Usuários ainda não entendem computação em nuvem

Enquanto a “nuvem” pode ser a novidade tecnológica do ano, muitos americanos ainda estão confusos com o que a nuvem realmente é e como funciona. Uma nova pesquisa nacional da Wakefield Research, encomendada pela Citrix, revela que a maioria dos participantes acredita que a nuvem tem relação com o clima, enquanto outros se referiram a travesseiros, drogas e papel higiênico. Aqueles que conhecem a tecnologia dizem que trabalhar de casa, do jeito que veio ao mundo, é a maior vantagem da nuvem. A boa notícia é que mesmo aqueles que não sabem exatamente o que a nuvem é reconhecem suas vantagens econômicas e acham que a nuvem é um catalisador para o crescimento de pequenas empresas.

A pesquisa entrevistou mais de 1.000 adultos americanos e foi realizada em agosto de 2012 pela Wakefield Research, apontando que, enquanto a nuvem é amplamente usada, ela ainda é mal compreendida. Por exemplo, 51% dos participantes, incluindo uma maioria da geração do milênio, acredita que uma tempestade pode interferir com a computação em nuvem. Quase um terço acreditam que a nuvem é algo do futuro, mas 97% já estão utilizando os serviços em nuvem através de compras online, serviços bancários online, redes sociais e compartilhamento de arquivos. Apesar dessa confusão, três em cada cinco pessoas (59%) acreditam que o “local de trabalho do futuro” deve ser totalmente baseado na nuvem, indicando que as pessoas acham que é hora de entender a nuvem ou correr o risco de perder espaço em suas vidas profissionais.

As respostas dessa pesquisa mostram que existe uma diferença significativa entre o que os americanos sabem, o que fingem saber e o que realmente fazem em relação à computação em nuvem. Destaques da pesquisa:

As pessoas fingem conhecer a nuvem: Um em cada cinco americanos (22%) admite que já fingiu saber o que é ou como funciona a nuvem. Algumas das afirmações falsas acontecem durante o horário de trabalho, com um terço dos participantes fingindo que entendem a nuvem no trabalho, e outros 14% fingindo durante uma entrevista de emprego. É interessante constatar que outros 17% fingiram saber o que era uma nuvem durante um primeiro encontro. Os americanos mais jovens são os que mais fingem saber o que é a nuvem e como ela funciona (36% entre os 18 e os 29 anos de idade, 18% acima dos 30 anos), assim como os americanos do oeste do país (28% do oeste, 22% de americanos).

Você não está sozinho: Enquanto muitos admitem não entender a nuvem, 56% dos participantes acreditam que outras pessoas fazem menção da computação em nuvem durante conversas quando, na verdade, não sabem exatamente do que estão falando.

O que ela é, então?: Ao perguntar o que é a “nuvem”, a maioria respondeu que é uma nuvem de verdade (especificamente, uma “coisa fofa e branca”), do céu ou de algo relacionado ao clima (29%). Apenas 16% dizem pensar em uma rede de computadores para armazenar, acessar e compartilhar dados a partir de dispositivos conectados à internet. Algumas outras respostas literais incluem:

• Papel higiênico, travesseiro, fumaça, espaço, ciberespaço, rede misteriosa, pouca segurança, tristeza, relaxamento, superusado, o sonho de um hacker, armazenamento, filmes, dinheiro, memória, backup, alegria, inovação, drogas, céu e um lugar para se encontrar.

Muitos usam mas poucos entendem a nuvem: A maioria dos americanos (54%) dizem que nunca usaram a computação em nuvem. Entretanto, 95% desse grupo, na verdade, usa a nuvem. Especificamente, 65% com serviços bancários online, 63% com compras online, 58% usando redes sociais como o Facebook ou Twitter, 45% participando de jogos online, 29% armazenam fotos online, 22% armazenam música ou vídeos online, e 19% usam o compartilhamento online de arquivos. Todos esses serviços são baseados em nuvem. Mesmo quando as pessoas acham que não estão usando a nuvem, elas estão.

