KPMG lista 10 áreas impactantes para a Auditoria Interna

As funções de Auditoria Interna (AI) podem ser determinantes para auxiliar empresas a administrarem melhor o ambiente de riscos para que elas possam se dedicar a prioridades estratégicas e de crescimento. Para fornecer valor, a AI deve ser capaz de identificar oportunidades de mitigação de riscos, melhorar controles internos e identificar oportunidades em toda a organização.

“As empresas continuam a lidar com modelos de negócios, requerimentos regulatórios e disrupção tecnológica em rápida transformação. Nesse contexto, existe a oportunidade crescente da Auditoria Interna (AI) ajudar as empresas a responderem corretamente aos riscos”, afirma Diogo Dias, sócio-líder de Risco Estratégico e Compliance da KPMG no Brasil.

Para que a Auditoria Interna alcance essas metas, a KPMG listou 10 áreas em que ela deve focar para efetivamente agregar valor à organização e maximizar a sua influência sobre a empresa. Em cada uma dessas áreas, foram indicados também fatores influenciadores e explicações de como a auditoria interna pode participar.

1. Automação inteligente

2. Insights de dados

3. Transformação tecnológica

4. Segurança cibernética

5. Compliance e regulamentações

6. Empresa distribuída

7. Riscos da cultura corporativa

8. Responsabilidade corporativa

9. Antissuborno e anticorrupção

10. Demografia da força de trabalho

O conteúdo está disponível na íntegra no link – home.kpmg/content/dam/kpmg/br/pdf/2019/04/top-10-auditoria.pdf.

Negociações e parcerias entre empresas marcam mais uma edição do AHK Business Night

Com o objetivo de estimular negócios e alavancar a economia paranaense, no último dia 23 de maio, a Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha promoveu a segunda edição do AHK Business Night, que contou com a participação de 210 visitantes de empresas de diferentes segmentos.

Durante o evento gratuito, realizado no Clube Curitibano Sede Concórdia, 17 companhias associadas à AHK Paraná expuseram seus produtos e serviços para profissionais e empresários do Paraná. O público participante teve a oportunidade de ampliar o networking, iniciar negociações, além do acesso direto às empresas associadas à AHK Paraná.

O grande diferencial deste ano foi a apresentação do setor de compras da Bosch, ministrada por Rodolpho dos Anjos, que falou sobre os projetos em que a multinacional precisa de novos fornecedores e parceiros. A “troca de cartões” foi muito positiva, uma vez que as empresas puderam ter acesso a informações especiais sobre a Bosch, além do relacionamento.

Outro atrativo foi a palestra “Sintonia com o Sucesso Empresarial”, de Alexander Baer, com a participação da Orquestra Sinfônica de Curitiba e do maestro Carlos Domingues. O palestrante mostrou como as empresas precisam estar em sintonia como uma orquestra para obter sucesso nos negócios.
Entre as associadas em exposição estavam: Gerar, Piazzetta Aparas de Papel, Häfner Montagens, Elis Lavanderia, Escola Alemã de Curitiba, Lapinha SPA, CWB Contabilidade, Goethe Institut, Escola Suíço Brasileira, Heverson do Valle Treinamentos, Servopa, Referência Rent a Car, Manuli Fitasa, Ótima, CITS, Phoron e A Viva.

Instituto TIM seleciona projetos de alunos do Paraná para programa de empreendedorismo universitário

O programa de empreendedorismo universitário, Academic Working Capital (AWC), do Instituto TIM, acaba de selecionar 34 projetos para sua quinta edição. Os escolhidos são alunos de 27 faculdades de seis estados do Brasil e do Distrito Federal e participarão de diversas rodadas de workshops, recebendo orientação de negócios e recursos financeiros, para apresentam seus produtos a investidores e especialistas no final do ano.

