congrega Arranjos Produtivos Locais, tem gerado riquezas e ajudado na formação da nossa economia. Basta ver o exemplo do Vale do Silício, nos Estados Unidos, Então, resolvemos criar aqui um sistema de governança com apoio do setor publico, reunindo várias secretarias como a de Ciência e Tecnologia, Fomento Paraná, secretaria de Planejamento, Celepar e Copel na busca de uma eficiência ainda maior desse setor”, explica Beto Richa.

João Carlos Gomes, secretário estadual de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior afirma que o Paraná é privilegiado pela organização e pela estrutura do setor produtivo. “E este setor de TIC tem uma qualidade muito grande. Seremos cada vez mais parceiros para o desenvolvimento de nosso estado”, completa.

O deputado estadual Guto Silva, que trabalha para o fortalecimento de uma bancada de tecnologia na Assembleia Legislativa, destacou o desempenho dos APLs que, segundo ele, “têm uma força impressionante”. Guto Silva conheceu os Arranjos Produtivos Locais de TIC em uma reunião estadual no Sebrae, em Pato Branco, no início de uma aproximação com a Assespro-Paraná, entidade que representa as empresas do setor.

Adriano Krzyuy, vice-presidente de Articulação Política da Assespro-Paraná, valorizou o apoio dos empresários na cerimônia: “O histórico da rede APL se concretiza e reforça a governance estadual. Temos APLs nas seis regionais da entidade e, nessa linha, vamos criar muitas iniciativas e conquistar muitos resultados para as empresas e toda a comunidade do Paraná”.

O presidente da Assespro-Paraná, afirma que o momento é de celebração de uma conquista de sete anos de trabalho. “Envolvemos, no início, os empresários, representados, hoje, pelos Arranjos Produtivos Locais, em um proceso conduzido pela Assespro juntamente com o Sebrae”,explica Sandro Molés da Silva. Ele também enaltece a iniciativa do Paraná ao criar uma governança de tecnologia. “O Brasil tem um estado diferenciado. A integração do setor público com a academia e iniciativa privada é fundamental. Essa medida mostra que o apoio à tecnologia é uma política de Estado no Paraná”, finaliza Sandro.

O Comitê Gestor é presidido pelo secretário da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e composto por representantes da Secretaria Estadual do Planejamento e Coordenação Geral; do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar); da Copel Telecomunicações; da Celepar; Fomento Paraná; da Comissão de Ciência e Tecnologia da Assembleia Legislativa, do Parque Tecnológico de Itaipu, pelas Federações da Indústria (Fiep) e Comércio (Fecomércio), Sebrae-PR; Assespro-Paraná, pelo APL de TI de Londrina e Região, APL de Software de Maringá e Região, APL Iguassu-IT (Oeste do Paraná), APL de TI do Sudoeste do Paraná, APL de TIC de Ponta Grossa e Região, APL de TI de Curitiba, Universidades Estaduais do Paraná, Universidade Federal do Paraná, Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Pontifícia Universidade Católica do Paraná, do Centro de Tecnologia da Informação da Universidade Positivo.

Governo do Paraná assina protocolo para expansão da Aldo Componentes Eletrônicos

Governador Beto Richa assina protocolo de intenções com a empresa Aldo Componentes Eletrônicos Ltda, ao lado do diretor-presidente da empresa, Aldo Pereira Teixeira.Foto: Pedro Ribas/ANPr

Governador Beto Richa assina protocolo de intenções com a empresa Aldo Componentes Eletrônicos Ltda, ao lado do diretor-presidente da empresa, Aldo Pereira Teixeira.Foto: Pedro Ribas/ANPr

O governador Beto Richa assinou, nesta terça-feira (23), o protocolo de intenções para inclusão da Aldo Componentes Eletrônicos no programa de incentivos Paraná Competitivo. A empresa vai investir R$ 33,5 milhões na expansão das operações em Maringá, no Noroeste do Estado.

Fabricante e distribuidora de equipamentos de informática, a Aldo vai construir uma nova fábrica de computadores, investir em um projeto de reciclagem de lixo eletrônico e concentrar a importação de peças e equipamentos pelo Paraná.

