Faltam 4 dias para o DEV Paraná Conference 2019, maior evento da comunidade paranaense de desenvolvedores

Maringá será palco de um dos maiores eventos para desenvolvedores de software do Paraná durante o “DEV Paraná Conference”, que acontece no dia 3 de agosto na UniCesumar. A ideia do movimento DEV Paraná é apoiar a comunidade de desenvolvedores paranaenses e compartilhar conhecimento por meio de conferências, MeetUps, Coding Dojo, entre outros. O ecossistema de software de Maringá e região conta hoje com mais de 400 empresas e cinco mil colaboradores e é o segundo mais importante do Paraná.

O conteúdo do evento cobre as principais linguagens de programação e apresenta tendências para desenvolvimento de software e gestão de equipes de tecnologia.

São esperados mais de 400 participantes no evento e o Grupo DB1, formado por empresas de tecnologia sediadas em Maringá – PR, Presidente Prudente – SP e, em breve, Campo Grande – MS, terá um estande no evento onde apresentará a empresa, fará networking e fazer contatos com possíveis candidatos em desenvolvimento de software, já que está com 85 vagas abertas.

O grande diferencial do DEV Paraná este ano será a realização do DevKids, que visa incentivar o ensino de tecnologia para crianças e adolescentes, estimulando-os a conhecer mais sobre a área de robótica e possibilitar uma futura carreira em um mercado que cresce exponencialmente e que deve movimentar US$ 87 bilhões até 2025 e que será impulsionado pela popularização de robôs entre os consumidores. *

DEV Paraná Conference 2019

3 de agosto de 2019
das 7:30 às 17:50
UniCesumar – Auditório Dona Etelvina, Bloco 7
Av. Guedner, 1610 – Jardim Aclimação, Maringá

*Fonte: Boston Consulting Group (BCG)

Como abrir, formalmente, sua empresa pela internet

Abrir a própria empresa é o sonho de muitos brasileiros, mas tornar-se um empreendedor requer algumas especificidades. Não dá para, simplesmente, começar a vender mercadorias ou prestar determinado serviço, sem formalizar seu negócio.

Dentre diversos passos necessários para isso, é preciso ter uma ferramenta tão útil quanto indispensável: o Certificado Digital ICP-Brasil, nas suas versões e-CPF e e-CNPJ. É relativamente comum as pessoas associarem esta tecnologia apenas ao envio de informações à Receita Federal do Brasil (RFB), mas por meio dela é possível muito mais. Veja como o Certificado Digital é fundamental para iniciar e operar o seu negócio:

1) Abertura de empresas

Para que o negócio seja, realmente, formalizado como empresa, é necessário realizar um registro na Junta Comercial do estado, o qual já pode ser feito digitalmente em várias localidades do país (PI, SP, RS, MS, MG, PR, BA, CE, PB, GO e MT), por quem tem Certificado Digital. O principal benefício é a comodidade e a agilidade da tramitação dos processos realizados no meio eletrônico e a possibilidade de fazer a solicitação 24 horas por dia e sete dias por semana.

“Para abrir uma empresa pode ser usado qualquer tipo de Certificado e-CPF, seja armazenado no token – uma espécie de pen drive-, computador, cartão inteligente ou nuvem, conhecido como remoteID”, explica Leonardo Gonçalves, diretor comercial da Certisign. Segundo o executivo, o Certificado é o que garante a autenticidade das informações e, por isso, ele é exigido pelas Juntas nos processos on-line.

2) Envio de informações à Receita Federal

Abriu o seu negócio? Pronto. Agora você tem um CNPJ e precisará de um outro tipo de Certificado para operar a sua empresa, o e-CNPJ. É por meio dele que serão enviadas as entregas fiscais relativas a sua companhia.

3) Emissão de Notas Fiscais Eletrônicas

Com o mesmo Certificado e-CNPJ, que você enviará as entregas fiscais, é possível emitir a Nota Fiscal Eletrônica –NF-e e a Nota Fiscal de Serviços Eletrônica – NFS-e de forma automatizada para você ter o controle do seu caixa e se manter em dia com o Fisco.

4) Assinar documentos digitalmente

Com o e-CPF e o e-CNPJ em mãos você pode agilizar sua rotina pessoal e profissional com poucos cliques. Isso porque com ambos os Certificados você pode assinar documentos pela internet, sem papel e sem caneta. “Por exemplo, você pode firmar parcerias com empresas ou contratar fornecedores de outros estados sem se preocupar com a logística para a formalização do contrato. Toda tramitação é feita de forma eletrônica com validade jurídica – assegurada pela legislação-, por meio do uso do Certificado Digital e um portal de assinaturas”.

Funciona assim: com o Certificado Digital e-CNPJ, você pode assinar contratos concernentes à empresa propriamente dita, enquanto que o e-CPF permite a formalização de documentos relacionados ao seu dia a dia de pessoa física.

Investimento

Na Certisign é possível adquirir ambos os Certificados pelo preço de um, a partir de R$ 195, em até 10 vezes sem juros. A campanha é sazonal e de tempo limitado.