A nuvem pode salvar a economia?: Ainda que muitos americanos não conseguem dizer exatamente o que a nuvem faz, eles enxergam seu lado positivo. A maioria dos americanos (68%) reconhece seus benefícios econômicos depois de saber mais sobre a nuvem. Os benefícios mais reconhecidos são que a nuvem ajuda os consumidores reduzindo seus custos (35%), estimula o crescimento de pequenas empresas (32%) e cria relacionamentos mais fortes entre clientes e empresas (35%). A geração do milênio é o grupo que mais acredita que a nuvem gera empregos (26% da geração do milênio, 19% dos ‘boomers’).

Vantagens indiretas, como trabalhar em casa pelado: As pessoas também fazem referência a benefícios adicionais e inesperados da nuvem, incluindo a capacidade de acessar informações profissionais de casa, enquanto pelados (40%); se bronzear na praia e acessar arquivos no computador ao mesmo tempo (33%); armazenar vídeos constrangedores fora do seu disco rígido pessoal (25%), e compartilhar informações com pessoas com quem elas preferem não interagir pessoalmente (35%).

Preocupações incluem o custo, segurança e privacidade: Apesar dessas vantagens, os americanos apresentam alguns motivo para limitar o uso da computação em nuvem, ou evitar a tecnologia completamente. Entre as pessoas que quase nunca – ou nunca – usam a nuvem, as três principais barreiras são o custo (34%), preocupações com a segurança (32%) e preocupações com a privacidade (31%).

“Essa pesquisa mostra claramente que o fenômeno da nuvem está criando raízes em nossa cultura, ainda que existe uma grande distância entre as percepções e as realidades da computação em nuvem”, disse Kim DeCarlis, vice-presidente de marketing corporativo da Citrix. “Grandes mudanças de mercado como essa demoram para se consolidar, mas a transição da era do PC para a era da nuvem está acontecendo muito rapidamente. A lição mais importante dessa pesquisa é que a nuvem é percebido como favorável pela maioria dos americanos, e quando as pessoas sabem mais sobre a nuvem, elas entendem que a nuvem pode melhorar muito o equilíbrio entre sua vida profissional e pessoal”.

APL de Software apresenta demandas do setor de TI a Gustavo Fruet

O candidato a prefeito de Curitiba Gustavo Fruet foi o primeiro a receber as demandas do setor de tecnologia da informação em documento elaborado pelo Arranjo Produtivo Local de Software. Ele participou da reunião de governança do APL e aproveitou para apresentar planos e a visão que tem para o desenvolvimento das empresas da capital do Paraná. Gustavo Fruet contou aos empresários que cobra mais transparência na relação da prefeitura com o ICI -Instituto Curitiba de Informática. Acredita que o ICI, que tem contratos com a prefeitura, deve promover o crescimento das pequenas empresas em vez de se apresentar como um concorrente no mercado e nos serviços que podem ser prestados ao município. Assim como Fruet, outros candidatos também foram convidados a se reunir com o empresariado para receber o documento que lista as demandas do setor. Veja também o depoimento em vídeo de Gustavo Fruet na visita ao APL.

Vídeo: lançamento do Plano TI Maior

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação lançou o Programa Estratégico de Software e Serviços de Tecnologia da Informação “TI MAIOR”. A ideia é estimular o desenvolvimento do setor no Brasil. A cerimônia de lançamento aconteceu em São Paulo, nesta segunda-feira (20), e contou com a presença do Ministro Marco Antonio Raupp e dos secretários do MCTI Luiz Antonio Elias e Virgílio Almeida.

WebTv Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

Treinamento : Certified ScrumMaster – CSM

Certified ScrumMaster – CSM

04 e 05/10/12 – 08:30 às 17:30

Descrição: Neste treinamento de dois dias você não somente conhecerá os fundamentos do Scrum, mas terá experiências hands-on usando Scrum. Este treinamento coloca a teoria em ação através de várias atividades práticas que simulam em sala de aula o funcionamento do Scrum. Durante o treinamento, os participantes irão entender como um simples – mas eficiente – processo como Scrum pode transformar os resultados de uma empresa. Os participantes deste treinamento irão adquirir experiência com as ferramentas utilizadas no Scrum e em atividades ligadas a Product e Sprint Backlogs, Daily Meetings, Sprint Planning Meeting, Review, Retrospectives e Burndown charts. Irão também aprender como aplicar Scrum em diversos tipos de projetos, do single collocated team ao time distribuído em ambiente off-shore.

