Mais rigor na hora de estacionar em vias públicas

Ir para as áreas centrais das cidades e buscar uma vaga para estacionar em horário comercial é um desafio para qualquer motorista. Você, por exemplo, quantas vezes já andou por vários quarteirões em busca de uma vaga perto do seu local de destino e não encontrou? Essa é uma realidade, seja nos grandes centros urbanos ou até mesmo em cidades do interior.

O fato é que são muitos carros e motos que transitam hoje em território brasileiro para um determinado número de vagas, que nem sempre é o suficiente. Afinal, são 101,3 milhões de veículos em circulação no país. Diante dessa frota veicular, que cresce a cada dia, as soluções tecnológicas e os sistemas que fazem a gestão de informações veiculares em tempo real para o trabalho de monitoramento urbano se tornam essenciais, tanto para controlar a rotatividade de veículos estacionados quanto para melhorar o fluxo de automóveis.

Segundo o gerente de marketing da Pumatronix, Ian Robinson, existem soluções que são grandes aliadas para a mobilidade urbana e o sistema de trânsito. Entre elas está o ITSCAMPRO VTR-4, que faz o reconhecimento de alta precisão de placas de veículos. Preparado também para a leitura precisa de placas no padrão Mercosul, o sistema registra inclusive o local do veículo, por meio de um GPS que marca as fotografias com a coordenada geográfica, além da data e hora.

“O ITSCAMPRO VTR-4 é uma excelente alternativa para as cidades onde o estacionamento rotativo automatizado já é realidade, uma vez que melhora a produtividade e otimiza o tempo dos agentes de trânsito, além de trazer assertividade durante as checagens dos tickets, ou seja, é mais segurança para quem fiscaliza e também para os motoristas que utilizam os estacionamentos rotativos. Se, por um lado, o sistema traz mais rigidez ao controle das vagas, por outro viabiliza o acesso às vagas para todos”, explica.

Como funciona

Robinson exemplifica que, anteriormente, os agentes de trânsito tinham que andar a pé, de hora em hora, consultando a validade dos tickets dos veículos estacionados. Agora, com essa solução que permite até quatro câmeras operando, o trabalho é automatizado. “O equipamento lê, confronta com as informações descritas pelo agente e checa a validade do ticket. Por isso, é mais assertivo e ainda evita que uma multa seja lavrada de forma equivocada”, completa.

Estacionar em desacordo com o estacionamento regulamentado é considerado grave, de acordo com o Código Brasileiro de Trânsito. A multa estipulada é de R$ 195,23, além de descontar 5 pontos na carteira de habilitação.

Entre as cidades brasileiras que já possuem o ITSCAMPRO VTR-4 e, com ele, otimizam a rotatividade dos estacionamentos em vias públicas, estão Araucária (PR), Araraquara, Araçatuba, Piracicaba e São José dos Campos (SP), Gravataí e Porto Alegre (RS), Juiz de Fora (MG) e Caruaru (PE).

Segurança pública

Além da versão VTR-4, há o modelo ITSCAMPRO VTR-1, desenvolvido para suprir a demanda pelo reconhecimento de alta precisão de placas de veículos em movimento. O equipamento permite reconhecer veículos suspeitos procurados pela polícia e que estão trafegando de forma irregular, e também dá apoio às operações de fiscalização e blitz. Pode ser instalado em qualquer veículo e em viaturas, a fim de tornar as rondas muito mais efetivas.

Nova geração do robô com Inteligência Artificial e coração brasileiro chega ao mercado

A Tinbot Robótica, startup criada em 2017 e desenvolvedora do Tinbot, anuncia a nova geração do primeiro robô brasileiro interativo que reúne Inteligência Artificial, Cognição e IoT (Internet of Things), acelerada pelo Grupo DB1. De fácil programação, a missão do Tinbot é oferecer uma experiência diferenciada para as pessoas e ajudar empresas a construir uma imagem inovadora por meio de uma interface simpática, amigável e divertida.