Paraná está entre os estados com a gasolina mais barata do país

Com preços médios de R$ 4,185 e R$ 4,259, respectivamente, Santa Catarina e São Paulo têm o litro da gasolina comum mais barato do país, conforme levantamento da ValeCard, empresa especializada em meios de pagamentos, benefícios e gestão de frotas.

Obtidos por meio do registro das transações realizadas em junho em cerca de 20 mil postos credenciados, os dados mostram que Acre e Rio de Janeiro são os estados com o combustível mais caro – R$ 5,115 e R$ 5,015, respectivamente.

ESTADO PREÇO (R$)
Acre 5,115
Rio de Janeiro 5,015
Minas Gerais 4,87
Pará 4,868
Rondônia 4,772
Sergipe 4,763
Tocantins 4,755
Alagoas 4,729
Mato Grosso 4,706
Piauí 4,677
Espírito Santo 4,676
Bahia 4,674
Mato Grosso do Sul 4,674
Maranhão 4,661
Rio Grande do Norte 4,648
Goiás 4,644
Amazonas 4,628
Ceará 4,619
Paraíba 4,597
Pernambuco 4,585
Amapá 4,577
Rio Grande do Sul 4,563
Roraima 4,521
Paraná 4,409
Distrito Federal 4,393
São Paulo 4,259
Santa Catarina 4,185

Fonte: ValeCard

Entre as regiões do país, a Norte é a que tem a gasolina mais cara (R$ 4,748, em média), e o Sul, a mais barata (R$ 4,385).

REGIÃO PREÇO MÉDIO (R$)
Norte 4,748
Sudeste 4,705
Nordeste 4,661
Centro-Oeste 4,604
Sul 4,385

FFonte: ValeCard

Segundo estado com a gasolina comum mais barata no país, São Paulo tem o combustível com o menor valor no Sudeste (R$ 4,259). Já o Rio de Janeiro tem o maior valor médio da região e um dos maiores do país (R$ 5,015).

SUDESTE JUNHO MAIO JANEIRO
Espírito Santo 4,676 4,761 4,77
Minas Gerais 4,87 4,972 4,788
Rio de Janeiro 5,015 5,096 4,914
São Paulo 4,259 4,351 4,409
Preço médio 4,705 4,795 4,72025

Fonte: ValeCard

No Sul, a gasolina comum mais cara é encontrada no Rio Grande do Sul (R$ 4,563, em média). Santa Catarina é o Estado da região – e do país – com o combustível mais barato (R$ 4,185).

 

SUL JUNHO MAIO JANEIRO
Paraná 4,409 4,505 4,415
Rio Grande do Sul 4,563 4,776 4,609
Santa Catarina 4,185 4,309 4,262
Preço médio 4,385667 4,53 4,428667

Fonte: ValeCard

No Centro-Oeste, o Distrito Federal tem a gasolina com o preço médio mais baixo (R$ 4,393). Já Mato Grosso tem a gasolina mais cara (R$ 4,706).

CENTRO-OESTE JUNHO MAIO JANEIRO
Distrito Federal 4,393 4,563 4,373
Goiás 4,644 4,732 4,566
Mato Grosso 4,706 4,776 4,657
Mato Grosso do Sul 4,674 4,78 4,569
Preço médio 4,60425 4,71275 4,54125

Fonte: ValeCard

No Nordeste, Pernambuco apresenta o preço médio mais baixo (R$ 4,585). Já Sergipe tem o valor mais alto (R$ 4,763).

NORDESTE JUNHO MAIO JANEIRO
Alagoas 4,729 4,848 4,712
Bahia 4,674 4,724 4,606
Ceará 4,619 4,785 4,623
Maranhão 4,661 4,723 4,465
Paraíba 4,597 4,548 4,532
Pernambuco 4,585 4,632 4,527
Piauí 4,677 4,912 4,621
Rio Grande do Norte 4,648 4,817 4,63
Sergipe 4,763 4,857 4,775
Preço médio 4,661444 4,760667 4,610111

Fonte: ValeCard

No Norte, o Acre tem o preço mais alto não só da região, como também do Brasil (R$ 5,115). O valor médio mais baixo foi verificado em Roraima (R$ 4,521).

NORTE JUNHO MAIO JANEIRO
Acre 5,115 5,123 5,127
Amazonas 4,628 4,338 4,56
Amapá 4,577 4,678 4,57
Pará 4,868 4,906 4,798
Rondônia 4,772 4,834 4,648
Roraima 4,521 4,688 4,405
Tocantins 4,755 4,773 4,797
Preço médio 4,748 4,762857 4,700714

Fonte: ValeCard

GetTI Services amplia capacidade computacional de seu data center em parceria com Westcon e Lenovo

A GetTI Services, empresa do grupo GetCard, adquiriu da Westcon equipamentos Lenovo capazes de ampliar recursos de seu data center, além de possibilitar a maior capacidade de automatização de sua rede ao propiciar a integração com diferentes ferramentas de gerenciamento e de automação de funções.