“Esse é mais um investimento que atesta o bom momento do Paraná, que vive o maior ciclo industrial da sua história. Conseguimos retomar a credibilidade com o setor produtivo e o Paraná Competitivo foi coroado com um sucesso além das nossas expectativas”, disse o governador.

Richa ressaltou a importância do investimento privado e do programa de incentivos para geração de empregos e tributos. “São empresas que estão se instalando e ampliando operações, desenvolvendo novos produtos, com geração de novas vagas. Em um momento em que o Brasil vive uma recessão, com dois milhões de desempregados, esse projetos mostram que o Paraná caminha na contramão do restante do País”, disse ele ao lembrar que o Paraná foi eleito, no ano passado, pelo grupo The Economist, o segundo estado mais competitivo do País, atrás apenas de São Paulo.

PROJETO – A ampliação da Aldo deve gerar 20 novos empregos em 2016 e mais 60 em 2017. A empresa calcula que o número de empregos indiretos pode chegar ao dobro dos diretos.

A nova fábrica terá o triplo do tamanho da atual, que opera a 100% da capacidade, de acordo com o diretor presidente da Aldo, Aldo Pereira Teixeira.

A unidade industrial, com 18 mil metros quadrados de área construída, será erguida em um terreno de 23 mil metros quadrados, a 150 metros da atual.

“O Paraná Competitivo foi fundamental para a realização do projeto. Em um momento em que a crise econômica coloca todos os empresários para baixo, estamos assumindo um compromisso de crescimento com o Estado e o País”, afirmou Teixeira.

Para o secretário da Fazenda, Mauro Ricardo Costa, o programa Paraná Competitivo permite que o empresário invista, crie emprego, amplie o desenvolvimento e contribua com a geração de riquezas.

“O investimento da Aldo mostra a solidez do Estado em atrair novos projetos de investimento. Mesmo com a crise econômica, o Estado aprova pelo programa Paraná Competitivo, em média, dois novos projetos de investimento por mês”, disse.

CRESCIMENTO – De acordo com Teixeira, a Aldo investe porque está conseguindo crescer mesmo com a retração do mercado. Levantamento do IDC, consultoria especializada em dados do setor, mostra um recuo de 31% nas vendas de desktops em 2015 na comparação com 2014. A previsão da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) é de uma queda de 18% nas vendas em todo o País em 2016.

A Aldo, no entanto, registrou um crescimento de 49% nas vendas em 2015, com 44,3 mil máquinas comercializadas. A previsão para 2016 é de um acréscimo de 65%, para 73,5 mil unidades, e de 75% em 2017, para 128 mil máquinas.

De acordo com Teixeira, o crescimento da Aldo se ampara na entrada de categorias inovadoras, como desktops compactos e dispositivos compute stick, que tem tamanho de um pendrive, mas permite transformar qualquer monitor ou TV com HDMI em um computador.

IMPORTAÇÕES – Além da indústria de computadores – fabrica as marcas Ultratop e Centrium – a empresa revende equipamentos de outros grandes fabricantes. Um dos objetivos é centralizar a interiorização das importações pelo Paraná. Até então, isso era feito por meio de um escritório da empresa no Espírito Santo, que será desativado, de acordo com Teixeira. A empresa vai retomar as importações de processadores da Intel por meio de voos entre Miami e Maringá.

Para o secretário de Planejamento e Coordenação Geral, Silvio Barros, o projeto da Aldo vai fazer com que Maringá reforce o seu polo de informática e também aeronaútico, com a vinda de mais voos de cargas.

SUSTENTABILIDADE – O projeto da Aldo está inserido em um programa de sustentabilidade, com construção de uma usina fotovoltaica com capacidade para 170 KW, que deixará a empresa autossuficiente em energia.

A empresa também vai reaproveitar a água da chuva e firmou o compromisso de reciclar oito toneladas de lixo eletrônico gerados em 2016. “Esse projeto está em andamento, conseguimos reciclar seis toneladas de lixo eletrônico no ano passado”, diz Teixeira.