Agronegócios, saúde, economia, design, sustentabilidade, reciclagem, cultura, arquitetura, educação, bem-estar e moda são temáticas dos projetos selecionados, oriundos de Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs) dos universitários. Participam equipes de São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Distrito Federal, Amazonas e Ceará. No Paraná, os grupos selecionados foram das seguintes instituições: Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UFPR), Universidade Federal do Paraná (UFPR), Universidade Estadual de Londrina (UEL) e Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR). De diversas áreas de atuação, os grupos desenvolveram temas em educação e suporte para professores de ensino básico, saúde e prótese eletrônica para controlar sinais musculares, tecnologia por meio de um aplicativo de gerenciamento p ara personal trainners, gestão corporativa para tratamento de documentos fiscais eletrônicos de pequenas e médias empresas, agrotecnologia e avaliação de frutas e alimentos por espectrofotometria.

Nesta edição do programa, a participação das universitárias é mais expressiva, resultado da parceria do AWC com organizações como Rede Mulher Empreendedora e Meninas Digitais. Das 34 equipes selecionadas, nove são lideradas por mulheres, o que vai ao encontro dos resultados encontrados por recentes pesquisas sobre o empreendedorismo feminino no Brasil. Em 2018, segundo dados da pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM), o Brasil registrou a sétima maior participação de mulheres entre os empreendedores iniciais: 24 milhões d e brasileiras estavam à frente de um empreendimento ou realizavam alguma ação para ter o seu próprio negócio.

“Foram centenas de inscritos para a edição 2019 do AWC, o que nos deixa entusiasmados e orgulhos com o reconhecimento do programa. Os projetos selecionados são bem variados, vão desde controle de iluminação externa de LEDs para uso em veículos até inteligência artificial para prever infecção hospitalar. Temos excelentes perspectivas e já iniciamos o cronograma com os workshops e orientação”, conta Diogo Dutra, coordenador do AWC.

Desde 2015, cerca de 300 estudantes já participaram do Academic Working Capital e, pelo menos, 17 startups foram constituídas. O programa oferece apoio financeiro, técnico e de negócios para ideias inovadoras de estudantes em fase final de graduação que possuem seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) voltado para uma solução tecnológica ou de inovação. No fim do ano, eles participam de uma Feira de Investimentos e podem apresentar suas soluções para profissionais do mercado e investidores.

Gartner divulga dicas para convencer os líderes empresariais a investirem em Data & Analytics

As ações de Data & Analytics (D&A) estão no topo da agenda dos Chief Information Officers (CIOs) há vários anos. No entanto, para atingir níveis de maturidade em D&A com potencial para gerarem mais vantagens, cada área de uma organização deve desenvolver alguma estratégia própria, capaz de convencer os líderes corporativos a realmente investirem em análise de dados. Os líderes de D&A, portanto, devem estar prontos para mostrar as vantagens das aplicações de análise à diretoria. Por isso, o Gartner Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento para empresas, recomenda que as equipes de Data & Analytics demonstrem a importância “vital” ou “crítico” das ações de análise em um ambiente cada vez mais desafiador. Apresentar os planos ao conselho, porém, nem sempre é tão simples.

Pensando nisso, os analistas do Gartner, Lydia Clougherty Jones e Frank Buytendijk, prepararam as seguintes dicas para otimizar as práticas de apresentação das iniciativas de Data & Analytics aos Conselhos de negócios:

1 – Use a linguagem de negócios enquanto está preparado para fornecer informações técnicas: é comum tentar explicar tudo sobre o que você é apaixonado, mas nas reuniões do Conselho de Administração, com a presença dos líderes executivos da empresa, é recomendável ir direto ao ponto e apresentar os benefícios da área de D&A para os negócios. É crucial vincular as ações de Data & Analytics à estratégia organizacional de alto nível. Por exemplo, um líder de D&A poderia dizer o seguinte sobre uma meta de crescimento estratégico: “Temos uma meta de crescimento agressiva de 20%. Pelo menos 60% dessa oportunidade de crescimento está concentrada nas ações de upselling ou cross-selling dentro da nossa base de clientes existente. Isso significa que precisamos entender melhor quem são nossos clientes e o que eles precisam. Este é o núcleo do programa de dados e análise de clientes de 360°”. No entanto, ao mesmo tempo, mostre que você fez sua lição de casa incluindo detalhes adicionais como parte de um apêndice. Nem todo executivo vai passar por isso, mas fornecer as informações mostra prontidão e respeito pelo público.

