Incubadora Tecnológica obtém recursos do Sebrae para aplicação de modelo de gestão Cerne

A Incubadora Tecnológica de Curitiba, do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), terá recursos da ordem de R$ 300 mil para aumentar seu nível de excelência em gestão e auxiliar outras incubadoras a iniciar o trabalho de sistematização de procedimentos e busca da excelência.

A Intec foi uma das contempladas no Paraná em um edital lançado pela Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores em conjunto com o Serviço Nacional de Apoio às Micro e Pequenas Empresas.

O edital tem o objetivo de estimular incubadoras de todo o país a adotar o modelo de gestão do Centro de Referência para Apoio a Novos Empreendimentos. O modelo Cerne é uma espécie de guia de boas práticas para incubadoras e tem quatro níveis de excelência.

A proposta do edital é que as incubadoras mais adiantadas no processo de adoção do modelo Cerne, chamadas de nucleadoras (como é o caso da Intec), possam adequar seus processos até atingir o nível mais elevado e, ao mesmo tempo, auxiliem outras incubadoras, chamadas de nucleadas, a iniciar o trabalho.

De acordo com o assessor técnico da Intec, Douglas Brunetta, a incubadora do Tecpar faz a maioria de seus procedimentos de acordo com os estágios mais avançados do modelo Cerne, sendo necessários alguns ajustes. Segundo ele, no caso da Intec, parte dos recursos será investida na implantação de um software para sistematizar todos os processos internos da incubadora e também para capacitar a equipe. “Por meio de consultorias e cursos, vamos melhorar a assessoria aos incubados, contribuindo para que eles cresçam de forma consistente e desenvolvam seu propósito, que é a inovação tecnológica”, disse Brunetta, destacando que a estimativa é de que a Intec se encontre entre os níveis de excelência dois e quatro.

Entre os critérios de excelência em gestão do modelo Cerne incorporados à rotina da Intec estão a governança corporativa e workshops de atualização permanente, além de padrões de monitoramento da gestão das empresas incubadas.

A Intec concorreu no edital em conjunto com as incubadoras da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) de Curitiba e de Ponta Grossa e do Serviço Nacional de Apoio à Indústria (Senai/Fiep) de Curitiba, que são as nucleadas. Para as incubadoras nucleadas, o edital prevê R$ 150 mil.

Fonte: Governo do Paraná

Falta de patrocínio vira “pedra no caminho” de homenagem a Carlos Drummond de Andrade em Curitiba.

Nos 110 anos do nascimento de Carlos Drummond de Andrade, é preparada uma série de homenagens ao escritor que influenciou toda a cultura brasileira. Uma das principais peças do tributo a Drummond é a exposição Claro Enigma, nome de uma grande obra do poeta. O Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba, deve ser o primeiro a mostrar a homenagem, prevista para ser exibida também em outras grandes cidades do Brasil e até do exterior.
Os empresários curitibanos Charles Stempniak, Mauro Lara e Consuelo Cornelsen estão encarregados de fazer com que os recursos mais modernos da tecnologia melhorem a experiência de quem visitar a exposição. Eles trabalham com realidade aumentada, que permite ao público interagir com nove cubos que vão mostrar as obras e a contribuição de Drummond para a cultura do Brasil. Com um tablet apontado para cada cubo, as pessoas vão poder ouvir a voz do poeta ao recitar e compartilhar a experiência com amigos em mídias sociais. A telepresença é outro recurso tecnológico em destaque na exposição e vai permitir que pessoas distantes, em outras cidades, possam acompanhá-la por vídeo com imagens geradas , por exemplo, pelo tablet de um dos visitantes do museu.
Mauro Lara conta que “a repercussão no meio artístico tem sido muito grande, com nomes importantes do país interessados em participar do projeto”. Charles salienta que “os recursos de interatividade vão permitir a adaptação da obra de Carlos Drummond de Andrade ao modo que o público jovem, principalmente, consome cultura”.
Mas enquanto, Brasil afora, todos aplaudem a iniciativa, em Curitiba os três empresários sofrem com a falta de apoio e patrocínio. A exposição corre o risco de não acontecer na capital do Paraná por não contar com recursos do poder público e de empresas locais. Fica o alerta, ao estilo de Drummond: a festa de “ E agora, José ?” e outras grandes obras corre o risco de acabar antes mesmo de começar se não surgirem recursos para remover essa pedra do caminho.