Com um parque de mais de 200 servidores físicos e cerca de 700 servidores virtuais quase que exclusivamente Lenovo, a GetTI Services optou por soluções de storage também da Lenovo ao buscar melhor desempenho das funções de armazenamento de dados e backup, aumentando a velocidade de gravação e de acesso aos dados em 900%. Os switches NE2572 da Lenovo que adquiriu, ainda, da Westcon, oferecem conectividade de 100 gigabits, e irão tornar mais ágeis as aplicações em nuvem, cada vez mais presentes entre os sistemas dos cerca de mil clientes que utilizam o data center da GetTI Services.

O Grupo GetCard, com sede em Maringá, no Paraná, tem sua origem no segmento de meios de pagamento, transacionando hoje R$ 12 bilhões ao ano. Expandiu seus negócios para oferecer aos clientes, por meio da GetTI Services, serviços de conectividade e soluções completas de hardware e software, on premise ou em seu data center, enquanto a Sonic Host oferece serviços de hospedagem. Funcionando ininterruptamente, 24×7, a GetTI Services suporta hoje as operações críticas de redes de clientes dos mais diversos setores, sejam instituições públicas, varejistas (de farmácias a postos de gasolina, entre outros segmentos) operadoras de telecomunicações e mídia ou estejam no ramo dos transportes, como empresas aéreas ou graneleiras.

Parceria GetCard – Westcon – Lenovo

Os novos equipamentos Lenovo foram, mais uma vez adquiridos à Westcon, um dos principais distribuidores da marca tanto globalmente como no Brasil. Frank Aguilieri, diretor de tecnologia do Grupo GetCard, aponta uma série de vantagens nessa parceria tríplice, destacando fatores como as soluções financeiras e apoio a projetos propiciados pela Westcon. E a qualidade dos produtos Lenovo, que para Frank oferecem a maior disponibilidade do mercado, assim como o suporte prestado localmente pelo fabricante em Maringá, superior a de seus concorrentes.

O data center onde serão instalados os novos equipamentos serve tanto aos negócios da GetCard quanto aos clientes das demais empresas do grupo. Foi criado em 2010, e hoje utiliza primordialmente equipamentos Lenovo. A marca conquistou a confiança do grupo GetCard, que planeja continuar com a Lenovo nas ampliações do data center.

“Nossa parceria com a Westcon e com a Lenovo nos permite oferecer um alto padrão de serviços a nossos clientes contando com uma equipe profissional enxuta. Isso resulta em um custo/benefício muito favorável, com preços atrativos para o nosso cliente. Temos todo o interesse em fortalecer nossas relações com a Westcon e com a Lenovo, com benefícios para os três parceiros”, diz Frank Aguilieri.

Marcelo Murad, diretor de produtos e engenharia da Westcon Brasil, vê a GetCard como um parceiro estratégico para a Westcon na região sul, e menciona os eventos conjuntos realizados pelas duas empresas para o mercado da região como uma expressão dessa aliança na busca de soluções sob medida para empresas locais, atendendo a seus interesses independentemente do segmento de negócios a que se dediquem.

“Vemos de maneira muita positiva a forma como tanto a GetTI como a Westcon valorizam atributos que, para a Lenovo, são grandes diferenciais. Nossa tecnologia endereça pontos importantes, em relação direta com um desempenho superior dos negócios. Confiabilidade e facilidade de gestão do ambiente, além de outros tantos predicados, têm nos ajudado a ampliar nossa presença no mercado brasileiro. E a escolha da GetTI é um excelente exemplo disso”, diz Rodrigo Guercio, Country Manager da Lenovo no Brasil.

CINQ Technologies participa de Encontro sobre a Nova Economia

Aconteceu no Distrito Spark CWB o encontro mensal de inovação organizado pela Rumo, cujo tema foi a Nova Economia. O meetup contou com speakers da CINQ, EBANX, SEBRAE, Startse, Bosch, dentre outros. Estivemos representados no painel de Transformação Digital por meio do nosso CGO, Carlos Alberto Jayme.

A abertura do evento foi feita pelo CTO da Rumo, Rubio Potzmann, o qual falou sobre o foco das organizações nas pessoas e da importância destas em fazer as coisas acontecerem. Atualmente, as contratações prezam muito pelo alinhamento cultural entre as partes, de forma que os colaboradores tenham um propósito afim com a companhia e acreditem na empresa ou startup. Ele também comentou que o paradigma da mais valia está sendo quebrado, pois hoje em dia os profissionais que ajudam a construir grandes coisas nas empresas enriquecem junto com as mesmas.

O primeiro painel foi sobre a temática Glocal, ou seja, sobre a necessidade de se pensar globalmente e agir localmente. Dentre os tópicos discutidos, falou-se sobre a China, uma vez que é um ecossistema de inovação que vem ganhando cada vez mais relevância. Verifica-se características fortes nacionalistas neste país, por privilegiarem bastante os próprios produtos e serviços. Por exemplo, a fila da Xiaomi é maior do que a da Apple no lançamento de produtos.