Fundada em 1982 em Maringá, a Aldo espera aumentar o faturamento de R$ 260 milhões registrado no ano passado para R$ 380 milhões em 2016. “O nosso objetivo é chegar a R$ 400 milhões em 2017 e R$ 420 milhões em 2018”, acrescenta.

Acompanharam o evento a vice- governadora Cida Borghetti, o presidente da Agência Paraná Desenvolvimento, Adalberto Netto, a deputada estadual Maria Victória e técnicos de secretarias.

Fonte: Agência de Notícias do Paraná

Estudo do Governo mostra setores estratégicos para atração de investimentos

Um estudo feito pelo Governo do Paraná definiu seis setores prioritários para atração de investimentos ao Estado nos próximos anos. A ideia é reforçar segmentos em que o Paraná já tem presença forte e também desenvolver mercados com potencial tecnológico, de geração de valor agregado e emprego.

Os setores estratégicos são Tecnologia da Informação e Eletroeletrônico, Tecnologia da Agroindústria, Saúde e Beleza, Automotivo e Transporte, Areoespacial e Defesa, e Energia.

“Em 2011 nós lançamos o Paraná Competitivo, programa de atração de investimentos baseado em vetores como geração de emprego e tecnologia e preservação do ambiente. Agora estamos dando um passo adiante em nossa política de desenvolvimento econômico, ao formular um plano direcionado a segmentos de alta tecnologia, nos quais temos grandes vantagens comparativas em relação a outros estados, ou mesmo outros países, como expertise, recursos materiais abundantes, infraestrutura e localização estratégica”, explicou o governador Beto Richa.

O Paraná Competitivo, lembrou Richa, cria mais de 180 mil empregos em curto e médio prazo. Agora, neste novo projeto, o Estado pensa mais a médio e longo prazos.

DIAGNÓSTICO – O Estado desenvolveu um plano estratégico, por setor, para atração de investimentos, segundo Adalberto Netto, presidente da Agência Paraná de Desenvolvimento (APD), do Governo Estadual.

“É preciso ter em mente que precisamos gerar empregos de alto valor para as futuras gerações, para não corrermos o risco de perder a mão de obra especializada e qualificada para outros Estados”, afirma.

Um diagnóstico feito pela APD aponta para a necessidade de o Paraná aproveitar a sua alta competitividade para atrair investimentos de maior complexidade econômica. “O Estado precisa completar sua transformação industrial. Hoje o Paraná tem uma produção basicamente de média e baixa complexidade”, diz. Quanto mais sofisticado o produto, como aviões, máquinas, computadores, mais complexa e próspera a sua economia.

“Precisamos aproveitar o que temos de melhor, que é a mão de obra qualificada, a infraestrutura, a logística e o acesso aos grandes mercados consumidores e um bom diálogo com o setor privado para atrair esse tipo de investimento”, diz.

PARANÁ COMPETITIVO – O Paraná é um dos Estados que mais atraem investimentos produtivos no País. Desde 2011, já recebeu R$ 40 bilhões em investimentos de empresas privadas e estatais, com a criação de 99 mil empregos, por meio do programa de incentivos Paraná Competitivo.

O Estado é considerado o terceiro mais competitivo do País – atrás apenas de São Paulo e Rio de Janeiro -, de acordo com o ranking da consultoria britânica Economist Intelligence Unit. O levantamento leva em conta oito categorias decisivas para a realização de negócios como ambiente político, econômico, regime tributário e regulatório, política para investimentos estrangeiros, recursos humanos, infraestrutura, inovação e sustentabilidade.

AÇÕES -Além de fazer o diagnóstico da atual situação dessas cadeias produtivas, a APD prepara estudos para guiar ações para o desenvolvimento, que envolvem desde capacitação de mão de obra e criação de novos cursos universitários até rodadas de visitas a possíveis investidores. Além disso, negocia com instituições financeiras internacionais parcerias com a Fomento Paraná para apoio a investimentos.

O Paraná já tem uma base consolidada na maioria dos setores incluídos no plano estratégico, mas a ideia é adensar a produção.