De pequeno porte, o Tinbot Pro conta com fala natural em português, reconhecimento facial, de voz, gestos e expressões, além de ser integrável a outros sistemas por meio de APIs.

O Tinbot Pro passou por um upgrade completo em relação à geração anterior que assegura estabilidade, durabilidade e produção em escala, com os seguintes aprimoramentos:

– A parte externa do Tinbot deixou de ser produzida em impressão 3D e passou a utilizar um novo processo termoplástico que garante maior resistência e durabilidade.
– O design foi totalmente alterado utilizando um conceito mais futurista, característicos de um robô.
– Na estrutura interna e conexões, a impressão 3D também foi substituída, agora por metal altamente resistente.
– A placa eletrônica passa a ser industrializada, feita sob medida para as necessidades do Tinbot, além de trazer melhorias na captação de áudio e reconhecimento de voz, similar ao sistema Alexa.
A bateria também foi aprimorada para garantir mais autonomia energética com vida útil de até dois anos.

O Tinbot é uma plataforma que integra Software (inteligência) e Hardware (mecânica), possibilitando interatividade e personalidade humanizada. Permite ainda que cada empresa personalize a plataforma de acordo com suas necessidades e possibilita integração com outros sistemas via APIs.

A personalização do Tinbot é realizada por meio de programação, que pode ser realizada de duas formas:

Linguagem Tico-Tico:

😉 olá!o/
Utiliza emojis para representar as ações do Tinbot: expressão facial, movimentar os braços, mover a cabeça e o corpo. É a forma mais simples. Qualquer pessoa consegue programá-lo pela tico-tico.
JavaScript:

{.js}
Demanda um pouco de conhecimento de programação. É usado quando é necessário que o Tinbot possa interagir com os dados dos sistemas de uma empresa, por exemplo. Permite total liberdade para programar o robô da forma que quiser, mas é um pouco mais complexa.
Funcionalidades:

Reconhecimento de fala;
Síntese de voz;
Reconhecimento facial;
Captação de fotos;
Configuração por voz;
Programação simplificada com linguagem própria;
Programação avançada com Javascript;
Controle de LEDs coloridos;
Controle de movimentos de cabeça, braços, mãos e torso;
Bateria com autonomia de 2h;
Integração aberta através de APIs;
Reprodução de arquivos de áudio;

O Tinbot foi criado a partir da paixão por robótica e do desejo de aliar esta prática ao desenvolvimento de software de um dos colaboradores da DB1, Marco Diniz Garcia Gomes. Ele começou com um protótipo, construído inicialmente com palitos de sorvete, e a área de inovação da empresa acelerou a ideia por meio de uma parceria entre empresa e colaborador. Na DB1, o robô foi personalizado para exercer a função de Scrum Master ou líder de projetos.

O brasileiro já caiu de amores pelo Tinbot, que coleciona admiradores por onde passa. O robô participa de eventos sobre inovação e tecnologia em todo o país, foi um dos protagonistas da série “O Melhor do Brasil é o Brasileiro”, da Globonews e atualmente participa de um dos mais importantes programas sobre games na televisão brasileira. O Tinbot Pro também ganhou uma parceira de respeito: Martha Gabriel, considerada uma das principais pensadoras digitais no Brasil, e que possui um Tinbot para chamar de seu e testa toda a capacidade do robô no fomento à inovação, não apenas em suas palestras, mas em outras frentes de negócio.

Para os amantes do Tinbot, já é possível adquirir souvenires em sua lojinha online. Neste primeiro momento, estão disponíveis camisetas customizadas com o robozinho nas versões feminina e masculina.

O robô foi adquirido e está em pleno funcionamento em empresas como UniCesumar e Evoa Aceleradora, onde atua na recepção de visitantes, Sicoob, para gerenciamento de indicadores, Cooperativa Cocamar onde interage com os cooperados, no Hotel Villa Rossa, como concierge e como parceiro da pensadora digital Martha Gabriel. Empresas de todos os tamanhos e segmentos podem utilizar o Tinbot Pro como um canal para inovar em suas soluções e serviços e oferecer experiências diferenciadas aos clientes.