Também se falou sobre a importância da boa execução nas organizações, já que o que conta é a prática e as relações duradouras com os clientes. Outro tópico abordado foi o design da informação, ou seja, o quão importante é a imersão no universo cultural e do produto/serviço com o qual se trabalha, principalmente no contexto em que há pessoas de vários países atuando em conjunto.

O segundo painel tratou da temática Transformação Digital. O debate abordou o fato de que a transformação é dolorosa, mas que a mudança impõe um novo mundo que se abre. A forma de pensar e de se posicionar perante os problemas de uma forma diferente é a chave para transformar os negócios digitalmente. Quando há mudanças disruptivas de modelos de negócio, há confusão, como greves que aconteceram no lançamento de aplicativos como uber, 99 e inconformismo dos taxistas.

Tem-se responsabilidade compartilhada neste movimento de digital transformation, sendo que é importante criar canais de confiança e ambiente propício para a inovação acontecer. Por fim, falou-se sobre a importância intrínseca das pessoas no sentido de construir relações de parceria e que a era atual não é das máquinas e sim do ser humano como protagonista do futuro.

De acordo com Frederico Westphalen, que participou como ouvinte do encontro: “É muito enriquecedor participar de eventos como este, pois absorvemos outras visões do mercado global, além de coletar dicas valiosas devido à dinâmica do meetup. O ecossistema curitibano foi comparado a outros mundiais, e concluí que estamos ganhando destaque rapidamente, tanto em âmbito nacional quanto global. A união e a troca de experiências, de modo horizontal, fará de fato a sociedade mais eficiente com soluções de valor.”

Plataforma de telemedicina chega ao Paraná

A partir desta semana, a Teldoctor, startup de telemedicina, inicia operações no estado do Paraná. Atualmente, a plataforma possui capacidade para realizar até 150 mil triagens médicas à distância por mês, com foco no chamado “primeiro atendimento”, que pode ser uma simples renovação de prescrição médica ou até mesmo um pedido de encaminhamento ao especialista.

A startup pretende intensificar novas parcerias com profissionais de diversas áreas da saúde na região. Segundo informações da empresa, na plataforma, os pacientes podem buscar atendimento médico para especialidades como Cardiologia, Fisioterapia, Psicologia, entre outros.

“O objetivo da Telemedicina é promover o acesso à saúde no país, tanto para quem quer agilizar a ida ao médico, quanto para moradores de regiões mais afastadas, onde não há corpo clínico suficiente para receber pacientes”, explica médico Dr. Luís Henrique Pereira, fundador e Diretor Técnico da Teldoctor.

O empreendimento utiliza um modelo de plataforma tecnológica, no ar há oito anos no Brasil, e que já atendeu mais de 375 mil pacientes nas áreas de cardiologia, medicina preventiva e saúde sexual. Recentemente, a plataforma foi aprimorada com uma Inteligência Artificial vinda dos EUA, o que permite a ampliação do corpo clínico e o atendimento a diversas especialidades médicas.

Para alçar este patamar, em 2018, a Teldoctor firmou parceria com a empresa americana M.A.I.A.S. Partners, responsável por investimentos em plataformas de tecnologia de diferentes países.

Marcelo Callegari, investidor da M.A.I.A.S. e CEO da Teldoctor, acredita que o setor tem muito a crescer e colaborar com o país. “A Telemedicina proporciona dinamismo ao atendimento médico, resolve os problemas de filas em hospitais, clínicas e principalmente no SUS, ou seja, além de um mercado em expansão é, também, um apoio indireto ao sistema público de saúde”, conclui Callegari.

Setor da Saúde

Segundo dados da Agência Nacional de Saúde (ANS), os planos de saúde perderam mais de 212 mil clientes somente nos primeiros quatro meses de 2019. Ao todo, estima-se que cerca de 138 milhões de brasileiros estejam carentes de planos de saúde e assistência médica no país.

Outros estudos, como a Demografia Médica no Brasil, elaborado pela Universidade de São Paulo (USP) com apoio do Conselho Federal de Medicina (CFM), apontam que nas localidades com até 20 mil moradores, ou seja, cerca de 68,3% das cidades brasileiras, há menos de 0,40 médico por mil habitantes.

“A disseminação de dispositivos móveis e o acesso à internet permitem que muitas pessoas sejam atendidas em suas próprias casas e evitem o tratamento tardio de doenças que podem ser mais perigosas. Esse primeiro atendimento pode fazer toda a diferença em um diagnóstico mais rápido, além de favorecer o acesso das pessoas a um serviço de saúde”, conta Dr. Luís Henrique.

O profissional afirma que muitos pacientes deixam de ir ao médico devido à distância ou até mesmo à correria do dia a dia nas grandes cidades. Outro problema relatado pelo médico é o fato de existirem casos em que o paciente precisa apenas de uma prescrição ou uma renovação de receita, mas perde horas em filas de atendimento para obter o laudo. “Nestes casos, pacientes que realmente necessitam do atendimento presencial acabam sendo prejudicados, em decorrência do contingente atendido pelo médico”, sinaliza.

