Terceirização: conheça os principais desafios enfrentados por empresas prestadoras de serviços e seus trabalhadores

Dados do Suplemento de Relações de Trabalho e Sindicalização da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), divulgados em 2017, mostraram que o Brasil possui cerca de 10 milhões de empregados terceirizados. Com a aprovação das Leis da Terceirização (13.429/2017) e da Reforma Trabalhista (13.467/2017), esse número aumentou consideravelmente nos últimos anos. Em 2018, segundo o IBGE, cerca de 22% do total dos trabalhadores formais eram terceirizados.

Em relação às empresas que prestam serviços terceirizados, segundo a Empresômetro – Empresa Brasileira de Inteligência de Mercado – a abertura de estabelecimentos relacionados à terceirização entre 2016 e 2017 foi de mais de 13%, o equivalente a cerca de 45 mil empreendimentos. A redução de custos e o aumento da produtividade das operações são os principais argumentos utilizados pelas administrações públicas ao defenderem a terceirização de serviços básicos como segurança, recepção, recursos humanos e limpeza.

Polêmico, o assunto “terceirização” é bastante discutido nos âmbitos público e privado. Há quem concorde que essa forma de estruturar os serviços das organizações enfraquece os direitos dos trabalhadores, mas do outro lado, há aqueles que defendem que terceirizar é a maneira mais adequada de agilizar os serviços oferecidos à população e reduzir os custos.

Ideal ou não, a terceirização é um processo de intermediação de serviços que necessita de uma estrutura organizacional bem formulada. Daí, surgem diversos desafios para as empresas cumprirem seu papel, como analisa Antônio Acioly, advogado especialista em direito público e Diretor Jurídico na UGP Brasil, empresa especializada em licitações, contratos e programa de compliance.

Segundo o especialista, a legislação estabelece, por meio da Instrução Normativa nº 5/2017, as principais regras e diretrizes que devem ser seguidas no processo de contratação de serviços por parte da Administração Pública Federal Direta, Autárquica e Fundacional. Ao firmar contrato com a Administração Pública, especialmente por meio de licitações públicas, a empresa contratada precisa estar atenta às regras ditadas pela legislação. Caso a contratada descumpra as cláusulas previstas no edital da proposta, ela correrá o risco de ter prejuízos, que poderão prejudicar sua capacidade financeira.

Acioly explica que a instrução normativa estabelece as diretrizes, mas os órgãos e entidades também precisam levar em consideração, especialmente na fase interna dos processos licitatórios, os fatores internos da própria organização, que também são relevantes para construção de uma estimativa de preços.

“Ao se depararem com editais omissos, incompletos, obscuros ou que contenham custos ocultos, as contratadas imediatamente deverão noticiar os órgãos e demonstrar, analiticamente, e por meio de planilhas de formação de preço, que as premissas estimadas no processo licitatório não correspondem à realidade da organização pública contratante”, explica o advogado.

As empresas terceirizadas devem ainda observar a variação dos custos decorrentes de fatores futuros e incertos, como modificações legislativas que impactem as alíquotas de impostos aplicadas ao contrato, alta desenfreada de moedas estrangeiras, restrições de crédito, ou seja, medidas que interferem, diretamente, nos preços dos serviços em geral.

Um problema recorrente na prestação de serviços por parte das empresas terceirizadas é justamente o risco na hora de executar o contrato, seja por falta de capacidade técnica da empresa contratada ou porque a organização contratante não mensurou adequadamente as especificidades dos serviços contratados. O resultado é que há geração de custos, que nem sempre as empresas conseguem quitar junto a Administração Pública, como indica o Diretor Jurídico da UGP Brasil.

“O Direito ao equilíbrio econômico-financeiro do contrato administrativo é uma garantia constitucionalmente dos licitantes. Pleitear administrativamente, por meio de reajuste, repactuações ou realinhamentos financeiros é o meio mais eficaz de reestabelecer o equilíbrio econômico-financeiro do contrato. E na negativa do pleito, compete ao contratado buscar o Judiciário e os Tribunais de Contas a fim de que sejam resguardadas as suas garantias constitucionais”, afirma.

Outro problema que pode potencializar os riscos à empresa é o fato de que geralmente as contratadas que são escolhidas via processos licitatórios, por vezes, ofertam o menor preço, em algumas situações apresentam propostas inexequíveis, o que pode representar um valor mínimo de lucro. Tal situação pode ser explicada por falta de conhecimento técnico ou apenas porque a empresa deseja vencer a licitação. Em decorrência de todo o custo gerado com a prestação de serviço, pode surgir ainda o atraso no pagamento das verbas salariais e outras obrigações junto aos colaboradores, resultando em inúmeros processos administrativos punitivos e processos trabalhistas, comuns na Justiça do Trabalho.

Custos ocultos, como enfrentar?

Segundo Acioly, alguns custos surgem sem que o gestor da empresa terceirizada perceba. É necessário então gerir com maior cuidado algumas ações e ter sempre em mente o compromisso em cumprir todas as obrigações que foram acertadas junto à Administração Pública. O especialista indica alguns desses cuidados.