Público Alvo: Líderes, coordenadores ou gerentes de projetos, e membros de time que utilizem Scrum como método de gerenciamento.

Pré-requisitos:Ter conhecimentos introdutórios sobre métodos ágeis, ou ter participado do treinamento Scrum.

Investimento: R$ 2.100,00
Inscrições: com Maria José maria.passos@cits.br (41) 3025-9659
Endereço: SEBRAE – Rua Caeté, 150 – Curitiba – Pr

Feira de empregos em TI na FESP

Começar a semana com boas oportunidades de trabalho. Alunos do curso de Bacharelado em Sistemas de Informação (BSI) da Faculdade de Educação Superior do Paraná (FESP) e profissionais da área de informática vão ter a chance de se cadastrar e conhecer muitas oportunidades.
As vagas de trabalho estão dentro da proposta de mais uma edição da Feira de Emprego para Profissionais de TI, que acontece dentro da programação da Semana Acadêmica FESP.
De acordo com o coordenador do curso de BSI, professor Razer Montaño, o evento viabiliza a aproximação entre as empresas e os jovens talentos aptos a preencher as vagas oferecidas pelo mercado.
Durante as duas primeiras edições a feira já contabilizou mais de 500 vagas para profissionais da área de informática. Nesta terceira edição, serão mais de 230 oportunidades para diversas áreas do setor.
Durante a Feira, alunos e visitantes vão poder participar gratuitamente de palestras e conhecer estas oportunidades ofertadas pelas empresas que participam da Semana Acadêmica FESP e da Feira de Empregos.
A Feira de Empregos para Profissionais de TI acontece na FESP até a próxima quarta-feira (29) das 19h às 22h com entrada franca.
Programação completa

Mostra Nacional de Robótica está com as inscrições abertas

Estão abertas até 1º de setembro as inscrições de trabalhos para a Mostra Nacional de Robótica (MNR). Pode participar todo aluno do ensino fundamental, médio, técnico ou superior de qualquer estado do país, com ou sem conhecimento prévio sobre robótica, bem como pós-graduandos e pesquisadores da área. Informações em www.mnr.org.br

A MNR objetiva popularizar entre os jovens a ciência e a tecnologia, além de reconhecer e incentivar jovens talentos em todo território nacional. Trabalhos realizados pelos alunos podem ser submetidos no formato multimídia (fotos, desenhos ou vídeos do trabalho) ou artigo científico/tecnológico.

São aceitos participantes relacionados a qualquer área do conhecimento, como artes (desenhos de robôs, pinturas, colagens), ensino (abordagens pedagógicas interessantes com o tema da robótica), ciências (uso do tema robótica em atividades que promovam reflexão sobre reciclagem, física, química, tecnologias assistivas), competições de robóticas ou atividades recreativas, além das diversas áreas técnicas da robótica (protótipos, elétrica, mecânica, computação. A única restrição é que os trabalhos mantenham vínculo com a temática da robótica/automação.

O evento, público, gratuito e sem fins lucrativos, busca reconhecer e apoiar jovens talentos, despertando-os para as áreas tecnológicas. Os coordenadores da MNR 2011/2012 são Alexandre da Silva Simões, da Unesp de Sorocaba, e Flavio Tonidandel, da FEI.

A MNR distribuirá 48 bolsas de Iniciação Científica Junior do CNPq com duração de 1 ano, além de apoio financeiro (passagens/hospedagem) para que os autores dos melhores trabalhos do ensino fundamental/médio e seus professores se apresentem na MNR.

A Mostra acontece conjuntamente com a edição comemorativa dos 10 anos da Competição Brasileira de Robótica (www.cbrobotica.org), finais da Olimpíada Brasileira de Robótica (www.obr.org.br), Workshop de Robótica Educacional (http://www.natalnet.br/wre2012/) e Simpósio Brasileiro de Robótica/Latin American Robotics Symposium (http://www.sbr2012.org/) na cidade de Fortaleza, CE, em outubro de 2012.

Trata-se de um dos maiores encontros de ciência e tecnologia do país. Além destes prêmios, a MNR distribuirá certificados e menções honrosas para os alunos, professores e escolas. Todos os trabalhos bem avaliados (premiados ou não) serão divulgados online no portal da MNR para todo o Brasil.

Entre os apoiadores da ação estão Ministério da Educação e Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, Capes, CNPq, Unesp e FEI.

