Agência Curitiba trava programas de incentivo ao setor de TI. Benefícios, se acontecerem, ficam para 2015

É grande a apreensão entre empresários de tecnologia da informação de Curitiba com a lentidão da Agência Curitiba de Desenvolvimento no tratamento da questão do incentivo ao setor. Desde a campanha eleitoral, a equipe de Gustavo Fruet abriu diálogo com representantes do empresariado, tem feito constantes reuniões, mas peca ao “pensar muito e agir pouco”. O que se fez, até agora, foi suspender os programas ISS Tecnológico e Curitiba Tecnoparque com base em supostas falhas na legislação. Isso foi rápido e sem muita discussão. Agora, cumpre-se um processo lento e minucioso como aqueles de editais de financiamento à inovação, bem ao estilo de quem valoriza mais a teoria do que a prática do mercado. Manual de Oslo à parte, já se fala em 2015 para o anúncio de algum plano de desenvolvimento do setor tecnológico no município. Para muitos empresários, a Agência Curitiba quer atingir um “modelo ideal”, enquanto outras grandes cidades do país e até do Paraná, como Maringá, apresentam, rapidamente, ações de incentivo e fomento aos desenvolvedores e integradores de soluções tecnológicas. Para alguns, a solução pode estar na transferência de empresas de TI para a região metropolitana de Curitiba em municípios com ISS reduzido.

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