2 – Faça a apresentação baseado em fatos, seja breve e conte uma história: certifique-se de que ao reduzir sua apresentação para torná-la sucinta, seu discurso não perca a parte envolvente e importante. Contar histórias é uma parte essencial para captar o interesse do conselho. Uma maneira de fazer isso é dividir a história em quatro passos. Veja um exemplo que explica a necessidade do gerenciamento de dados mestres (MDM):

Passo 1 – Descreva o cenário: “17% das nossas faturas contêm erros, o que leva a atrasos médios de uma semana a pagar estas faturas”.

Passo 2 – Diagnostique o problema: “A causa desse problema é não ter uma maneira única de identificar os clientes. Temos padrões diferentes em 12 sistemas de faturamento específicos”.

Passo 3 – Faça a análise preditiva: “A cada trimestre, continuamos a fazer isso; e esses erros custam US$ 100.000 em capital de giro e crédito de curto prazo”.

Passo 4 – Prescreva uma solução: “Para resolver a questão, devemos implementar uma tecnologia chamada MDM, que nos ajude a corrigir isso e a gerenciar no futuro”.

3 – Seja claro sobre o que sua organização pode alcançar e forneça vários cenários de como as operações da companhia poderão atingir esses resultados: problemas que atingem o nível do conselho são geralmente complexos e não têm respostas simples, do tipo “sim ou não”. Fornecer vários cenários de como uma iniciativa de D&A pode funcionar fornecerá uma plataforma para discussão e ajudará a garantir a adesão dos executivos. É crucial ser muito claro sobre o que a companhia espera alcançar com a aplicação das iniciativas de Data & Analytics e, se possível, discutir esse objetivo antecipadamente com os membros do conselho que estão patrocinando a reunião. Em seguida, apresente diferentes cenários sobre como alcançar esse objetivo. Explique qual caminho deve ser escolhido inicialmente, mas deixe espaço para que os membros do conselho administrativo possam escolher ou sugerir outras opções, por motivos que a equipe técnica não conhece.

4 – Seja específico sobre o que as ações de D&A significam para a sua empresa e, ao mesmo tempo, apresente uma perspectiva externa, com exemplos de uso: é ótimo usar tendências de mercado e mostrar exemplos de como outras organizações estão fazendo. Pode proporcionar clareza, inspiração e até mesmo um senso de urgência dentro do conselho. No entanto, é importante garantir que os exemplos externos sejam sempre traduzidos para serem relevantes para sua organização. Isso deve ir além da tradução de exemplos externos para o contexto da estratégia organizacional oficial. Identifique as ambições pessoais e paixões de membros específicos do conselho e mostre como as iniciativas de D&A podem ajudar a realizá-las.

Conferência Gartner Data & Analytics 2019

Os analistas do Gartner fornecerão análises adicionais sobre as tendências de dados durante a Conferência Gartner Data & Analytics 2019, que ocorrerá de 29 a 30 de maio em São Paulo. Interessados em participar do evento devem contatar o Gartner pelo e-mail conferencias.brasil@gartner.com, pelos telefones (11) 5632-3109 e 0800 774 1440, ou pelo site https://www.gartner.com/pt-br/conferences/la/data-analytics-brazil.

Tecnologia aliada à indústria

A Valmet, empresa de origem finlandesa, é líder mundial no desenvolvimento e fornecimento de tecnologias, automação e serviços para os setores de celulose, papel e energia. A empresa lançou na América do Sul o Valmet Performance Center, plataforma de atendimento remoto que realiza análise de dados, diagnóstico de equipamentos e processos para melhorar a performance dos clientes.

Por meio deste centro localizado em Araucária (PR), os especialistas da Valmet se conectam aos outros Valmet Performance Center espalhados pelo mundo. Seus profissionais monitoram e analisam os dados de operações dos clientes, de forma confidencial e segura, identificando otimizações de performance, prevenindo problemas e solucionando pontos críticos.