Preço e disponibilidade:

O Tinbot Pro está disponível por R$ 16.500 e os pedidos podem ser feitos pelo site www.tinbot.com.br.

Santander Financiamentos e ALDO SOLAR abrem linha de crédito especial

De acordo com estimativas da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), em 2019, o Brasil deverá ter um salto de 44% na capacidade instalada de energia solar. Ainda de acordo com a entidade, a expansão está sendo puxada pela primeira vez pela chamada geração distribuída —em que placas solares em telhados ou terrenos geram energia para atender à demanda de casas ou de estabelecimentos comerciais e indústrias.

Com o objetivo de tornar a energia solar fotovoltaica mais acessível a todos os brasileiros, a Santander Financiamentos e a ALDO SOLAR firmam uma parceria que reforçará a aquisição de geradores de energia fotovoltaicos por meio de uma linha de crédito simples, fácil e ágil.

Os objetivos da ação são os que já fazem parte da filosofia da ALDO de crescer e fazer os clientes crescerem junto, por meio da aquisição de produtos com o financiamento Santander, além de estimular a compra pela internet no endereço www.aldo.com.br. Para se ter uma ideia a ALDO SOLAR é atualmente a empresa brasileira com a maior disponibilidade de equipamentos, com mais de cinco mil diferentes geradores de energia solar. A empresa já é apontada como a que mais cresce no segmento de energia solar segundo dados da ANEEL, tendo comercializado mais de 28.000 geradores de energia fotovoltaica nos últimos três anos.

Confira abaixo alguns benefícios do programa de financiamento:

· Flexibilidade: A partir de hoje, todos os Geradores de Energia ALDO SOLAR estarão disponíveis ao consumidor em 10 vezes sem juros, ou parcelados em 18, 24 ou 36 vezes a juros competitivos de mercado.

· Comodidade: A proposta desta parceria é válida para todas as REVENDAS ALDO SOLAR com contrato de “venda direta” em todo território brasileiro, e para venda tanto a pessoas físicas quanto pessoas jurídicas. E não é necessário ser correntista do banco Santander. Toda a transação é feita via Web ou APP sem a necessidade de sair de casa, completamente digital e sem burocracias. A aprovação sai em cinco minutos, e os pagamentos são feitos por meio de boletos.

· Segurança e Responsabilidade: A ALDO SOLAR é uma das distribuidoras brasileiras que mais impulsiona o crescimento da geração distribuída (autoconsumo). Com a nova parceria Santander, em 2019 serão mais de 16.000 revendedores por todo o Brasil com mais de 1.000 geradores e instalações por semana, e essa modalidade deverá crescer ainda mais, trazendo um adicional de mais de 40% até o fim do ano.

De acordo com Gustavo de Oliveira, gerente comercial varejo da Santander Financiamentos, “o crescimento do mercado de Energia Renovável no país impressiona. Os números de 2018 foram ótimos e projetamos um ano de 2019 espetacular no segmento. O Santander é um dos bancos que mais investem na expansão deste mercado no Brasil. Dentro da Geração Distribuída, por meio do Santander Financiamentos, temos o papel de gerar crédito para incentivar o consumidor, Pessoa Física e Pessoa Jurídica, correntista ou não, na geração da sua própria energia. O crédito é ofertado por nossos parceiros por meio de uma Plataforma de Financiamentos Simples, Fácil e Ágil que possibilita ao consumidor a contratação do valor sem sair da sua casa ou empresa. A parceria recentemente fechada com a ALDO Solar estabelece um importante momento dentro da nossa trajetória neste mercado e já nasce com grandes desafios. Acreditamos que a união do Santander ao maior player de Geradores de Energia Solar do Brasil irá trazer inúmeros benefícios para toda a cadeia de consumo no País”.