Planejamento da contratação: a falta de uma metodologia adequada de estimativa, precificação, mensuração ou definição do objeto em termos de quantidade, qualidade, periodicidade e tecnologia de execução, sem o correspondente monitoramento, pode ser um dos maiores problemas enfrentados durante a execução do contrato por parte da empresa terceirizada e também por parte da contratante;

Seleção de fornecedores: a contratante deve se atentar aos fornecedores selecionados para cumprimento do serviço oferecido, dessa forma irá evitar que o resultado seja inferior ao que foi acertado;

Gestão do contrato: para não ter surpresas, é necessário gerir o contrato de forma eficiente. O ideal é que se crie uma comissão que irá acompanhar e fiscalizar o serviço prestado para eliminar ou minimizar os custos indesejados, principalmente quanto a regularidade das obrigações previdenciárias, fiscais e trabalhistas;

Fiscalização técnica e administrativa: a fiscalização periódica de todos os processos envolvendo a atuação da empresa terceirizada deve levar em consideração falhas que impactem o contrato como um todo e não apenas erros e falhas eventuais no pagamento de alguma vantagem a um determinado empregado. A fiscalização técnica, por sua vez, deve avaliar constantemente a execução do objeto contratado.

Especialista em Tecnologia e Telecomunicações analisa Leilão de 5G

O sócio da área de Mídias e Tecnologia do Vinhas e Redenschi Advogados, Rafael Pistono, diz que a decisão do governo de leiloar as frequências da telefonia de quinta geração – o chamado 5G – até o primeiro semestre do próximo ano significa um grande impulso no processo de transformação digital da economia brasileira e da sociedade, uma vez que “a tecnologia de quinta geração impactará diversos setores da economia, sendo fundamental para que o Brasil se mantenha competitivo”, afirma Rafael Pistono.

O especialista lembra, também, que “políticas que promovem o uso do espectro sem fio, o desenvolvimento do centro de dados, a infraestrutura da internet e o fortalecimento e escolha do usuário são fundamentais para a evolução da Internet das Coisas”.

Ainda de acordo com Pistono, é essencial garantir a disponibilidade de faixas de frequências, de forma harmônica aos padrões internacionais, em largura de banda adequada e em tempo hábil para a implantação de sistemas 5G. “Para tanto, serão colocados a leilão 200 MHz na frequência de 3,5 GHz; 100 MHz na frequência de 2,3 GHz e 10 MHz da sobra da frequência de 700 MHz”, pondera o especialista.

Benefícios – Da perspectiva do cidadão, Rafael Pistono observa que é preciso garantir que a implantação das redes 5G garanta ganhos sociais e econômicos para a sociedade como um todo, elevando os níveis de inclusão digital e servindo como plataforma de funcionamento de aplicações para saúde, acesso aos serviços públicos e educação. Para tanto, o especialista pondera que “é necessário que os instrumentos licitatórios e as demais políticas do setor estabeleçam regras e compromissos que fortaleçam a sociedade do futuro, provendo meios de reduzir as desigualdades digitais existentes”, ressalta Pistono.

Modelo do leilão – O especialista alerta, ainda, que o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações não definiu o modelo do leilão, se haverá exigência de mais compromissos de investimento pelas prestadoras de telecomunicações com o pagamento de uma outorga menor ou, ao contrário, um valor mais elevado.

No entanto, Rafael Pistono entende que para que o edital de licitação venha consolidar o ecossistema da quinta geração, é preciso que haja “mais obrigações de fazer e menos obrigações de pagar, isso porque precisamos pensar lá na frente e o que se gera de receitas e impostos depois é muito mais do que no momento em que ocorreu o leilão”, alega o especialista em tecnologia e telecomunicações do Vinhas e Redenschi Advogados.

Startup de educação financeira infantil é a primeira de Maringá a participar do reality Shark Tank Brasil

A Tindin é uma Edfintech – intersecção entre educação, finanças e tecnologia – brasileira que uniu educação e serviços financeiros em uma plataforma de mesada eletrônica educativa criada com o objetivo de desenvolver as capacidades infanto-juvenis de planejamento, negociação, poupança, investimento, consumo consciente e empreendedorismo.

A empresa é gerida pelos maringaenses Eduardo Schroeder e Fábio Rogério. Eduardo conta que a ideia do negócio começou em casa, quando instituiu a mesada educativa para ensinar finanças para seu filho. Anos depois, o menino fez uma proposta que se transformaria no conceito por trás do negócio: “Ele disse, ‘pai, quero comprar seu cartão de crédito, porque lojas online não aceitam moedas’, pensei, uau, faz todo sentido!”.

E a startup nascida em Maringá e que espera suprir a demanda por dinheiro eletrônico de um mercado “desbancarizado”, já garantiu sua participação com um modelo de negócio inovador. O episódio da quarta temporada do Shark Tank Brasil – com a apresentação da Tindin – vai ao ar na próxima sexta-feira, 09/08, às 22h, no Canal Sony.