Curitiba tem suporte da IBM no Programa Cidades Inteligentes

via Prefeitura de Curitiba

O prefeito Luciano Ducci recebeu nesta segunda-feira (23) os seis executivos do Smarter Cities Challenge 2012, programa mundial da IBM para auxiliar no desenvolvimento socioeconômico das cidades. Durante três semanas, os executivos trabalharão em ações prioritárias de Curitiba, como melhorias no trânsito e despoluição de rios.

“É um grupo com experiência internacional que contribuirá com conhecimento para que Curitiba se mantenha na vanguarda e continue sendo referência em planejamento urbano”, disse o prefeito. “Esse encontro será rico para a cidade e para os executivos”.

Curitiba foi a única cidade brasileira escolhida para participar do programa Smarter Cities Challenge deste ano. Os executivos, vindos da Alemanha, Finlândia, do Reino Unido e dos Estados Unidos, chegaram quinta-feira (19). Eles terão três semanas de trabalho, irão a campo e, por fim, apresentarão os resultados em nova reunião com o prefeito.
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Pesquisa da Accenture mostra que o impacto da mobilidade nos negócios pode ultrapassar o da Internet nos anos 90

Empresas dos mercados emergentes, como o Brasil, investem mais em tecnologias móveis
A Accenture, empresa global de consultoria de gestão, serviços de tecnologia e outsourcing, lançou um estudo que mostra o desafio das lideranças de Tecnologia da Informação (TI) para entender e posicionar a mobilidade dentro dos negócios, principalmente, nos mercados emergentes. As lideranças desses países, inclusive do Brasil, consideram o tema como prioridade número um para alavancar os negócios.

Dois terços (67%) dos Chief Information Officers (CIOs) e outros profissionais de TI consultados acreditam que a mobilidade impulsionará seus negócios no mesmo nível ou, até ultrapassar, o impacto realizado pela Internet na década de 1990. A pesquisa também descobriu que mais de dois terços (69%) dos entrevistados consideraram alocar mais de 20% do orçamento discricionário para promover capacidades de mobilidade para os negócios, ainda neste ano – com um forte contraste entre os executivos dos mercados emergentes (94%) e os que atuam nos países maduros (35%).

A pesquisa ainda apontou que 48% dos entrevistados dos mercados emergentes têm uma estratégia para mobilidade amplamente desenvolvida, enquanto apenas 12% dos entrevistados nos países maduros alegaram ter estratégias encaminhada no mesmo nível.

De acordo com Renato Improta, líder da área de Mobilidade da Accenture, a maioria dos CIOs, agora, reconhecem o potencial da mobilidade para transformar seu negócio e esse fato pode ser notado a partir do crescente gasto com mobilidade dentro do orçamento de TI. “A mobilidade hoje não é simplesmente uma extensão do legado de TI, é uma nova e complexa forma de realizar negócios”, finalizou Improta.

O estudo também apontou algumas áreas de preocupação, que podem atrapalhar a adoção de aplicações móveis pelas empresas, 50% dos entrevistados citaram a segurança como o principal fator que as impede de atender suas prioridades em mobilidade. Custo e orçamento ficou em segundo lugar (43%), enquanto a interoperabilidade com os sistemas atuais ou a falta de compreensão sobre os benefícios da tecnologia ficou em terceiro (26%).

A pesquisa ainda consultou os desenvolvedores de aplicativos móveis e, segundo eles, nenhum dos sistemas operacionais mais utilizados para smartphones é visto como totalmente seguro. Entretanto, mais de metade (53%) elegeu o sistema operacional da Apple iOS como o melhor nessa categoria, enquanto o sistema operacional do Google Android ficou em segundo lugar, com 24%.

Os resultados do estudo mostram os desafios criados pela fragmentação do mercado, com um número variado de plataformas e dispositivos móveis em uso. Os desenvolvedores de aplicativos avaliaram essa fragmentação como difícil de gerir e rentabilizar. Já para os profissionais de TI, ela dificulta a capacidade da empresa para acomodar uma das tendências mais fortes da mobilidade – funcionários que desejam utilizar seus dispositivos móveis no trabalho e rodar aplicações corporativas neles.