Aldo Pereira Teixeira, presidente e fundador da empresa, comenta que “com a visão da empresa de construir um país que dá exemplo por meio de uma matriz energética baseada em fontes limpas e renováveis, a parceria com a Santander Investimentos e a oferta de linhas de crédito sem burocracia para aquisição de equipamentos de energia solar, ajudará os brasileiros a se tornarem independentes na geração energia elétrica, tendo o sol como maior parceiro e a sustentabilidade como lema”.

Organizada pelo PTI, FIciencias 2019 está com inscrições abertas

Já consolidada como referência da promoção da cultura científica, a Feira de Inovação das Ciências e Engenharias (FIciencias) – promovida pelo Parque Tecnológico Itaipu (PTI) em parceria com diversas universidades – está com inscrições abertas para a sua 8ª edição. O evento ocorre de 5 a 8 de novembro, no Hotel Golden Park, em Foz do Iguaçu.

O regulamento e as inscrições, que devem ser realizadas até o dia 31 de julho, podem ser acessados no site www.ficiencias.org. Podem participar alunos matriculados no 8º ou 9º ano do ensino fundamental, ensino médio, ensino técnico ou em cursos de educação de jovens e adultos em níveis equivalentes, dos estados do Paraná e Santa Catarina, no Brasil; da Argentina; e do Paraguai.

Para a Feira, serão selecionados 150 trabalhos nas áreas de conhecimento das Ciências Humanas, Exatas, Biológicas, Agrárias, Sociais Aplicadas, Saúde ou Engenharias. Os estudantes podem se reunir em grupos de até três alunos e devem ter um orientador com mais de 18 anos, que pode ser um professor da escola, um aluno em fase de graduação ou já graduado, para auxiliar na condução da pesquisa.

“A FIciencias é um evento que permite jovens e crianças, em um mesmo espaço, trocarem experiências e aprendizados em prol da ciência, da criatividade e do espirito inovador dos estudantes”, destaca Willbur Rogers de Souza, gerente do Programa Educação do PTI.

Durante a evento, em novembro, os autores dos melhores trabalhos receberão prêmios em dinheiro, além de troféus, medalhas e passaportes para outras feiras semelhantes. Em 2018, mais de 1.200 pessoas visitaram a Feira, que teve como trabalho vencedor o “TechPipe”, um sistema para detectar vazamentos em tubulações de água elaborado pelos alunos do Colégio Sesi de Irati (PR), Gabriela Dremiski, Cesar Tkatchuk e Luiz Fernando Zavelinski.

Ficiencias Kids

Novidade e sucesso em 2018, mais uma vez a FIciencias Kids vai abrir espaço para os estudantes de 3º a 5º ano do ensino fundamental apresentarem os seus trabalhos. Nessa modalidade, os trabalhos devem conter uma problematização e uma prática diferenciada, com temáticas ativas que preconizam pelo desenvolvimento e autonomia dos estudantes.

A edição deste ano terá como objetivo ampliar a exposição para Foz do Iguaçu e mais dez municípios da Associação dos Municípios do Oeste do Paraná (Amop), que serão sensibilizados com uma formação de professores, firmada por meio de convênio entre o PTI e a Itaipu Binacional que visa desenvolver as possibilidades investigativas e as abordagens metodológicas ativas com foco na temática da sustentabilidade.

Evolução

Ao longo de sua trajetória de oito anos, a FIciencias apresentou um considerável progresso tanto na quantidade como na qualidade dos trabalhos apresentados, que estão cada vez mais criativos e inovadores. O professor Cornélio Schwambach, do Colégio Bom Jesus, de Curitiba (PR), que já esteve em seis edições, ressalta que vê a Feira “como uma oportunidade de mostrar o que as escolas têm proporcionado aos alunos, e toda a criatividade dos estudantes”. Ele também citou casos de sucesso de estudantes que participaram das primeiras edições da Feira e hoje atuam em projetos de iniciação científica no Brasil e no exterior.

A professora Regiane Castione, do Colégio Estadual Flávio Warken, de Foz do Iguaçu (PR), participou de todas as edições da FIciencias e destaca que a feira é “uma oportunidade para os alunos mostrarem tudo aquilo que tem de capacidade para além dos muros da escola”.