Buysoft e UniCesumar firmam parceria em prol da Educação

Com mais de 20 anos de carreira, o empresário Clemilson Correia teve, ao longo de sua vida profissional, um longo histórico na área educação. Já no início de sua carreira, atuou como professor e monitor em cursos de informática e sempre se interessou por várias áreas do conhecimento.

O convênio com a instituição de ensino foi motivado pela proximidade de Clemilson com o meio acadêmico e pelos próprios valores do CEO, que acredita fortemente no desenvolvimento por meio da Educação.

A UniCesumar é um dos maiores centros universitários do país e, a partir de agora, possibilitará aos estudantes de Psicologia a prática profissional supervisionada na Buysoft, que é uma das maiores empresas de licenciamento de software e soluções em TI do Brasil.

Por meio da parceria, estudantes do quinto ano terão a oportunidade de estagiar na Buysoft de duas a três vezes por semana, para vivenciar a área de negócios na prática e conhecer o dia a dia corporativo. O foco acadêmico é a disciplina de Psicologia Organizacional. Os estudantes ficarão sob supervisão de Cristiane Fraga, consultora de Recursos Humanos da empresa.

De acordo com Elessandra Bassoli, Professora do Curso de Psicologia e Pós-Graduação na Unicesumar, o acadêmico pode optar por três das áreas de estágio: clínica, organizacional, jurídica, hospitalar, escolar e saúde mental. “Os alunos devem começar o estágio na Buysoft depois das férias e estamos confiantes que eles conseguirão desenvolver muitas práticas da área da psicologia em uma empresa do porte e da importância da Buysoft, que tem investido muito na área de gestão de pessoas”, explica.

Para Clemilson Correia, “acreditamos ser nosso dever devolver à sociedade o crescimento que nos tem sido confiado, além de apoiar continuamente a comunidade acadêmica. Por meio do convênio, tenho certeza que estaremos aqui para ensinar, mas também para aprender muito. Tenho convicção de que a educação é transformadora e, aliada ao nosso foco em gestão de pessoas, a parceria com a UniCesumar será benéfica para todas as partes. Aos estudantes, por terem a oportunidade apreender no dia a dia com uma empresa em franco crescimento, e para nós, cuja aproximação com os universitários, trará muitas ideias e práticas que poderemos aplicar no dia a dia”, explica.

Gartner revela 10 principais prioridades para novos projetos de segurança

Pesquisas recentes do Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento para empresas, têm mostrado que o crescimento acelerado das organizações, com a adoção de novas plataformas de vendas on-line, aplicações em Nuvem e descentralização das infraestruturas de TI, tem colocado os líderes de segurança e gestão de riscos diante de novas necessidades de segurança cibernética. Nesse contexto, os Chief Information and Security Officers (CISOs) estão diante de uma realidade cada vez mais complexa, que precisa adequar a gestão das ameaças e a demanda contínua de evolução dos negócios.

“Líderes de segurança e gestão de risco são constantemente bombardeados com a manutenção de ações de segurança já existentes e com a apresentação de novas demandas e projetos”, diz Brian Reed, Analista Sênior do Gartner. “Como prioridade para novos projetos de segurança, concentre-se nas iniciativas que possam gerar alto grau de impacto nos negócios e que tenham a capacidade de reduzir uma grande quantidade de riscos”.

Para apoiar essa jornada, o Gartner identificou as 10 principais prioridades para novos projetos de segurança para organizações que já adotaram todas as medidas básicas de segurança.

Projeto 1: Gerenciamento de Acesso Privilegiado (PAM – Privileged Access Management, em inglês) – Contas privilegiadas (ou contas administrativas com alto poder de controle) são alvos atraentes para os invasores. Um projeto de Gerenciamento de Acesso Privilegiado destacará os controles necessários a serem aplicados para proteger essas contas, que devem ser priorizadas por meio de uma abordagem baseada em risco. Os projetos de PAM devem abranger contas de sistemas humanos e não-humanos e apoiar uma combinação de ambientes locais, em ambientes baseados em Nuvem e híbridos, bem como APIs para automação.

Projeto 2: Gerenciamento de Vulnerabilidades inspirado na análise de riscos (CARTA –Continuous Adaptive Risk and Trust Management, em inglês)  As equipes de segurança não podem lidar com a enorme quantidade de vulnerabilidades e não podem corrigir tudo. Portanto, as lideranças devem se concentrar em uma abordagem de “segurança adaptativa e contínua”(CARTA), adaptável, em todos lugares, o tempo todo. Isso exige que os Chief Information and Secutity Officers (CISOs) estabeleçam o valor de negócios dos ativos de TI, conforme acordado entre os participantes do negócio, e os riscos associados a eles para enfatizar a importância de se concentrar nesses ativos. Além disso, as organizações devem entender a topologia de rede e quaisquer alterações na infraestrutura de TI.