AUTOMÓVEIS E TRANPORTE – No setor automotivo, o Estado já é o terceiro maior polo do País, atrás de São Paulo e Minas Gerais. Atualmente são cerca de mil indústrias ligadas à produção automotiva e de transporte no Estado, que responderam por 11% da produção nacional em 2014, de acordo com a Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea)

“Nesse segmento, a mão de obra paranaense é três vezes mais competitiva do que a dos outros Estados. É um segmento estratégico”, diz Adalberto Netto.

SAÚDE E BELEZA – A intenção é atrair novas empresas e investidores também para o setor de saúde e beleza. O Brasil é o terceiro maior mercado consumidor de produtos de beleza do mundo, atrás dos Estados Unidos e da China. O faturamento do setor foi de R$ 101 bilhões em 2014, de acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec). O Paraná gera 6% da receita do setor no País.

Segundo Marina Sperafico, assessora técnica da APD, uma das vantagens da indústria da beleza é que ela é menos suscetível aos efeitos da crise econômica e vem apresentando taxas de crescimento elevadas nos últimos anos. Dados da Abihpec mostram que nos últimos 19 anos, o setor registrou crescimento real (já descontada a inflação) de 10%.

AEROESPACIAL E DEFESA – O Paraná assinou um acordo com a fabricante de aeronaves russa Irkut para implantar em Maringá unidades de fabricação de peças e partes de aeronaves e centros de operação para atender o Brasil e a América Latina. A Irkut vai funcionar como uma espécie de “âncora” para atrair novos investimentos no setor. Entre as propostas está a criação de um curso de engenharia aeronáutica e de mecatrônica aplicada na Universidade Estadual de Maringá (UEM) para formar mão de obra especializada para as indústrias do setor. Uma parte da rede de fornecedores do setor automotivo também pode vir a integrar essa cadeia de produção.

TECNOLOGIA DA AGROINDÚSTRIA – Considerado um dos setores mais competitivos do Paraná e com uma participação de 30% na economia paranaense, o agronegócio é considerado prioritário para investimentos, com enfoque principalmente em inovação. O objetivo é desenvolver a área de biotecnologia.

ENERGIA – Maior gerador de energia do País e dono do 43% do potencial energético do Sul do País, o Estado quer atrair novos projetos, principalmente na área de energia renovável e novas tecnologias. Entre os alvos estão biomassa e energia solar.

TI e ELETROELETRÔNICOS – Com mão de obra qualificada disponível, o setor de Tecnologia de Informação (TI) é outro estratégico para investimentos no Estado. As regiões de Curitiba, Londrina e Pato Branco, se consolidaram no desenvolvimento de empresas do setor. O Paraná responde por 10% do faturamento do setor de TI no Brasil e 7,4% do número de empregados. De acordo com Adalberto Netto, o Governo do Paraná prepara uma nova lei para conceder benefícios para desenvolvimento de TI na área de e-commerce. “Duas líderes mundiais do setor estão negociando sua instalação no Estado”, afirma.

Fonte: Governo do Paraná

Governo do Paraná firma parcerias com entidades que fornecerão o software para a NFC-e

Foto: Orlando Kissner/AENPr

O governador Beto Richa assinou nesta terça-feira (23), no Palácio Iguaçu, em Curitiba, termo de cooperação com a Associação Comercial do Paraná (ACP), com a Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Paraná (Faciap) e com a Associação das Micro e Pequenas Empresas de Curitiba (Microtiba) para a disponibilização de software gratuito de emissão de Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e).

A intenção é reduzir custos dos empresários e facilitar o acesso ao novo modelo que está sendo implantado no Estado. Assinaram o termo o governador Beto Richa, o secretário estadual da Fazenda, Mauro Ricardo Costa, e os presidentes da ACP, Antônio Miguel Espolador Neto; da Faciap, Guido Bresolin Junior, e da Microtiba, Armando Santos Lira.