“O Valmet Performance Center é uma ferramenta poderosa para otimizar processos, pois se transforma em ganhos exponenciais em economia de químicos, cerca de 10%, e de aumento de produção e geração de energia”, comenta o diretor da área de celulose e energia da Valmet na América do Sul, Fernando Scucuglia.

No Brasil, um dos principais produtores de papel e celulose do mundo, a escala de volume gerado nas fábricas é de grande magnitude e paradas não programadas representam prejuízos milionários. “Com produção de cinco mil toneladas por dia, em média, antecipar os problemas e evitar paradas não necessárias podem evitar prejuízos diários de até R$ 40 milhões”, explica o presidente da Valmet na América do Sul, Celso Tacla.

Internet industrial

Análise de desempenho de processo nas fábricas e monitoramento remoto de equipamentos são alguns dos diferenciais do Valmet Performance Center, que já está disponível em outras unidades espalhadas pelo mundo. Oferece alta tecnologia nas conexões remotas com as fábricas e, por meio de aplicações de internet industrial, possibilita, por exemplo, predição de falhas, monitoramento de performance e otimização de processos, agilizando o suporte e o atendimento aos clientes.

Os serviços oferecidos pelo Valmet Performance Center são divididos em três categorias: monitoramento e otimização remota, analítica de dados e atendimento sob demanda. A solução identifica possibilidades de melhoria de performance e causas raízes de problemas, com ferramentas de estatísticas, algoritmos, modelagens de processo e Machine Learning. A Valmet conta com 16 centros de pesquisa e desenvolvimento no mundo, mais de 1.300 projetos patenteados e mais de R$ 292 milhões investidos na área em 2018, incluindo as tecnologias de Internet Industrial.

Os especialistas da Valmet podem ser acionados a colaborar para a melhor solução das demandas dos clientes. “Através do Valmet Performance Center, prezamos pela privacidade e segurança dos dados dos clientes que são enviados para a ‘nuvem’. Conseguimos analisar cada demanda e iniciar uma discussão em tempo real, que pode ser uma otimização de performance ou solução de um problema imediato”, diz o especialista em Soluções de Internet Industrial da Valmet para a América do Sul, Tales Ribeiro.

Paraná será o centro das inovações tecnológicas no agronegócio

Com crescimento de 30% no número de expositores, a 3ª Digital Agro, feira organizada pela Frísia Cooperativa Agroindustrial para apresentar e discutir inovações no campo, deve reunir cerca de sete mil pessoas no Parque de Exposições Frísia, em Carambeí, nos Campos Gerais do Paraná. A Digital Agro é uma das principais feiras de tecnologia digital para o agronegócio do Brasil, se destacando pela proximidade com as regiões produtoras de alimentos.

Expositores apresentam novidades e produtos inovadores para a feira em Carambeí (PR). Foto: Rodrigo Covolan.

A feira deste ano contará com aproximadamente 40 empresas expositoras e apresentações que discutirão os temas transformação digital, sustentabilidade, internet das coisas e smart farming (aplicação da tecnologia da informação e comunicação na agricultura).

Entre o público está o produtor rural – quase 70% dos visitantes –, prestadores de serviço na área de produção e comercial, startups, empresas ligadas ao setor agro e instituições governamentais e financeiras.

“O público pode esperar muita informação dos palestrantes internacionais, trazendo tendências e mostrando as novidades de cada tema. Pensamos sempre no que vai impactar a gestão da propriedade, na integração dessas tecnologias e nas suas efetividades”, explica Emerson Moura, superintendente da Frísia.

Programação

O Fórum de Inovação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) será realizado no dia 11 pela manhã; no período da tarde, será a vez do Fórum Comercial, que levará para a Digital Agro palestrantes renomados. No dia 11 à tarde também está prevista a abertura oficial do evento. Já nos dias 12 e 13 o público poderá conferir as novidades dos expositores e outras palestras com nomes que são referências em gestão e tecnologia.