Projeto 3: Detecção e resposta – Opções perfeitas de proteção não existem, mas os CISOs devem considerar projetos de detecção e resposta. Faça algumas perguntas: Como os dados são coletados e armazenados para suportar os recursos de detecção e resposta? A tecnologia tem uma ampla variedade de recursos de detecção e resposta, ou capacidade de utilizar indicadores de comprometimento? Se a organização já tiver uma plataforma de proteção de Endpoints, considere essa plataforma como uma opção para fornecer detecção e resposta. Para uma abordagem de serviços de segurança gerenciados, pense em um projeto que forneça informações a um provedor gerenciado. Certifique-se de testar completamente qualquer fornecedor que alega ter Inteligência Artificial (IA) ou capacidade de Aprendizado de Máquina.

Projeto 4: Determinar um Agente de Segurança de Acesso à Nuvem (CASB – Cloud Access Security Broker, em inglês) – Os Agentes de Segurança de Acesso à Nuvem fornecem um ponto de controle para a visibilidade e o gerenciamento para organizações que adotaram vários aplicativos de Software como Serviço (SaaS). O Gartner indica que as companhias devem justificar esse tipo de projeto começando com a descoberta de aplicações em Nuvem para monitorar a infraestrutura de TI. É preciso avaliar se a organização tem controle e visibilidade de dados confidenciais usados ​​e compartilhados pelos aplicativos SaaS. Outro ponto é determinar qual é o nível de visibilidade e controle necessário para cada serviço baseado em Nuvem. Participe de contratos de curto prazo com foco na descoberta e proteção de dados confidenciais.

Projeto 5: Gerenciamento de postura de segurança na nuvem (CSPM – Cloud Security Posture Management, em inglês) – Embora os serviços Cloud ofereçam altos níveis de automação e autoatendimento para os usuários, quase todos os ataques em Nuvem são resultados de erros de configuração, erros de gerenciamento e erros dos clientes. É importante considerar, portanto, os processos e ferramentas de Gerenciamento de Postura de Segurança para mitigar os riscos das aplicações alocadas nos ambientes em Nuvem. Se a empresa usar apenas uma plataforma de infraestrutura como serviço, é necessário verificar se esse provedor possui opções de CSPMs. Caso contrário, verifique se o provedor suporta as várias aplicações em Nuvem que a empresa está usando. As opções de CSPM baseadas em Cloud poderão fazer alterações automatizadas com base em descobertas de avaliação, mas se a empresa já estiver usando um CASB, os líderes de mercado já terão opções CSPM bem desenvolvidas.

Projeto 6: Comprometimento com os e-mails comerciais – Um projeto de comprometimento com os e-mails comerciais pode ajudar os líderes de segurança e gestão de risco a lidar com ataques dephishing e processos de negócios mal definidos. Esses projetos se concentram em controles técnicos, além de falhas de processos específicos da organização. Opções personalizáveis ​​de Aprendizado de Máquina podem ser integradas aos sistemas de segurança de e-mail atuais, e os líderes de segurança e gestão de risco podem procurar fornecedores de segurança de e-mail específicos que ofereçam controles e integrem o projeto com treinamento de segurança e outras proteções de Endpoint.

Projeto 7: Descoberta de dados obscuros – Antes de empreender a consolidação do data center ou a migração para ambientes em Nuvem, os líderes devem iniciar a descoberta de dados obscuros. Estes são os dados que oferecem baixo valor e risco desconhecido. A redução da área de cobertura de dados desconhecida pela organização não apenas reduz o risco de segurança, mas também reduz a exposição ao risco de sanções impostas pelas regulamentações de proteção de dados. O Gartner aconselha que os líderes avaliem os dados que residem em silos específicos (por exemplo, compartilhamentos de arquivos, bancos de dados, Big Data e repositórios em Nuvem). É indicado, ainda, que as companhias se concentrem em fornecedores com amplo suporte a repositório de dados para todos os sistemas em que dados confidenciais são armazenados.

Projeto 8: Relatório de Incidente de Segurança – Incidentes de segurança exigem planejamento, preparação e resposta adequada. Este projeto pode se concentrar em atualizar os planos existentes ou reformular completamente as respostas a cada acontecimento. As organizações devem avaliar seu nível atual de resposta e em quais pontos o plano de ações poderia ser melhorado. Considere um retentor de resposta a incidentes de um provedor que ofereça a flexibilidade necessária para tratar de tarefas proativas e reativas.

Projeto 9: Implementar melhorias na Segurança de Contêineres  Os desenvolvedores estão usando cada vez mais os contêineres do Linux para impulsionar recursos de negócios digitais por meio do desenvolvimento mais rápido de aplicações. Cada um desses contêineres, no entanto, deve ser examinado em busca de vulnerabilidades e problemas, antes de ser colocado em produção. A segurança dos contêineres deve se integrar às ferramentas comuns de desenvolvimento e ao pipeline de operação e ser usada com APIs abrangentes para suportar uma variedade de ferramentas de segurança. O Gartner avalia que um caminho é começar analisando vulnerabilidades conhecidas e problemas de configuração e, em seguida, estender essa estratégia para a produção e execução. As soluções mais avançadas podem criar uma “lista de materiais” detalhada para cada contêiner e compará-las ao que realmente está sendo usado em tempo de execução para recomendar onde as bibliotecas e o código podem ser removidos.