Métodos ágeis: entenda os facilitadores de processos que garantem alta performance das empresas

Concluir todas as etapas de um projeto como definido no planejamento é um grande desafio para as empresas. Durante o percurso, as atividades podem sofrer alterações, que interferem diretamente na entrega final. Para aumentar a assertividade e a eficiência desse processo, muitas empresas apostam nos chamados “métodos ágeis”. Grandes aliados da gestão, esses facilitadores permitem melhorias nos fluxos de trabalho e no alinhamento entre as pessoas envolvidas no projeto.

“Empresas ágeis podem aumentar dramaticamente a produtividade e encurtar os ciclos de entrega, melhorando a qualidade”, explica Danilo Alencar, da K21 – Knowledge21, multinacional brasileira de atuação global, com foco em treinamentos e consultorias. De acordo com o levantamento State of Agile Survey, realizado pela Collabnet Versionone em 2017, cerca de 87% das empresas investem em métodos ágeis para melhorar o gerenciamento dos projetos realizados internamente e 85% utilizam para aumentar a produtividade da equipe de desenvolvimento. Atualmente, segundo Danilo, cerca de 70% das organizações no mundo estão utilizando algum tipo de processo ágil.

Seguindo a tendência

Em Curitiba, a empresa que desenvolve e integra soluções para o mercado de relacionamento PGMais adota métodos ágeis para melhorar e aumentar ainda mais a eficiência na gestão de produtos e serviços. A empresa escolheu a K21 como parceira para um processo de evolução da cultura ágil em seus processos, com transformação e quebra de paradigmas nas etapas de trabalho. Para o CEO da PGMais, Paulo Gastão, o objetivo é ter um time com uma performance ainda maior. “Com treinamento e desenvolvimento dos nossos profissionais podemos atingir níveis ainda maiores de produtividade e, principalmente, bons resultados para nossos clientes”, afirma Gastão.

Ao trabalhar com métodos em gestão Ágil e Lean, empresa, profissionais e clientes saem ganhando. “É a teoria ganha-ganha, onde o problema resolvido de forma conjunta e o resultado final beneficia todos os envolvidos. Além disso, o programa eleva nossa empresa a outro patamar, já que vamos contar com as melhores e atuais ferramentas”, diz o CEO.

José JR, coach da K21, explica que cada empresa possui uma especificidade e que não existe fórmula pronta para melhorar processos: “É preciso fazer uma análise do cenário e mapear o plano inicial de ação”. A K21 conta com especialistas reconhecidos e certificados pelo mercado e instituições internacionais, e atua em mais de 20 países com atendimento em mais de 500 empresas.

Grupo DB1 anuncia ERP para e-commerces

O EIVE é um ERP especializado em comércio eletrônico, que entrega velocidade, estabilidade e performance e mostra quanto sobrou financeiramente de cada venda. O EIVE conta com 19 anos de experiência do Grupo DB1 no ecossistema de e-commerce e tem como missão ajudar os sellers a atingirem alta performance aliada aos resultados de negócio. O nome foi inspirado na junção das iniciais das palavras e-commerce, integração, velocidade e estabilidade e em Maori significa extraordinariamente.

O EIVE permite operações com alto volume de vendas e integração com mais de 20 marketplaces, plataformas de e-commerce, Correios e outras transportadoras. Com processos robustos e foco em gestão, o sistema automatiza os processos e evita a necessidade de controles paralelos, minimizando erros e aumentando a segurança da informação. Além disso, já chega ao mercado com integração nativa com o ANYMARKET, plataforma de vendas em marketplaces com mais de 1.000 clientes conectados a mais de 20 marketplaces, e o KONCILIA, o primeiro software de conciliação de pagamento dos marketplaces do mercado.