Transições legislativas referentes à Lei Geral de Proteção de Dados

Por Matheus Marques Borges

A antiga Medida Provisória 869/2018, instituída ainda em dezembro do ano passado, surgiu com o propósito de alterar o marco regulatório do Brasil sobre proteção de dados, sendo, desde então, veiculado de forma incisiva pela mídia em geral, sobretudo por seu teor possuir grande efeito nas relações entre sujeitos de Direito.

Isso porque a medida (convertida na Lei 13.853/2019, sancionada em 8 de julho deste ano) prevê a criação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados – ANPD, que altera sensivelmente a própria Lei Geral de Proteção de Dados (13.709/2018). Por uma série de razões, entre elas relativas à autorização de despesas por meio do poder legislativo, a medida não possuía em seu dispositivo original a previsão de constituição da referida autoridade.

Tais modificações aprovadas pela lei foram fundamentais para a aplicabilidade da LGPD, visto que, com a ausência de criação da ANPD a lei estaria sujeita a sérios riscos de se tornar irrealizável, contrariando por consequência um sistema que tem demonstrado eficácia mundial, como por exemplo a GDPR na Europa. Vale ressaltar que, a partir do novo regulamento, a ANPD não está munida unicamente de função consultiva, mas também reguladora e sancionadora das penalidades previstas quanto à violação do tratamento de dados pessoais.

Neste sentido, mesmo que no projeto original a referida autoridade estivesse munida de dependência administrativa e financeira na forma de autarquia, a ANPD foi esculpida em formato de Órgão da Administração Pública Federal, integrante da Presidência da República, composta por Conselho Diretor – órgão máximo de direção –, Conselho Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade, Corregedoria, Ouvidoria, Órgão de assessoramento jurídico próprio, unidades administrativas e unidades especializadas necessárias à efetivação da lei.

Surgiram críticas da comunidade jurídica brasileira, sobretudo em decorrência do novo formato organizacional, que deu margem à crença de que a ANPD poderia estar vinculada aos interesses do poder público, já que o modelo original autárquico presumia maior autonomia, inclusive em relação à verba para custear o adequado funcionamento como órgão consultor da aplicação da legislação.

A composição multissetorial da ANPD atenua a possibilidade de influência do Poder Executivo sobre as decisões tomadas e demais prosseguimentos da ANPD. No que se refere à regulamentação do tratamento de dados pessoais pelo Poder Público, houve uma clara flexibilização quanto à rigidez obrigacional, evidenciada pelo afastamento do dever do Poder Público de informar à ANPD quando o manejo de dados estiver motivado por razões de segurança pública, pela defesa nacional, ou por razões de atividades de investigação e repressão de infrações penais, proibindo que a totalidade do tratamento de dados seja realizada por empresa de direito privado.

Além disso, segundo a antiga MP 869, era facultativo à ANPD requisitar aos envolvidos no manejo de dados a emissão de relatórios de impacto à proteção de informações pessoais. Contudo, tal faculdade foi revista pela Lei 13.853/2019, e então houve um restabelecimento do texto original da legislação.

Não se limitando a isso, se tornou obrigatório pelo Poder Público o uso compartilhado de informações com a iniciativa privada à comunicação do titular do dado. A ANPD é uma medida extremamente desejável e salutar para a manutenção de um Estado Democrático de Direito.

Outra impactante divergência entre os textos legislativos foi que a MP 869 propôs ainda excetuar a vedação de transferência de dados da Administração Pública a entidades privadas, pela indicação de um Encarregado de Proteção de Dados, o que foi revisito pela Lei 13.853/2019, que revogou essa possibilidade.

Entre os benefícios trazidos pela Lei 13.853/2019, é válido mencionar a abrangência que cerceia a LGPD, passando de lei federal para lei nacional, de maneira a fazer com que os estados, Distrito Federal e municípios, por possuírem capacidade legislativa residual, fiquem com um estreito espaço para legislar acerca de temas que a LGPD não mencionar.

Outra inovação da Lei 13.853/2019 faz alusão às sanções, uma vez que ela flexibilizou as penalidades nos casos de acesso ou vazamentos não autorizados de dados, caso haja conciliação entre o controlador e o titular de dados. Não obstante, na hipótese dessa eventual composição ser infrutífera, o controlador permanece sujeito a sanções elencadas pelo art. 52 da Lei 13.709.

Nesse caso, existe a possibilidade de o mesmo arcar com multa de até 2% do faturamento anual (válido para pessoa jurídica de direito privado). O valor pode chegar a R$ 50 milhões por infração. Ainda no que tange às multas, a lei definiu que todos os valores arrecadados serão destinados ao Fundo de Defesa de Direitos Difusos.

Não obstante a prorrogação fomentada pela Lei 13.853/2019, que alterou de 18 para 24 meses o lapso para entrada em vigor de grande parte dos dispositivos relativos à regulamentação do manejo de tratamento de dados, algumas dessas previsões legislativas, sobretudo aquelas referentes à criação da ANPD, passaram a ter vigência imediata, seguindo exemplo dos sistemas legislativos relacionados ao tema, como a GDPR.