Projeto 10: Serviços de classificação de segurança (SRS – Security Rating Services, em inglês) – À medida que os ecossistemas digitais aumentam em complexidade, os riscos de segurança também aumentam. Além de segurança interna e riscos, os líderes devem considerar fornecedores, reguladores, clientes, parceiros de negócios e plataformas. Aproveite os serviços de classificação de segurança para fornecer pontuações contínuas e independentes em tempo real e de baixo custo para seu ecossistema digital geral. Isso só deve ser usado como um complemento – não é uma visão completa, mas esses serviços são inovações importantes. Avalie vários fornecedores em relação a seus requisitos e assegure-se de que os serviços de classificação de segurança sejam usados como parte dos critérios de seleção.

Pesquisas completas sobre estes e outros temas serão apresentadas durante a Conferência Gartner Segurança e Gestão de Risco 2019, que acontece nos dias 13 e 14 de agosto, em São Paulo. Considerado um dos principais encontros corporativos da América Latina, o evento reunirá analistas e especialistas do mercado para apresentar o cenário de segurança digital e como os líderes podem avançar em suas estratégias de proteção e gerenciamento de riscos.

Até o dia 12 de julho, o Gartner oferece desconto de R$ 550,00. Interessados em participar do evento devem contatar o Gartner pelo e-mail conferencias.brasil@gartner.com, pelos telefones (11) 5632-3109 e 0800 774 1440, ou pelo sitehttp://www.gartner.com/pt-br/conferences/la/security-risk-management-brazil.

Mais rigor na hora de estacionar em vias públicas

Ir para as áreas centrais das cidades e buscar uma vaga para estacionar em horário comercial é um desafio para qualquer motorista. Você, por exemplo, quantas vezes já andou por vários quarteirões em busca de uma vaga perto do seu local de destino e não encontrou? Essa é uma realidade, seja nos grandes centros urbanos ou até mesmo em cidades do interior.

O fato é que são muitos carros e motos que transitam hoje em território brasileiro para um determinado número de vagas, que nem sempre é o suficiente. Afinal, são 101,3 milhões de veículos em circulação no país. Diante dessa frota veicular, que cresce a cada dia, as soluções tecnológicas e os sistemas que fazem a gestão de informações veiculares em tempo real para o trabalho de monitoramento urbano se tornam essenciais, tanto para controlar a rotatividade de veículos estacionados quanto para melhorar o fluxo de automóveis.

Segundo o gerente de marketing da Pumatronix, Ian Robinson, existem soluções que são grandes aliadas para a mobilidade urbana e o sistema de trânsito. Entre elas está o ITSCAMPRO VTR-4, que faz o reconhecimento de alta precisão de placas de veículos. Preparado também para a leitura precisa de placas no padrão Mercosul, o sistema registra inclusive o local do veículo, por meio de um GPS que marca as fotografias com a coordenada geográfica, além da data e hora.

“O ITSCAMPRO VTR-4 é uma excelente alternativa para as cidades onde o estacionamento rotativo automatizado já é realidade, uma vez que melhora a produtividade e otimiza o tempo dos agentes de trânsito, além de trazer assertividade durante as checagens dos tickets, ou seja, é mais segurança para quem fiscaliza e também para os motoristas que utilizam os estacionamentos rotativos. Se, por um lado, o sistema traz mais rigidez ao controle das vagas, por outro viabiliza o acesso às vagas para todos”, explica.

Como funciona

Robinson exemplifica que, anteriormente, os agentes de trânsito tinham que andar a pé, de hora em hora, consultando a validade dos tickets dos veículos estacionados. Agora, com essa solução que permite até quatro câmeras operando, o trabalho é automatizado. “O equipamento lê, confronta com as informações descritas pelo agente e checa a validade do ticket. Por isso, é mais assertivo e ainda evita que uma multa seja lavrada de forma equivocada”, completa.

Estacionar em desacordo com o estacionamento regulamentado é considerado grave, de acordo com o Código Brasileiro de Trânsito. A multa estipulada é de R$ 195,23, além de descontar 5 pontos na carteira de habilitação.

Entre as cidades brasileiras que já possuem o ITSCAMPRO VTR-4 e, com ele, otimizam a rotatividade dos estacionamentos em vias públicas, estão Araucária (PR), Araraquara, Araçatuba, Piracicaba e São José dos Campos (SP), Gravataí e Porto Alegre (RS), Juiz de Fora (MG) e Caruaru (PE).

Segurança pública

Além da versão VTR-4, há o modelo ITSCAMPRO VTR-1, desenvolvido para suprir a demanda pelo reconhecimento de alta precisão de placas de veículos em movimento. O equipamento permite reconhecer veículos suspeitos procurados pela polícia e que estão trafegando de forma irregular, e também dá apoio às operações de fiscalização e blitz. Pode ser instalado em qualquer veículo e em viaturas, a fim de tornar as rondas muito mais efetivas.