Outra atração da Digital Agro 2019 é a área central do Parque de Exposições, que terá a presença de diversas startups nacionais que irão apresentar soluções aos desafios do agronegócio contemporâneo.

Digital Agro
11 a 13 de junho
www.digitalagro.com.br
Parque de Exposições Frísia
Anexo ao Parque Histórico de Carambeí (PR), Avenida dos Pioneiros, 4.050

Buysoft investe em nova sede em Maringá

Realização. Esta é a palavra que define os últimos anos da Buysoft, uma das maiores empresas de licenciamento de softwares e soluções em TI do Brasil, sediada em Maringá, no Paraná.

Para 2019, a empresa anuncia a expansão dos negócios e a preparação de sua nova sede, no Avenida Business Center, prédio localizado na região mais moderna de Maringá, e com vista para o “novo centro” da cidade. Uma localização repleta de novas edificações e empreendimentos, além de vizinhos como grandes hotéis, convenientes shoppings, além de lojas e bons restaurantes. O novo endereço vai contar ainda com amplo estacionamento, segurança 24 horas com circuito interno de TV e câmeras em todos os acessos.

A Buysoft vai ocupar uma área com 402,98 m2, quase o dobro do espaço atual, com três salas de eventos com capacidade total para 230 pessoas. O ambiente será voltado à produtividade e eficiência no trabalho, organizado em ilhas e sem nenhuma divisão que facilita a integração entre as pessoas.

O projeto de design está a cargo da arquiteta Simone Carvalho (http://www.scarvalho.arq.br) e vai contar com inúmeros quadros para anotações como parte funcional da decoração, nove TVs distribuídas em todo o ambiente e sistema de som interno, tudo para tornar a empresa um excelente lugar para se trabalhar. Para descontrair, bastará descer o elevador para estar no shopping center mais movimentado de Maringá, pronto para um descanso ou até um Happy Hour.

A previsão para a inauguração da nova sede é agosto deste ano. A empresa está preparando o espaço pensando em receber os clientes da melhor maneira possível, mas também em agradar os colaboradores. A Buysoft prevê um crescimento de 70% do quadro de funcionários, chegando a 50 nos próximos três anos (oito já foram contratados nos primeiros meses de 2019), além de 10 pessoas trabalhando em esquema de home office em Londrina, Curitiba, Campinas e São Paulo.

2019 também já está marcado como o ano em que foram promovidas uma série de mudanças na empresa. Houve uma reestruturação dos times de primeiro, segundo e terceiro escalão, lançamento da nova política de bônus e comissionamento, incentivando muito mais o time em termos de resultados, definição objetiva de funções e melhor aproveitamento de competências.

De acordo com Clemilson Correia, fundador e CEO da Buysoft, “o foco é a criação de fundamentos sólidos para estarmos preparados para o gigante crescimento que esperamos para os próximos anos. Com grande foco em rentabilidade, resultado e meritocracia”, explica. E complementa com a certeza de quem cresceu 94% e faturou R$ 31 milhões em 2018, “queremos ser líderes em todos os seguimentos que trabalhos e preparar o terreno para expansão”.

Vem aí o TICNOVA 2019, maior evento de tecnologia e inovação do Sul do país

Hoje 25/04/2019, durante solenidade na Prefeitura de Maringá, foi anunciado a 7ª edição do TICNOVA, o maior evento de tecnologia e inovação do sul do país, promovido pela Software by Maringá, entidade que reúne mais de 100 empresas de TI e startups, previsto para acontecer em agosto.

Inovação como chave para melhorar a vida das pessoas e para potencializar a criação de novos negócios são os temas principais do evento. A principal vocação do TICNOVA é articular e fomentar o ecossistema de TI de Maringá e região, além de trazer as principais tendência de mercado, promovendo a integração entre empresas, universidades, poder público e sociedade civil organizada.