Richa destacou que a parceria com as entidades para a emissão da NFC-e faz parte de uma série de ações do governo para desburocratizar os processos junto ao setor produtivo. “É um importante avanço na desburocratização, agilidade, transparência e eficiência do poder público. A Nota Fiscal Eletrônica vai ajudar a combater a sonegação, a inadimplência e a concorrência desleal. É um processo em que todos saem ganhando”, ressaltou.

O secretário Mauro Ricardo Costa explicou que a NFC-e facilita a vida tanto do consumidor como do empresário porque ambos receberão as notas pela internet, sem ter mais a necessidade de imprimir o documento. “Além dessa facilidade, a ferramenta permitirá um controle maior por parte do governo, evitando a sonegação fiscal e aumentando a arrecadação pública”, disse.

DEMANDA – O uso da NFC-e vai resultar em aumento na demanda dos contribuintes em adquirir software de emissão do documento eletrônico. Para facilitar a adesão das empresas, a Secretaria da Fazenda publicou, em seu portal, um comunicado convidando instituições interessadas no desenvolvimento de aplicativo gratuito de emissão do documento.

As entidades de representação de classe que se mostraram interessadas foram a ACP, em parceria com a empresa desenvolvedora Inventti; a Faciap, em parceria com a Koinonia Sofware, e a Microtiba, em parceria com a Safeweb. Os aplicativos serão disponibilizados para download no site da Fazenda aos contribuintes paranaenses interessados.

ASSOCIADOS – A Associação Comercial do Paraná já disponibiliza o programa para seus associados desde 2010 e a Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica é emitida desde o ano passado. “Nosso software faz o gerenciamento não apenas da nota fiscal, mas também de estoques e da parte financeira das empresas”, explicou Antônio Miguel Espolador. “Isso facilita, principalmente, para as micro e pequenas empresas, que não têm estrutura e dinheiro para fazer este investimento”, disse ele. “O mais importante deste sistema é a legalidade situação. A tendência é que as empresas se legalizem e que diminua a informalidade, tornando a concorrência mais leal”, afirmou.

REGISTRAR – O presidente da Faciap, Guido Bresolin Junior, lembrou que o sistema já é utilizado por outros estados. “O empresário vai poder registrar toda a sua movimentação, o que facilita para controlar o que foi vendido e até no momento de pagar os impostos”, disse ele.

“Estamos bem confiantes com esta nova ferramenta, que pode ser utilizada tanto online como offline. Em casos de falta de energia ou de acesso a internet, por exemplo, o comerciante pode emitir a nota e transmitir no final do dia”, explicou o presidente da Microtiba, Armando Lira.

PRESENÇAS – Participaram da solenidade o diretor-geral da Secretaria da Fazenda George Hermann Rodolfo Tormin; o Diretor da Coordenação da Receita do Estado (CRE), Gilberto Calixto; a presidente do Conselho Regional de Contabilidade do Paraná (CCR-PR), Lucélia Lecheta; o deputado estadual Guto Silva, diretores e gerentes das ACP, Faciap e da Microtiba, além de dirigentes e diretores das empresas parceiras.

POSTOS DE COMBUSTÍVEL SERÃO OS PRIMEIROS A SUBSTITUIR

A obrigatoriedade do uso da Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica seguirá um cronograma que terá início no dia 1º de julho próximo. Os postos de combustíveis são os primeiros que terão de substituir o cupom fiscal e a nota fiscal de venda ao consumidor pelo novo documento, que tem existência apenas digital e é emitido e armazenado eletronicamente.

De acordo com o cronograma da Receita Estadual, a adesão de todas as empresas do Estado deve acontecer até janeiro de 2016.

A partir de agosto, restaurantes, comércios varejistas de livros, jornais, óticas e lojas de armas e munições passarão a emitir o documento. Comércios de calçados, tecidos, gás, artesanatos e similares aderem ao sistema em setembro. Já em outubro, será a vez das padarias, joalherias, lojas de informática, eletrodomésticos e telefonia.

A partir de novembro, passarão a emitir a NFC-e os comércios varejistas de vestuário, materiais de construção e similares. As lojas de departamentos, comércios de bebidas e padarias utilizarão o sistema a partir de dezembro. E, em janeiro, aderem à NFC-e os supermercados, farmácias, açougues, peixarias e mercearias.