Nesse cenário, os profissionais de TI e desenvolvedores de aplicativos têm planos diferentes para gerar receita. Na área empresarial, 42% dos profissionais indicaram que querem melhorar o trabalho em campo ou a prestação de serviços ao cliente com acesso instantâneo às bases de dados corporativos, informações relevantes de negócio e processamento de transações. Os desenvolvedores de aplicativos citaram downloads (41%), aplicativos para compras (29%), publicidade tradicional (24%) e inscrições (20%) como formas de rentabilizar aplicativos idealizados para os consumidores.

Outro dado interessante é que cada vez mais os profissionais de TI, que atuam em mercados emergentes, têm foco em soluções móveis – quando comparados com aqueles que atuam em mercados maduros. Nos países latino-americanos e asiáticos, 93% e 81%, respectivamente, indicaram que a mobilidade gerará novas receitas significativas, mas apenas 66% dos europeus e 56% dos norte-americanos entrevistados têm a mesma opinião. Da mesma forma, metade dos mexicanos e chineses, bem como 40% e 32% dos entrevistados indianos e brasileiros, respectivamente, concordaram que o impacto da mobilidade nos negócios pode ser maior do que o causado pela onda da Internet em 1990. A pesquisa concluiu, ainda, que apenas um em cada cinco (20%) entrevistados do Reino Unido e Estados Unidos concordaram.

De acordo com o estudo da Accenture os profissionais de TI devem criar uma estratégia global de mobilidade empresarial. Para que isso seja possível, a Accenture recomenda uma abordagem que inclui três elementos: tecnologia, requisitos de negócio e gestão.

“As empresas precisam desenvolver uma lista abrangente dos projetos de mobilidade que têm em curso e esclarecer os objetivos, acelerar e padronizar as iniciativas, além de inovar para criar vantagens competitivas”, explicou Improta. “As empresas devem rever a sua estratégia para mobilidade a cada seis ou 12 meses (ao invés de cliclos de 12 a 18 meses), para garantir que estão fazendo suas apostas sobre as tendências certas”.

Serviços em TI: Fernando Baldin fala sobre livro “A Revolução Invisível”

Diretor da Premier IT, especialista em outsourcing, Fernando Baldin é autor de livro que trata de novos modelos a serem seguidos para quem presta serviços, principalmente no setor de tecnologia da informação. Acompanhe vídeo da entrevista concedida ao programa de tv Valor Agregado.

Business Intelligence: ferramenta ajuda gestor a “pilotar avião” carregado de informações gerenciais

Na sede do Sebrae-PR, em Curitiba,dezenas de executivos acompanharam a palestra de Allan Pires sobre Business Intelligence, tratando da importância da utilização de ferramentas e métodos para tomada de decisão nas empresas. Allan compara o ambiente de tomada de decisão nas empresas à dificuldade de se pilotar,por exemplo, um caça stealth, avião de combate conhecido por não ser detectado por radares. O stealth precisa do auxílio de muita tecnologia embarcada para ser pilotado porque gera muitas variáveis, dificultando as decisões do piloto. No mundo empresarial, o executivo, como o piloto do caça , tem muitas variáveis para analisar. E com o auxílio da tecnologia fica mais preparado para enfrentar a “guerra do mercado” que se enfrenta todo dia.
Veja como foi o Café Bem Acompanhado, realizado pela Acom Sistemas em parceira com a Solusoft Informática.

Assespro-PR inaugura subseção do Sudoeste no 13º Encontro de Líderes de APLs

A cidade de Francisco Beltrão, no sudoeste do Paraná, sediou o 13 º Encontro Estadual de Líderes de Arranjos Produtivos Locais de Tecnologia da Informação e Comunicações. Mais de oitenta empresários e representantes de entidades ligadas ao setor participaram do evento promovido pela Assespro-PR, NTi (APL de TI do Sudoeste), Sebrae-PR e Nubetec ( Núcleo Beltronense de Tecnologia ). A cerimônia de abertura também contou com a presença do prefeito Wilmar Reichembach, que participou da oficialização da nova regional da Assespro no estado.
Durante o encontro, representantes do seis arranjos produtivos de TI do Paraná, discutiram pontos importantes a serem tratados pelo setor em 2012 como representatividade política, aproximação com universidades e centros de inovação, crédito, capacitação de trabalhadores e certificação de empresas.
Durante a semana, o blog vai publicar reportagens em vídeo sobre o evento. Veja ,agora, clip com imagens do encontro em Francisco Beltrão.