Outro tema relevante a ser abordado durante o TICNOVA é o Parque de TI de Maringá, que contará com 179 mil m2 e abrigará empresas do setor e instituições de ensino, centros de pesquisas e inovação, ambientes de co-working voltados para o desenvolvimento de startups, espaços de criação como FabLab, áreas comuns de alimentação e estacionamento, creches, locais para reuniões, debates e treinamentos. O novo Parque Tecnológico promoverá ainda mais integração entre as empresas e o setor ficará ainda mais fortalecido. O evento também abordará os encaminhamentos do Masterplan, que define objetivos para 2047, quando Maringá completa 100 anos.

Segundo Luís Marcos Campos, presidente da Software by Maringá, que organiza o TICNOVA há seis anos, “esta edição será composta por várias trilhas com conteúdos customizados para os técnicos de desenvolvimento de software, temas acadêmicos, conteúdos voltados para empresários do setor, entre outros. A condução do evento será calcada na oferta do melhor em termos de inovação e tecnologia”, explica. “Também traremos alguns nomes de destaque nacional no setor de software, que se projetaram nacionalmente ou mesmo mundialmente, e que inspiram todos a empreender”, conclui.

Edney Marcos Mossambani, coordenador do APL (Arranjo Produtivo Local) de TIC de Maringá e região, Presidente da Câmara Técnica de TIC do CODEM (Conselho de Desenvolvimento Econômico de Maringá) e líder da rede de agentes Softex (Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro) , reforça que “participarão do TICNOVA palestrantes que são referência em suas áreas de atuação para compartilhar suas experiências e também levar um pouco das experiências de Maringá e o tanto que já realizamos nestes 12 anos de APL”.

Startup do PTI desenvolve sistema 3D para monitoramento das unidades geradoras da Itaipu

Para assegurar a continuidade do status da Itaipu Binacional como maior geradora de energia limpa e renovável do mundo e garantir os bons resultados da hidrelétrica, o Parque Tecnológico Itaipu (PTI) vem prestando importantes contribuições com o desenvolvimento de tecnologias exclusivas para a usina.

Além dos programas e projetos executados pelo próprio PTI, as empresas incubadas no Programa de Desenvolvimento de Negócios do Parque vem atuando fortemente nas atividades de monitoramento da hidrelétrica.

Um exemplo é a AIS – Ambientes Virtuais, em parceria com Centro de Estudos Avançados em Segurança de Barragens (Ceasb) do PTI, está na etapa final do desenvolvimento de um sistema 3D que irá facilitar o monitoramento dos mais de 400 sensores de temperatura, vibração, deslocamento e pressão instalados nas unidades geradoras.

A primeira entrega foi realizada em março e já possibilita o acesso ao estator das unidades geradoras de 50 Hz, equipamento que concentra mais de 80% destes sensores. Atualmente, o sistema de monitoramento conta com medições de temperatura e vibração. No futuro, serão disponibilizadas medições de deslocamento e pressão.

“Hoje o engenheiro precisa dedicar um bom tempo consultando o acervo técnico para conseguir saber com precisão a localização dos sensores. Com o novo sistema, é preciso apenas alguns cliques”, explica Yuri Sefrin, um dos sócios da AIS, empresa que está incubada desde 2014 e nasceu de uma ideia de pesquisa ainda dentro da Unioeste, onde os sócios estudavam.

O sistema usa como ponto de partida o modelo tridimensional produzido anteriormente pelo Ceasb, que está instalado no PTI e ao longo de 11 anos desenvolveu projetos em soluções tecnológicas diversas. De acordo com José Quirilos Assis Neto, da Divisão de Engenharia Eletromecânica de Itaipu, “com essa nova interface o engenheiro de manutenção tem uma ferramenta mais amigável e dinâmica para fazer um diagnóstico bastante preciso de eventuais defeitos, além de ter acesso a mais informações sobre a anatomia da unidade geradora e conseguir visualizar estes dados online”, detalha.