Diante de todo o exposto, a antiga MP 869, além de propor um modelo controverso alusivo à ANPD, ainda realizou pontuais ajustes estratégicos na LGPD que poderiam representar um comprometimento de sua eficácia, se não fosse novamente a atuação do Legislativo, restabelecendo algumas garantias quanto ao sentido do texto original aprovado.

Restam agora a vigilância e a atuação decisiva da sociedade em geral para garantir a atuação imparcial da ANPD, incluindo interesses do Poder Público e da esfera privada, no sentido de assegurar que todas as atribuições designadas à ANPD estejam em pleno vigor, para assim fazer jus aos benefícios galgados pela lei.

Matheus Marques Borges, advogado da FH, empresa de tecnologia especializada em processos de negócios e software.

Cofundador e CEO do Grupo TecnoSpeed é eleito o Jovem Empreendedor de 2019

 

A TecnoSpeed, sediada em Maringá e reconhecida como “A Casa do Desenvolvedor de Software“, agora também pode se orgulhar de ser “a casa” do vencedor do Prêmio Jovem Empreendedor de 2019, Erike Almeida.

CEO do Grupo Tecnospeed, Erike Almeida, de 40 anos, é formado em Ciência da Computação, especialista em Engenharia de Software, com MBA em Gestão de Empresas pela FGV é co-fundador da empresa que há 12 anos desenvolve soluções para simplificar a criação de softwares, com atuação destacada na área de documentos fiscais eletrônicos.

Erike recebeu a notícia com honra e alegria e se disse “surpreso de ter sido eleito ‘Jovem Empreendedor do Ano’ pelo Copejem/ACIM, mas realizado em saber que meu trabalho está impactando e motivando outros empreendedores e contribuindo para o desenvolvimento da nossa cidade. Vou continuar comprometido em compartilhar minhas experiências de forma a ajudar outros empresários a superar a difícil jornada do empreendedorismo”.

O prêmio foi criado em 2007 pela Associação Comercial e Empresarial de Maringá (ACIM), por meio do Conselho Permanente do Jovem Empresário (Copejem). A comissão julgadora envolve ainda a Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), o Sindicato dos Lojistas do Comércio Varejista de Maringá e Região (Sivamar), Sindicato dos Jornalistas, Prefeitura de Maringá, Câmara Municipal de Maringá, Conselho de Desenvolvimento Econômico de Maringá (Codem) e Maringá e Região Convention & Visitors Bureau.

Ele dedicou o prêmio as pessoas que participaram desta trajetória, “desde os envolvidos na minha formação ainda como menor aprendiz e estagiário, aos empresários experientes desta cidade que me inspiraram, a minha esposa pela sustentação e cumplicidade, e claro, aos colaboradores, sócios e amigos que acreditam no mesmo sonho e me ajudam a realizá-lo”.

O prêmio vem se juntar a outros conquistados por Erike Almeida em âmbito nacional e ao próprio reconhecimento conquistado pelaTecnoSpeed, hoje com mais de 120 colaboradores, a 4ª melhor empresa para trabalhar no Brasil segundo o ranking da GPTW (Great Place to Work) de 2018 e finalista no Prêmio Nacional de Inovação, na categoria Inovação em Marketing, em 2019.

“Agradeço à ACIM, Copejem e demais entidades, a Software By Maringá, a comunidade maringaense que me recebeu de braços abertos e que geram o ambiente favorável ao sucesso”, complementou o empresário.

Brasil sofreu 15 bilhões de tentativas de ataques cibernéticos no segundo trimestre de 2019

A Fortinet® (NASDAQ: FTNT), líder global em soluções completas, integradas e automatizadas de segurança cibernética, anunciou hoje os resultados de sua mais recente pesquisa sobre ameaças, revelando que o Brasil sofreu 15 bilhões de tentativas de ataque cibernético em apenas três meses, entre março e junho de 2019. O serviço de inteligência contra ameaças da Fortinet, FortiGuard, detectou a prevalência de ataques antigos como os usados noransonware Wannacry em 2017 e aqueles que violaram seriamente os bancos no Chile e no México em 2018. A eficácia desse tipo de ataque indica a presença ainda existente de sistemas não corrigidos ou atualizados em empresas brasileiras e a necessidade crítica de maior investimento em tecnologias de segurança cibernética.

De acordo com Frederico Tostes, Country Manager da Fortinet no Brasil: “A segurança cibernética passou de um elemento complementar para uma necessidade crítica para todas as empresas em seu processo de transformação digital. A questão não é mais “o que fazemos se sofrermos um ataque cibernético?”, mas seria “o que fazemos quando sofremos um ataque cibernético?”. Atualmente, a segurança cibernética é uma questão global e o Brasil também ocupa um lugar importante no mundo como um alvo para os criminosos cibernéticos. Vemos ameaças que aumentam em um ritmo alarmante, tanto em quantidade quanto em sofisticação”.