De acordo com Alison Garcia Mucio, diretor de unidade da DB1 Gestão Empresarial, uma empresa do Grupo DB1, “percebemos o mercado de e-commerce muito carente de uma solução de ERP para empresas de médio porte e apresentamos este recurso robusto e estável para clientes que estão saindo do estágio inicial de vendas online e precisam de uma ferramenta que atenda seu crescimento”, explica.

Atualmente o EIVE já conta com um portfólio com 65 clientes, entre eles Mania Virtual, MegaStore, Mirão, LT2 Shop, All Nations, Oderço, Dicomp, Autoequip, Cofebral, que são da área de e-commerce, além de outros diversos projetos em implantação.

Além do Know how do grupo DB1 com o segmento de e-commerce o EIVE se diferencia no mercado pelo quesito rentabilidade. “Em e-commerce é muito comum se falar de crescimento em faturamento e número de pedidos. Entendemos que é preciso tomar cuidado para essa não ser uma métrica de ego. Mais importante do que isso é a rentabilidade e o EIVE vem para ajudar os sellers a crescerem com resultados sustentáveis”, explica Alison.

KPMG lista 10 áreas impactantes para a Auditoria Interna

As funções de Auditoria Interna (AI) podem ser determinantes para auxiliar empresas a administrarem melhor o ambiente de riscos para que elas possam se dedicar a prioridades estratégicas e de crescimento. Para fornecer valor, a AI deve ser capaz de identificar oportunidades de mitigação de riscos, melhorar controles internos e identificar oportunidades em toda a organização.

“As empresas continuam a lidar com modelos de negócios, requerimentos regulatórios e disrupção tecnológica em rápida transformação. Nesse contexto, existe a oportunidade crescente da Auditoria Interna (AI) ajudar as empresas a responderem corretamente aos riscos”, afirma Diogo Dias, sócio-líder de Risco Estratégico e Compliance da KPMG no Brasil.

Para que a Auditoria Interna alcance essas metas, a KPMG listou 10 áreas em que ela deve focar para efetivamente agregar valor à organização e maximizar a sua influência sobre a empresa. Em cada uma dessas áreas, foram indicados também fatores influenciadores e explicações de como a auditoria interna pode participar.

1. Automação inteligente

2. Insights de dados

3. Transformação tecnológica

4. Segurança cibernética

5. Compliance e regulamentações

6. Empresa distribuída

7. Riscos da cultura corporativa

8. Responsabilidade corporativa

9. Antissuborno e anticorrupção

10. Demografia da força de trabalho

O conteúdo está disponível na íntegra no link – home.kpmg/content/dam/kpmg/br/pdf/2019/04/top-10-auditoria.pdf.

Mercado ilegal chega a 54% no Brasil e Paraná perde R$ 292 milhões só com a venda ilegal de cigarros

Os cigarros ilegais atingiram um patamar alarmante em 2018. De acordo com um levantamento feito pelo Ibope cerca de 59% de todos cigarros que circulam no Paraná são contrabandeados, vindos do Paraguai. Esse volume equivale a cerca de R$ 292 milhões que os cofres públicos do estado deixaram de arrecadar em ICMS.

A pesquisa indica também que, pela primeira vez desde 2011, a evasão de impostos no país que deixam de ser recolhidos em função do mercado ilegal de cigarros (R$ 11,5 bilhões) será maior do que a arrecadação (R$ 11,4 bilhões). O valor que deixa de ser arrecadado é 1,6 vez superior ao orçamento da Polícia Federal para o ano, e poderia ser revertido para a construção de 121 mil casas populares ou 6 mil creches.

De 2015 a 2018, o mercado ilegal deste produto no Estado cresceu 10% em volume – atingindo 4 bilhões de unidades de cigarros – e 8 pontos percentuais em participação de mercado. De acordo com estimativas da indústria, 70% do aumento do mercado ilegal de cigarros, entre 2014 e 2017, concentraram-se em 10 municípios: Curitiba, Paranagua, Londrina, São José dos Pinhais, Maringa, Pinhais, Colombo, Araucaria, Guarapuava e Cascavel.