Independentemente do cronograma de obrigatoriedade, as empresas podem antecipar sua adesão à NFC-e. Para adotar o novo modelo o contribuinte precisa ter um certificado digital, padrão ICP-Brasil, possuir um sistema emissor de NFC-e (que poderá ser gratuito) e formalizar o respectivo pedido de uso do sistema na área restrita do Portal da SEFA (www.fazenda.pr.gov.br).

Fonte: Governo do Paraná

Fundação Araucária investe mais de R$ 55 milhões em bolsas, projetos de pesquisa e de divulgação científica

Buscando fomentar ainda mais o desenvolvimento da ciência e tecnologia no estado, o Governo do Paraná, por meio da Fundação Araucária (FA), anunciou o lançamento de 20 chamadas públicas para os próximos dias, totalizando o valor de R$ 55.466.800,00.

A estimativa é de que 3700 bolsas sejam lançadas, em diferentes modalidades, além da previsão do financiamento de projetos que visam aprimorar a qualificação de recursos humanos para atuação em Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) no Paraná.

O Governador Beto Richa ressaltou a importância da aplicação de recursos direcionados aos pesquisadores e à produção científica e tecnológica do Paraná. “O avanço tecnológico é um compromisso prioritário e estamos investindo fortemente nele, assim como temos investimentos permanentes em todos os setores, especialmente educação, saúde, segurança, infraestrutura, agricultura e habitação, entre outros. O Paraná é feito agora para o presente e para o futuro”, afirmou.

Alinhada à política estadual e por acreditar no potencial do pesquisador paranaense, a Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti) e a Fundação Araucária trabalham para ampliar os investimentos em bolsas e projetos de pesquisa. Resultado que vem sendo alcançado junto com o apoio de entidades regionais e de fomento.

O secretário da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, João Carlos Gomes, destaca que mais da metade do orçamento da FA é destinada à verticalização do ensino superior e à formação de pesquisadores. “O desenvolvimento do estado está diretamente ligado ao incentivo à ciência e tecnologia. E investindo nos nossos professores, pesquisadores e alunos toda a sociedade paranaense é beneficiada já que estamos aumentando o número de profissionais capacitados para atuar em áreas fundamentais para o desenvolvimento socioeconômico do estado”.

Sempre preocupada com os problemas socioeconômicos, a Fundação busca incentivar ações de mobilização e sensibilização de Instituições de Ensino Superior em políticas de inclusão social. Destacam-se, neste aspecto o Programa de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC) e de Iniciação Tecnológica (PIBIT), somente nesta chamada estão sendo disponibilizadas 1700 bolsas. Além do edital de Ações Afirmativas de Inclusão Social, com a oferta de mil bolsas. Portanto, só nestas duas chamadas públicas, 2700 bolsas serão financiadas com recursos totais do Governo do Estado.

“Ficamos orgulhosos em oferecer recursos para quem mais precisa, e ao mesmo tempo, contribuir para o desenvolvimento da pesquisa, da ciência, da tecnologia e da inovação, tendo como foco a meritocracia. Estamos buscando também angariar mais parcerias para que o montante do valor obtido para o investimento em projetos e bolsas aumente cada vez mais”, afirmou o presidente da Fundação Araucária Paulo Brofman.

O apoio do Governo do Estado, aliado às parcerias, vem contribuindo para que a entidade tenha alcançado nos últimos anos o maior número de bolsas de estudos da história da Fundação Araucária. Entre os anos de 2012 e 2013, por exemplo, mais de 7 mil bolsas e aproximadamente 2 mil projetos de pesquisa foram financiados. “Somados ao aumento no número de bolsas e projetos financiados, temos garantido o repasse dos valores rigorosamente em dia às instituições conveniadas”, ressaltou Paulo Brofman.

Além dos investimentos estaduais diretos, buscando ampliar o número de bolsas e projetos financiados, a Fundação Araucária conta com parcerias com a Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), o CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), a Fundação Grupo Boticário, Parque Tecnológico Itaipu e Sanepar.