Os resultados da pesquisa FortiGuard foram apresentados no âmbito do Fortinet CiberSecurity Summit (FSC19), evento que reuniu 1.000 especialistas em segurança de rede de diversas áreas de São Paulo para discutir os principais perigos digitais chaves da atualidade, o panorama de riscos nos próximos anos e como profissionais e empresas podem se preparar para esses novos tipos de ataques. Os resultados mais proeminentes incluem:

• Antigas e conhecidas ameaças permanecem muito ativas no Brasil

o DoublePulsar, o troiano usado para distribuir malware em ataques reconhecidos como o ransomware Wannacry em 2017 e ataques a bancos no Chile e no México no ano passado, esteve entre os três mais detectados no Brasil no segundo trimestre de 2019.

• Grande número de tentativas de exploit de aplicativos para negação de serviços

o Cerca de 73% das tentativas de intrusão em redes detectadas no Brasil exploraram uma vulnerabilidade que permite ativar um comando para gerar ataques por negação de serviços em servidores NTP (Network Time Protocol é um protocolo da Internet para sincronizar os relógios de sistemas de computadores através de roteamento de pacotes em redes).

• O malware que afeta o Windows e é usado para “criptomineração”

o Cerca de 33% do malware detectado no Brasil foi um “verme” com características de troiano que afeta computadores com o sistema operacional Windows. Pode ser considerado um ataque sério se você não tiver um antivírus atualizado.

o Além disso, o malware CoinHive, usado para “criptomineração” de Bitcoin, foi o segundo mais detectado no Brasil durante o segundo trimestre do ano.

• Dispositivos de IoT continuam sob a ameaça do botnet Mirai

o Desde seu lançamento em 2016, o botnet Mirai, que ataca dispositivos IoT continua registrando uma explosão de variantes e atividades. Classificados em segundo lugar no Brasil, os criminosos cibernéticos continuam a usar o Mirai como uma oportunidade para assumir o controle desses dispositivos.

“A segurança cibernética é uma questão com a qual temos que lidar como prioridade. É necessário repensar a segurança de forma abrangente para estarmos melhor preparados para prevenir, detectar e responder automaticamente às ameaças”, acrescentou Tostes. “Aumentar a conscientização sobre os riscos, promover o treinamento abrangente de jovens profissionais, ajudar na adaptação a novas regulamentações, como a Lei Geral de Proteção de Dados, e continuar a focar em assessorar o mercado com nossos especialistas e através de nossa rede local de parceiros de canais, é prioritário para a Fortinet no Brasil”.

A Fortinet é a empresa de segurança cibernética número um no Brasil, com o maior número de dispositivos de segurança entregues no país, contando com 50,12% de participação nos mercados de firewall, gerenciamento unificado de ameaças, detecção e prevenção de intrusões e redes privadas virtuais (dados do IDC).

A arquitetura de segurança avançada, juntamente com uma equipe de especialistas, permite que a Fortinet ajude as organizações brasileiras a acelerar sua transformação digital sem comprometer a segurança. A capacidade do Fortinet Security Fabric de proteger todos os pontos da rede oferece aos clientes a proteção integral contra ameaças que é necessária para enfrentar os desafios da segurança cibernética em constante evolução.

4 passos para maximizar suas vendas no app

Por Rafael Martins

Os hábitos dos consumidores mudaram drasticamente nos últimos anos. E isso se deve, sobretudo, à tecnologia, que permite um fácil acesso às informações em tempo real e também cria formas eficientes de realizar compras, como o e-commerce e, mais recentemente, os dispositivos móveis. É cada vez maior o número de pessoas que acessa à internet por meio dos seus smartphones e tablets. Isso porque a evolução tecnológica possibilita boas experiências de navegação sem precisar acessar um desktop. Dado este cenário, é preciso investir na maximização das vendas nos aplicativos. A seguir, listo três passos para evoluir essa estratégia.

1. Crie conteúdo personalizado – os usuários adoram conteúdo personalizado para uma imsersão. Quanto maior for a capacidade de proporcionar uma experiência única, maiores são as chances de ter sucesso no mercado. E essa personalização pode se basear no interesse, nos comportamentos, na localização, na cultura, entre outros fatores.

O uso de um aplicativo para dispositivos móveis permite que os usuários definam claramente suas preferências desde o início, informando dados que você pode explorar para entregar conteúdo personalizado. O aplicativo observará o envolvimento e o comportamento para oferecer recomendações personalizadas e atualizações de produtos para usuários, dependendo de sua localização e em tempo real.

2. Recursos dos smartphones e tablets – os aplicativos para dispositivos móveis têm uma vantagem adicional, você pode codificar um app para utilizar vários recursos como a câmera para escanear tipos de códigos de barras e o GPS para se conectar a mapas e a outros serviços que podem ser utilizados para propósitos diferentes.