Nova geração do robô com Inteligência Artificial e coração brasileiro chega ao mercado

A Tinbot Robótica, startup criada em 2017 e desenvolvedora do Tinbot, anuncia a nova geração do primeiro robô brasileiro interativo que reúne Inteligência Artificial, Cognição e IoT (Internet of Things), acelerada pelo Grupo DB1. De fácil programação, a missão do Tinbot é oferecer uma experiência diferenciada para as pessoas e ajudar empresas a construir uma imagem inovadora por meio de uma interface simpática, amigável e divertida.

De pequeno porte, o Tinbot Pro conta com fala natural em português, reconhecimento facial, de voz, gestos e expressões, além de ser integrável a outros sistemas por meio de APIs.

O Tinbot Pro passou por um upgrade completo em relação à geração anterior que assegura estabilidade, durabilidade e produção em escala, com os seguintes aprimoramentos:

– A parte externa do Tinbot deixou de ser produzida em impressão 3D e passou a utilizar um novo processo termoplástico que garante maior resistência e durabilidade.
– O design foi totalmente alterado utilizando um conceito mais futurista, característicos de um robô.
– Na estrutura interna e conexões, a impressão 3D também foi substituída, agora por metal altamente resistente.
– A placa eletrônica passa a ser industrializada, feita sob medida para as necessidades do Tinbot, além de trazer melhorias na captação de áudio e reconhecimento de voz, similar ao sistema Alexa.
A bateria também foi aprimorada para garantir mais autonomia energética com vida útil de até dois anos.

O Tinbot é uma plataforma que integra Software (inteligência) e Hardware (mecânica), possibilitando interatividade e personalidade humanizada. Permite ainda que cada empresa personalize a plataforma de acordo com suas necessidades e possibilita integração com outros sistemas via APIs.

A personalização do Tinbot é realizada por meio de programação, que pode ser realizada de duas formas:

Linguagem Tico-Tico:

😉 olá!o/
Utiliza emojis para representar as ações do Tinbot: expressão facial, movimentar os braços, mover a cabeça e o corpo. É a forma mais simples. Qualquer pessoa consegue programá-lo pela tico-tico.
JavaScript:

{.js}
Demanda um pouco de conhecimento de programação. É usado quando é necessário que o Tinbot possa interagir com os dados dos sistemas de uma empresa, por exemplo. Permite total liberdade para programar o robô da forma que quiser, mas é um pouco mais complexa.
Funcionalidades:

Reconhecimento de fala;
Síntese de voz;
Reconhecimento facial;
Captação de fotos;
Configuração por voz;
Programação simplificada com linguagem própria;
Programação avançada com Javascript;
Controle de LEDs coloridos;
Controle de movimentos de cabeça, braços, mãos e torso;
Bateria com autonomia de 2h;
Integração aberta através de APIs;
Reprodução de arquivos de áudio;

O Tinbot foi criado a partir da paixão por robótica e do desejo de aliar esta prática ao desenvolvimento de software de um dos colaboradores da DB1, Marco Diniz Garcia Gomes. Ele começou com um protótipo, construído inicialmente com palitos de sorvete, e a área de inovação da empresa acelerou a ideia por meio de uma parceria entre empresa e colaborador. Na DB1, o robô foi personalizado para exercer a função de Scrum Master ou líder de projetos.

O brasileiro já caiu de amores pelo Tinbot, que coleciona admiradores por onde passa. O robô participa de eventos sobre inovação e tecnologia em todo o país, foi um dos protagonistas da série “O Melhor do Brasil é o Brasileiro”, da Globonews e atualmente participa de um dos mais importantes programas sobre games na televisão brasileira. O Tinbot Pro também ganhou uma parceira de respeito: Martha Gabriel, considerada uma das principais pensadoras digitais no Brasil, e que possui um Tinbot para chamar de seu e testa toda a capacidade do robô no fomento à inovação, não apenas em suas palestras, mas em outras frentes de negócio.

Para os amantes do Tinbot, já é possível adquirir souvenires em sua lojinha online. Neste primeiro momento, estão disponíveis camisetas customizadas com o robozinho nas versões feminina e masculina.

O robô foi adquirido e está em pleno funcionamento em empresas como UniCesumar e Evoa Aceleradora, onde atua na recepção de visitantes, Sicoob, para gerenciamento de indicadores, Cooperativa Cocamar onde interage com os cooperados, no Hotel Villa Rossa, como concierge e como parceiro da pensadora digital Martha Gabriel. Empresas de todos os tamanhos e segmentos podem utilizar o Tinbot Pro como um canal para inovar em suas soluções e serviços e oferecer experiências diferenciadas aos clientes.

Preço e disponibilidade:

O Tinbot Pro está disponível por R$ 16.500 e os pedidos podem ser feitos pelo site www.tinbot.com.br.