Dominado por quadrilhas de criminosos, o contrabando de cigarros é fonte de financiamento para outros crimes como o tráfico de drogas, armas e munições. Em 2018, as duas marcas mais vendidas no país são contrabandeadas do Paraguai: Eight, campeã de vendas com 15% de participação de mercado, e Gift, com 12%. Outras duas marcas fabricadas no país vizinho compõe a lista dos 10 cigarros mais vendidos: Classic e San Marino (ambas com 3% de mercado). A marca contrabandeada mais popular no Paraná é a Classic, que com 34% de market share é a mais vendida, à frente de todas as marcas produzidas legalmente no Brasil.

A pesquisa ainda aponta que, considerando todo o país, o mercado ilegal de cigarros atingiu um patamar inédito. Em 2018, de acordo com levantamento do instituto, 54% de todos os cigarros vendidos no país são ilegais, um crescimento de seis pontos percentuais em relação ao ano anterior. Desse total, 50% foram contrabandeados do Paraguai e 5% foram produzidos por empresas que operam irregularmente no país.

O principal estímulo a esse crescimento é a enorme diferença tributária sobre o cigarro praticada nos dois países. O Brasil cobra em média 71% de impostos sobre o cigarro produzido legalmente no país, chegando a até 90% em alguns estados, enquanto que no Paraguai as taxas são de apenas 18%, a mais baixa da América Latina.

Para Edson Vismona, presidente do Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (ETCO), um fator perverso decorrente do aumento no contrabando de cigarros é que, pressionados pela crise que o país enfrenta, os brasileiros que migram do mercado legal para o ilegal para poder economizar dinheiro e ao mesmo tempo aumentar o consumo. “O levantamento apontou que, mesmo gastando menos, já que os cigarros contrabandeados não seguem a política de preço mínimo estabelecida em lei, os consumidores acabam fumando, em média, um cigarro a mais por dia. Isso mostra que as políticas de redução de consumo adotadas pelo governo não estão sendo eficazes, por conta do crescimento do mercado ilegal” afirma Vismona.

“Esta é uma luta muito dura e que deve envolver a coordenação de esforços de autoridades governamentais, forças policiais e de repressão, consumidores, indústria e, claro, das entidades que lutam para a redução do tabagismo no país. Somente desta forma vamos conseguir combater a concorrência desleal e promover uma melhoria do ambiente de negócios no País com melhoria de renda, emprego, saúde pública e segurança para todos os brasileiros” acredita Edson Vismona.

O levantamento foi realizado em 208 municípios de todo o país, por meio de entrevistas presenciais e com recolhimento dos maços de forma a garantir a precisão da informação. Foram ouvidos 8.266 consumidores entre 18 e 64 anos.

Licita Plus é classificada no programa Sinapse da Inovação

A startup Licita Plus é uma plataforma online de busca de licitações e gestão de processos licitatórios principalmente voltados à construção civil. Funciona como um exército de robôs para procurar e capturar oportunidades de vendas em mais de 890 portais, sites e diários oficiais de todo o Brasil.

Eles vasculham a internet procurando por editais a partir de palavras-chave e perfil empresarial, as organizam de forma simples e intuitiva facilitando e agilizando o processo licitatório para quem participa de licitações oficiais e quer oferecer serviços ou vender para órgãos públicos, como prefeituras, hospitais, escolas, órgãos estaduais e federais, tudo isso na palma da mão por meio de um app no smartphone do usuário.

Toda essa funcionalidade garantida pela excelência da Empari Global Innovation, grupo de empresas da tecnologia da informação de Maringá, que atua desde 2010 no mercado de desenvolvimento de softwares para emissão de notas fiscais eletrônicas, busca de licitações e ERP para pequenas e médias empresas, foi reconhecida pela seleção realizada para o programa Sinapse da Inovação – PR.

Idealizado em 2008 pela Fundação Certi, o Sinapse da Inovação é um programa de incentivo ao empreendedorismo inovador que visa transformar ideias em negócios de sucesso oferecendo recursos financeiros e capacitações.