Outra vantagem adicional é que os recursos do dispositivo podem reduzir significativamente o tempo que os usuários levam para iniciar e executar uma ação e, fundamentalmente, mudam a maneira como eles interagem com o dispositivo e seus aplicativos. Além disso, as plataformas de codificação dos sistemas iOS, Android, Xamarin e Hybrid possuem todos os recursos e padrões distintos que os desenvolvedores de apps móveis utilizam para otimizar a experiência do usuário.

3. Atualizações instantâneas – a capacidade de enviar notificações instantâneas e não intrusivas aos usuários é uma das principais razões pelas quais as empresas devem investir em um aplicativo. Esse é um recurso muito interessante para estimular as vendas da sua loja online. As notificações são recebidas quando um usuário abre um app em seu dispositivo.

4. Push Notifications – são recebidas nos dispositivos independentemente de um usuário abrir um app ou não. Além disso, você pode enviar atualizações regulares via Play Store, App Store e Windows Store para o seu aplicativo, mantendo-o atualizado em todos os momentos com os recursos mais recentes. Isso permite que você promova produtos e serviços, aumentando regularmente suas vendas e lucros.

Após a consolidação do e-commerce, a migração para os dispositivos móveis é apenas uma consequência da evolução tecnológica somado aos novos hábitos dos consumidores. Em razão destes fatores, vislumbra-se a importância de investir, cada vez mais, nas vendas mobile para fornecer experiências personalizadas aos clientes. Seguindo este passo a passo, a estratégia de vendas nos aplicativos das lojas online é muito mais assertiva e maximizada!

Rafael Martins, CEO da LifeApps, empresa do Grupo Máxima responsável por plataformas de e-commerce.

Vazamento de mensagens: saiba como não arruinar sua carreira e a imagem da sua empresa

A gigantesca troca de informações por meio de aplicativos pode trazer muita dor de cabeça a funcionários e empresas se não for feita de maneira adequada. E pode colocar a carreira de um profissional em risco. Quem faz o alerta é Renato Trindade, gerente executivo da Page Personnel, empresa global de recrutamento especializado em profissionais de nível técnico e suporte à gestão, unidade de negócios do PageGroup e Fábio Pereira, sócio da área de Tecnologia da Informação do Veirano Advogados.

“As empresas precisam pensar em mitigar riscos por meio de ações de cultura e ética no perfil da empresa, e depois pensar em outras ações para conter possíveis riscos com seus funcionários”, afirma o consultor. “Outro ponto importante é adotar medidas básicas de cibersegurança”, complementa Fábio Pereira, do Veirano Advogados.

Confira a análise completa dos executivos, que listaram oito cuidados essenciais para que empresas e colaboradores não caiam em armadilhas:

1 – Cultura de ética (sua empresa investe em treinamentos?)

Ter uma equipe de segurança de dados é importante? Sim. Porém, uma forma eficiente de mitigar os riscos de vazamento de dados da sua empresa é investir em cartilhas e treinamentos pontuais sobre a utilização de redes sociais e compartilhamento de dados. “É importante investir em treinamentos que expliquem o que é informação sensível na empresa e o que pode ser compartilhado. Por mais trivial que pareça, mudar o hábito da utilização das informações e inserir uma cultura de ética aos poucos pode prevenir vazamentos de dados sensíveis. Deixe sempre disponível uma cartilha on-line para os colaboradores, caso eles tenham alguma dúvida mesmo fora do horário comercial”, afirma Renato Trindade.

Fábio Pereira ressalta a importância de que esses treinamentos sejam periódicos e obrigatórios. “Principalmente quando uma empresa lida com dados de clientes. Muitos clientes somente contratam uma empresa ou escritório de advocacia se comprovarem que os treinamentos são atualizados e frequentes”, afirma.

2 – Utilize a cartilha de ética e sigilo de informações da empresa (esse é o seu guia de ações no dia a dia)

As corporações costumam passar a sua cartilha de ética e de sigilo de informações para os novos colaboradores. Mas, em muitos casos, é comum ver esses “guias” guardados nas gavetas dos profissionais. “Utilize as cartilhas de ética e sigilo de informações como seu guia. Exija dos responsáveis atualização das informações e tire dúvidas sobre o que pode e o que não pode ser compartilhado. Invista cinco minutos falando com a área de Recursos Humanos ou de Comunicação. Caso tenha alguma dúvida, você pode ter sua carreira preservada e evitar prejudicar a imagem da empresa que trabalha”, fala.

Já o advogado Fábio Pereira ressalta que a maioria das informações do empregador são de natureza confidencial, mesmo aquelas que circulam em e-mails corporativos e em dispositivos móveis. “O ideal é não misturar a vida pessoal com a profissional em e-mails corporativos e em celulares”, diz.

3 – Cuidado máximo com redes sociais (todas as áreas precisam ter acesso a elas?)

