Desenvolvedor front end, back end e full stack, como migrar para essas áreas?

O mercado de tecnologia não para de crescer e cada vez mais novas oportunidades estão surgindo. Considerado um dos setores mais importantes para empresas de todos os portes e segmentos, a busca por profissionais qualificados não para. Pensando nisso, a HSM University Code School, escola de tecnologia digital, elencou as principais características de três importantes áreas dentro do segmento, os desenvolvedores front end, back end e full stack.

“O mercado de tecnologia é um dos que mais cresce e a busca por profissionais qualificados tem sido constante entre as companhias, independentemente do porte e segmento, isso porque as empresas conseguiram entender a importância da transformação digital e como isso tem ajudado na competitividade com os concorrentes. Por isso, quanto mais qualificado for o profissional melhor”, explica João Diogo, gestor da HSM University Code School.

Desenvolvedores Front End

Este profissional atua diretamente com a área de interação de um sistema com os usuários. Por isso, é fundamental que se preocupe com a experiência do cliente. Além disso, ele deve dominar algumas linguagens, como: HTML, JavaScript e CSS. No geral, este profissional fica mais com a parte criativa e artística dos aplicativos. Para se destacar nesta área é importante ser meticuloso, flexível e saber trabalhar em equipe, além de estar atualizado com as novas tendências, como frameworks e bibliotecas de dados.

A carreira front end está entre as profissões mais promissoras do mercado, por conta dos investimentos em transformação digital, encontrando oportunidade em grandes empresas de desenvolvimento de softwares e em outros setores.

Desenvolvedores Back End

O profissional que se especializa nessa função fica responsável pelos bastidores de um produto. Ele trabalha com os códigos, testes de funcionalidade e a programação. Por isso, ter agilidade, flexibilidade, habilidade de comunicação, noções lógicas para localizar padrões e proatividade, além de aprendizado em outras línguas, principalmente o inglês, são essenciais.

Companhias de todos os portes e segmentos buscam por esses profissionais, uma vez que são fundamentais para a segurança dos dados e para fazer as aplicações rodarem. Uma área que está em alta é a que envolve o desenvolvimento de aplicativos para smartphones. Com o crescente uso desses dispositivos, o mercado precisa de profissionais que saibam programar e tenham noção de negócio para a criação desses produtos.

Desenvolvedor Full Stack

Já este profissional é capaz de atuar em toda a linha de elaboração de um projeto, com expertise no front end e o back end, o desenvolvedor full stack também pode trabalhar em todas as fases do desenvolvimento, assim como com o servidor e o banco de dados.

Para este cargo, é preciso ter mais do que conhecimento técnico. É necessário ter perfil investigativo, se manter sempre atualizado e ter habilidades pessoais para conseguir trabalhar sob pressão. Além de ter senso crítico, pois é necessário olhar os códigos e entender o que deve ser feito para otimizá-los, ser autodidata e proativo.

O mercado neste segmento é muito amplo, tanto no Brasil como em todo o mundo. Em empresas de pequeno porte e em startups, o desenvolvedor full stack atua em todas as frentes possíveis, em múltiplas funções e de forma prática. Já nas empresas maiores, a função não é apenas oferecer uma posição de eficiência e versatilidade na execução, mas também de operação conjuntural, com uma análise sistêmica de todos os processos do projeto, auxiliando em diversas etapas e dialogando com diferentes áreas da companhia.

“Independentemente da área de atuação, os profissionais que querem investir neste segmento precisam sempre se atualizarem, com cursos, pós-graduação e estarem de olho nas mudanças deste mercado, já que ele tem se transformado cada vez mais rápido, por isso estar à frente das principais tendências, com amplo conhecimento e aliada as principais soft skills exigidas são essências para quem quer as melhores colocações”, finaliza João.

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