Com seis edições realizadas em Santa Catarina, uma no Amazonas e uma no Espírito Santo, o programa chega ao Paraná com a execução do Governo do Estado, por meio da Celepar e Fundação Araucária de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Estado do Paraná, com operação da Fundação Certi e o apoio do Sebrae e Fiep. E já chegou batendo recordes de participação com 1.851 ideias inovadoras recebidas.

O Licita Plus foi um das 300 ideias inovadoras classificados nesta primeira fase. Na Fase 2, em julho, serão 200 projetos de empreendimentos selecionados e na Fase 3, em setembro, 100 projetos de fomento serão analisados. Em outubro será divulgado o resultado final e as ideias que passarem pelas 3 fases de seleção, receberão R$ 40 mil em subvenção da Fundação Araucária. Ao longo de todo o processo os participantes recebem também diversas capacitações para aprimorar e validar seus projetos.

Para Adriano Santos, CEO Empari, “se reconhece um grande potencial no Licita Plus. A ideia é boa, a operação é boa e realmente atende ao que se propõe. O que era um software tornou-se startup, provando esse potencial. Foram quase duas mil ideias submetidas a análise do programa, e estamos a prova de que o produto é bom é estarmos entre as 300 classificadas na primeira fase, motivo de muito orgulho”.

Sojicultores com maiores produtividades na safra 2018/19 serão premiados em Londrina

O manejo eficiente das lavouras de soja, com o uso correto dos produtos e investimento em tecnologia, contribui para o aumento de produtividade. A BASF faz parte do Desafio de Máxima Produtividade de Soja realizado pelo CESB (Comitê Estratégico Soja Brasil) em parceria com a COCAMAR – Cooperativa Agroindustrial do Paraná. Os campeões de produtividade na safra 2018/19 serão conhecidos no dia 18 de junho, em Londrina.

A BASF participa do evento desde a primeira edição e as soluções da empresa contribuem para o aumento de produtividade de vencedores do Desafio. “Nós da BASF estamos comprometidos com o manejo eficiente das lavouras de soja. Acreditamos que o manejo eficiente é determinante para o sucesso do produtor, proporcionando maior produtividade e rentabilidade para o agricultor”, enfatiza Hélio Cabral, gerente de Marketing de Soja da BASF.

Nesta edição, o Desafio de Máxima Produtividade de Soja recebeu 4.000 inscrições de agricultores e alcançou o número recorde de 800 áreas auditadas e avaliadas pelos especialistas do CESB (foram 573 áreas avaliadas no ano passado). São premiados sojicultores das regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Norte/Nordeste e também a maior produtividade em soja irrigada.

A safra 2017/18 no Desafio de Máxima Produtividade da Soja

O agricultor Gabriel Bonato, do município de Sarandi, localizado na região norte do Rio Grande do Sul, foi campeão com produtividade média de 127,01 sacas por hectare. Além dele, mais dois campeões utilizaram o portfólio da BASF: Adauto Guimarães, do município de Serra do Salitre (MG), que obteve produtividade de 108,96 sacas por hectare e o produtor Marcelino Flores de Oliveira, que colheu 104,4 sacas por hectare no município de São Desidério (BA).

Entre as soluções utilizadas pelos campeões estão o tratamento de sementes com Standak® Top e os fungicidas Orkestra® SC, Ativum® e Versatilis®, que proporcionam incremento de produtividade para as lavouras e ajudam no manejo da resistência de doenças.

Neste ano, o evento reunirá aproximadamente 500 pessoas. Com soluções cada vez mais completas para o cultivo da soja, a BASF posiciona-se como parceira dos agricultores para obter uma lavoura produtiva e rentável, contribuindo para o legado do Agricultor.

Fórum Desafio Máxima Produtividade de Soja CESB

Data: 18 de junho de 2019

Horário: das 8h às 13h30

Local: Avenida Tiradentes, 6.275, Parque Governador Ney Braga, Londrina (PR)

Saiba mais sobre o Desafio: http://www.cesbrasil.org.br/desafio-da-soja/