Redes sociais podem ajudar na dinâmica do trabalho, mas será que todas as áreas precisam mesmo ter acesso a esses serviços no ambiente corporativo? “Algumas áreas como marketing e comunicação utilizam as redes sociais e até mesmo aplicativos de compartilhamento de mensagens para facilitar a dinâmica ou como ferramenta de trabalho. Porém, algumas áreas que têm acesso a informação sensível, não deveriam estar conectadas em redes sociais durante o horário de trabalho. Vale a empresa avaliar junto à área de segurança da informação se é mesmo necessário que determinadas células da sua empresa utilizem as redes sociais. Filtrando dessa forma, você estará mitigando riscos na sua empresa e evitando possíveis demissões por compartilhamento de dados sensíveis”, comenta o gerente executivo.

4 – Utilização correta de aplicativos de mensagens (formalize e compartilhe dados importantes apenas por meio de e-mail corporativo)

A facilidade de compartilhar rapidamente um conteúdo por meio de aplicativos de mensagens é instigante. Porém, nem sempre é o mais adequado. “É natural que algumas questões sejam tratadas, até mesmo pela dinâmica e velocidade, por aplicativos de mensagens. Mas atente-se a compartilhar apenas o trivial através desse tipo de serviço. Lembre-se que são aplicativos criptografados, ou seja, sua empresa não conseguirá recuperar informações perdidas. E, ainda, se for alguma informação sensível à estratégia da empresa, não será possível avaliar quantas pessoas e quem teve acesso a esses dados. Formalize o que for importante por e-mail. Afinal, é estimado que até 2020 haverá ao menos 50 bilhões de dispositivos no mundo capazes de abrigar algum grau de inteligência artificial, que poderão disseminar os dados da sua empresa automaticamente. Pensemos aqui em smartphones também, com aplicativos de mensagens. Os exemplos da utilização indevida desses app estão aí: vazamento de informações e dados gerando crise de imagem, fakenews e informações compartilhadas sem consentimento”, alerta o Executivo.

Neste ponto, Fábio afirma que o mais seguro mesmo é tratar todas as informações por e-mail, na maior medida possível. “E-mails estão protegidos nos servidores da empresa, ou em serviços em nuvem, possuem backup e podem ser recuperados. Sem esquecer, ainda, que o empregador é o “dono” do e-mail corporativo e das informações da empresa que trafegam através deles. Assim, exceto se se tratar de um aplicativo corporativo de troca de mensagens, o ideal é seguir por e-mail mesmo.”, indica o advogado.

5 – Contrato de sigilo para os colaboradores (afinal, as informações não ficam somente no banco de dados da empresa)

É necessário ter confiança no time de colaboradores, mas lembre-se que todo ciclo profissional tem seu fim. As informações de uma empresa podem ir parar na concorrência. “A mitigação de riscos é mais eficiente que a gestão de crise. Portanto, estabelecer juridicamente contratos que pregam o sigilo de informações é necessário. O profissional tem um ciclo dentro da empresa e ele pode se beneficiar de informações sensíveis na continuidade de sua carreira profissional em uma concorrente, prejudicando a estratégia da empresa. O contrato de confidencialidade é uma forma de proteção para o colaborador e para a empresa”, explica.

Nessa parte, Fábio Pereira é categórico: levar informações confidenciais de uma empresa para outra pode configurar crime de concorrência desleal. “Portanto, é importantíssimo observar todas as cláusulas e restrições contidas em contratos de confidencialidade, contratos de trabalho e políticas internas da empresa”.

6 – Cuidados fora do expediente (mesmo após o horário comercial os colaboradores ainda são a imagem da empresa)

Isso faz parte da cartilha de ética e cuidados em redes sociais. É importante lembrar aos colaboradores por meio de treinamentos que, mesmo fora do ambiente corporativo, eles ainda são uma parte da imagem da empresa. “É natural que os profissionais utilizem redes sociais em seu momento de lazer, mas é necessário evitar atitudes desagradáveis on-line. Não compartilhar fake news, não compartilhar qualquer informação da empresa que não esteja na página oficial e disponível para compartilhamento, não envolver o nome da empresa em polêmicas desnecessárias e não tentar defender sua empresa em caso de crise, deixe sempre para a área responsável”, afirma o gerente executivo.

7 – Estar off-line não significa segurança da informação (o que você fala num happy hour, por exemplo, pode ser prejudicial à sua empresa)

O que você fala para amigos e familiares pode danificar seriamente a imagem da sua empresa. Compartilhar informações, tirar dúvidas ou mesmo pedir sugestões profissionais para pessoas próximas é normal, mas observe bem o ambiente antes de falar sobre a sua empresa. “Se você está num local público, evite falar sobre informações sigilosas. Afinal, a mesa ao lado pode ter um profissional concorrente escutando e até mesmo gravando o que você está discutindo. Uma vez que a informação esteja on-line por meio de aplicativos de mensagens ou redes sociais, ela nunca mais sairá da web”, diz Renato.

Fábio concorda com a importância de evitar conversas sobre assuntos de clientes em qualquer local fora do ambiente corporativo. “Mesmo de forma não intencional, o compartilhamento de informações pode gerar consequências prejudiciais à empresa e ao empregado”, diz.