Medição de Software

Medição de Software
Data: 29/08 – Horário: 08:30 às 17:30

Descrição: A medição é pilar essencial à tomada de decisões que impactam nos objetivos técnicos e de negócio das organizações. Apesar de ser considerada uma atividade básica de Engenharia de Software, os relatos de sua implementação revelam aos pesquisadores e profissionais de empresas um cenário caracterizado por problemas que impossibilitam que os resultados desejados ao se realizar medição de software sejam alcançados. Muitos desses problemas estão relacionados à não adequação das medidas definidas e dados coletados pelas organizações. Considerando esse cenário, neste curso serão discutidas questões essenciais à medição de software e serão apresentadas suas principais práticas. Será apresentada uma breve fundamentação sobre o tema, incluindo alguns aspectos de sua evolução nos níveis de maturidade do MR MPS.BR e CMMI. O processo de medição será apresentado e para cada uma de suas etapas serão apresentadas as principais técnicas e métodos utilizados, bem como serão discutidas as principais questões relacionadas. Também serão fornecidas algumas orientações para a definição de medidas e indicadores úteis.

Objetivo: Conhecer os princípios da medição de software, reconhecer sua importância no contexto das organizações, perceber como seus resultados podem ser utilizados no contexto do alcance aos objetivos técnicos e de negócio das organizações e capacitar a aplicação das principais práticas relacionadas à implementação de um programa de medição de software. Pré-requisito: O curso é voltado para profissionais e estudantes que estão envolvidos, de alguma forma, em atividades de medição, seja como praticantes dessa atividade ou como interessados em explorar o tema. Para realizar o minicurso, sugere-se que se tenha tido algum contato inicial com o tema, podendo esse contato ter ocorrido na indústria ou academia. Metodologia: Em essência, o curso tem caráter expositivo. Visando à aplicação, por parte dos participantes, dos conceitos, métodos e técnicas que serão apresentados, também serão discutidos exemplos e serão realizadas atividades práticas. Além disso, ao longo do curso serão apresentadas algumas lições aprendidas e recomendações para a realização adequada da medição de software.

Investimento: R$ 410,00
Inscrição: com Maria José (41) 3025-9659 – maria.passos@cits.br
Local: CITS – Rua do Semeador, 702 – Curitiba-Pr

Internet wi-fi é implantada em escolas municipais

A educação municipal de Curitiba deu um novo salto de tecnologia. Desde julho, quatro escolas têm acesso à internet sem fio e até o final de setembro outras 20 escolas receberão a novidade (clique aqui para visualizar o mapa completo das escolas). Conhecida como wi-fi, a internet sem fio permite a conexão em todo o espaço da escola e também em seu entorno, beneficiando famílias, comércio e serviços.

O trabalho foi desenvolvido para a Secretaria Municipal da Educação pelo Instituto Curitiba de Informática (ICI), instituição responsável pela pesquisa e desenvolvimento de soluções de informática voltadas à gestão pública.

O sinal gratuito de internet alcança as proximidades de cada instituição, em um raio de 200 metros em torno da antena e pode ser acessado por qualquer dispositivo com tecnologia wi-fi.

“Trata-se de um serviço que amplia a inclusão digital e promove avanços na vida dos estudantes, além de beneficiar a população do entorno das escolas”, explica o diretor-presidente do ICI, Renato Rodrigues. “Com isso, é possível acessar a internet, receber e enviar e-mails e realizar pesquisas escolares. É uma porta de entrada ao mundo digital para pessoas de todas as idades.”

A previsão é que toda a rede municipal de ensino, com 181 escolas, seja coberta progressivamente. As primeiras unidades a oferecer internet wi-fi são Rachel Mader de Oliveira (Uberaba), Professora Nathália de Conto Costa (Umbará), João Amazonas (Campo de Santana) e Centro de Educação Integral Júlio Moreira (São Braz). Leia mais…

Potencializando os Resultados do Product Owner

Potencializando os Resultados do Product Owner – PO – 28 e 29/08/12

08:30 às 17:30 – Carga horária: 16 horas – inscrições até 22/08

Product Owner é um papel fundamental em projetos que utilizam Scrum, pois sua principal atribuição é direcionar a equipe na transformação da visão projeto em um produto de sucesso. O participante deste curso será capaz de preencher a lacuna existente entre equipe e cliente, aplicar técnicas para melhorar a comunicação, elaborar visão do projeto/produto, criar planos de entrega realistas, escrever requisitos com critérios de aceitação, priorizá-los e mantê-los alinhados com as necessidades do negócio e gerenciar um portfólio de projetos. Este curso facilita a transição de profissionais que pretendem ou necessitam trabalhar como Product Owner.