Edital aberto para solucionar desafios de empresas paranaenses

Por meio de um edital, o PTI e a Fundação Araucária vão unir empresas e empreendedores por meio do Programa de Inovação Corporativa com Foco no Desenvolvimento de Novas Empresas. Na primeira etapa, empresas de médio e grande porte do Paraná poderão enviar, até 26 de maio, problemas ou desafios relacionados a quatro áreas: agronegócio, educação e/ou saúde; smart cities (cidades inteligentes); e construção civil.

Com base na lista de demandas selecionadas, que deve ser publicada até 10 de junho, os empreendedores poderão enviar seus projetos de soluções. Até 48 proposições devem passar para o período de qualificação para o desenvolvimento de seus protótipos. Na terceira e última fase, os empreendedores selecionados poderão participar do programa de incubação oferecido pelo PTI em uma das quatro unidades da Incubadora Santos Dumont: em Foz do Iguaçu, no PTI ou na Uniamérica, em Marechal Cândido Rondon ou Londrina.

Serão selecionados dois projetos em cada uma das unidades, totalizando oito soluções. “Neste edital estamos fazendo um caminho inverso, detectando inicialmente as necessidades para que as soluções possam ser desenvolvidas com base nisso. Isso deve tornar o processo muito mais eficiente”, explica o gerente do Programa de Desenvolvimento de Negócios do PTI, Pedro Sella.

As empresas e os empreendedores interessados em participar do Programa podem conferir os critérios e requisitos, e preencher os formulários de cadastro no endereço http://pti.org.br/incubadorasantosdumont.

A Era do Profissional 4.0

Por Márcio Viana

Produtos inovadores, que são desenvolvidos de forma automatizada, com processos otimizados que aumentam a produtividade. Essa já é a realidade de muitas indústrias de todo o mundo: a indústria 4.0, ou quarta revolução industrial, que engloba tecnologia de ponta e noções de Internet das Coisas, da computação em nuvem e da robótica, chegou para ficar e já coleciona adeptos.

No Brasil, apesar da grande repercussão do tema, a implantação ainda é tímida, mas desafiadora. Segundo a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), em 2018 menos de 2% das empresas estavam inseridas nesse conceito. A expectativa é que, em dez anos, pelo menos 15% já estejam seguindo essa tendência.

As mudanças que acompanham todo esse processo têm impacto não só na forma de produção, mas no perfil dos profissionais inseridos (ou não) nesse mercado. A tendência é que, ao longo dos anos, pessoas com maior qualificação e diferentes habilidades ocupem mais espaço e tenham mais oportunidades de negócios. O profissional não ficará limitado a uma única função. Será preciso entender e fazer parte de todo o processo. Um líder, por exemplo, será responsável por todo o alinhamento das atividades e da produtividade da equipe, e não só pela quantidade de horas trabalhadas, como é feito (ou era) tradicionalmente.

Nos próximos 20 anos, de acordo com uma pesquisa realizada pela Roland Berger, mais de 200 milhões de profissionais estarão em falta para atender a essas novas demandas. Mas isso não quer dizer que eles não terão oportunidades. Para estar alinhado às necessidades do mercado, será preciso não só desenvolver novas competências, mas aprimorar as já existentes.

Isso faz parte do processo de inovação: estar capacitado para perceber novas oportunidades e estruturar novas situações, tornando os processos mais eficazes e simplificados, com bons resultados; criar novas ideias e incorporar esse conhecimento no dia-dia da empresa.

Visão multidisciplinar e contínua, flexibilidade e facilidade para se adaptar às mudanças, além do foco no resultado e na produtividade, é o que se espera desse profissional 4.0. Esse desenvolvimento pode começar na vida escolar e acadêmica, focando em ensinar aos jovens assuntos relevantes para o mercado, como inteligência artificial, Machine Learning, Big Data, programação, entre outros. Temas que geram impacto, também, na economia do País.

Enquanto não houver essa mudança comportamental, continuaremos com profissionais que só se preocupam com o salário e com o cargo, deixando de lado o foco no resultado, a real produtividade e a capacidade de assumir riscos.

* Márcio Viana é diretor executivo da TOTVS Curitiba