8 – Formalize qualquer ação de urgência (invista ao menos 10 minutos formalizando os processos)

Todo profissional pode passar por situações emergenciais em uma empresa. Crises, reposicionamentos ou algum problema técnico fazem parte da rotina das grandes corporações. Porém, mesmo que seu gestor direto peça ações rápidas e que fujam do protocolo, é importante o registro formal das suas atividades antes de agir. “Mesmo que exijam agilidade em determinada ocasião, procure reservar 10 minutos para registrar e formalizar as atividades que fogem ao script de atuação da empresa que você trabalha. Se for solicitado que passe informações sigilosas por meio de aplicativos de compartilhamento de mensagens, por exemplo, registre no ato o que está fazendo. Caso a empresa tenha algum problema de vazamento de dados decorrente da sua atuação, você estará seguro e respaldado pelo seu registro de atividades. É importante pedir para o gestor formalizar a solicitação também”, sugere Renato.

TecnoSpeed participa do DEV Paraná Conference 2019 em busca de novos talentos

No próximo sábado, dia 3 de agosto, Maringá receberá um dos maiores eventos para desenvolvedores de software do Paraná durante o “DEV Paraná Conference”, que acontece na UniCesumar. A ideia do movimento DEV Paraná é apoiar a comunidade de desenvolvedores paranaenses e compartilhar conhecimento por meio de conferências, MeetUps, Coding Dojo, entre outros. O ecossistema de software de Maringá e região conta hoje com mais de 400 empresas e cinco mil colaboradores e é o segundo mais importante do Paraná.

O conteúdo do evento cobre as principais linguagens de programação e apresenta tendências para desenvolvimento de software e gestão de equipes de tecnologia.

São esperados mais de 400 participantes e a TecnoSpeed, que comemora seus 13 anos, e é conhecida como a “casa do desenvolvedor de software”, é uma das patrocinadoras. A área de Gestão de Pessoas contará com um estande no evento, onde demonstrará como é trabalhar na empresa listada como 4ª melhor para se trabalhar no Brasil pelo ranking da GPTW (Great Place to Work), fará networking e conhecerá candidatos para futuras vagas em desenvolvimento de software.

A TecnoSpeed atua desde 2006 criando soluções e acompanhando a evolução do mercado para reduzir o esforço de softwares houses.

Durante o evento a TecnoSpeed também realizará sorteios entre os visitantes para uma visita técnica na sede da empresa, com apresentação das áreas e um delicioso coffee para bate papo.

DEV Paraná Conference 2019
QUANDO: 3 de agosto de 2019
HORÁRIO: das 7:30 às 17:50
ONDE: UniCesumar – Auditório Dona Etelvina, Bloco 7
ENDEREÇO: Av. Guedner, 1610 – Jardim Aclimação, Maringá

O que é uma API e para que ela serve?

Diante da evolução do sistema de dados na internet, surgiu a API. Ela é um conjunto de procedimentos ou métodos que possibilitam que um sistema consiga se conectar em outro, seja para receber ou enviar dados. A sigla API refere-se ao termo em inglês “Application Programming Interface” que significa em português “Interface de Programação de Aplicativos”. Em pesquisa realizada pela TechNavio (2016), especialista em pesquisas de mercado, é esperado que o mercado global de APIs atinja 965 milhões de dólares até 2020 com taxa de crescimento anual acima de 30%.

A LinkApi, é uma startup brasileira que vem acompanhando o crescimento desse mercado. A plataforma é criada por e para desenvolvedores e permite que empresas de diferentes perfis desenvolvam, monitorarem e distribuam integrações. De maneira simples, a LinkApi oferece uma plataforma de conexão entre aplicações, sistemas ou softwares, que automatiza e aumenta a eficiência operacional, além de auxiliar na transformação digital dessas empresas. Invisíveis aos usuários comuns, essa Plataforma de Integração como Serviço (IPaaS) proporciona a integração entre sistemas que possuem linguagem totalmente distintas de maneira ágil e segura.

Hoje, a empresa possui mais de 100 clientes ativos, entre e-commerce, marketplaces e empresas de logística. Entre elas está a Contém 1g. Por meio da integração entre sistemas oferecido pela startup a empresa conseguiu implementar o controle e monitoramento do estoque em tempo real. Dessa maneira toda distribuição teve uma eficácia no controle de entrada e saída dos produtos para os diversos pontos de venda que atuam (e-commerce, lojas físicas e revenda). A partir disso, foi possível implementar uma reposição pró-ativa que não paralisa a operação pela falta de produtos. Com essa otimização a Contém 1g maximizou em 50% a manutenção de suas operações em estoque.

O CEO e fundador da LinkApi, Thiago Lima, afirma que a integração entre sistemas são cada vez mais necessárias para o sucesso dos negócios. “As APIs estão em evidência, pois deixaram de ser simplesmente um modelo arquitetural de software, para se tornar um agente fundamental na transformação digital. Através desta tecnologia é possível criar uma série de novos modelos de negócios e implementar iniciativas de inovação em grandes empresas”, completa.