Público alvo: Diretores, gerentes de projeto, líderes de equipe, analistas de negócio e analistas de sistemas.

Investimento: R$ 690,00
Endereço: SEBRAE – Rua Caeté, 150 – Prado Velho – Cuririba-Pr
Inscrições: Com Maria José (41) 3025-9659

Ementa:
Visão geral

Como estamos lidando com produtos/projetos hoje?
O framework Scrum
Papéis: Product Owner, Time, ScrumMaster
Requisitos

Quem são os clientes?
A visão do produto
Product Backlog
Histórias dos usuários
Determinando qual o valor das histórias dos usuários
UX & Paper Prototype
A priorização das histórias dos usuários
As estimativas
Product Owner na prática

Preocupações do Product Owner
Comportamento do Product Owner
Lidando com obstáculos diários
Mudanças no projeto
Acompanhando o projeto
Entendendo o andamento do projeto
Acompanhando as entregas parciais
Escalando o papel do Product Owner

Instrutor:Nikolai Albuquerque, CEO e Sócio-Fundador da INNOVIT Gestão de Projetos e Processos. Responsável pela área de educação e consultoria para organizações que necessitam dos resultados promovidos pelo gerenciamento de projetos e melhoria de processo de software. Presidente do PMI Santa Catarina na gestão 2008/2009 e 2010/2011, Diretor de Programas do PMI Santa Catarina na gestão 2006/2007, Certified Software Tester (CSTE), Certified ScrumMaster (CSM), Certified Scrum Practitioner (CSP) e Certified ITIL V3 Foundation. Doutorando em Engenharia e Gestão do Conhecimento pela UFSC e pós-graduando em Modelo de Maturidade e Capacidade do Processo com CMMI® e MPS.BR® pela UFLA. Coordenador acadêmico do curso de pós-graduação em gerenciamento de projetos da SATC. Atua como docente em vários cursos de pós-graduação no Brasil nas áreas de Gerenciamento de Projetos, Engenharia de Software, Qualidade de Software, Melhoria de Processo de Software, Teste de Software e Gestão Empresarial.

Plano TI Maior vai ter R$ 500 milhões em investimentos. Veja os detalhes.

Veja o plano em detalhes.

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) lançou, nesta segunda-feira (20), em São Paulo, o Programa Estratégico de Software e Serviços de TI, o TI Maior, com a finalidade de fomentar a indústria de software e serviços na área de tecnologia da informação (TI).

Com investimentos de aproximadamente R$ 500 milhões para o período de 2012-2015, o TI Maior está estruturado em cinco pilares: desenvolvimento econômico e social, posicionamento internacional, inovação e empreendedorismo, produção científica, tecnológica e inovação, e competitividade. Os recursos serão subvencionados por meio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep/MCTI) e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI).

O TI Maior prevê ações, como: aceleração de empresas com base tecnológica, a consolidação de ecossistemas digitais; a preferência nas compras governamentais para softwares com tecnologia nacional; capacitação de jovens para atuar na área de TI e atração de centros de pesquisa globais.

“Queremos que a produção de softwares cresça no Brasil a uma taxa muito alta e que esse crescimento represente divisas para o país, geração de renda para as empresas e criação de postos de trabalho qualificados para os brasileiros. O software brasileiro deve fazer frente ao produzido no exterior”, disse o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp.

O secretário de Política de Informática do MCTI, Virgilio Almeida, destacou que um dos maiores desafios do programa será a redução da defasagem científica e tecnológica que separa o Brasil das nações mais desenvolvidas. “O setor de TI já tem 73 mil empresas no Brasil e faturou US$ 37 bilhões apenas em 2011, ou seja, nossa indústria é qualificada. O TI Maior chega para fomentar esse campo portador de inovação, acelerando os demais setores econômicos do país”, ressaltou Virgilio.